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Cada vez mais mulheres adiam o sonho de ser mãe, mas o que realmente é possível depois dos 45 e quais são os riscos envolvidos?
Aos 56 anos, Margareth Mata voltou a viver algo que parecia pertencer a outra fase da vida: noites interrompidas e o cheiro inconfundível de bebê pela casa. Os três filhos já eram adultos, a rotina estava mais silenciosa e o casal começava a experimentar uma nova liberdade. Ainda assim, dentro dela, a maternidade não parecia encerrada.
“O desejo de ter mais um filho nunca foi completamente embora. Ele apenas ficou guardado, esperando o momento em que fosse impossível ignorá-lo”, afirma a funcionária pública, que vive no Espírito Santo.
Quando decidiu tentar novamente, Margareth sabia que não seria uma escolha simples. Sabia que envolveria conversas delicadas, avaliações médicas e, principalmente, coragem. “Meu marido achava que talvez não fosse o momento. Ele dizia que agora era a fase de aproveitar a vida a dois, já que os filhos já estavam criados. Mas, para mim, o sonho ainda estava vivo”, explica.
A gravidez aconteceu por meio da fertilização in vitro e transformou aquela etapa da família em algo inesperadamente intenso. E houve um detalhe que, para Margareth, tornou tudo ainda mais especial. “Antes de eu engravidar, minha mãe, que faleceu logo após o nascimento do meu bebê, sonhou com um menino de olhos azuis, exatamente como os do meu marido. Quando meu filho nasceu, com os olhos claros do pai, foi impossível não lembrar dela”, lembra Margareth.
Se por um lado a história emociona, por outro ela desperta curiosidade e questionamentos. Afinal, é mesmo possível engravidar depois dos 50? E quais são os limites do corpo feminino quando o desejo de maternar permanece?
Nos últimos anos, a maternidade tardia deixou de ser exceção isolada e passou a refletir uma transformação maior. Mulheres priorizam formação, carreira, estabilidade emocional, recomeçam relacionamentos, reorganizam planos. A decisão de ter filhos acontece mais tarde e, com isso, cresce também a busca por tratamentos de reprodução assistida.
Mas a medicina amplia possibilidades, não apaga os limites biológicos
Para a Dra. Thaís Domingues, especialista em reprodução humana da Huntington Medicina Reprodutiva, é fundamental que histórias inspiradoras venham acompanhadas de informação clara.
“Quando aparecem casos na mídia, pode parecer que é fácil engravidar depois dos 50, mas não é. De três a cinco anos antes da menopausa a chance de engravidar naturalmente já é menor que 5%, e após os 45 essa probabilidade pode ser inferior a 1% com óvulos próprios”, esclarece.
Além da dificuldade de engravidar, aumentam os riscos de alterações cromossômicas, aborto espontâneo e complicações como pressão alta na gestação, diabetes gestacional e parto prematuro. Por isso, após os 43 anos, a fertilização in vitro costuma ser a principal indicação médica e, acima dos 45, é comum que o tratamento envolva óvulos doados.
“Quando a paciente recebe um óvulo de uma mulher jovem, ela passa a ter a chance de gravidez daquela idade. Isso melhora as possibilidades, mas não elimina completamente os riscos relacionados à idade materna”, explica a Dra. Thaís.
Mesmo com acompanhamento especializado, cada caso precisa ser avaliado individualmente. No Brasil, a recomendação é que os tratamentos sejam realizados até os 50 anos, sempre com acompanhamento médico rigoroso.
Margareth sabe que sua história chama atenção. E sabe também que os olhares vêm acompanhados de suposições.
“Eu sabia que muita gente ia questionar, e isso acontece até hoje. Muitas vezes, quando estamos em lugares públicos, como no parque ou na praia, as pessoas ficam olhando, tentando entender se somos os avós da criança. Mas isso não interfere na minha escolha, não me importo. O que eu sei é que, se eu não tivesse tentado, ia carregar essa vontade para sempre”, revela.
Entre limites biológicos e avanços da ciência, a maternidade depois dos 50 continua sendo rara, exige acompanhamento e envolve riscos. Mas, para algumas mulheres, ela representa algo ainda maior: a possibilidade de não silenciar um desejo que resistiu ao tempo.
Beijo com tremidinha: conheça o gloss erótico de jambu
Ingrediente típico da culinária amazônica, o jambu ganhou espaço em lubrificantes íntimos e agora chega aos glosses labiais prometendo mais salivação e sensação de “quero mais” no beijo na boca
O jambu não faz maravilhas só em drinks e num delicioso tacacá. A dormência e o formigamento da planta passou a ser usada no sexo e na masturbação há algum tempo. Por ser considerado um “vibrador natural”, é comum encontrar lubrificantes íntimos e géis excitantes com a planta amazônica na composição. A novidade agora é poder sentir essa explosão toda já no beijo. Nós te apresentamos o gloss de jambu.
Batom e gloss com extrato de jambu não são bem novidade, mas a proposta é buscada pelo pump que aumenta os lábios. A mudança está no apelo erótico adotado pelas marcas de produtos íntimos, que passaram a lançar glosses de jambu para aumentar a sensibilidade do beijo na boca, movimento ainda pouco explorado.
Já são dois produtos disponíveis no Brasil. O Jambuze, da Good Vibres, foi lançado no fim de 2025 como gloss multifuncional para levar na nécessaire e quebrar com a ideia de que produtos eróticos precisam ficar “escondidos”. O efeito começa quase imediatamente e é liberado aos poucos durante o beijo.
“Queríamos sair do óbvio e trazer essa provocação sensorial. Além disso, o estímulo do jambu muda, o que cria uma experiência diferente a cada uso”, explica Clara Bochner, assistente de produtos da marca.
Lançado no Carnaval passado, o Siricutico, da Dona Coelha, transfere a vibração para a boca da outra pessoa assim que o beijo começa. A marca escolheu o Carnaval para mostrar ao que veio: somar no clima de flerte e pegação da folia.
“Nossa ideia é incentivar que as pessoas se beijem mais, e o Siricutico serve para dar um gás no beijo na boca e em outras áreas erógenas”, explica a CEO do sex shop, Natali Gutierrez.
Qual é a proposta do gloss de jambu?
Os glosses de jambu têm a proposta de dar um quê a mais no beijo e deixá-lo mais divertido. A vibração dos lábios é transferida para a outra boca ou parte do corpo que estiver beijando — sim, até na área íntima. Na prática, isso também significa um beijo mais molhado — já que o jambu estimula a salivação — e lábios mais sensíveis.
A dormência acontece por conta do alto teor da substância química espilantol que, ao entrar em contato com a saliva e a mucosa, estimula as terminações nervosas e aumenta a microcirculação de onde for aplicado.
O jambu é típico do Pará e, por isso, muito presente na culinária local — em pratos como tacacá, tucupi e arroz paraense, além da cachacinha de jambu. Ou seja: dá para dizer que a erva além de um tesouro nacional, virou uma arma secreta perfeita para apimentar o momento a dois (ou mais).
Há estudos recentes que apontam para uma tendência de declínio no beijo na boca, por motivos que vão de falta de tempo, desinteresse por causa da rotina ou mesmo pela diminuição de convivência em ambientes sociais e de relações íntimas.
Outro chamariz são a praticidade e o preço: produtos líquidos tendem a ter melhor custo-benefício por serem duráveis e terem preços mais acessíveis. É possível encontrar opções interessantes e seguras que custam entre R$ 50 e R$ 100. Ou seja, é perfeito para quem não consegue gastar muito dinheiro com vibradores e outros sex toys, mas tem curiosidade em experimentar novas sensações.
Fonte; Marie Claire
Linguagens do amor: entenda quais são e como elas podem melhorar seu relacionamento
Tudo mudou quando aprendi sobre o conceito de linguagens do amor. Confira aqui qual das cinco é a sua!
Brigar com meu marido é uma das coisas que menos gosto de fazer. Pode não parecer uma surpresa, mas, com meu temperamento um pouco explosivo, as brigas nem sempre me incomodaram tanto. Na verdade, em relacionamentos anteriores, eu até gostava de uma boa discussão como forma de aliviar tensões, expor diferenças e, inevitavelmente, fazer as pazes depois. Mas agora é diferente.
Não porque estou mais ocupada ou mais frágil, ou porque não gosto do que meu parceiro diz durante as brigas (embora geralmente não goste mesmo), mas porque – mesmo depois de uma década – ainda não dominamos a arte de esfriar a cabeça.
Nossas brigas, embora raras, aumentam a ponto de eu inevitavelmente sair de cena para evitar que um de nós diga algo que vá se arrepender. Infelizmente, somos teimosos demais para dar o primeiro passo de reconciliação. Esses momentos de “ombros frios” podem durar horas e, não tenho dúvidas, dias, se minha insistência em não ir para a cama brigados não fosse um pouco mais forte que minha teimosia.
Eu fico remoendo, esperando que ele faça o primeiro movimento – venha pedir desculpas, me abrace ou até ria da nossa situação absurda para quebrar a tensão. Ele, por outro lado, agradece pelo momento de calmaria, acreditando ingenuamente que isso vai nos ajudar a esfriar a cabeça, e pega o controle do PS5. Vou te dizer: se eu já não estava furiosa, a trilha sonora do FIFA com certeza garante isso.
O que são as linguagens do amor?
Enquanto eu inicialmente achava que essas longas e dolorosas tardes eram causadas pela minha teimosia inabalável e pela recusa dele de pedir desculpas ou baixar a guarda, ao descobrir o conceito de “Linguagens do Amor”, conseguimos entender e justificar facilmente nossos comportamentos opostos.
“O conceito de linguagens do amor foi criado por Gary Chapman”, explica a coach de saúde emocional e autora best-seller Roxie Nafousi. “Ele definiu 5 linguagens do amor que representam diferentes formas de expressarmos e recebermos amor. Todos temos uma ou duas linguagens predominantes. Descobrir qual é a sua e a do seu parceiro ajuda a entender melhor as necessidades de cada um e a comunicar o amor de forma mais eficaz.”
Meu marido e eu somos praticamente idênticos em gostos, interesses, senso de humor e planos para o futuro, mas sempre soubemos que somos opostos em termos de comportamento emocional.
Eu penso e analiso demais tudo, enquanto ele é irritantemente relaxado. Chego à estação de trem com pelo menos uma hora de antecedência, enquanto ele pula no trem no último segundo e torce para conseguir comprar a passagem a bordo. Eu remo algo que disse semanas atrás, enquanto ele provavelmente nem ouviu na época.
Não é surpresa, portanto, que nossos desejos e necessidades no relacionamento sejam diferentes. Isso sempre foi óbvio, mas eu nunca havia entendido que a forma como gosto de ser amada não é necessariamente a mesma que ele prefere, e, portanto, o amor que quero receber não é, necessariamente, o melhor tipo de amor para dar, e vice-versa.
Aprender e compreender isso não apenas fortaleceu nosso relacionamento nos bons momentos, mas também facilitou as reconciliações após as brigas, já que sabemos o que significa mais para cada um. Eu gosto de “desculpas” e abraços, enquanto ele prefere gestos práticos (geralmente que eu faça o jantar ou tire o lixo) ou algo mais tangível.
“Por exemplo”, explica Roxie, “se você sabe que a linguagem do amor do seu parceiro é tempo de qualidade e a sua são palavras de afirmação, você pode garantir que dedica tempo diariamente para dar a ele atenção total e pedir, em troca, que ele faça um esforço extra para expressar verbalmente seu amor e apreciação.”
As cinco linguagens do amor e como atender às necessidades de quem é diferente de você
1. Palavras de afirmação
Pessoas cuja linguagem do amor são palavras de afirmação valorizam expressões verbais ou escritas de amor e apreciação. Elas tendem a demonstrar afeto através de palavras e se sentem amadas quando recebem o mesmo em troca.
- • Gostam de: cartas de amor, ouvir “eu te amo”, receber elogios, mensagens frequentes.
- • Não gostam de: mensagens implícitas transmitidas por olhares ou toque, má comunicação, falta de validação verbal.
2. Toque físico
Para quem tem o toque físico como linguagem do amor, o afeto físico é a principal forma de se sentir amado. Abraços, beijos e carícias são poderosos conectores emocionais para essas pessoas.
- • Gostam de: abraçar, segurar as mãos, sentar perto, beijar.
- • Não gostam de: ausência de toque, ficar muito tempo sem contato físico, parceiros que não gostam de demonstrações públicas de afeto.
3. Atos de serviço
Pessoas cuja linguagem do amor são atos de serviço valorizam gestos úteis e demonstrações de cuidado. Elas tendem a expressar amor ajudando os outros e apreciam quando isso é retribuído.
- • Gostam de: ajuda com tarefas domésticas, refeições preparadas, encher o tanque do carro.
- • Não gostam de: parceiros que precisam ser lembrados de fazer as coisas, promessas não cumpridas.
4. Tempo de qualidade
Para quem tem o tempo de qualidade como linguagem do amor, estar presente e dedicar atenção total é mais importante do que palavras ou presentes.
- • Gostam de: contato visual, conversas significativas, atenção total.
- • Não gostam de: distrações com o celular, planos cancelados, pessoas distraídas.
5. Receber presentes
Quem tem essa linguagem do amor vê os presentes como símbolos significativos de amor, apreciando o gesto e o esforço por trás deles.
- • Gostam de: celebrar datas especiais, pequenos presentes atenciosos.
- • Não gostam de: aniversários esquecidos, falta de gestos simbólicos.
Por fim, cada pessoa é única, e todos temos necessidades diferentes em nossos relacionamentos. “Trate os outros como gostaria de ser tratado” é uma boa regra para evitar ser cruel ou negligente, mas, em relacionamentos – românticos ou não –, pode ser mais eficaz tratar as pessoas como elas querem ser tratadas.
Fonte: Glamour
Iniciou o ano conhecendo alguém? Saiba quais cuidados ter antes de assumir cedo demais
Especialista em relacionamentos Henri Fesa alerta sobre decisões impulsivas no início do ano e explica por que acelerar vínculos pode gerar frustrações emocionais
O início do ano costuma trazer uma sensação coletiva de recomeço. Metas, promessas pessoais e o desejo de viver algo novo fazem com que muitas pessoas se abram emocionalmente com mais facilidade, inclusive para novos relacionamentos.
Não é raro que, logo nos primeiros meses do ano, alguém conheça uma pessoa especial e já sinta vontade de assumir algo sério. Mas será que esse impulso é sempre saudável? Qual o momento ideal?
O começo do ano, de acordo com o médium especialista em relacionamentos Henri Fesa, pode gerar uma falsa sensação de urgência emocional. “Existe uma expectativa inconsciente de que tudo precisa dar certo agora, como se o relacionamento fosse parte de um checklist do ano novo. Isso faz com que muitas pessoas pulem etapas importantes do vínculo”, explica.
Assumir cedo demais pode esconder riscos emocionais. Quando o envolvimento acontece de forma acelerada, o casal ainda não teve tempo suficiente para lidar com frustrações, diferenças de valores, limites pessoais e até conflitos cotidianos. “No início, tudo é novidade. A tendência é mostrar apenas o melhor lado e ignorar sinais que merecem atenção”, pontua Henri.
Outro ponto de alerta é confundir intensidade com profundidade. Conversas longas, muita troca emocional e planos rápidos não significam, necessariamente, que existe maturidade relacional. “Conexão emocional não se constrói apenas com frequência de contato, mas com constância, coerência e atitudes ao longo do tempo”, reforça o especialista.
Henri também destaca a importância do autoconhecimento nesse momento. Antes de assumir um compromisso, é essencial compreender se o desejo de se relacionar vem de um lugar de escolha ou de carência.
“Quando a pessoa entra em um relacionamento para preencher vazios emocionais ou para não começar o ano sozinha, a tendência é criar dependência afetiva”, alerta.
Por fim, o especialista orienta que não existe um tempo ‘certo’ universal para assumir um relacionamento, mas sim o tempo emocional de cada vínculo. “Ir com calma não significa desinteresse, mas respeito pela construção da relação. Relacionamentos saudáveis não precisam de pressa, precisam de consciência”, conclui Henri Fesa.
Sobre o Henri Fesa
O Médium Henri Fesa auxilia pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais aqui!
Após diagnóstico de depressão, casal cria projeto que alia carreira e qualidade de vida
Os mentores Mauro e Fabiana Koch passaram por diagnósticos de depressão e burnout, o que os levou a viver uma experiência de um ano em dez países diferentes, enquanto continuaram trabalhando de forma remota
A depressão nem sempre surge depois de uma grande tragédia ou crise. Ela pode aparecer mesmo quando tudo parece estar no lugar — carreira consolidada, rotina saudável e sucesso financeiro. Foi exatamente nesse contexto que Mauro e Fabiana Koch receberam os diagnósticos de depressão e burnout em 2024, o que se transformou no ponto de partida para uma jornada por dez países em busca de saúde mental e reconexão.
Com a estrada, vieram aprendizados que já estão se transformando em temas de palestra e também em um canal no YouTube, para documentar não o roteiro, mas os aprendizados da viagem. O casal trabalha com mentoria de carreira e palestras há 17 anos, e sempre teve paixão por viajar e conhecer novas culturas.
Depois de muito planejamento, eles partiram em dezembro de 2024, sem saber ao certo quando voltariam. A maior parte dos móveis e pertences em Jaraguá do Sul, cidade onde moravam, foram vendidos, e os clientes da Fique Bem, empresa que tocam juntos, foram avisados de que o atendimento passaria a ser on-line.
“Os clientes entenderam e até mesmo as pessoas que compravam nossas coisas sentiam que estavam ajudando o projeto de alguma forma”, explica Fabiana.
Mauro conta que a ideia era fazer uma viagem estendida quando chegassem aos 60 anos, mas com a saúde mental em cheque, decidiram antecipar.
“Nós sempre tivemos essa vontade de viajar pelo mundo e conhecer lugares novos. Quando viajamos, nós gostamos de utilizar transporte público e conhecer restaurantes que os locais frequentam, justamente para estarmos inseridos na cultura. Com o diagnóstico, vimos que ainda estávamos com condições físicas aos 52 anos e sentimos que era o momento. Os nossos filhos já tinham saído de casa, o que também contribuiu para a decisão”, explica.
Cada país teve uma contribuição para a experiência. No Canadá, o casal pegou pela primeira vez temperaturas extremas de até -30ºC, o que os ajudou a curar da estafa e a dormir 10 horas por noite. Eles fizeram o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, onde levaram 31 dias para andar quase 800 km a pé. Passaram por lugares que sonhavam em visitar, como Grécia e Bali, e também foram para outros locais apenas para visitar amigos, fazendo com que a viagem também fosse pelas pessoas.
O casal decidiu que era hora de voltar no final de 2025, após um ano da partida. “O que fizemos não foi turismo, porque a gente foi com esse olhar de aprender, de vivenciar as culturas. O objetivo do canal no YouTube não era ser guia turístico, mas falar do que aprendemos com o caminho efetivamente”, conta Fabiana.
Hoje eles seguem tocando a empresa de forma presencial e on-line. “Percebemos cada vez mais que o material tem que nos servir e não nós servirmos ao material, sermos escravos dele. Fazer escolhas conscientes, essa é a grande mensagem que queremos passar para as pessoas”, finaliza Mauro.
Cinco dicas para impedir que seu relacionamento siga os mesmos padrões em 2026
Médium e especialista em relacionamentos Henri Fesa explica como romper ciclos emocionais que se repetem nos relacionamento
Já estamos no fim de janeiro e, para muitas pessoas, 2025 ainda não terminou por dentro. O último ano não foi apenas mais um ciclo que se encerrou no calendário, mas um período que expôs verdades, rompeu estruturas emocionais e forçou decisões difíceis, mesmo quando ainda existia sentimento. O fim de relacionamentos de figuras públicas como Ivete Sangalo, Virgínia e Pitty chamou atenção, mas refletiu algo muito maior: um movimento coletivo de encerramentos que atingiu também casais anônimos, lares comuns e histórias longe dos holofotes.
Muitos iniciaram 2026 ainda processando perdas, términos, despedidas e mudanças profundas na dinâmica afetiva. Para alguns, não foi apenas um relacionamento que acabou, mas uma versão de si mesmo que já não fazia mais sentido. E isso explica por que, mesmo com o novo ano em curso, ainda há quem sinta que não virou a página emocionalmente.
Um novo ano costuma trazer expectativas de mudança, planos e promessas, inclusive na vida amorosa. Ainda assim, muitos casais entram em 2026 repetindo exatamente os mesmos comportamentos, conflitos e frustrações dos anos anteriores. Isso acontece porque, embora o calendário mude, padrões emocionais só se transformam quando há consciência, responsabilidade e intenção real de fazer diferente.
Discussões que se repetem, sensação de não ser compreendido, cobranças excessivas ou silêncios prolongados são sinais de que o relacionamento pode estar preso a ciclos desgastantes. Ignorar esses sinais costuma levar à estagnação emocional, mesmo quando ainda existe amor entre o casal.
Discussões que se repetem, sensação de não ser compreendido, cobranças excessivas ou silêncios prolongados são sinais de que o relacionamento pode estar preso a ciclos desgastantes. Ignorar esses sinais costuma levar à estagnação emocional, mesmo quando ainda existe amor entre o casal.
Para o médium e especialista em relacionamentos Henri Fesa, o primeiro passo é assumir responsabilidade emocional e compreender que nem tudo depende do outro. “Nem sempre o parceiro vai nos amar da forma que acreditamos merecer, e isso não pode ser transferido como obrigação. Amar-se, reconhecer limites e conversar com maturidade são atitudes fundamentais para que a relação não se sustente apenas em expectativas frustradas”, explica.
Para ajudar, Henri Fesa dá 5 dicas para impedir que seu relacionamento repita os mesmos padrões em 2026, confira!
- 1- Falem sobre objetivos e metas do casal
Antes de pensar no futuro individual, é essencial entender quais são os objetivos enquanto casal. Conversar sobre planos, sonhos e prioridades ajuda a alinhar expectativas e evita frustrações silenciosas ao longo do caminho;
- 2- Conversem sobre sentimentos, não sobre culpados
Ao falar sobre situações difíceis, foque em como você se sentiu, e não em apontar erros. A comunicação baseada em sentimentos promove empatia e reduz conflitos defensivos que só alimentam ciclos negativos;
- 3- Entendam a linguagem do amor um do outro
Cada pessoa demonstra e recebe amor de formas diferentes. Identificar se o outro se sente amado por palavras, atitudes, tempo de qualidade, presentes ou toque físico pode transformar completamente a dinâmica da relação;
- 4- Assuma a responsabilidade pelo seu próprio amor e autoestima
Esperar que o parceiro supra todas as carências emocionais é um peso injusto para a relação. Entender que o outro nem sempre vai nos amar como merecemos, porque essa é, antes de tudo, uma função nossa, fortalece vínculos mais saudáveis;
- 5- Revisem padrões antigos e criem novos acordos
O que funcionou no passado pode não servir mais. Revisitar combinados, ajustar limites e criar novos acordos é essencial para que o relacionamento evolua junto com as mudanças de cada um.
Sobre o Henri Fesa
O Médium Henri Fesa auxilia pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais clique aqui!
Já começou o ano brigando? Especialista explica como mudar a vibração do relacionamento
Segundo especialista em reconciliações, conflitos no início do ano não devem ser ignorados e o casal tem como ajustar a energia emocional
O início do ano costuma ser associado a renovação, planos e expectativas positivas. No entanto, para muitos casais, janeiro começa marcado por discussões, tensão e conflitos que parecem surgir sem grandes motivos. Brigas logo nos primeiros dias do ano podem indicar mais do que simples estresse: elas revelam uma vibração emocional desalinhada dentro do relacionamento.
Segundo Roberson Dariel, especialista em reconciliação de casais e presidente do Instituto Unieb, o começo do ano intensifica emoções que já estavam acumuladas. “As festas, o convívio intenso com a família, questões financeiras e expectativas para o futuro acabam funcionando como gatilhos. O casal entra no novo ano carregando pendências emocionais não resolvidas”, explica.
Quando o relacionamento inicia o ano em clima de conflito, é comum que pequenas situações se transformem em grandes discussões. Isso acontece porque a energia do casal está baseada na cobrança, no desgaste e na falta de escuta. “Brigar no começo do ano não significa que a relação está condenada, mas é um sinal claro de que algo precisa ser revisto”, afirma Roberson.
Para o especialista, mudar a vibração do relacionamento começa com responsabilidade emocional. Isso envolve reconhecer o próprio comportamento, evitar disputas de ego e interromper ciclos repetitivos de discussão. “Muitos casais brigam sempre pelos mesmos motivos, apenas mudando o cenário. Enquanto não houver consciência, a energia da relação permanece estagnada”, pontua.
Roberson Dariel destaca ainda que alinhar expectativas para o novo ano é fundamental. Conversar sobre planos, limites, necessidades emocionais e até medos ajuda a transformar o clima do relacionamento. “Relacionamentos saudáveis não são aqueles sem conflitos, mas aqueles em que o casal consegue transformar tensão em aprendizado e crescimento conjunto”, conclui.
Sobre o Instituto UNIEB
Fundado em 2010, o Instituto Unieb é o primeiro Instituto de Unificação Espírita do Brasil, associação sem fins lucrativos que une diferentes religiões para ajudar as pessoas a superarem problemas pessoais, profissionais e amorosos. O Unieb, dentro da crença de cada pessoa, realiza os Rituais, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais clicando aqui!