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Evento ao ar livre acontece no dia 21 de junho e convida participantes de todas as idades e níveis de experiência para uma manhã de conexão, movimento e bem-estar
No próximo dia 21 de junho, o Parque do Ilha Pura, na Barra da Tijuca, será palco de uma experiência especial em celebração ao Dia Internacional do Yoga. A partir das 10h, moradores da região e interessados em qualidade de vida poderão participar gratuitamente de uma aula aberta conduzida pela instrutora Clarisse Corrêa, idealizadora do projeto Yoga com Clarisse.
A atividade acontece no deck do parque, próximo ao Ballet das Águas, e integra a proposta da Aura Vivências, iniciativa voltada à promoção de experiências de bem-estar, conexão e desenvolvimento pessoal. A data escolhida possui um significado especial. Além da celebração mundial, em 21 de junho, também coincide com a chegada do Solstício de Inverno, período que simboliza renovação, equilíbrio e novos ciclos.
A proposta do encontro é proporcionar um momento de pausa na rotina para que os participantes possam se reconectar consigo mesmos por meio da respiração consciente, dos movimentos do corpo e do contato com a natureza.
A aula será conduzida por Clarisse Corrêa, praticante de Yoga desde 2004, formada pela Yoganaya International School e certificada internacionalmente pela Yoga Alliance. Instrutora de Vinyasa, Hatha Yoga e Yoga Kids, ela desenvolve aulas que combinam reflexão, força, flexibilidade, concentração, leveza e fluidez.
Apaixonada por esportes, natureza e aprendizado contínuo, Clarisse acredita que o Yoga é uma prática acessível a todas as pessoas, independentemente da idade, experiência ou condição física.
Segundo ela, o objetivo do encontro é oferecer uma vivência acolhedora para quem já pratica Yoga e também para quem deseja ter o primeiro contato com a modalidade.
“Não importa se você pratica há anos ou nunca participou de uma aula. O convite é para respirar, desacelerar, movimentar o corpo e celebrar a vida em comunidade”, destaca a instrutora.
Para participar, basta levar um tapetinho, canga ou toalha, uma garrafa de água e disposição para viver uma manhã de conexão e bem-estar.

Serviço:
Aura Vivências | Yoga com Clarisse
Data: 21 de junho de 2026
Horário: 10h
Local: Deck do Parque do Ilha Pura (próximo ao Ballet das Águas) – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Participação gratuita
Contato: (21) 99944-7225
O que levar:
• Tapetinho de Yoga canga ou toalha
• Garrafa de água
• Sorriso no rosto e coração aberto
Instagram: @yogacomclarisse
Studio Elos: um novo espaço dedicado ao bem-estar e autocuidado
O cuidado com o corpo e o bem-estar sempre fizeram parte da trajetória profissional de Yanne Hancio e Gisele Oliveira
Após anos realizando atendimentos individuais em espaços diferentes, as duas perceberam que era o momento de expandir e criar algo ainda mais completo, acolhedor e conectado com o propósito que compartilham. Assim nasceu o Studio Elos.
Inaugurado em maio, o espaço marca um novo capítulo na história das idealizadoras, que decidiram unir experiência, técnica e acolhimento em um ambiente pensado para proporcionar mais do que massagens e tratamentos corporais.
O Studio Elos nasce com a proposta de reconectar as pessoas consigo mesmas, desacelerar a rotina e transformar o cuidado em uma verdadeira experiência de bem-estar.
“Não se trata de cuidar apenas do corpo, nós queremos proporcionar bem-estar e reconexão.”
Mais do que um nome, “Elos” representa conexão. Conexão com o corpo, com o tempo e com a própria essência. Cada atendimento foi pensado para oferecer presença, calma, acolhimento e transformação através do toque terapêutico.
O espaço reúne diversos serviços voltados para qualidade de vida e equilíbrio físico e emocional, como drenagem linfática, massagem modeladora, massagem relaxante, termoterapia, reflexologia podal, liberação miofascial, recovery pré e pós-treino, bota de compressão pneumática, escalda pés, massagens com pedras quentes e o exclusivo Combo Nirvana, que une drenagem linfática com massagem modeladora e relaxante com pedras quentes, numa experiência completa.
A profissional Cléa Silva, especialista em Barras de Access, também atende no estúdio. A parceria nasceu após um encontro em um evento da Utilità, onde a afinidade de propósitos deu início a essa conexão profissional.
Com atendimento personalizado e hora marcada, o Studio Elos se tornou um espaço dedicado ao autocuidado e à reconexão, oferecendo momentos únicos para quem busca desacelerar e cuidar de si de forma integral. A sua jornada de bem-estar começa aqui.
Para acompanhar o trabalho do Studio Elos, siga o perfil no Instagram: @studioelosrj, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98291-3532.
Alguns sinais de que você pode ter apneia do sono e não sabe
Você acorda cansado mesmo após uma noite inteira de sono? Sente sono durante o dia, dificuldade de concentração ou percebe que seu rendimento caiu?
Esses podem ser sinais de apneia do sono. A apneia é uma condição em que a respiração para repetidamente durante o sono, reduzindo a oxigenação do organismo e impactando a saúde e a qualidade de vida.
Fique atento aos principais sinais:
✓ Ronco frequente e alto
✓ Sensação de sufocamento durante a noite
✓ Boca seca ao acordar
✓ Sonolência excessiva durante o dia
✓ Dores de cabeça pela manhã
✓ Irritabilidade, ansiedade ou alterações de humor
✓ Falhas de memória e dificuldade de concentração
Muitas pessoas convivem com esses sintomas por anos acreditando que são consequência do estresse, da idade ou da rotina corrida.
Agora reflita:
Você acorda mais cansado do que foi dormir?
Seu parceiro já comentou que você para de respirar durante a noite?
Você depende de café para conseguir passar o dia?
Se respondeu “sim” para uma ou mais dessas perguntas, pode ser o momento de investigar seu sono.
A apneia não tratada está associada ao aumento do risco de hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes e queda na produtividade.
A boa notícia é que existem tratamentos eficazes. O diagnóstico precoce pode transformar sua disposição, sua saúde e sua qualidade de vida.
Dormir não deveria ser apenas fechar os olhos. Dormir deveria ser recuperar sua energia para viver melhor.
Se você se identificou com esses sinais, não adie sua saúde: procure avaliação especializada o quanto antes e converse sobre a realização de um exame do sono(Biologix).
Quanto mais cedo a apneia for diagnosticada, maiores são as chances de iniciar o tratamento adequado, prevenir complicações e recuperar sua energia, bem-estar e qualidade de vida. Agende uma consulta e dê hoje o primeiro passo para voltar a ter noites realmente reparadoras.
Para acompanhar o trabalho de Dra. Salete, siga o perfil no Instagram: @drasaletecabral, acesse o site www.saletecabral.com.br e LinkedIn: drasaletecabral ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96408-1563.
* Sou a Dra. Salete Cabral, dentista, hipnoterapeuta e especialista em odontologia do sono. Acredito que a odontologia vai além da estética e do tratamento clínico. Minha missão é cuidar de pessoas em sua totalidade — restaurando sorrisos, protegendo a saúde e devolvendo noites de sono reparador. Com ciência, sensibilidade e propósito, minha atuação integra técnica e humanidade para transformar não apenas bocas, mas vidas inteiras
Vozes Cast: um novo espaço para histórias que inspiram
No dia 28 de maio, o projeto Vozes & Conexões Femininas deu mais um importante passo em sua missão de conectar, inspirar e valorizar mulheres empreendedoras e profissionais de diversas áreas
Foi realizada a gravação do Vozes Cast, um novo formato de comunicação que chega com a proposta de um verdadeiro talk show, promovendo conversas enriquecedoras, troca de experiências e histórias capazes de impactar positivamente outras vidas.
As gravações aconteceram na produtora Portal do Gida, em um ambiente acolhedor e profissional, proporcionando a estrutura ideal para receber convidadas especiais que compartilharam suas trajetórias, desafios, conquistas e aprendizados.
O Vozes Cast nasceu para dar visibilidade a histórias reais, destacar talentos femininos e criar um espaço onde conhecimento, inspiração e conexões acontecem de forma leve e autêntica.
Gostaria de registrar meu carinho e gratidão às queridas participantes que nos prestigiaram:
• Wâniah (@efataalugueis)
• Rosa Moreno (@mentorarosamoreno)
• Vanessa Sbano (@vanessasbano)
• Carolina Ribeiro (@rribeirocarol)
Agradecemos também aos patrocinadores que acreditam neste projeto:
• Efatá Aluguéis (@efataalugueis)
• Andréa Caminha Modas (@andreacaminha.modas)
Agradecimentos especiais a todos que contribuíram para tornar este momento possível:
• Letícia K. Marketing (@leticiak.mkt)
• DJG 3D (@djg_3d)
• Portal do Gida (@portaldogida)
Realização: Vozes & Conexões Femininas (@vozeseconexoesfemininas)
Coordenação: Neide Caminha (@neidecaminha)
Direção: Andréa Caminha (@andreacaminha.modas).

Convido todos os leitores a acompanharem os episódios e prestigiarem esse novo projeto. Sigam o canal Vozes & Conexões Femininas no YouTube, inscrevam-se, ativem as notificações e compartilhem os conteúdos para que mais pessoas possam ter acesso a histórias inspiradoras, conteúdos transformadores e conexões que fazem a diferença.
Porque toda mulher tem uma voz, e toda voz merece ser ouvida.
empreendedoras.
* Eu sou Andréa Caminha, mulher 50+, mãe de um homem de 29 anos, com formação acadêmica em Pedagogia e Direito. Sou empreendedora, à frente da loja virtual Andréa Caminha Modas, e atuo como consultora de imagem, estrategista de imagem e branding.
Sou membro da AICI (Associação Internacional de Consultoria de Imagem) e idealizadora do projeto Vozes e Conexões Femininas, uma iniciativa que conecta e inspira mulheres por meio do autoconhecimento, da autoestima e do fortalecimento de vínculos.
Para acompanhar a minha trajetória e se inspirar com esse movimento transformador, sigam nossos perfis:
@andreacaminha.modas e @vozeseconexoesfemininas.
May Oliver: por uma vida com mais leveza e equilíbrio
A história de May Oliver no empreendedorismo nasceu de um momento de virada. Após seis anos atuando na saúde pública, em 2020 percebeu que ausência de doença não significa saúde
Ao adoecer e ver outras pessoas sem respostas para suas dores, decidiu buscar equilíbrio entre corpo e mente e encontrou na massoterapia seu propósito. Seu maior desafio foi transformar a mentalidade de quem busca apenas soluções paliativas.
Com o tempo, entendeu que seu trabalho é mostrar novos caminhos aos clientes, promovendo alívio, bem-estar e qualidade de vida. “O que me inspira são os resultados: cada dor cessada, cada movimento recuperado e cada cliente renovado”, afirma.
Os encontros com sua mentora Viviane Muri e seu mestre Toshiro Hishinuma foram marcos importantes que elevaram ainda mais a qualidade dos a qualidade dos seus atendimentos. Hoje, May atua como massoterapeuta clínica, ajudando pessoas a viverem com mais leveza e equilíbrio.
Para acompanhar o trabalho de May, siga o perfil no Instagram: @espacomayaalmeida, acesse o site: www.espacomayaalmeida.com.br, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97007-8713.
A relação entre o bruxismo e a apneia do sono
O bruxismo do sono e a apneia obstrutiva do sono estão cada vez mais relacionados na literatura científica e representam muito mais do que problemas dentários
Essas alterações podem impactar diretamente a saúde geral, a qualidade de vida e até aumentar o risco de doenças cardiovasculares. O bruxismo caracteriza-se pelo apertamento ou ranger dos dentes durante o sono, causando desgastes dentários, dores musculares, cefaleias, sensibilidade dentária e alterações na articulação temporomandibular.
Já a apneia do sono provoca interrupções repetidas da respiração enquanto a pessoa dorme, reduzindo a oxigenação do organismo e comprometendo o descanso profundo.
Muitos pacientes apresentam os dois quadros associados. Em diversos casos, o organismo reage às dificuldades respiratórias da apneia através de microdespertares acompanhados de atividade muscular intensa, favorecendo episódios de bruxismo. O resultado é um ciclo silencioso de desgaste físico e emocional.
As consequências vão além da cavidade oral. Ronco, fadiga crônica, sonolência diurna, dificuldade de concentração, irritabilidade, ansiedade, hipertensão arterial, alterações metabólicas e aumento do risco de infarto e AVC podem estar relacionados aos distúrbios do sono não tratados.
Nesse contexto, o dentista ocupa posição estratégica na linha de frente da prevenção, diagnóstico precoce e tratamento. Durante exames clínicos de rotina, o profissional consegue identificar sinais importantes, como desgastes dentários, fraturas, marcas na língua, alterações musculares e características anatômicas associadas à apneia do sono.
Além do diagnóstico inicial e encaminhamento multidisciplinar quando necessário, o cirurgião-dentista pode atuar diretamente no tratamento com aparelhos intraorais, controle do bruxismo, orientação preventiva e acompanhamento contínuo do paciente.
Cuidar do sono é cuidar da saúde como um todo. E muitas vezes, os primeiros sinais desse problema aparecem justamente dentro do consultório odontológico.
Para acompanhar o trabalho de Dra. Salete, siga o perfil no Instagram: @drasaletecabral, acesse o site www.saletecabral.com.br e LinkedIn: drasaletecabral ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96408-1563.
“Sou a Dra. Salete Cabral, dentista, hipnoterapeuta e especialista em odontologia do sono. Acredito que a odontologia vai além da estética e do tratamento clínico. Minha missão é cuidar de pessoas em sua totalidade — restaurando sorrisos, protegendo a saúde e devolvendo noites de sono reparador. Com ciência, sensibilidade e propósito, minha atuação integra técnica e humanidade para transformar não apenas bocas, mas vidas inteiras.
Mãe que temia diagnóstico do filho se torna cuidadora e ajuda alunos a evoluir
No mês das mães, história de mulher que se tornou cuidadora para compreender o autismo do próprio filho mostra como o cuidado pode transformar não só uma casa, mas a experiência da inclusão nas escolas
Ser mãe é, muitas vezes, aprender um novo jeito de ver o mundo. E, no mês dedicado a elas, a história de uma mulher que transformou dúvidas em conhecimento e ação revela como a maternidade, vivida em sua plenitude, pode ir além dos limites de uma casa e transformar caminhos ao redor.
Quando recebeu o diagnóstico de autismo não verbal do filho, ainda pequeno, Kelly Cristina Oliveira dos Santos, hoje com 49 anos, sentiu o mundo parar.
“Eu achava que nosso mundo tinha acabado. Tinha muito medo do sofrimento que ele poderia passar”, lembra.
Mas, ao invés de paralisar, ela escolheu um caminho que mudaria não só a vida do filho, mas também a de muitas outras famílias: decidiu aprender na prática. E foi além.
Kelly tornou-se cuidadora de alunos com deficiência na rede estadual de ensino. No dia a dia da escola, passou a conviver com adolescentes autistas, observar comportamentos, entender sinais e, principalmente, descobrir que inclusão não está em fórmulas prontas, mas em gestos simples.
Foi assim que o aprendizado atravessou os muros da escola e chegou em casa.
Às vezes, o que parece birra ou chatice para muita gente é só uma forma de uma pessoa com autismo expressar desconforto. Quando a gente entende isso, tudo muda”, diz.
Mãe do pequeno Noah, de 8 anos, que além do autismo também convive com TDAH e déficit de atenção, Kelly passou a olhar para o filho com mais escuta, mais paciência, firmeza e menos medo.
E os resultados começaram a aparecer aos poucos, no tempo dele. “Eu passei a incentivar mais a autonomia e a independência dele. E comecei a ver mudanças. Em um dia, ele conseguiu levar e buscar o próprio prato de comida e, no outro, já estava falando ‘batata frita’. Pode parecer bobeira, mas pra gente não é. Eu vibrei muito quando ouvi e vi aquilo”, conta ela, ressaltando uma frase que carrega um significado imenso para quem aprende a celebrar cada pequena conquista como um grande avanço.
“Hoje, eu entendo que cada dia é uma vitória com o autismo”, pontua Kelly.
Na escola estadual onde atua, em Guarulhos, Kelly também coleciona histórias que reforçam esse aprendizado.
Um dos alunos que ela acompanha, de 16 anos, tinha dificuldade em demonstrar afeto fora do ambiente familiar e resistia à rotina escolar. Com paciência e sensibilidade, ela construiu um vínculo.
“Com jeitinho, fui ganhando a confiança dele. Hoje, ele gosta de ir à escola e já teve momentos em que beijou minha mão. A mãe dele ficou emocionada quando soube”, lembra a cuidadora.
Histórias como essa fazem com que Kelly enxergue seu trabalho como algo maior.
“Eu encaro como se fosse os olhos das outras mães dentro da escola. Cuido dos meus alunos como se fossem meus filhos.”
Cuidado e inclusão
A trajetória dela reflete um movimento que cresce silenciosamente em escolas brasileiras. Kelly faz parte da equipe da Conviva Serviços, instituição que atende de forma terceirizada mais de 10 mil alunos com deficiência em escolas públicas paulistas, por meio de contratos com o Estado e prefeituras. E que também tem um dado revelador: 97% do quadro funcional é formado por mulheres, muitas delas mães.
Para a diretora-presidente da instituição, Maíra Pizzo, esse fenômeno mostra que o impacto da inclusão vai muito além da sala de aula.
“Temos muitas cuidadoras que são mães, tias ou irmãs de pessoas com deficiência e elas trazem uma sensibilidade muito grande e que ajuda no trabalho. O cuidador é peça essencial na inclusão, pois é responsável por auxiliar os estudantes com deficiência em atividades da rotina, como alimentação, locomoção e higiene, contribuindo também para a autonomia, a comunicação e a socialização”, explica Maíra.
“E isso tudo faz com que o aluno tenha acesso ao ambiente da escola regular de forma mais digna. E, muitas vezes, esse aprendizado todo até ultrapassa a escola e transforma também a dinâmica familiar, como vemos na história da Kelly e de tantas outras mães também cuidadoras”, finaliza a diretora-presidente da Conviva Serviços.
Sobre a Conviva
Com três décadas de atuação, a Conviva Serviços exerce importante papel para a educação inclusiva no Brasil. É considerada uma das principais entidades privadas a se especializar para atender aos alunos com deficiência na escola regular, através do cuidador, também chamado de Profissional de Apoio Escolar. A Conviva Serviços está presente em todo o território nacional com importantes atuações em São Paulo, Mato Grosso, Espírito Santo e outros estados. E, além do apoio escolar, oferece equipes multidisciplinares em seu quadro funcional.
Alessandra Barros: a trajetória de resiliência por trás da genial medical
Empreender no setor da saúde exige mais do que conhecimento técnico: pede visão estratégica, sensibilidade humana e capacidade de adaptação
Há 14 anos, Alessandra da Silva Barros construiu sua trajetória à frente da Genial Medical, enfrentando desafios financeiros, aprendendo com cada obstáculo e transformando dificuldades em oportunidades de crescimento.
Ao longo dessa jornada, a empreendedora entendeu que atenção aos detalhes, inovação constante e sobretudo resiliência são pilares indispensáveis para quem deseja prosperar. Para Alessandra, desistir nunca foi uma opção. A paciência e a persistência tornaram-se aliadas na consolidação de um negócio que hoje contribui diretamente para o fortalecimento financeiro de médicos, clínicas e consultórios.
“O que me move diariamente é a certeza de que meu trabalho transforma realidades e gera impacto positivo na vida das pessoas”, explica.
Como prestadora de serviços especializada em soluções financeiras para a área da saúde, a Genial Medical atua na melhoria da gestão financeira e na redução de perdas, oferecendo estratégias personalizadas que proporcionam mais segurança e eficiência. À frente da equipe, Alessandra se destaca por uma gestão humanizada, que prioriza o bem-estar dos colaboradores e um ambiente de trabalho saudável.
Para acompanhar o trabalho da Genial Medical e conhecer mais sobre a atuação de Alessandra, entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98050-2953 ou siga os perfis no Instagram: @genialmedical e LinkedIn: genialmedical.
Medicamento para aumentar a libido feminina na menopausa é aprovado nos EUA
Médica e pesquisadora Fabiane Berta explica que o prazer feminino é legítimo em qualquer idade
Por muito tempo, a narrativa foi repetida quase como um mantra nos consultórios de que depois dos 40 ou 50 anos, o desejo sexual feminino diminuiria naturalmente e caberia à mulher aceitar. Segundo a médica e pesquisadora Fabiane Berta, especialista em menopausa, essa explicação confortável nunca foi científica. Foi cultural.
“O que chamaram de normal era, na verdade, negligência médica”, afirma Fabiane. Enquanto homens tiveram acesso a múltiplas terapias para disfunção sexual ao longo de décadas, mulheres na pós-menopausa com perda de libido foram orientadas a lidar com o problema em silêncio. “Isso criou uma geração inteira convencida de que perder o desejo era parte obrigatória do envelhecimento”.
A ciência, porém, conta outra história. Existe um diagnóstico bem definido, o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (HSDD), caracterizado pela falta persistente de desejo que causa sofrimento real. De acordo com a pesquisadora, entre 40% e 55% das mulheres após a menopausa podem apresentar esse quadro. “Não é preguiça, não é fase, não é desinteresse afetivo. É neurobiologia.”
Até recentemente, o dado mais chocante não era a prevalência do problema, mas a ausência de tratamento. Nenhuma medicação havia sido aprovada especificamente para mulheres na pós-menopausa com HSDD. “Isso diz muito sobre quem a medicina escolheu escutar e quem ficou esperando”, analisa.
Esse cenário acaba de começar a mudar, quando a agência regulatória americana Food and Drug Administration (FDA) aprovou, no final do ano passado, a flibanserina (Addyi) para mulheres na pós-menopausa com menos de 65 anos. A decisão veio dez anos após a liberação do medicamento para mulheres na pré-menopausa.
“Demorou uma década para que a ciência institucional reconhecesse algo simples, mulheres depois da menopausa continuam sendo mulheres com desejo”, diz a especialista.
A médica explica que diferente do que muitos imaginam, a flibanserina não é um hormônio. Ela atua diretamente nos neurotransmissores cerebrais ligados ao desejo sexual, aumentando dopamina e norepinefrina e reduzindo o excesso de serotonina.
“É um ajuste fino do sistema que regula o querer. Não cria desejo do nada, mas reequilibra o que estava desorganizado”, destaca Fabiane.
Os estudos clínicos que embasaram a aprovação envolveram mais de 2.400 mulheres e mostraram melhora consistente com aumento no número de eventos sexuais satisfatórios, resposta a partir da quarta semana e mais da metade das participantes relatando melhora significativa do desejo.
“Não é solução mágica, nem funciona para todas. Mas é ciência aplicada onde antes só havia resignação”.
Ainda assim, o tabu persiste. Falar de sexualidade feminina após os 50 anos segue sendo desconfortável, social e medicalmente.
“A mulher madura é empurrada para um papel de cuidadora, avó, alguém que já ‘resolveu’ a vida. Como se isso incluísse arquivar a libido”, observa a médica.
Para ela, essa lógica ignora um ponto central de que desejo sexual é saúde, autoestima e qualidade de vida. A especialista faz um alerta:
“O tratamento não é indicado para qualquer queixa ocasional de diminuição de interesse sexual. Ele se aplica a casos bem diagnosticados de HSDD, quando há sofrimento e exclusão de outros fatores, como depressão não tratada, problemas de relacionamento ou efeitos colaterais de medicamentos. Também exige cuidados, como evitar o consumo de álcool e respeitar a posologia noturna”.
Além de uma nova opção terapêutica, Fabiane Berta vê a aprovação como um marco simbólico. “Não estamos falando apenas de uma pílula, mas do reconhecimento de que o prazer feminino é legítimo em qualquer idade.” Para ela, o maior avanço é tirar o desejo da categoria do “é assim mesmo”.
A reflexão final da pesquisadora é direta. “Se a menopausa não encerra a sexualidade, também não deveria encerrar o direito de escolha. As mulheres esperaram demais para serem ouvidas. Agora, precisam ocupar esse espaço no consultório, na ciência e na própria vida”, conclui.
Sobre Fabiane Berta
Fabiane Berta é médica e pesquisadora (CRMSP 151.126), integrante do Science Medical Team – OB-GYN Specialist. É mestranda no setor de Climatério | Menopausa e pesquisadora adjunta no setor da Endometriose | Dor pélvica pela UNIFESP. Possui pós-graduação em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento.
É fundadora do MyPausa, iniciativa que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil para promover uma reforma na saúde feminina, com foco em acessibilidade a tratamentos atualizados e respeito à diversidade regional. Atua como PI sub e chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa (Science Valley) e como coordenadora da Saúde Feminina para a Arnold Conference 2026.
Células espelho de colágeno: o inimigo silencioso da juventude da pele
À medida que a ciência da estética avança, novas descobertas ajudam a explicar por que a pele perde sua vitalidade mesmo quando parece saudável em superfície
Uma dessas descobertas recentes envolve as chamadas células espelho de colágeno — células que aparentam estar ativas, mas que, na verdade, funcionam como verdadeiros “agentes sabotadores” do tecido cutâneo.
Essas células são fibroblastos que perderam sua função produtiva, mas continuam ocupando espaço na matriz dérmica. Elas imitam o formato das células jovens, mas já entraram num processo conhecido como senescência celular — ou seja, pararam de produzir colágeno e, pior, começam a emitir sinais inflamatórios que aceleram o envelhecimento ao redor.
Essas células senescentes induzem outras células vizinhas a seguirem o mesmo caminho, criando um efeito em cadeia silencioso, mas devastador: a pele vai perdendo densidade, elasticidade e viço. A boa notícia é que tecnologias como o HIFU (Ultrassom Microfocado de Alta Intensidade) atuam justamente onde a cosmética tradicional não alcança: na renovação das camadas mais profundas da pele.
O calor gerado pelo HIFU (entre 60 °C e 70 °C) provoca microlesões térmicas controladas na derme profunda e na fáscia muscular, estimulando a autofagia celular — um processo biológico de autolimpeza no qual as células danificadas ou senescentes são eliminadas para dar espaço a novas células funcionais.
Além disso, o HIFU reativa os fibroblastos saudáveis, desencadeando a produção de colágeno tipo I e III, que são responsáveis pela sustentação e firmeza da pele. Em outras palavras, ele “reseta” a pele, promovendo uma renovação estrutural que vai muito além da superfície.
Estudos recentes apontam que, após sessões de HIFU, há um aumento mensurável na densidade dérmica, reorganização das fibras colágenas e melhora significativa na qualidade da matriz extracelular. Isso se traduz clinicamente em uma pele mais firme, iluminada e com contornos faciais mais definidos — efeitos que continuam evoluindo por até seis meses após a aplicação.
Portanto, mais do que um tratamento estético, o HIFU é uma intervenção de reparo profundo, com respaldo científico. Ele elimina as células que envelhecem a pele “por dentro”, substituindo-as por uma nova rede de colágeno funcional — e isso sim é rejuvenescimento de verdade.
* Artigo escrito pela Dra. Nina Lima, Formada em Biomedicina, Perícia Criminal e Investigação Forense, com mestrado em Bioética, pós-graduações em Hematologia e Neurociência, além de formação em Terapia Neural.
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