Carreira & negócios

Carreira não é uma linha reta: uma solução para diferentes fases profissionais

A ideia de que carreira é uma linha reta, com começo, meio e aposentadoria, já ficou para trás há muito tempo

 

Há quem mude de profissão depois de anos no mercado, quem deixe o mundo corporativo para empreender, quem assuma a liderança e precise desenvolver novas habilidades e quem tenha criado o próprio negócio, mas ainda esteja presa à operação.

 

Foi a partir dessa percepção que a psicóloga, orientadora profissional e de carreira Bia Tartuce criou o Instituto de Carreiras e Liderança Bia Tartuce, uma estrutura pensada para acompanhar diferentes momentos da vida profissional. O instituto reúne seis frentes de atuação: Instituto da Mulher Empreendedora, Instituto da Liderança, Corporate, Planejamento de Carreira, Instituto de Desenvolvimento e Instituto de Escolha.

 

“A proposta é oferecer caminhos diferentes para necessidades diferentes: da mulher que precisa deixar o operacional para assumir uma posição estratégica; da empresa que busca soluções de RH; do profissional que deseja planejar os próximos passos ao jovem que ainda precisa descobrir qual caminho seguir”, comenta ela.

 

Para a mulher que quer crescer sem fazer tudo sozinha

 

No Instituto da Mulher Empreendedora, o foco está em uma transformação comum a muitas donas de negócio: sair do excesso de tarefas operacionais para assumir, de fato, o papel estratégico da sua empresa.

 

“A mulher tem que sair daquele modo operacional para literalmente entrar no modo estratégico. O trabalho envolve autoconhecimento, mentalidade empreendedora, autoconfiança, inteligência emocional, estruturação de processos, contratação, delegação e desenvolvimento de equipes. Essa mulher tem que entender que precisa contratar alguém e aprender a delegar para poder fazer o negócio dela decolar”, completa.

 

Liderar também é uma nova etapa da carreira

 

O Instituto da Liderança atende tanto profissionais que estão assumindo a primeira posição de gestão quanto líderes mais experientes que desejam aprimorar sua atuação. A proposta trabalha competências de liderança, comunicação, tomada de decisão, comportamento e gestão de pessoas, ajudando o profissional a se preparar para os desafios que surgem quando sua responsabilidade deixa de ser apenas individual e passa a envolver uma equipe.

 

RH sob demanda para empresas

 

Na frente Corporate, a experiência de Bia no mundo corporativo chega às pequenas e médias empresas que precisam estruturar ou fortalecer a gestão de pessoas. “Entre as soluções estão recrutamento e seleção, estruturação de RH, assessment de liderança, palestras, workshops e consultoria de RH sob demanda. A proposta é oferecer conhecimento especializado de acordo com a necessidade de cada organização”, afirma.

 

Planejar para saber onde chegar

 

O Planejamento de Carreira é voltado a quem já tem uma direção profissional definida, mas precisa transformar esse objetivo em estratégia. A jornada pode envolver formação, desenvolvimento de competências, experiências, marca pessoal, posicionamento e networking. Para Bia, carreira e vida não podem ser tratadas como coisas separadas: “Eu acho que carreira está muito ligada à vida pessoal. Eu não consigo dissociar vida pessoal de profissional”, diz

Bia Tartyce.

 

Desenvolvimento para quem quer crescer

 

O Instituto de Desenvolvimento atende profissionais que desejam conquistar reconhecimento, acelerar a carreira ou entender por que, apesar dos resultados entregues, não conseguem avançar. “O trabalho passa por competências, posicionamento, marca pessoal, visibilidade e planejamento dos próximos movimentos profissionais”, explica.

 

Escolhas que podem mudar uma trajetória

 

Já o Instituto de Escolha acompanha adolescentes, universitários e jovens profissionais em uma fase de decisões que pode influenciar toda a trajetória. A proposta é oferecer orientação para compreender interesses, possibilidades e caminhos antes da entrada ou no início da vida profissional.

 

A criação do instituto reúne 35 anos de experiência de Bia no mundo corporativo e uma constatação que atravessou sua trajetória:

 

“O que eu sei mais fazer é cuidar de gente. Dentro do RH das empresas, transformei e desenvolvi vidas ao longo da minha carreira. Talvez eu tenha transformado mais de cinco mil vidas”, conta.

 

Ao deixar o ambiente corporativo para empreender, ela decidiu transformar esse conhecimento em um novo propósito.

 

Serviço

 

Instagram: @biatartuce

 

Siga: @revistaelasefatos

 

Clique aqui e leia outras notícias!

Carreira & negócios

LOOM Jewelry Bar: joias para serem vividas, usadas e lembradas

Marca autoral criada em Niterói por Silvia Eller e Alice Neves inaugura novo espaço de atendimento e apresenta sua nova coleção

 

Niterói ganha uma nova marca de joias autorais que propõe uma nova forma de se relacionar com as peças. Criada por Silvia Eller e Alice Neves, a LOOM nasce para transformar joias em parte da vida cotidiana, carregando histórias e memórias. O nome LOOM vem de heirloom, palavra em inglês usada para definir uma herança que atravessa gerações.

 

Para a marca, uma joia só se torna verdadeiramente uma herança quando é lembrada no corpo de alguém. Por isso, são joias feitas para serem vividas, usadas e lembradas.

 

“Acreditamos que uma joia se torna especial quando participa da nossa vida, acompanhando momentos, encontros e fases. É isso que queremos construir com a LOOM, joias que sejam lembradas porque foram vividas”, explica Alice Neves, designer de ourives e co-criadora da marca.

 

Design modular e autoral

 

A LOOM trabalha com joias artesanais, produzidas à mão e desenhadas por Alice Neves, em prata 950, pedras naturais, ouro e moissanita.

 

Seu principal diferencial é o sistema modular: conectores substituem os fechos tradicionais e permitem que as peças sejam transformadas e combinadas como brincos, colares, pulseiras, body chains, bag chains e muito mais. As peças também podem ser personalizadas, reforçando a proposta de criar joias que se adaptem à pessoa e à sua história.

 

Novo espaço em Niterói

 

A LOOM inaugura nesta sexta-feira seu novo espaço de atendimento em Niterói, criado para que clientes possam conhecer as peças, experimentar combinações, descobrir o sistema modular e conversar sobre personalizações. A inauguração também marca o lançamento da nova coleção da marca.

 

Com criação e produção em Niterói, a LOOM une o trabalho artesanal da ourivesaria a um design contemporâneo, criando joias para acompanhar a vida e, com o tempo, tornar-se parte das histórias de quem as usa.

 

Para mais informações: @loomjewelrybar

 

Siga: @revistaelasefatos

 

Clique aqui e leia outras notícias!

 

Carreira & negócios

Não basta aparecer: empreendedoras precisam ser reconhecidas pelo que fazem

Ter um bom produto, oferecer um serviço de qualidade e acumular experiência não significa, necessariamente, ser reconhecida pelo mercado

 

Para muitas empreendedoras, o desafio está justamente em comunicar esse valor em meio à rotina de cuidar do negócio, dos clientes, da equipe e também da vida pessoal. É sobre essa dificuldade que trabalham Juliana Rodrigues, estrategista digital e de posicionamento, e Heloíse Gonçalves, estrategista de métricas e performance, ambas sócias e fundadoras da JR Digital, empresa de marketing voltada para mulheres empreendedoras.

 

Para Juliana, “saber fazer algo muito bem não significa, necessariamente, saber comunicar esse valor. Muitas vezes, não falta competência. Falta clareza sobre como transformar essa competência em posicionamento”.

 

Na avaliação de Heloíse, essa dificuldade também ajuda a explicar por que simplesmente estar nas redes sociais não é suficiente. “Estar presente é publicar. Estar posicionada é ser reconhecida. É quando o público começa a pensar: ‘quando eu preciso disso, é nela que eu penso’”, comenta.

 

Esse reconhecimento precisa estar apoiado em uma comunicação capaz de traduzir a experiência e os diferenciais de cada empreendedora, segundo Juliana Rodrigues.

 

“A empreendedora pode ter anos de experiência, conhecimento, resultados e uma história incrível, mas se tudo isso não estiver na sua comunicação, o público não necessariamente vai enxergar esse valor”, comenta.

 

É essa combinação entre posicionamento e percepção que pode transformar presença em autoridade e, posteriormente, em oportunidade de negócio.

 

Ainda de acordo com as sócias da JR Digital, reconhecimento também depende de entender o que acontece depois que o conteúdo é publicado. Para Heloíse, as métricas precisam ser encaradas como instrumentos de decisão e não apenas como números nas redes sociais.

 

“Métrica não é apenas número. É informação para tomar decisões melhores. Quando entendemos os dados, conseguimos transformar presença em performance e estratégia em resultado”, comenta.

 

A análise permite identificar o que funciona, o que precisa ser ajustado e quais decisões podem levar uma marca mais longe. Assim, posicionamento e performance caminham juntos: enquanto a estratégia define a percepção que a marca deseja construir, os dados ajudam a entender se essa comunicação está produzindo os resultados esperados.

 

Para as empreendedoras que não têm tempo para produzir conteúdo diariamente, a recomendação é abandonar a lógica de quantidade. Juliana defende três prioridades: posicionamento claro, conteúdo estratégico e consistência. Segundo ela, é mais inteligente ter uma comunicação planejada, que reforce a autoridade e converse com o público certo, do que publicar todos os dias apenas para alimentar o algoritmo.

 

“O digital precisa ser uma ferramenta para o negócio e não mais uma obrigação que pesa sobre a empreendedora, é transformar presença digital em posicionamento, autoridade e crescimento, sem fazer das redes sociais mais uma tarefa impossível na rotina feminina”, alerta.

 

No fim, a questão não é apenas aparecer, mas permitir que o mercado enxergue aquilo que já existe. Heloíse resume esse desafio: “pare de esperar que o mercado descubra sozinho o valor que existe no seu negócio. Comece a comunicá-lo de forma intencional.O seu conhecimento já existe. A sua experiência já existe. O seu valor já existe. Agora, sua comunicação precisa estar à altura de tudo isso”, finaliza.

 

Serviço

JR Digital – Marketing para Mulheres Empreendedoras –  @jr_digitalagencia
Whatsapp – (21) 99778-1879

Frase para Insta: Redes sociais não podem ser mais um peso na rotina feminina”

 

Siga: @revistaelasefatos

 

Clique aqui e leia outras notícias!

Carreira & negócios

Assessoria de imprensa aproxima a indústria dos debates que impactam a sociedade

Com temas técnicos presentes nos debates diários, empresas ampliam o uso da comunicação para traduzir inovação em relevância pública

 

Por muito tempo, a comunicação da indústria ficou restrita ao ambiente B2B, aos catálogos técnicos, às feiras de negócios e conversas entre especialistas. Esse cenário começa a mudar. Em meio à disputa por atenção e ao avanço da desinformação, indústrias passaram a investir em narrativas capazes de mostrar à sociedade o que, de fato, acontece nos bastidores da produção.

 

A pergunta que move esse movimento é simples. O que a indústria comunica quando fala apenas para si mesma? A resposta tem impacto direto no cotidiano. São nos equipamentos, processos e tecnologias, que raramente chegam ao consumidor final, que acontecem as decisões que impactam a segurança da água, do esgoto, da energia elétrica, da fabricação de medicamentos, conservação de alimentos, enfim, da sustentabilidade das cadeias produtivas, mas também das pessoas.

 

Esse redirecionamento acontece em um momento de expansão global do mercado de assessoria de imprensa, que deve atingir US$ 132 bilhões até 2029, segundo o PR Lab. O avanço é impulsionado pela adoção de ferramentas de análise, métricas de reputação e inteligência de dados, que ajudam empresas a compreender como a comunicação interfere na percepção pública, na credibilidade e nos resultados de negócio.

 

“A assessoria de imprensa deixou de ser uma ferramenta intangível. Agora é possível medirmos o impacto de uma matéria, por exemplo, no engajamento em redes sociais, visitações em site e, até mesmo, convites para palestras”, explica Silvana Piñeiro, diretora-fundadora da agência de comunicação internacional Smartcom – Inteligência em Comunicação.

 

A opinião da executiva complementa a de especialistas do setor, que afirmam que o desafio não está apenas na mensuração ou complexidade dos temas industriais, mas na forma como eles são traduzidos para diferentes públicos. Produtos considerados invisíveis, como válvulas industriais, exemplificam essa realidade.

 

“Muitos dos produtos que movimentam a economia não chegam diretamente às mãos do consumidor e, por isso, acabam sendo pouco conhecidos. Mas eles estão presentes em setores essenciais, como saneamento, energia, indústria farmacêutica e alimentos. Nosso papel é mostrar que, por trás de um equipamento técnico, existe inovação, segurança e impacto real na vida das pessoas”, afirma Julia Abdul-Hak, assessora de imprensa da Smartcom, que também atua na Alemanha, Argentina e Estados Unidos, focada em B2B.

 

Impacto real no cotidiano

 

Na prática, a comunicação industrial exige mais do que simplificar termos técnicos, exige contexto. Um processo mais eficiente pode representar menor desperdício de água. Uma tecnologia aplicada à produção farmacêutica pode ampliar a segurança de medicamentos. Uma solução industrial voltada à energia pode contribuir para uma matriz mais sustentável.

 

“A opinião pública influencia a força de marca em todos os canais de contato, até mesmo no ambiente B2B”, completa Silvana.

 

Para Julia, um processo industrial eficiente pode incentivar uma redução de desperdício de água por parte da população, por exemplo, ou até o incentivo à reciclagem correta.

 

“O impacto é muito mais próximo do que parece. A comunicação precisa preservar a precisão técnica, mas também mostrar por que aquilo importa para a sociedade”, explica.

 

A mudança de abordagem também altera como as pautas industriais chegam à imprensa. Para que um tema técnico ultrapasse veículos especializados e conquiste espaço em editorias mais amplas, é preciso conectá-lo aos debates públicos, como transição energética, inovação, produtividade, saúde, sustentabilidade e competitividade.

 

“A principal mudança acontece quando deixamos de falar apenas sobre o produto e passamos a falar sobre o contexto. Quando conectamos uma tecnologia aos impactos do dia a dia, ela ganha relevância e entra na agenda pública”, destaca Julia.

 

Assim, a comunicação passa a ser vista como um ativo estratégico. Empresas que compartilham conhecimento, explicam seus processos e contribuem para discussões relevantes fortalecem sua reputação, ampliam sua presença no mercado e ajudam a aproximar a sociedade de setores que, embora pouco visíveis, sustentam parte importante da economia.

 

“Hoje, as empresas não são reconhecidas somente pelo que produzem, mas pela sua influência na população”, conclui Julia.

 

Sobre a Smartcom:

 

Agência de comunicação sediada em Curitiba, oferece serviços de gerenciamento e conteúdo para redes sociais e sites, assessoria de imprensa nacional e internacional, design, endomarketing, audiovisual e auditoria de posicionamento interno e externo. Com braços na Alemanha, Argentina e Estados Unidos, além de profissionais de comunicação qualificados, garante a conexão entre os pontos envolvidos no segmento do Business to Business e Business to Consumer com clientes nos segmentos de Indústria, Negócios, Advocacia, Cultura, Tecnologia, entre outros.

 

Siga: @revistaelasefatos

 

Clique aqui e leia outras notícias!

Carreira & negócios

Ex-funcionária do mercado de crédito apostou no empreendedorismo e mudou a própria trajetória

Após deixar um emprego estável, empreendedora transformou experiência em um negócio próprio e conquistou independência financeira

 

Durante anos, Janete Gomes da Silva construiu sua carreira no mercado de crédito. O emprego em uma instituição financeira garantia estabilidade, mas também despertava uma inquietação: a vontade de empreender e conquistar uma renda maior.

 

Em 2017, ela tomou uma das decisões mais importantes da vida. Pediu demissão, deixou para trás a segurança da carteira assinada e apostou no próprio negócio ao abrir uma unidade da Azul Empréstimo em Uberlândia (MG).

 

“Lembro perfeitamente daquele momento. Foi uma das decisões mais difíceis da minha vida. Meu maior medo era não conseguir dar certo e decepcionar minha família. Mesmo assim, decidi acreditar no meu sonho e seguir em frente”.

 

A escolha pela franquia veio depois de uma pesquisa entre diferentes opções do mercado. Além da afinidade com um segmento que já conhecia, encontrou um modelo de negócio que lhe permitia transformar a experiência profissional em uma empresa própria.

 

O começo, porém, esteve longe de ser simples. O principal desafio era conquistar clientes e construir uma carteira sólida em uma operação recém-inaugurada. “No início, o mais difícil foi conquistar novos clientes. Mas eu sempre acreditei que daria certo. Persistência fez toda a diferença”.

 

A trajetória da empreendedora acompanha o crescimento do franchising brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor faturou R$ 301,7 bilhões em 2025, avanço de 10,5% em relação ao ano anterior. O segmento de Serviços e Outros Negócios, segue entre os que mais atraem novos empreendedores, impulsionado pela busca por modelos estruturados e com suporte operacional.

 

Para ela, os resultados foram aparecendo gradualmente. Ao longo dos anos, a dedicação permitiu conquistar objetivos que antes pareciam distantes. A realização mais marcante foi a compra da casa própria.

 

“Ela representa muito mais do que um patrimônio. Simboliza que todo o esforço, os desafios e os momentos difíceis valeram a pena. É a conquista que mais me emociona porque significa segurança para a minha família”.

 

Além da casa, vieram o carro e a independência financeira, metas que ela associa diretamente à decisão tomada quase nove anos atrás.

Para Ademilson Mendes, CEO da Azul Empréstimo, histórias como a da Janete mostram que o empreendedorismo costuma ser construído no longo prazo.

 

“Quem decide empreender dificilmente encontra resultados imediatos, o que faz diferença é a consistência. Quando existe dedicação, disciplina e um modelo de negócio bem estruturado, o crescimento passa a ser consequência do trabalho desenvolvido ao longo do tempo”.

 

Hoje, aos 41 anos, administra sua unidade com a mesma convicção que a fez trocar a estabilidade pelo empreendedorismo.

 

“Se alguém tivesse me contado, em 2017, tudo o que eu conquistaria, provavelmente eu teria dificuldade para acreditar. Naquela época eu só pensava em trabalhar muito e fazer as coisas acontecerem, um passo de cada vez. Hoje vejo que dedicação, disciplina e persistência tornam possíveis resultados que antes pareciam impossíveis”.

 

É justamente essa a mensagem que ela faz questão de compartilhar com quem sonha em abrir o próprio negócio: os desafios fazem parte do começo da jornada, mas a persistência continua sendo o investimento mais importante para quem deseja construir uma história duradoura.

 

Sobre a Azul Empréstimo

 

Fundada em 2010, a Azul Empréstimo é uma rede de franquias especializada em crédito consignado, pessoal, financiamento, consórcios, seguros e produtos exclusivos como AzulPay e AzulPrev. Com mais de 1.000 unidades comercializadas em todo o Brasil, oferece modelos de negócio flexíveis, suporte humanizado e treinamento diferenciado para seus franqueados, atuando com ética, transparência e foco em resultados.

 

Siga: @revistaelasefatos

 

Clique aqui e leia outras notícias!

Carreira & negócios

Empreendedorismo feminino cresce na economia criativa e impulsiona novos negócios em São Paulo

A Galeria ArteMetal reúne mulheres empreendedoras em um modelo colaborativo voltado ao fortalecimento de marcas autorais

 

O empreendedorismo feminino continua avançando no Brasil e encontra na economia criativa um espaço cada vez mais relevante para geração de renda e construção de negócios próprios. De acordo com o levantamento do Sebrae, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (PNAD Contínua), mostra que o número de mulheres empreendedoras cresceu 27% nos últimos dez anos, índice superior ao registrado entre os homens no mesmo período. Em dezembro de 2025, o país atingiu o recorde de 10,4 milhões de mulheres à frente do próprio negócio.

 

Em São Paulo, a Galeria ArteMetal é um exemplo desse movimento. O espaço reúne designers autorais em um modelo colaborativo que oferece estrutura comercial, comunicação, presença digital e canais de venda, criando condições para que pequenas marcas ampliem sua atuação no mercado sem perder a identidade criativa.

 

Da criação ao negócio

 

A designer, ourives e professora Sarah Argana (foto) é um exemplo de empreendedora que construiu a própria trajetória de forma independente. Criadora da marca Aurox, iniciou seu contato com a joalheria ainda na adolescência. Ao longo dos anos, participou de exposições em cidades como Paris, Milão e Nova York e, em 2023, assumiu a direção da ArteMetal Escola de Joalheria. A partir dessa experiência, idealizou a Galeria ArteMetal como uma extensão do trabalho de formação e incentivo ao empreendedorismo desenvolvido pela escola.

 

“Muitas mulheres começam a empreender a partir de uma habilidade criativa, mas encontram dificuldades para estruturar o negócio. Quando existe uma rede de apoio, com troca de experiências e suporte comercial, o caminho se torna mais seguro e sustentável”, afirma Sarah.

 

Entre as designers que integram a galeria está Silvana Pires, fundadora da Sádhana Joias. O negócio começou em 2013, com a produção artesanal de japamalas, e cresceu até se transformar em uma marca própria. Depois de buscar formação em joalheria, Silvana ampliou a atuação e passou a desenvolver coleções autorais, consolidando a empresa como sua principal atividade profissional.

 

Colaboração como estratégia de crescimento

 

A criação da galeria oferta uma estrutura compartilhada para designers independentes, reduzindo custos de operação e ampliando oportunidades de comercialização.

 

Para Sarah, a colaboração tem papel decisivo no fortalecimento dos pequenos negócios criativos. “O designer muitas vezes domina o processo de criação, mas precisa de apoio em áreas como vendas, comunicação e posicionamento de marca. A colaboração permite que cada profissional se concentre no desenvolvimento do produto sem enfrentar sozinho todas as etapas do negócio”, complementa.

 

Além do crescimento no número de empreendedoras, o levantamento do Sebrae aponta um aumento no nível de escolaridade das mulheres donas de negócio, indicando uma profissionalização crescente do setor. Na avaliação de Sarah, esse avanço tem impacto direto na autonomia financeira e na capacidade de expansão das marcas autorais.

 

Além do crescimento no número de empreendedoras, o levantamento do Sebrae aponta um aumento no nível de escolaridade das mulheres donas de negócio, indicando uma profissionalização crescente do setor. Na avaliação de Sarah, esse avanço tem impacto direto na autonomia financeira e na capacidade de expansão das marcas autorais.

 

Ao reunir histórias de mulheres que transformaram conhecimento, habilidade manual e experiência em empresas próprias, a Galeria ArteMetal mostra como a economia criativa pode abrir caminhos para o empreendedorismo feminino. Mais do que um espaço de exposição, o projeto funciona como uma plataforma de desenvolvimento de pequenos negócios liderados por mulheres em um mercado que valoriza autenticidade, produção autoral e proximidade com o consumidor.

 

Sobre a Galeria Artemetal

 

A Galeria ArteMetal nasce em São Paulo como uma joalheria autoral que valoriza histórias e criadores, unindo colaboração, saindo do anonimato, fortalecendo o  coletivo e posicionamento no mercado com estratégia comercial.

 

Siga: @revistaelasefatos

 

Clique aqui e leia outras notícias!

Carreira & negócios

Da moda à cerâmica: Katia Saraiva transformou um recomeço em propósito

Depois de 20 anos trabalhando no setor de moda, área de sua formação, Katia Saraiva viu a vida profissional mudar de direção após uma separação

 

Era o início de um período de reinvenção, embora ela ainda não soubesse exatamente para onde aquele caminho a levaria. A resposta surgiu quase por acaso, em 2017, quando uma amiga a convidou para uma aula experimental de cerâmica. “Nunca mais tirei as mãos da argila”, lembra. O encontro despretensioso com o barro acabaria se transformando não apenas em uma nova profissão, mas em um novo projeto de vida.

 

Aos poucos, aquilo que havia começado como uma descoberta pessoal passou a chamar a atenção de outras pessoas. Katia começou a receber encomendas, participou de feiras e bazares e passou a ajudar como monitora no próprio ateliê onde fazia aulas. Nesse período, encontrou também incentivo dentro da família. “Tive minha atual sogra como uma grande incentivadora”, conta.

 

Enquanto aprendia e ensinava, sua produção aumentava e a possibilidade de transformar a cerâmica em um negócio começava a ganhar forma. Em 2021, Katia deu um passo decisivo e abriu seu espaço dentro do Néctar, em Vargem Grande, no Rio de Janeiro. Ali, a KS Cerâmica ganhou endereço e identidade, com a produção de peças exclusivas e personalizadas. O caminho como empreendedora, porém, exigiu persistência.

 

“No início, enfrentei os desafios comuns a muitos empreendedores: recursos limitados, necessidade de conquistar clientes e a construção de credibilidade em um mercado competitivo”, relata.

 

A saída foi investir em estudo, trabalho e na relação direta com um público que passou a reconhecer a identidade artesanal de suas criações. Com o tempo, Katia percebeu que o barro poderia transformar muito mais do que a própria história.

 

“Percebi que a cerâmica poderia ir muito além da produção de peças. Ela poderia ser uma ferramenta de desenvolvimento humano, geração de renda e inclusão social”, afirma.

 

A experiência como monitora e o contato com quem buscava aprender o ofício mostraram que havia espaço para compartilhar conhecimento. Katia desenvolveu, então, uma forma própria de ensinar, baseada na prática, no acolhimento e na liberdade criativa.

 

Em 2025, diante da crescente procura por aulas, nasceu a KS Escola, ampliando o trabalho que já era desenvolvido no ateliê. O espaço passou a reunir produção e formação, recebendo pessoas de diferentes idades e histórias. Além das aulas, Katia desenvolve oficinas e projetos de capacitação para jovens, adultos e comunidades.

 

“A combinação entre ateliê e escola permitiu criar um espaço onde as pessoas podem aprender, se expressar e descobrir novas oportunidades profissionais”, explica. Assim, aquilo que um dia representou a própria reinvenção passou também a abrir caminhos para outras pessoas.

 

Hoje, ao olhar para a trajetória iniciada naquela aula experimental de 2017, Katia mede o sucesso da KS Cerâmica para além das peças produzidas ou do crescimento da empresa.

 

“Minha maior conquista não é apenas o crescimento do negócio, mas o impacto gerado na vida das pessoas que passaram pelo ateliê e pela escola. Cada aluno formado, cada peça criada e cada projeto realizado reforçam a certeza de que empreender também pode significar construir oportunidades e transformar sonhos em realidade”, finaliza ela.

 

Serviço:

Instagram: ks_ceramica

Carreira & negócios

Whatsapp: as empresas têm direito a monitorar mensagens pessoais?

Nos dias atuas as pessoas não vivem sem o celular. Trocam pensagens praticamente o tempo todo pelo Whatsapp e outras redes sociais

 

Vou abordar um tema de interesse geral: desde o momento da contratação devem ser estabelecidas políticas claras.

A empresa pode monitorar as mensagens do Whatsapp e e-mails corporativos, pois o equilíbrio entre segurança e privacidade são fundamentais.

 

Algumas empresas proíbem que se acesse e-mails pessoais no computador da companhia. Se a sua permite e você faz uso é importante saber que não é ilegal que o monitoramento pessoal. Pode parecer surpreendente, mas a empresa tem esse direito.

 

Se o funcionário utilizar o WhatsApp Web no equipamento corporativo, autoriza indiretamente o acesso e a fiscalização dos conteúdos compartilhados, sem que isso seja considerado invasão de privacidade ou quebra de sigilo de correspondência.

 

O mais importante é estabelecer regras claras, transparência e respeito à privacidade dos funcionários. Precisando de assistência jurídica me envie uma mensagem ou ligue para o telefone (21) 98372-7981.

 

* Artigo da advogada Mara Mendes, especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário,  consumidor, família e divórcio. Integrante da Comissão da Diversidade Religiosa.

Carreira & negócios

Três verdades desconfortáveis sobre fazer uma obra que podem economizar muito dinheiro e dor de cabeça

Quando alguém decide construir ou reformar, é comum que a atenção esteja voltada para acabamentos, revestimentos, móveis e decoração

 

Afinal, essa é a parte mais encantadora do processo. Mas existe uma etapa muito mais importante, que acontece antes mesmo do primeiro tijolo ser colocado: o planejamento.

 

Como arquiteta, acompanho diariamente clientes que chegam até mim depois de enfrentarem problemas que poderiam ter sido evitados com um projeto bem elaborado. E a verdade é que uma obra bem-sucedida não depende apenas de bons profissionais ou de um bom orçamento.

 

Ela começa com organização, estratégia e decisões tomadas antes do início da execução. Por isso, quero compartilhar três verdades que muitas pessoas só descobrem quando a obra já começou.

 

1. Comprar materiais sem um projeto pode gerar desperdício de até 30%

 

Muitas pessoas acreditam que comprar materiais antes de contratar um arquiteto representa economia. Na prática, acontece justamente o contrário. Sem um projeto arquitetônico detalhado, é comum adquirir quantidades maiores do que o necessário ou escolher materiais incompatíveis com o espaço e com a execução da obra. O resultado são sobras, trocas, atrasos e um desperdício que pode chegar a 30%.

 

O projeto funciona como um verdadeiro guia. Ele define medidas, especifica materiais, orienta fornecedores e permite compras muito mais assertivas, evitando gastos desnecessários e reduzindo significativamente os imprevistos.

 

2. O barato sai caro quando você economiza na mão de obra básica, elétrica e hidráulica

 

Uma das decisões mais perigosas durante uma obra é contratar profissionais apenas pelo menor preço. Instalações elétricas e hidráulicas mal executadas podem gerar infiltrações, vazamentos, curtos-circuitos, retrabalho e prejuízos muito maiores do que o valor que aparentemente foi economizado.

 

Da mesma forma, uma mão de obra despreparada compromete acabamentos, aumenta o tempo da obra e gera custos extras que poderiam ser evitados. Investir em profissionais qualificados e trabalhar com um projeto arquitetônico completo significa reduzir riscos, garantir segurança e proteger o investimento realizado.

 

3. Um projeto economiza tempo e evita discussões familiares

 

Pouca gente fala sobre isso, mas obras também afetam relacionamentos. Quando não existe planejamento, as decisões passam a ser tomadas durante a execução. Cada compra vira uma dúvida. Cada mudança gera um custo inesperado. Cada atraso aumenta a ansiedade.

 

É nesse momento que surgem os conflitos entre o casal, entre familiares e até entre clientes e fornecedores. Um projeto arquitetônico bem desenvolvido antecipa essas decisões. Nele, o cliente consegue visualizar o resultado antes da obra começar, definir materiais, entender custos e alinhar expectativas. Isso torna todo o processo mais tranquilo, organizado e muito menos estressante.

 

Planejamento é investimento, não despesa

 

Existe uma ideia equivocada de que contratar um arquiteto aumenta o custo da obra. Na realidade, acontece exatamente o contrário.

O projeto arquitetônico organiza cada etapa, otimiza recursos, evita desperdícios, reduz retrabalhos e oferece mais segurança para que cada decisão seja tomada com consciência.

 

Mais do que desenhar ambientes bonitos, o arquiteto cria soluções que unem estética, funcionalidade, conforto e inteligência construtiva. É um trabalho que acompanha todas as fases do processo, desde o conceito inicial até a execução, garantindo que o sonho saia do papel da melhor forma possível.

 

Construir ou reformar é um investimento importante. E investir em planejamento é a maneira mais inteligente de proteger esse patrimônio. E você, já passou por algum perrengue em uma obra por falta de planejamento?

 

* Beth Dias é arquiteta e atua no desenvolvimento de projetos residenciais, comerciais e corporativos, criando espaços que unem criatividade, técnica, funcionalidade e sensibilidade. Acompanha todas as etapas da obra, do conceito inicial à execução, oferecendo um processo seguro, planejado e eficiente para seus clientes.

 

WhatsApp: (21) 99628-4790

 

Instagram: @bethdiasarquiteta

 

Site: https://www.bethdiasarquiteta.com.br/

Carreira & negócios

Blinmy conecta TV, redes sociais e comportamento do consumidor

Há 11 anos no mercado, agência liderada por Paula Cardoso e Luciana Braga transforma dados em estratégias de conteúdo que unem narrativas televisivas e digitais em um único ecossistema de entretenimento e consumo multitelas; empresa projeta faturamento de R$ 5 milhões até dezembro de 2026

 

Em um cenário em que a atenção do público está dividida entre televisão, plataformas digitais e diferentes formatos de consumo de conteúdo, compreender o comportamento das audiências se tornou um diferencial estratégico para marcas e empresas. É nesse contexto que a Blinmy consolida sua atuação há 11 anos, desenvolvendo estratégias que conectam narrativas televisivas e digitais para construir experiências integradas e relevantes.

 

Especializada em estratégia, inteligência e criação de conteúdo, a agência acompanha a evolução do mercado e transforma dados em insights acionáveis, capazes de orientar decisões de comunicação alinhadas à cultura, às tendências e ao comportamento do consumidor. O objetivo é criar movimentos que façam sentido para as marcas e, ao mesmo tempo, dialoguem de forma genuína com as conversas que acontecem nas diferentes plataformas.

 

Reflexo desse posicionamento estratégico e da expansão de sua atuação, a Blinmy projeta encerrar 2026 com faturamento de R$ 5 milhões, impulsionada pela crescente demanda de empresas e grandes criadores por soluções que unem inteligência de dados, criatividade e análise de comportamento para orientar decisões de comunicação e negócios.

 

Nos últimos anos, a Blinmy ampliou sua atuação em Social Listening, utilizando ferramentas de monitoramento e análise para identificar tendências, compreender percepções do público e antecipar oportunidades de comunicação. A metodologia permite desenvolver campanhas mais assertivas, conectadas ao contexto e capazes de gerar impacto tanto no ambiente digital quanto em outras frentes de mídia.

 

“A comunicação deixou de ser uma via de mão única. As marcas precisam ouvir antes de falar. Quando entendemos o que mobiliza as pessoas, quais conversas estão acontecendo e como a cultura influencia o consumo, conseguimos desenvolver estratégias mais inteligentes, relevantes e com potencial real de gerar conexão. Nosso papel é transformar informação em ação e criar narrativas que façam sentido em todas as telas”, afirma Paula Cardoso, sócia da Blinmy.

 

Na avaliação de Luciana Braga, essa integração também exige uma leitura constante da evolução do consumo de conteúdo. “Hoje, as pessoas transitam entre diferentes telas e plataformas de forma natural. Por isso, nosso trabalho é construir estratégias que acompanhem essa jornada, conectando dados, criatividade e repertório cultural para que as marcas participem das conversas de maneira relevante, independentemente do canal”, destaca.

 

Com soluções eficazes, a agência reforça sua proposta de simplificar desafios complexos da comunicação contemporânea, desenvolvendo projetos que fortalecem a presença de marcas em um ambiente cada vez mais dinâmico, conectado e orientado pelo comportamento do público.

 

* Podcastedinhotaon