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No dia 28 de maio, o projeto Vozes & Conexões Femininas deu mais um importante passo em sua missão de conectar, inspirar e valorizar mulheres empreendedoras e profissionais de diversas áreas
Foi realizada a gravação do Vozes Cast, um novo formato de comunicação que chega com a proposta de um verdadeiro talk show, promovendo conversas enriquecedoras, troca de experiências e histórias capazes de impactar positivamente outras vidas.
As gravações aconteceram na produtora Portal do Gida, em um ambiente acolhedor e profissional, proporcionando a estrutura ideal para receber convidadas especiais que compartilharam suas trajetórias, desafios, conquistas e aprendizados.
O Vozes Cast nasceu para dar visibilidade a histórias reais, destacar talentos femininos e criar um espaço onde conhecimento, inspiração e conexões acontecem de forma leve e autêntica.
Gostaria de registrar meu carinho e gratidão às queridas participantes que nos prestigiaram:
• Wâniah (@efataalugueis)
• Rosa Moreno (@mentorarosamoreno)
• Vanessa Sbano (@vanessasbano)
• Carolina Ribeiro (@rribeirocarol)
Agradecemos também aos patrocinadores que acreditam neste projeto:
• Efatá Aluguéis (@efataalugueis)
• Andréa Caminha Modas (@andreacaminha.modas)
Agradecimentos especiais a todos que contribuíram para tornar este momento possível:
• Letícia K. Marketing (@leticiak.mkt)
• DJG 3D (@djg_3d)
• Portal do Gida (@portaldogida)
Realização: Vozes & Conexões Femininas (@vozeseconexoesfemininas)
Coordenação: Neide Caminha (@neidecaminha)
Direção: Andréa Caminha (@andreacaminha.modas).

Convido todos os leitores a acompanharem os episódios e prestigiarem esse novo projeto. Sigam o canal Vozes & Conexões Femininas no YouTube, inscrevam-se, ativem as notificações e compartilhem os conteúdos para que mais pessoas possam ter acesso a histórias inspiradoras, conteúdos transformadores e conexões que fazem a diferença.
Porque toda mulher tem uma voz, e toda voz merece ser ouvida.
empreendedoras.
* Eu sou Andréa Caminha, mulher 50+, mãe de um homem de 29 anos, com formação acadêmica em Pedagogia e Direito. Sou empreendedora, à frente da loja virtual Andréa Caminha Modas, e atuo como consultora de imagem, estrategista de imagem e branding.
Sou membro da AICI (Associação Internacional de Consultoria de Imagem) e idealizadora do projeto Vozes e Conexões Femininas, uma iniciativa que conecta e inspira mulheres por meio do autoconhecimento, da autoestima e do fortalecimento de vínculos.
Para acompanhar a minha trajetória e se inspirar com esse movimento transformador, sigam nossos perfis:
@andreacaminha.modas e @vozeseconexoesfemininas.
Conexão que gera lembrança – já criou seu pitch de apresentação?
Em muitos eventos de networking, existe um momento que pode mudar completamente a trajetória de um negócio: o pitch de apresentação
E o mais interessante é perceber que, muitas vezes, bastam alguns segundos para gerar uma conexão, despertar interesse e abrir portas para novas oportunidades.
O problema é que muitos empreendedores ainda não sabem apresentar seu negócio de forma clara. Falam sobre o que fazem, mas não conseguem comunicar a transformação que entregam, a dor que resolvem ou o impacto que geram na vida das pessoas.
Em um mercado cada vez mais competitivo, comunicar valor se tornou tão importante quanto oferecer um bom produto ou serviço. Quando um empreendedor consegue explicar, em poucos segundos, como pode ajudar alguém, ele cria conexão. E conexão gera lembrança.
Quem é lembrado, é indicado. Quem é indicado, cresce. Por isso, aprender a se posicionar é uma necessidade estratégica. O empreendedor precisa entender que ele também é a imagem da própria marca. Sua comunicação, postura, presença e credibilidade influenciam diretamente na percepção que o mercado terá sobre seu negócio.
Além disso, é fundamental estar presente em múltiplas plataformas. Hoje, autoridade não se constrói apenas presencialmente, mas também no digital. Redes sociais, eventos, entrevistas, conteúdos e conexões fazem parte da construção de uma marca forte e confiável.
No fim, o pitch não é apenas uma apresentação. É a oportunidade de transformar minutos em negócios, visibilidade e crescimento.
* Por Daniela Andrade, jornalista, publicitária e fundadora da Utilità.
Contatos:
Site: danielaandradecomunicacao.com.br
Blog: http://danielaandradecomunicacao.com.br/blog
Instagram: @danielaandradecomunicacao
WhatsApp: http://bit.ly/whatsappdanielaandrade (21) 99915-1380
Como o esporte contribui no desenvolvimento de crianças com autismo?
Especialista do IBMR destaca impactos positivos na coordenação motora, no comportamento e nas relações sociais
A prática de atividades físicas na infância vai muito além do lazer: ela é parte fundamental do desenvolvimento. No caso de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o esporte pode ser um importante aliado no avanço de habilidades motoras, na autorregulação e na socialização.
Segundo o Dr. Estêvão Monteiro, professor de Educação Física do IBMR, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, o movimento desempenha um papel central no crescimento infantil.
“A atividade física não é um detalhe na infância; ela é parte do próprio desenvolvimento. Para qualquer criança, o movimento favorece saúde cardiovascular, força, ossos, sono, cognição, humor e aprendizagem. No caso das crianças com TEA, há benefícios particularmente relevantes em habilidades motoras, comportamento, autorregulação e participação nas atividades do dia a dia”, explica.
Além dos ganhos físicos, o esporte também se destaca como uma ferramenta importante para a socialização. A vivência em atividades coletivas cria oportunidades de interação, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades sociais e comunicativas.
“O esporte cria algo muito valioso: situações reais e repetidas de convivência. A criança aprende a esperar a vez, compartilhar espaço, seguir regras, observar o outro, responder a sinais, cooperar, lidar com pequenos erros e comemorar conquistas. Ou seja, a socialização deixa de ser uma ideia abstrata e vira prática corporal concreta”, afirma o professor.
Embora não exista uma modalidade ideal para todas as crianças com TEA, diferentes atividades podem trazer bons resultados, desde esportes coletivos até práticas como natação, dança, artes marciais e equoterapia.
O mais importante, segundo o especialista, é respeitar o perfil individual de cada criança. A escolha da atividade deve levar em conta fatores como nível de coordenação motora, perfil sensorial, forma de comunicação, interesses da criança e, principalmente, a possibilidade de adesão. Mais do que definir qual esporte é o melhor, é essencial avaliar em qual contexto essa criança consegue participar, evoluir e se sentir pertencente.
Para garantir uma prática segura e inclusiva, adaptações no ambiente e na condução das atividades são essenciais. Entre as recomendações estão o uso de instruções claras, apoio visual, rotinas previsíveis e progressão gradual dos exercícios.
“A palavra-chave é individualização. Inclusão de verdade não é só deixar entrar; é garantir que a criança participe, aprenda e permaneça. É preciso ajustar o ambiente, a comunicação e a progressão da atividade, respeitando o tempo e as necessidades de cada criança”, reforça.
Endolaser: uma nova abordagem para o bioestímulo térmico na formação de colágeno e rejuvenescimento facial
Dra. Andrea Peres é cirurgiã-dentista, com especialização em Implantodontia e Harmonização Orofacial e tem mais de 30 cursos na área da harmonização
Além disso, fez curso internacional de anatomia em cadáveres frescos no MARC Institute e é professora assistente do curso de Atualização em Cirurgias estéticas da face do IAT (Instituto Andréa Tedesco).
Desde 2023, ela utiliza em sua clínica, o Studio Nova Estética Orofacial, o Endolaser, um procedimento até então inovador que usa uma técnica de aplicação de laser intradérmico de Diodo, onde através de uma fibra óptica, estimula a produção de colágeno e promove emagrecimento facial (lipólise de gordura).
Além disso é um excelente tratamento para cicatrizes de acne, bolsas infraorbitarias, redução de rugas estáticas, código de barras, entre outras funções e benefícios.
O procedimento é realizado em consultório, com anestesia local e sem dor. O planejamento e resultado são individuais e, dependendo do caso, é necessário mais de uma sessão.
O endolaser é considerado uma técnica moderna e revolucionária, popularizando-se como alternativa “sem cortes” a lipoaspiração e ao lifting cirúrgico. Embora o uso em varizes já exista, sua aplicação em estética facial e corporal para gordura e flacidez se tornou uma das maiores tendências atuais, focando em resultados rápidos.
Para quem quiser conhecer melhor o trabalho dela, o Studio Nova Estética Orofacial fica na Av. das Américas, 18.000, sala 318 C, no Recreio dos Bandeirantes. Marque um horário pelo (21) 96427-5647 ou pelo @studionova.orofacial.
Estudo mostra que, quanto mais você fica com sua mãe, mais tempo de vida ela terá
Convidar sua mãe e sua avó para jantar pode prolongar e melhorar a qualidade de vida delas, mostra um novo estudo
Isso porque pesquisadores da University of California (EUA), descobriram que a solidão desempenha um papel importante no declínio, muitas vezes associado à velhice.
O estudo acompanhou 1.600 adultos, com uma idade média de 71 anos. Apesar de controlar o status socioeconômico e a saúde, os solitários consistentemente mantinham taxas de mortalidade mais altas. Quase 23% dos participantes solitários morreram dentro de seis anos do estudo. Os que relataram companhia adequada e faleceram nesse período, por sua vez, foram apenas 14%.
A necessidade que tivemos em nossas vidas inteiras – pessoas que nos conhecem, nos valorizam, que nos trazem alegria – que nunca vai embora”, explicou Barbara Moscowitz, assistente social geriátrica do Massachusetts General Hospital, ao The New York Times.
“Idosos dão grande valor a essas relações. Tudo se resume a importantes habilidades relacionais”, disse ao The New York Times a professora de desenvolvimento humano na Virginia Tech, Rosemary Blieszner. Estas habilidades, por sua vez, são as que nossos avós tiveram uma vida inteira para aprimorar.
“Eles são muito tolerantes com as imperfeições, características e comportamentos dos amigos, mais do que os jovens adultos”, ressalta ela. “Você traz muito mais experiência para suas amizades quando é mais velho. Você sabe pelo que vale e o que não vale a pena brigar.”
Além de convidar nossos parentes e amigos mais velhos para entrarem em nossas casas, é importante encorajar relacionamentos de idoso. É por isso que, apesar da crença popular, as pessoas mais velhas tendem a prosperar nas chamadas “casas de repouso” independentes ou assistidas. Esses arranjos de vida proporcionam mais maneiras de se misturar, conectar, prosperar.
Benefícios para todos
Passar tempo com pessoas mais velhas pode ajudá-los, mas isso também nos beneficia – a relação simbiótica é inegável. Eles têm o companheirismo e a conversa tão cruciais para a vida cotidiana, e nós recebemos suas histórias, seus abraços e, melhor de tudo, aquelas famosas e secretas receitas de biscoitos.
Fonte: ISTOÉ
Curtir é flertar? Como a digitalização está mudando a linguagem do amor
Já se foram os dias das cartas românticas. Elas evoluíram para o frio “o que você está fazendo?”, enviadas por mensagens.
Faz alguns anos que o digital virou nossas vidas amorosas de cabeça para baixo: stories curtidos como primeiros passos de uma paquera, um casal só se torna oficial depois que uma foto dos pombinhos é postada no Instagram… Isso afeta, pouco a pouco, as nossas histórias do coração.
Essas notificações, por mais comuns que sejam quando vêm de amigos, familiares ou até mesmo colegas de trabalho, ganham um significado completamente diferente quando são obra de uma pessoa que poderia se tornar o próximo protagonista da sua vida amorosa.
Prova disso são os milhares de tópicos do Reddit em que muitos anônimos vêm em busca de respostas para a pergunta que queima os lábios e faz o coração disparar: “curtir fotos significa que ele/ela está interessado?”
Porque já se foram os dias em que flertamos um com o outro com olhares lânguidos, sorrisos tímidos e cartas ardentes. Hoje, para fazer com que os outros entendam que chamaram a nossa atenção, basta inundá-los nos nossos “likes”.
E se não existe uma resposta comum à questão colocada pelos internautas, existe uma realidade inegável escondida por detrás deste inocente coração vermelho das redes: na era digital, as nossas linguagens de amor estão mudando, e nem sempre para melhor…
Comportamento que cria confusão
“Quando um cara que acabou de me seguir vai direto curtir meus stories ou vários posts, entendo na hora. Mas na maioria das vezes, eles ficam em silêncio, não vêm puxar conversa… Então no final, raramente acontece qualquer coisa. Eles só perdem tempo, porque eu valho mais que isso”, diz Marie, de 29 anos.
Essa confusão trazida pela simples ação de curtir (muitas vezes de forma repetitiva) sem sinalizar de forma mais clara, seu interesse, é atestada nas discussões dos fóruns citados acima, mas também está presente nos milhões de visualizações que os vídeos sobre “o que significa quando um garoto curte um story no Instagram?” acumulam no TikTok.
Dessa imprecisão, porém, emerge um fato óbvio que tendemos a esquecer: sem um dicionário universal do amor, a interpretação de cada um permanece diferente. Tentar declarar o seu amor simplesmente pressionando um botão não é, portanto, o mais eficaz.
Amal Tahir, sexóloga, autora (seu próximo livro Meeting with the Thirties: Chronicles of a Single, será publicado em 14 de fevereiro de 2025 na França pela Leduc) e apresentadora do podcast Garce Therapy, fala até sobre uma linguagem de amor “preguiçosa” .
“Curtir stories, posts, sim, é um sinal para ficarmos de olho. É para deixar nosso crush perceber que estamos ali, que vimos, que gostamos… Mas é uma visão entre tantas outras, e o relacionamento romântico é o esforço, a concessão e o fato de encontrar um meio-termo para as pessoas que o compõem”.
Fonte: Marie Claire