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Aplicativo de namoro com foco nas mulheres aprimora Verificação por Foto com nova tecnologia
O Bumble, aplicativo de namoro com foco nas mulheres, aprimorou sua ferramenta de Verificação por Foto com tecnologia biométrica que permite detecção em tempo real e confirma que há uma pessoa real por trás de cada perfil.
Uma nova pesquisa realizada pelo Bumble aponta que a segurança é um fator central na hora de escolher um aplicativo de namoro, com mais de 9 em cada 10* (91%) entrevistados afirmam que esse é o principal critério na decisão de qual app usar.
Antes de um primeiro encontro, muitas mulheres adotam medidas preventivas, como compartilhar sua localização com amigas, revisar o perfil da sua conexão e combinar horários de check-in. Mais de 8 em cada 10 mulheres entrevistadas dizem que costumam discutir medidas de segurança antes de encontrar alguém. Esse comportamento reflete mudanças na forma como as pessoas se relacionam atualmente e influencia cada vez mais a escolha das plataformas utilizadas.
“A segurança sempre foi fundamental na forma como construímos o Bumble, e este próximo passo no Brasil reflete nosso investimento contínuo em elevar esse padrão. Ao aprimorar nosso recurso de verificação de fotos com tecnologia biométrica, estamos fortalecendo a confiança de que as pessoas com quem você se conecta são reais e correspondem às fotos em seus perfis. Isso é fundamental não apenas para a segurança individual, mas para a construção de um ecossistema de encontros mais confiável e respeitoso como um todo”, disse Elymae Cedeno, Vice-Presidente de Confiança e Experiência do Cliente do Bumble.
O Brasil está entre os mercados de verificação mais ativos do Bumble no mundo, com mais de 3 em cada 5 membros já verificados por foto, e quase 90% dos entrevistados afirmam que se sentiriam mais confortáveis em encontrar alguém pessoalmente se a pessoa fosse verificada.
Vozes Cast: um novo espaço para histórias que inspiram
No dia 28 de maio, o projeto Vozes & Conexões Femininas deu mais um importante passo em sua missão de conectar, inspirar e valorizar mulheres empreendedoras e profissionais de diversas áreas
Foi realizada a gravação do Vozes Cast, um novo formato de comunicação que chega com a proposta de um verdadeiro talk show, promovendo conversas enriquecedoras, troca de experiências e histórias capazes de impactar positivamente outras vidas.
As gravações aconteceram na produtora Portal do Gida, em um ambiente acolhedor e profissional, proporcionando a estrutura ideal para receber convidadas especiais que compartilharam suas trajetórias, desafios, conquistas e aprendizados.
O Vozes Cast nasceu para dar visibilidade a histórias reais, destacar talentos femininos e criar um espaço onde conhecimento, inspiração e conexões acontecem de forma leve e autêntica.
Gostaria de registrar meu carinho e gratidão às queridas participantes que nos prestigiaram:
• Wâniah (@efataalugueis)
• Rosa Moreno (@mentorarosamoreno)
• Vanessa Sbano (@vanessasbano)
• Carolina Ribeiro (@rribeirocarol)
Agradecemos também aos patrocinadores que acreditam neste projeto:
• Efatá Aluguéis (@efataalugueis)
• Andréa Caminha Modas (@andreacaminha.modas)
Agradecimentos especiais a todos que contribuíram para tornar este momento possível:
• Letícia K. Marketing (@leticiak.mkt)
• DJG 3D (@djg_3d)
• Portal do Gida (@portaldogida)
Realização: Vozes & Conexões Femininas (@vozeseconexoesfemininas)
Coordenação: Neide Caminha (@neidecaminha)
Direção: Andréa Caminha (@andreacaminha.modas).

Convido todos os leitores a acompanharem os episódios e prestigiarem esse novo projeto. Sigam o canal Vozes & Conexões Femininas no YouTube, inscrevam-se, ativem as notificações e compartilhem os conteúdos para que mais pessoas possam ter acesso a histórias inspiradoras, conteúdos transformadores e conexões que fazem a diferença.
Porque toda mulher tem uma voz, e toda voz merece ser ouvida.
empreendedoras.
* Eu sou Andréa Caminha, mulher 50+, mãe de um homem de 29 anos, com formação acadêmica em Pedagogia e Direito. Sou empreendedora, à frente da loja virtual Andréa Caminha Modas, e atuo como consultora de imagem, estrategista de imagem e branding.
Sou membro da AICI (Associação Internacional de Consultoria de Imagem) e idealizadora do projeto Vozes e Conexões Femininas, uma iniciativa que conecta e inspira mulheres por meio do autoconhecimento, da autoestima e do fortalecimento de vínculos.
Para acompanhar a minha trajetória e se inspirar com esse movimento transformador, sigam nossos perfis:
@andreacaminha.modas e @vozeseconexoesfemininas.
“Saí de um relacionamento abusivo quando consegui liberdade financeira.”
Após sofrer agressões, manipulação financeira e violência psicológica, Yasmin Polemick encontrou na criação de conteúdo adulto uma forma de reconstruir a autoestima e conquistar autonomia
Antes de viver um relacionamento abusivo, Yasmin Polemick descreve que era uma jovem livre, cercada de amigos, apaixonada por música, fotografia e pela própria independência. “Minha autoestima era lá no alto”, relembra. Mas, segundo ela, tudo começou a mudar aos poucos, de forma silenciosa, dentro de uma relação que parecia perfeita no início.
Como costuma acontecer em relações abusivas, os primeiros sinais vieram disfarçados de cuidado, intensidade e paixão. Com o tempo, porém, vieram os gritos, humilhações, controle, isolamento e episódios de violência física. Yasmin conta que se afastou de amigos, parou hobbies, deixou trabalhos e passou a viver em função do relacionamento. “Eu deixei de ser eu mesma”, resume.
Foi nesse período que ela começou a trabalhar com criação de conteúdo adulto e camming. Enquanto o parceiro passava noites fora, ela encontrou no mercado de conteúdo adulto uma maneira de recuperar parte da autoestima que havia perdido. Hoje, Yasmin também integra a plataforma Hotvips, espaço voltado para criadores que monetizam conteúdos e exploram a sexualidade de forma independente e consensual.
“Quando eu entrava no site pra trabalhar, era o contrário. Eu era exaltada o tempo todo. Enquanto o homem que estava do meu lado me deixava sempre pra baixo, os clientes elevavam minha autoestima”, relata.
Segundo Yasmin, além da violência emocional, o relacionamento também envolvia abuso financeiro. Ela afirma que o então parceiro acessava sua conta bancária sem autorização, pegava dinheiro escondido e utilizava os valores para sustentar vícios e festas. “Percebi que, quando seu parceiro te esconde dinheiro, isso é violência psicológica, pegar seu dinheiro é roubo”, afirma.
A situação chegou ao limite durante o chá de bebê do filho do casal. Diante de convidados, Yasmin foi agredida após impedir a entrada de um amigo do parceiro que estava sob efeito de drogas. O episódio se tornou a virada de chave emocional para que ela começasse a planejar a saída definitiva da relação.
Mesmo decidida a sair, ela conta que precisou de tempo para juntar dinheiro, organizar a vida e garantir segurança para si e para o filho. A renda obtida com a criação de conteúdo foi essencial nesse processo. “As mães solteiras vivem numa constante tortura entre trabalhar e cuidar dos filhos. Eu consegui equilibrar isso porque trabalho nos meus horários”, explica.
Segundo a criadora, a flexibilidade do trabalho digital foi um dos fatores que possibilitou sua independência financeira. Dentro de plataformas como a Hotvips, criadoras conseguem administrar os próprios horários, produzir de forma autônoma e construir uma fonte de renda sem depender de terceiros, algo que Yasmin considera decisivo para conseguir sair da relação abusiva.
A separação aconteceu após uma nova agressão. Enquanto trabalhava produzindo conteúdo, Yasmin registrou um boletim de ocorrência e solicitou uma medida protetiva. “Não teve conversa de fim. Foi a polícia batendo na porta e entregando a medida protetiva. Foi um grande alívio”, conta.
Ela afirma que a reconstrução emocional só foi possível com apoio psicológico e psiquiátrico. “Você precisa de um profissional para colocar sua cabeça no lugar depois de um relacionamento abusivo”, diz. Paralelamente, o trabalho com conteúdo adulto continuou sendo uma fonte de autonomia financeira e fortalecimento emocional.
Hoje, seis anos após iniciar na criação de conteúdo, Yasmin define a profissão como libertadora. Segundo ela, o trabalho exige disciplina, estratégia, gestão do próprio tempo e responsabilidade, muito além dos estigmas normalmente associados ao setor. “As pessoas acham que é fácil, mas não é. Tem muita coisa pra fazer fora e na frente das câmeras”, explica.
Ela também faz questão de diferenciar os diversos segmentos do mercado adulto e combater preconceitos. “As pessoas colocam tudo na mesma bolha, mas são trabalhos diferentes. E no fim das contas, nós podemos ser o que quisermos ser”, afirma.
Ao falar diretamente com outras mulheres que vivem situações semelhantes, Yasmin deixa um conselho objetivo: documentar provas, buscar apoio e denunciar. “Não tenha medo de denunciar abusador. Violência psicológica também é crime. Faça boletim de ocorrência, peça medida protetiva e saia daí. Vai dar certo”, conclui.
Sobre o Hotvips
O Hotvips é uma plataforma brasileira de venda de conteúdo adulto voltada para criadores que desejam transformar prazer em renda, com segurança, liberdade e suporte personalizado. A plataforma reúne casais amadores, exibicionistas e pessoas comuns que encontraram na produção de conteúdo uma forma de viver suas fantasias e complementar a renda com autonomia. Com parceria estratégica com o Sexlog, maior rede de sexo e swing da América Latina, o Hotvips aposta em inovação, transparência e no combate ao preconceito com fetiches e sexualidades diversas.
Mães narcisistas: o reflexo distorcido e construção da autoestima
A relação entre mães e filhos é frequentemente idealizada pela sociedade como um vínculo de amor incondicional e acolhimento absoluto
No entanto, quando a figura materna apresenta traços marcantes de narcisismo, essa dinâmica familiar sofre uma profunda distorção, deixando marcas silenciosas, porém muito profundas no desenvolvimento emocional da criança. Para a psicanálise, a mãe atua como o primeiro “espelho” do bebê e primeiro lugar de amor.
É através do olhar e da resposta materna que a criança começa a reconhecer a si mesma, a dar contorno às suas próprias emoções e a construir o seu valor no mundo. Mas o que acontece quando esse espelho não reflete a criança, e sim a própria mãe?
Uma mãe com comportamento narcisista tem uma grande dificuldade em enxergar os filhos como indivíduos próprios, dotados de desejos, opiniões e necessidades. Em vez disso, ela os enxerga como extensões de si mesma. O papel da criança, muitas vezes de forma inconsciente, passa a ser o de alimentar o ego materno.
Isso pode ocorrer de duas formas: seja alcançando um sucesso irreal para que a mãe possa se exibir perante os outros, seja mantendo-se totalmente submissa para jamais ofuscar o brilho e o controle que a mãe exige possuir.
Nesse cenário de exigências, o desenvolvimento emocional do filho é severamente prejudicado. As emoções genuínas da criança são frequentemente invalidadas, minimizadas ou ignoradas. Se ela demonstra tristeza ou frustração, a mãe pode interpretar isso como uma afronta pessoal ou um ataque, em vez de acolher o sofrimento. Como consequência, a criança aprende desde muito cedo uma lição dolorosa: para receber algum afeto (ou simplesmente para evitar a rejeição), ela precisa esconder quem realmente é.
Para sobreviver a esse ambiente de desamparo, a criança cria o que a psicanálise chama de “falso self” (um falso eu). Trata-se de uma máscara de proteção emocional. O filho passa a agir exclusivamente de acordo com o que a mãe espera, abafando suas próprias vontades e sua espontaneidade. Ele se torna um verdadeiro especialista em monitorar o humor materno para evitar conflitos, vivendo em um estado de alerta constante.
Esse apagamento afeta diretamente a construção da autoestima. Uma autoestima saudável nasce da experiência de ser amado e aceito pelo que se é, com falhas e virtudes. Quando o amor materno é condicional e focado apenas na utilidade da criança para a imagem da mãe, o filho cresce com uma sensação crônica de inadequação e vazio. Ele carrega a crença silenciosa de que “nunca é bom o bastante”.
Na vida adulta, isso pode se traduzir em relacionamentos afetivos abusivos, dificuldade em impor limites, autocrítica implacável e uma busca incessante por aprovação externa. A pessoa continua procurando no mundo o olhar de aceitação que lhe faltou na infância.
Reconhecer que se cresceu sob a sombra de uma mãe narcisista é um processo muito doloroso, pois exige enfrentar a dura realidade do vazio emocional vivenciado no passado. Contudo, essa tomada de consciência é o primeiro passo para a libertação. O processo terapêutico oferece um espaço seguro e sem julgamentos para que o indivíduo possa, finalmente, dar voz àquela criança que foi silenciada.
Ao elaborar essas feridas na análise, é perfeitamente possível quebrar o ciclo de dor, resgatar a própria identidade e reconstruir a autoestima, aprendendo a se olhar com compaixão e libertando-se definitivamente do reflexo distorcido do passado.
* Elizandra Souza é psicanalista, escritora, palestrante e docente com mais de 20 anos de experiência em atendimento clínico e formação de profissionais. Atua com cursos, palestras e atendimentos voltados a psicólogos, psicanalistas, profissionais do Direito e pessoas interessadas em saúde mental, comportamento e relações humanas.
É especialista em Psicanálise e Linguagem e em Magistério do Ensino Superior pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a PUC-SP. Possui Mestrado em Educação pela Universidade São Francisco, em Itatiba, e atualmente é doutoranda em Psicologia pela Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales, em Buenos Aires.
Ao longo da carreira, tornou-se professora convidada em diversas instituições de ensino pelo Brasil e passou a abordar temas como crime e psicanálise, misoginia, feminicídio, ansiedade, depressão, infância hiperconectada, violência, transtornos emocionais e os impactos da saúde mental nas relações pessoais e profissionais
No meio liberal, quase metade dos casais considera o beijo uma forma de traição
Levantamento revela que, mesmo em dinâmicas mais livres, o beijo segue como um dos principais marcadores emocionais
Em um cenário em que encontros casuais e relações liberais ganham cada vez mais espaço, um gesto clássico de intimidade continua provocando dúvidas: o beijo. Embora o sexo já seja tratado com mais naturalidade dentro dessas dinâmicas, o beijo ainda ocupa um lugar ambíguo entre o físico e o emocional.
Um levantamento realizado pelo Sexlog, com mais de sete mil usuários, mostra que 50,3% consideram o beijo tão íntimo quanto o sexo, enquanto 12,8% o veem como ainda mais íntimo. Outros 27,43% afirmam que tudo depende da situação, um indicativo de que, nas relações contemporâneas, o significado do beijo passou a ser construído caso a caso.
De acordo com Gustavo Ferreira, head de marketing do Ysos, app de encontros casuais, os dados refletem uma mudança importante no comportamento.
“O que vemos hoje é uma tentativa de separar desejo de envolvimento emocional. Em muitos encontros casuais, as pessoas querem viver a experiência, mas ainda estabelecem limites sobre o que pode gerar vínculo e o beijo aparece para parte delas exatamente nesse lugar”, avalia.
Entre desejo e conexão: o papel do beijo nos encontros casuais
Mesmo em contextos sem compromisso, o beijo continua presente. Segundo o levantamento, 91,7% afirmam que beijam sempre ou na maioria das vezes em encontros casuais, mostrando que o gesto faz parte da experiência.
Ao mesmo tempo, ele não perdeu totalmente seu significado emocional. Para 74,69% dos entrevistados, o beijo está ligado ao desejo físico, mas quase metade ainda o associa à conexão emocional (47,4%) e ao carinho (55,2%).
Esse equilíbrio ajuda a explicar por que o beijo se tornou um ponto de atenção dentro de relações mais livres: ele pode ser apenas físico, ou não.
Sexo sem beijo: quando o limite é não se envolver
Um dos dados que mais chamam atenção é que 58,56% dos usuários já fizeram sexo sem beijar, algo cada vez mais comum em dinâmicas casuais.
Entre os motivos, aparecem fatores diretamente ligados ao controle emocional:
- 35,6% → pedido da outra pessoa
- 33,8% → dinâmica do encontro
- 30,3% → falta de conexão
- 20,4% → evitar envolvimento emocional
Para Gustavo, esse comportamento revela uma lógica cada vez mais presente nas relações contemporâneas. “O beijo, para muitas pessoas, é o que transforma uma experiência física em algo mais íntimo. Evitá-lo pode ser uma forma de manter a relação dentro do que foi combinado: algo leve, direto e sem expectativas emocionais.”
O beijo como último limite
Mesmo em relações abertas ou liberais, onde acordos mais flexíveis são comuns, o beijo ainda aparece como um ponto sensível. A pesquisa revela que, enquanto 48,76% dos entrevistados ainda consideram o beijo na boca uma forma de traição, esse limite se torna mais flexível na prática: em relações abertas, 51,31% afirmam que o beijo é totalmente permitido, enquanto outros dizem que ele depende da situação ou segue regras específicas.
Gustavo acredita que isso evidencia uma transformação importante. “Hoje, os relacionamentos são construídos a partir de acordos. E o beijo costuma ser um dos primeiros tópicos a gerar divergência, justamente por carregar um significado emocional que nem sempre está alinhado com a proposta do encontro.”
Um tema pouco falado e que gera desencontro
Apesar de sua relevância, o beijo ainda é pouco discutido de forma direta. O levantamento mostra que 38,34% das pessoas nunca abordam esse tema em aplicativos de encontro, mesmo em contextos onde outras preferências são combinadas com clareza.
Segundo Gustavo, esse é um dos principais pontos de atenção. “A objetividade tem sido um diferencial nas novas formas de se relacionar. Quando expectativas não são alinhadas, especialmente em temas mais subjetivos como o beijo, aumentam as chances de frustração.”
Sobre o Ysos
O Ysos é um aplicativo voltado a encontros casuais que permite casais e solteiros a encontrar outras pessoas com o mesmo objetivo. Lançado em 2018 pelo Sexlog, maior rede social adulta do país, a plataforma está disponível para Android e iOS e pode ser baixada na Play Store e na App Store.
Sobre o Sexlog
Com mais de 25 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing da América Latina. A plataforma oferece um ambiente seguro para quem deseja explorar a sexualidade com liberdade, respeito e muito prazer.
Beijo com tremidinha: conheça o gloss erótico de jambu
Ingrediente típico da culinária amazônica, o jambu ganhou espaço em lubrificantes íntimos e agora chega aos glosses labiais prometendo mais salivação e sensação de “quero mais” no beijo na boca
O jambu não faz maravilhas só em drinks e num delicioso tacacá. A dormência e o formigamento da planta passou a ser usada no sexo e na masturbação há algum tempo. Por ser considerado um “vibrador natural”, é comum encontrar lubrificantes íntimos e géis excitantes com a planta amazônica na composição. A novidade agora é poder sentir essa explosão toda já no beijo. Nós te apresentamos o gloss de jambu.
Batom e gloss com extrato de jambu não são bem novidade, mas a proposta é buscada pelo pump que aumenta os lábios. A mudança está no apelo erótico adotado pelas marcas de produtos íntimos, que passaram a lançar glosses de jambu para aumentar a sensibilidade do beijo na boca, movimento ainda pouco explorado.
Já são dois produtos disponíveis no Brasil. O Jambuze, da Good Vibres, foi lançado no fim de 2025 como gloss multifuncional para levar na nécessaire e quebrar com a ideia de que produtos eróticos precisam ficar “escondidos”. O efeito começa quase imediatamente e é liberado aos poucos durante o beijo.
“Queríamos sair do óbvio e trazer essa provocação sensorial. Além disso, o estímulo do jambu muda, o que cria uma experiência diferente a cada uso”, explica Clara Bochner, assistente de produtos da marca.
Lançado no Carnaval passado, o Siricutico, da Dona Coelha, transfere a vibração para a boca da outra pessoa assim que o beijo começa. A marca escolheu o Carnaval para mostrar ao que veio: somar no clima de flerte e pegação da folia.
“Nossa ideia é incentivar que as pessoas se beijem mais, e o Siricutico serve para dar um gás no beijo na boca e em outras áreas erógenas”, explica a CEO do sex shop, Natali Gutierrez.
Qual é a proposta do gloss de jambu?
Os glosses de jambu têm a proposta de dar um quê a mais no beijo e deixá-lo mais divertido. A vibração dos lábios é transferida para a outra boca ou parte do corpo que estiver beijando — sim, até na área íntima. Na prática, isso também significa um beijo mais molhado — já que o jambu estimula a salivação — e lábios mais sensíveis.
A dormência acontece por conta do alto teor da substância química espilantol que, ao entrar em contato com a saliva e a mucosa, estimula as terminações nervosas e aumenta a microcirculação de onde for aplicado.
O jambu é típico do Pará e, por isso, muito presente na culinária local — em pratos como tacacá, tucupi e arroz paraense, além da cachacinha de jambu. Ou seja: dá para dizer que a erva além de um tesouro nacional, virou uma arma secreta perfeita para apimentar o momento a dois (ou mais).
Há estudos recentes que apontam para uma tendência de declínio no beijo na boca, por motivos que vão de falta de tempo, desinteresse por causa da rotina ou mesmo pela diminuição de convivência em ambientes sociais e de relações íntimas.
Outro chamariz são a praticidade e o preço: produtos líquidos tendem a ter melhor custo-benefício por serem duráveis e terem preços mais acessíveis. É possível encontrar opções interessantes e seguras que custam entre R$ 50 e R$ 100. Ou seja, é perfeito para quem não consegue gastar muito dinheiro com vibradores e outros sex toys, mas tem curiosidade em experimentar novas sensações.
Fonte; Marie Claire
Cinco dicas para impedir que seu relacionamento siga os mesmos padrões em 2026
Médium e especialista em relacionamentos Henri Fesa explica como romper ciclos emocionais que se repetem nos relacionamento
Já estamos no fim de janeiro e, para muitas pessoas, 2025 ainda não terminou por dentro. O último ano não foi apenas mais um ciclo que se encerrou no calendário, mas um período que expôs verdades, rompeu estruturas emocionais e forçou decisões difíceis, mesmo quando ainda existia sentimento. O fim de relacionamentos de figuras públicas como Ivete Sangalo, Virgínia e Pitty chamou atenção, mas refletiu algo muito maior: um movimento coletivo de encerramentos que atingiu também casais anônimos, lares comuns e histórias longe dos holofotes.
Muitos iniciaram 2026 ainda processando perdas, términos, despedidas e mudanças profundas na dinâmica afetiva. Para alguns, não foi apenas um relacionamento que acabou, mas uma versão de si mesmo que já não fazia mais sentido. E isso explica por que, mesmo com o novo ano em curso, ainda há quem sinta que não virou a página emocionalmente.
Um novo ano costuma trazer expectativas de mudança, planos e promessas, inclusive na vida amorosa. Ainda assim, muitos casais entram em 2026 repetindo exatamente os mesmos comportamentos, conflitos e frustrações dos anos anteriores. Isso acontece porque, embora o calendário mude, padrões emocionais só se transformam quando há consciência, responsabilidade e intenção real de fazer diferente.
Discussões que se repetem, sensação de não ser compreendido, cobranças excessivas ou silêncios prolongados são sinais de que o relacionamento pode estar preso a ciclos desgastantes. Ignorar esses sinais costuma levar à estagnação emocional, mesmo quando ainda existe amor entre o casal.
Discussões que se repetem, sensação de não ser compreendido, cobranças excessivas ou silêncios prolongados são sinais de que o relacionamento pode estar preso a ciclos desgastantes. Ignorar esses sinais costuma levar à estagnação emocional, mesmo quando ainda existe amor entre o casal.
Para o médium e especialista em relacionamentos Henri Fesa, o primeiro passo é assumir responsabilidade emocional e compreender que nem tudo depende do outro. “Nem sempre o parceiro vai nos amar da forma que acreditamos merecer, e isso não pode ser transferido como obrigação. Amar-se, reconhecer limites e conversar com maturidade são atitudes fundamentais para que a relação não se sustente apenas em expectativas frustradas”, explica.
Para ajudar, Henri Fesa dá 5 dicas para impedir que seu relacionamento repita os mesmos padrões em 2026, confira!
- 1- Falem sobre objetivos e metas do casal
Antes de pensar no futuro individual, é essencial entender quais são os objetivos enquanto casal. Conversar sobre planos, sonhos e prioridades ajuda a alinhar expectativas e evita frustrações silenciosas ao longo do caminho;
- 2- Conversem sobre sentimentos, não sobre culpados
Ao falar sobre situações difíceis, foque em como você se sentiu, e não em apontar erros. A comunicação baseada em sentimentos promove empatia e reduz conflitos defensivos que só alimentam ciclos negativos;
- 3- Entendam a linguagem do amor um do outro
Cada pessoa demonstra e recebe amor de formas diferentes. Identificar se o outro se sente amado por palavras, atitudes, tempo de qualidade, presentes ou toque físico pode transformar completamente a dinâmica da relação;
- 4- Assuma a responsabilidade pelo seu próprio amor e autoestima
Esperar que o parceiro supra todas as carências emocionais é um peso injusto para a relação. Entender que o outro nem sempre vai nos amar como merecemos, porque essa é, antes de tudo, uma função nossa, fortalece vínculos mais saudáveis;
- 5- Revisem padrões antigos e criem novos acordos
O que funcionou no passado pode não servir mais. Revisitar combinados, ajustar limites e criar novos acordos é essencial para que o relacionamento evolua junto com as mudanças de cada um.
Sobre o Henri Fesa
O Médium Henri Fesa auxilia pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais clique aqui!
Curtir é flertar? Como a digitalização está mudando a linguagem do amor
Já se foram os dias das cartas românticas. Elas evoluíram para o frio “o que você está fazendo?”, enviadas por mensagens.
Faz alguns anos que o digital virou nossas vidas amorosas de cabeça para baixo: stories curtidos como primeiros passos de uma paquera, um casal só se torna oficial depois que uma foto dos pombinhos é postada no Instagram… Isso afeta, pouco a pouco, as nossas histórias do coração.
Essas notificações, por mais comuns que sejam quando vêm de amigos, familiares ou até mesmo colegas de trabalho, ganham um significado completamente diferente quando são obra de uma pessoa que poderia se tornar o próximo protagonista da sua vida amorosa.
Prova disso são os milhares de tópicos do Reddit em que muitos anônimos vêm em busca de respostas para a pergunta que queima os lábios e faz o coração disparar: “curtir fotos significa que ele/ela está interessado?”
Porque já se foram os dias em que flertamos um com o outro com olhares lânguidos, sorrisos tímidos e cartas ardentes. Hoje, para fazer com que os outros entendam que chamaram a nossa atenção, basta inundá-los nos nossos “likes”.
E se não existe uma resposta comum à questão colocada pelos internautas, existe uma realidade inegável escondida por detrás deste inocente coração vermelho das redes: na era digital, as nossas linguagens de amor estão mudando, e nem sempre para melhor…
Comportamento que cria confusão
“Quando um cara que acabou de me seguir vai direto curtir meus stories ou vários posts, entendo na hora. Mas na maioria das vezes, eles ficam em silêncio, não vêm puxar conversa… Então no final, raramente acontece qualquer coisa. Eles só perdem tempo, porque eu valho mais que isso”, diz Marie, de 29 anos.
Essa confusão trazida pela simples ação de curtir (muitas vezes de forma repetitiva) sem sinalizar de forma mais clara, seu interesse, é atestada nas discussões dos fóruns citados acima, mas também está presente nos milhões de visualizações que os vídeos sobre “o que significa quando um garoto curte um story no Instagram?” acumulam no TikTok.
Dessa imprecisão, porém, emerge um fato óbvio que tendemos a esquecer: sem um dicionário universal do amor, a interpretação de cada um permanece diferente. Tentar declarar o seu amor simplesmente pressionando um botão não é, portanto, o mais eficaz.
Amal Tahir, sexóloga, autora (seu próximo livro Meeting with the Thirties: Chronicles of a Single, será publicado em 14 de fevereiro de 2025 na França pela Leduc) e apresentadora do podcast Garce Therapy, fala até sobre uma linguagem de amor “preguiçosa” .
“Curtir stories, posts, sim, é um sinal para ficarmos de olho. É para deixar nosso crush perceber que estamos ali, que vimos, que gostamos… Mas é uma visão entre tantas outras, e o relacionamento romântico é o esforço, a concessão e o fato de encontrar um meio-termo para as pessoas que o compõem”.
Fonte: Marie Claire