Saúde & Bem-estar

May Oliver: por uma vida com mais leveza e equilíbrio

A história de May Oliver no empreendedorismo nasceu de um momento de virada. Após seis anos atuando na saúde pública, em 2020 percebeu que ausência de doença não significa saúde

 

Ao adoecer e ver outras pessoas sem respostas para suas dores, decidiu buscar equilíbrio entre corpo e mente e encontrou na massoterapia seu propósito. Seu maior desafio foi transformar a mentalidade de quem busca apenas soluções paliativas.

 

Com o tempo, entendeu que seu trabalho é mostrar novos caminhos aos clientes, promovendo alívio, bem-estar e qualidade de vida. “O que me inspira são os resultados: cada dor cessada, cada movimento recuperado e cada cliente renovado”, afirma.

 

Os encontros com sua mentora Viviane Muri e seu mestre Toshiro Hishinuma foram marcos importantes que elevaram ainda mais a qualidade dos a qualidade dos seus atendimentos. Hoje, May atua como massoterapeuta clínica, ajudando pessoas a viverem com mais leveza e equilíbrio.

 

Para acompanhar o trabalho de May, siga o perfil no Instagram: @espacomayaalmeida, acesse o site: www.espacomayaalmeida.com.br, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97007-8713.

Saúde & Bem-estar

Por que você recupera o peso sempre? Descubra o motivo

O peso baixou, a roupa entrou melhor, a autoestima deu sinal de vida. Você pensou: “agora vai”.

 

Mas, alguns meses depois, tudo começou a voltar. Primeiro os beliscos. Depois a culpa. Depois o peso. E, junto com ele, aquela sensação amarga de estar falhando de novo. Só que talvez você não esteja falhando. Talvez você esteja tentando resolver, com dieta, uma fome que nunca foi de comida.

 

A ciência já mostra que recuperar peso depois de dietas restritivas é muito mais comum do que se imagina. Isso acontece porque a maioria dos métodos olha apenas para o prato, para as calorias, para o treino, para o número na balança. Mas não olha para a mulher que come.
Não olha para a ansiedade que aparece no fim do dia.

 

Para o cansaço de carregar tudo sozinha.

 

Para a raiva engolida.

 

Para a solidão dentro de uma casa cheia.

 

Para a culpa de querer cuidar de si.

 

Existe uma geração inteira de mulheres que aprendeu a suportar mais do que deveria.

 

Mulheres criadas para cuidar, agradar, dar conta, não incomodar, não desabar.

 

E quando a emoção não encontra espaço para sair, muitas vezes ela encontra caminho pela comida.

 

A comida acalma. Distrai. Premia. Silencia. Dá colo por alguns minutos.
O problema é que, depois, vem a culpa. E a culpa faz a mulher prometer que amanhã será diferente. Amanhã começa a dieta. Amanhã corta tudo. Amanhã fecha a boca. Amanhã vira outra pessoa.

 

Mas amanhã chega e a dor continua lá.

 

Porque o que está vazio não é o estômago.

 

A neurociência chama isso de comer emocional. A psicologia entende como uma forma de regulação ou evitação emocional. Mas muitas mulheres chamam simplesmente de fraqueza.

 

E esse é um dos maiores erros.

 

Não é fraqueza.

 

É uma estratégia que um dia funcionou. Em algum momento, comer foi o jeito possível de aliviar o que você não sabia nomear. O corpo aprendeu esse caminho. E, agora, repete.

 

Mesmo quando você não quer mais.
Por isso, emagrecer de forma duradoura exige mais do que força de vontade. Exige consciência. Exige escuta. Exige mudar a pergunta.

 

Em vez de apenas:

 

“O que eu posso comer?”

 

Talvez seja hora de perguntar: “O que eu estou sentindo quando como?”

 

“Que vazio estou tentando preencher?”

 

“Que parte de mim eu venho deixando para depois?”

 

A dieta pode até mudar o seu peso por um tempo, mas só a mudança interna muda a sua relação com a comida, com o corpo e com você mesma.

 

Porque o verdadeiro emagrecimento não começa quando você declara guerra ao prato. Começa quando você para de tratar seu corpo como inimigo e começa a escutar a mulher que ele vem tentando proteger.

 

* Emi Moraes, terapeuta especialista em emagrecimento Comportamental.
criadora do método “Emagreça de dentro pra fora
“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

Instagram: @euemi_moraes

 

Áudios motivacionais gratuitos: clique aqui!

Beleza

Dai Xavier: acolhimento e cuidado integral para mães

Com o nascimento de seu segundo filho, Theo, em 2024, Dai Xavier viveu um momento simples, mas profundamente transformador

 

Durante uma sessão de drenagem linfática — que deveria ser um tempo só para ela — foi interrompida duas vezes. Não conseguiu relaxar, nem aproveitar aquele momento de cuidado tão necessário. Então, veio um insight. Algo que já rondava sua mente há tempos, mas que nunca havia se mostrado com tanta clareza.

 

Dai se perguntou: e se existisse um espaço de bem-estar pensado especialmente para mães? Um lugar onde elas pudessem receber cuidado integral — corpo, mente e alma — sem precisar se preocupar se o bebê está bem. Um espaço onde a maternidade não fosse um obstáculo ao autocuidado, mas parte dele.

 

Ela começou a imaginar cada detalhe. Um ambiente com massagem, spa, terapia, aromaterapia, florais, nutricionista, manicure, cabeleireira, depilação… Tudo voltado às mães, com uma estrutura acolhedora e segura para que os bebês — sejam recém-nascidos ou já na primeira infância — também estivessem amparados.

 

Visualizou um espaço com brinquedos que estimulam o desenvolvimento psicomotor, um ambiente monitorado, vivo, pensado para os pequenos, enquanto a mãe se reconecta consigo mesma. Um lugar onde ela pudesse olhar seu filho sempre que desejasse — sem culpa, sem pressa. Pensou também nas mães que ainda não conseguem sair de casa com facilidade, especialmente no puerpério, e imaginou um serviço de transporte com todo o cuidado e segurança.

 

“Um espaço onde mãe e filho fossem vistos e cuidados. Onde o tempo da mulher voltasse a ter lugar. Assim, nasce um novo sonho”, explica.

 

O que antes era dor, enfim, floresceu como propósito. Uma transformação que convida outras mulheres a também se reconhecerem e renascerem. Porque foi no fundo da dor que nasceu a semente. E agora ela floresce, abrindo caminho para outras mulheres que também carregam histórias semelhantes no peito. Du Temps Pour Moi quer dizer “Um tempo para mim” .

 

E é exatamente essa a proposta do espaço idealizado por Dai. Para acompanhar o Du Temps Pour Moi, siga o perfil no Instagram: @dutempspourmoi.br, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99503-8866.

Comportamento

Silêncio corporal de crianças: a infância que desaprendeu a se mover

Entendemos o silêncio corporal de crianças como sinônimo de ordem, mas o cérebro infantil não foi desenhado para aprender em imobilidade prolongada. Ao contrário, ele se estrutura na ação

 

Adele Diamond demonstrou que funções executivas, o grande “gerente organizacional do nosso cérebro”, encarregado por gerenciar informações diferentes, entender o momento de parar e recalcular a rota, emergem de circuitos que não operam isoladamente no córtex pré-frontal. A interação entre cerebelo e córtex pré-frontal indica que movimento e cognição compartilham bases neurais. Não há um cérebro “pensante” separado de um corpo “executante”. Há um sistema integrado que aprende fazendo.

 

Essa integração aparece de forma consistente na literatura empírica. Marleen Oudgenoeg-Paz e colaboradores identificam que habilidades motoras nos primeiros anos de vida se associam a desfechos cognitivos posteriores. Em português claro, isso significa que ao explorar o ambiente com o corpo, a criança constrói hipóteses, testa limites e organiza informações.

 

Na mesma linha, Gesa Libertus evidencia que o desenvolvimento motor está relacionado não apenas à cognição, mas também à percepção e à interação social. Já Hui Shi destaca que atividades motoras que exigem adaptação, estratégia e tomada de decisão tendem a favorecer a eficiência cognitiva. Movimento não é bagunça, excesso de energia ou “hiperatividade”, é investimento neural.

 

Diante desse corpo teórico, a infância contemporânea apresenta um paradoxo instigante. Segundo a TIC Kids Online Brasil, crianças e adolescentes passam várias horas diárias em ambientes digitais. E o ponto central vai além do tempo de tela, mas na natureza da experiência. A maior parte dessas interações exige pouco deslocamento, pouca coordenação, pouca variação sensório-motora. O corpo participa pouco. O cérebro recebe muito. Essa assimetria pode ser devastadora.

 

Sem experiências corporais diversificadas, reduz-se a ativação de circuitos que sustentam o desenvolvimento das funções executivas. E, como consequência, surgem dificuldades que costumam ser interpretadas de forma isolada: desatenção, impulsividade, baixa tolerância à frustração. Sintomas que, muitas vezes, são tratados como falhas individuais, quando podem refletir uma arquitetura cotidiana que restringe o agir.

 

Convém reconhecer: não é a tecnologia, por si só, o problema. A literatura é cautelosa ao evitar relações causais simplistas. O ponto mais consistente é outro, o desenvolvimento depende da qualidade das experiências oferecidas à criança. E experiências corporais são insubstituíveis.

 

Quando o cotidiano infantil é organizado majoritariamente por telas, perde-se a oportunidade de integrar percepção, ação e pensamento em um mesmo fluxo. Perde-se a chance de aprender com o erro físico, com o ajuste do corpo, com a negociação espacial e social que nenhuma interface digital consegue reproduzir plenamente.

 

Em um cotidiano cada vez mais mediado por experiências digitais, e, não raro, com restritas oportunidades de ação corporal, é importante reposicionar o movimento como elemento estruturante da aprendizagem. Programas educativos que articulam movimento, autorregulação e habilidades socioemocionais, como práticas de psicomotricidade, dança, artes marciais e jogos em equipe, não configuram apenas atividades complementares, mas contextos de integração funcional entre corpo e cérebro.

 

Ao exigirem coordenação, tomada de decisão, controle inibitório e interação social, essas experiências favorecem o refinamento de circuitos associados às funções executivas, contribuindo para a organização cognitiva de modo coerente com o que a literatura neurodesenvolvimental tem descrito. Elas são oportunidade de integração e desenvolvimento cerebral para avanço cognitivo. Aqui fica a reflexão: se o cérebro aprende com o corpo, o que estamos oferecendo quando mantemos a infância sentada?

 

*Sheron Mendes é bióloga, especialista em neurociência do comportamento e professora dos cursos de pós-graduação em educação na UNINTER.

 

Colunistas

O “Ano do Sim”: o dia em que dizer “sim” deixou de ser leve e virou necessário

Existe um momento na vida em que você percebe que não está mais dizendo “não” para o mundo. Você está dizendo não para si mesma.

 

E foi exatamente desse lugar que nasceu a vivência “O Ano do Sim”. Ela não surgiu como uma ideia de evento. Ela surgiu como um chamado. Eu e Rose Vieira nos encontramos no mesmo ponto interno: era hora de abrir um campo de cura que não cabia mais só na teoria.

 

Criamos juntas. Sentindo. Escutando. Sendo guiadas.

E o que aconteceu ali… não foi comum.

Não foi um evento. Foi um campo.
Não era sobre assistir. Era sobre se atravessar.

Cacau. Rapé. Apometria. Hipnose. Meditações. Dança.

Mas nenhuma dessas práticas, sozinha, explica.

O que aconteceu foi um encontro com tudo aquilo que estava sendo evitado há anos.

 

E quando isso acontece não existe como sair igual.

A intenção nunca foi “curar”.

Mostrar onde cada pessoa ainda se negava.

Onde repetia padrões.

 

Onde dizia “não” para a própria vida.

Porque o verdadeiro “sim” só nasce quando o “não” é visto e integrado.

O momento em que tudo mudou.

O ponto de virada.

Durante a condução, eu falei de um lugar que não era racional.

Era profundo. Cru. Verdadeiro.

Ali, eu não estava conduzindo.

Eu estava sendo atravessada junto com o grupo.

Na hipnose, acessamos traumas que já estavam no corpo.

E o que veio não foi desespero. Foi liberação.

 

Quando o campo fala, quem conduz também é atravessado

 

Rosi descreve o evento “O Ano do Sim” como uma experiência profunda de transformação e expansão de consciência, que impactou todos os participantes antes, durante e depois do encontro. Ela destaca a liberação emocional, a cura de padrões e a força do trabalho energético vivido no evento.

 

Também ressalta a importância da presença do sagrado masculino, tornando a experiência ainda mais especial, e o impacto das práticas terapêuticas como a apometria e o rapé na reconstrução emocional.

 

Por fim, ela reflete que o encontro trouxe aprendizados essenciais: quem cura também é curado, é fundamental estar em ambientes que fortaleçam a essência, e dizer “sim” para a vida exige reconhecer e sustentar os próprios “nãos”.

 

Quando a resistência é o portal

 

E talvez um dos relatos mais fortes tenha vindo antes mesmo da vivência começar. A participante Camila Paula, 42 anos, compartilhou:

 

“Na semana que antecedeu o retiro, senti medo, ansiedade e até pânico de viajar — o que não é comum pra mim, porque sou tranquila e adoro viajar. Mas permaneci firme e entendi que era algo que eu precisava atravessar para acessar o próximo patamar da minha vida. E foi exatamente isso que aconteceu. O evento me proporcionou vivenciar minha própria medicina em mim — algo que eu já acessava, mas ainda não tinha vivido com profundidade. A cura foi revelada. Meus mentores se fizeram presentes com toda a orientação necessária para o meu crescimento profissional. Saio com amor, gratidão e a certeza de que tudo é exatamente como tem que ser. Os sinais mostram o caminho. Basta acreditar”, disse Camila Paula.

 

A transformação que ninguém esperava

 

Não foi sobre aparência. Foi sobre presença. No início do dia: corpos tensos, olhares cansados, energia retraída.

Ao final: leveza, expansão, olhos brilhando. Mas, acima de tudo: verdade.

Sem máscaras.

Sem performance.

Sem necessidade de se esconder.

 

Então… o que é dizer “sim” para a vida?

Não é sobre aceitar tudo.

Não é sobre positividade.

 

Dizer “sim” para a vida é: parar de fugir do que precisa ser visto
sustentar os próprios “nãos” com maturidade e escolher, conscientemente, viver a própria verdade.

 

Mesmo quando isso exige atravessar desconfortos. Porque, no fim o verdadeiro “sim” não é leve. Ele é honesto. E é isso que liberta.

Quem viveu não volta para o mesmo lugar interno.

 

* Por Emi Moraes – psicoterapeuta especializada em emagrecimento comportamental e criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”.

Instagram: @euemi_moraes.  Áudios motivacionais gratuitos: clique aqui!

Colunistas

A Balança Mede o Seu Peso. Não Mede Quem Você É.

Emagrecer vai muito além do que qualquer número pode mostrar
Todo dia, milhares de mulheres acordam e, antes de qualquer coisa, pisam na balança

 

Em segundos, um número parece decidir o humor do dia. Decide se o café da manhã será vivido com prazer ou com culpa. Decide se aquela roupa vai vestir autoestima ou vergonha. Decide, muitas vezes, se a mulher que está ali vai se sentir digna, bonita, suficiente. Tudo isso por causa de um número.

 

Mas a balança mede massa. Mede a força da gravidade sobre o seu corpo naquele instante. Ela não mede a sua história, as noites mal dormidas, as renúncias silenciosas, o cansaço acumulado, as vezes em que você se levantou mesmo querendo desistir. Não mede o amor que você oferece, a força que você sustenta, a mulher inteira que você é.

 

E, ainda assim, quantas vezes você deixou que ela definisse o seu valor?
Emagrecer vai muito além do que qualquer número pode mostrar, porque o que trouxe você até aqui também vai além. Debaixo dos quilos que incomodam existe uma história. Existe uma mulher que aprendeu a usar a comida como alívio para emoções que nunca teve espaço para sentir. Que aprendeu a se cuidar por último. Que foi se tornando personagem, mãe, esposa, filha, profissional, e se afastando de si mesma.

 

O corpo não mente. Ele registra cada emoção engolida, cada limite ignorado, cada vez que você disse “estou bem” quando, na verdade, estava exausta. Não como castigo, mas como memória.

 

Por isso, mudar o número sem mudar a história quase sempre é só adiar o problema. O peso vai. O peso volta. Porque o que está por baixo continua lá, esperando ser olhado com coragem e verdade.

 

A transformação real começa quando você para de olhar apenas para o que a balança mostra e começa a ouvir o que ela nunca conseguirá revelar: sua identidade, seus desejos, sua dor, sua voz, seus limites, sua essência. Essa mulher não precisa se tornar menor para merecer mais amor, mais cuidado, mais presença. Ela só precisa ser encontrada. E talvez esse seja o verdadeiro emagrecimento: não desaparecer para caber, mas voltar para si.

 

Porque quando você se reencontra, o corpo deixa de ser inimigo e passa a se tornar casa, abrigo e expressão.

 

* Por Emi Moraes, psicoterapeuta especialista em emagrecimento comportamental, criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora. Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”.

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

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Áudios motivacionais gratuitos: https://chat.whatsapp.com/Jebjn8o174m8eUDN6uNBdX?mode=gi_t

Saúde & Bem-estar

Efeito sanfona: o que te impede de emagrecer não é a comida

Cerca de 27,9 milhões de mulheres brasileiras vivem presas no ciclo do efeito sanfona. E a verdade é desconfortável: o problema nunca foi a comida

 

Você conhece essa história. Segunda-feira, você acorda decidida: “Agora vai.”
Joga fora tudo o que considera proibido, compra comida fit, baixa aplicativo de calorias, promete que dessa vez será diferente.

 

Nas primeiras semanas, a balança responde.

 

Você se sente forte. No controle. Orgulhosa.

 

Até que a vida acontece. Uma discussão. Um comentário atravessado. Um dia exaustivo. Filhos brigando. Contas apertadas. Ansiedade acumulada.

 

E, de repente, à noite, você está comendo sem nem perceber direito, depois tomada pela culpa e pela mesma pergunta de sempre:
“O que há de errado comigo?”

 

A resposta é simples: não há nada de errado com você.

 

O problema nunca foi falta de força de vontade. O problema foi o método que te ensinaram a seguir.

 

A verdade que ninguém te contou

95% das dietas falham no longo prazo. Se você tentou, perdeu peso e depois recuperou, isso não te torna fraca. Te torna humana usando um método que não funciona para a maioria.

 

Mulheres entre 35 e 55 anos, muitas vezes, já tentaram dezenas de estratégias ao longo da vida. Dietas, restrições, remédios, treinos intensos, promessas milagrosas. E, a cada nova tentativa frustrada, cresce também a sensação de incapacidade.

 

Mas vamos ser honestas: uma mulher que acorda cedo, trabalha, cuida da casa, dos filhos, da família, das demandas emocionais de todo mundo e ainda tenta dar conta de si mesma não é sem força de vontade.

 

Na verdade, ela já está sendo forte até demais.

 

O que falta não é disciplina.

 

O que falta é aprender a lidar com a dor, a pressão, a exaustão e o vazio sem transformar a comida em alívio.

 

O que realmente está acontecendo

 

Em muitos casos, a comida não é o problema. Ela é a resposta que seu cérebro aprendeu a dar para o que você sente.
Pense nas últimas vezes em que você comeu sem fome física. O que estava por trás daquilo?

 

Uma briga. Uma frustração. Cansaço. Solidão. Sensação de rejeição. Sobrecarga. Ou aquele sentimento de estar cuidando de todo mundo e se abandonando novamente?

 

É aqui que mora a verdade: muitas vezes, você não está com fome.
Você está tentando aliviar algo que não soube como sentir.

 

A comida vira recompensa, anestesia, companhia, consolo.

 

E quanto mais isso se repete, mais automático esse caminho se torna.Seu cérebro aprende: emocionei → vou comer → alivio por alguns minutos.
Isso não é fraqueza. É um padrão emocional e neurológico sendo repetido.

 

O caminho de volta para casa

 

O emagrecimento duradouro não começa no prato. Começa na forma como você se relaciona com suas emoções.

 

Quando você aprende a se regular emocionalmente, a comida deixa de ocupar esse lugar de anestesia. E, como consequência, o corpo também começa a responder.

 

Não é: “vou emagrecer para então me sentir bem.” Muito pelo contrário.

 

Você começa a cuidar do que está ferido por dentro, e o emagrecimento acontece quase que de forma natural.

 

Foi isso que transformou a minha história e é isso que vejo transformar a vida de tantas mulheres.

 

Porque a resposta nunca esteve só na dieta.

 

Nunca esteve só na balança.

 

Nunca esteve apenas no que você come.

 

Muitas vezes, a raiz estava na dor que você tentava calar em silêncio.

 

Acredito que o desafio do emagrecimento não está na falta de força de vontade, mas na forma como ele foi, por muito tempo, conduzido. Modelos baseados em restrição, controle excessivo e culpa tendem a ignorar fatores essenciais como a saúde mental, a relação com as emoções e a construção de hábitos sustentáveis.

 

Defendo uma abordagem que integra mudança de mentalidade, regulação emocional e estratégias possíveis de serem mantidas no cotidiano. Isso inclui aprender a lidar com emoções sem recorrer à comida como única forma de alívio, além de desenvolver padrões comportamentais mais consistentes e saudáveis ao longo do tempo.

 

A transformação, nesse contexto, não é apenas física. Ela envolve uma reconexão com a própria identidade, valores e propósito. Quando esse processo é respeitado, o emagrecimento deixa de ser um esforço constante e passa a ser uma consequência natural de mudanças mais profundas e duradouras.

 

A epidemia que ninguém está tratando direito

 

Mais de 60% dos brasileiros estão acima do peso. São 27,9 milhões de mulheres lutando sozinhas, se culpando, se odiando, acreditando que o problema são elas. E não são.

 

O problema é que continuamos vendendo dietas para um problema emocional. Contando calorias quando deveríamos estar aprendendo a regular as emoções. Tratando sintomas quando deveríamos estar tratando causas.

 

Enquanto isso, mulheres incríveis como você, continuam presas no ciclo, gastando milhares de reais, perdendo anos de vida, carregando culpa que não é sua. Chega.

 

Você merece liberdade. Merece paz. Merece olhar no espelho e se reconhecer com amor. Merece comer sem culpa. Merece viver sem guerra com seu próprio corpo.

 

E tudo isso é possível. Mas só quando você finalmente entende:

 

Você não está com fome. Você está sentindo.

 

Feridas emocionais não mudam com restrição. Elas se transformam com cuidado, compreensão e compaixão.

 

Quando você finalmente se permite transformar de dentro pra fora, o corpo que você sempre quis deixa de ser uma batalha e passa a ser consequência natural do amor próprio.

 

* Por Emi Moraes, psicoterapeuta especialista em emagrecimento comportamental, criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”.
“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

Instagram: @euemi_moraes

 

Áudios motivacionais gratuitos: https://chat.whatsapp.com/Jebjn8o174m8eUDN6uNBdX?mode=gi_t

Saúde & Bem-estar

Retirada de prótese de silicone cresce entre mulheres que colocaram implante aos 20 anos

Duas décadas depois do boom do silicone no Brasil, parte das pacientes busca naturalidade, leveza e uma nova relação com o próprio corpo

 

Nos anos 2000, colocar prótese de silicone era quase um rito de passagem para muitas jovens brasileiras. O Brasil se consolidava como um dos países que mais realizavam cirurgias plásticas no mundo, e o aumento de mama liderava os rankings.

 

Dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) mostram que o Brasil segue entre os três países com maior número de cirurgias mamárias realizadas anualmente. Ao mesmo tempo, cresce globalmente o número de procedimentos de retirada de implantes mamários — movimento que reflete não apenas questões médicas, mas também mudanças culturais e comportamentais.

 

Vinte anos depois daquele primeiro implante, muitas dessas mulheres estão com 40, 45 anos — e fazendo uma nova escolha. A cirurgiã plástica Dra. Pamela Massuia observa essa transformação no perfil das pacientes.

 

“Não é arrependimento. É maturidade. A mulher que colocou prótese aos 20 está em outro momento de vida aos 40. O corpo mudou, a rotina mudou, a percepção sobre si mesma também.”

 

Uma mudança que vai além da estética

 

Segundo a ISAPS, os procedimentos mamários continuam entre os mais realizados no mundo, mas há um crescimento consistente nas cirurgias de remoção ou troca de implantes. Especialistas associam o fenômeno a três fatores principais:

 

– Busca por naturalidade

 

– Mudança no padrão estético

 

– Informação ampliada sobre acompanhamento de próteses

 

Se no início dos anos 2000 o volume acentuado era símbolo de feminilidade e status estético, hoje a palavra-chave é proporção.

 

“A tendência atual é equilíbrio. Muitas pacientes relatam que não se identificam mais com o volume que escolheram aos 20 anos. Elas querem leveza, conforto, naturalidade”, explica Pamela.

 

O que leva uma mulher a retirar a prótese?

 

As motivações são variadas — e nem sempre clínicas. Entre os relatos mais comuns no consultório estão:

 

– Desconforto físico com mamas volumosas

 

– Mudanças após gravidez e amamentação

 

– Alteração no estilo pessoal

 

– Prática esportiva

 

– Sensação de peso

 

– Busca por estética mais discreta

 

Em alguns casos, há também questões médicas, como contratura capsular (endurecimento da cápsula ao redor da prótese) ou ruptura do implante. É importante esclarecer que próteses modernas não têm um “prazo de validade obrigatório”, mas exigem acompanhamento periódico com exames de imagem, especialmente após 10 anos de colocação.

 

“A retirada não é uma regra automática. Cada caso precisa ser avaliado com exame físico e exames de imagem. O que orientamos é acompanhamento regular e decisão consciente”, reforça a médica.

 

Mini-case: quando o corpo já não representa quem você é

 

Fernanda (nome fictício), 43 anos, colocou prótese aos 22. Na época, trabalhava com eventos e buscava um padrão estético mais volumoso. Duas décadas depois, após duas gestações e mudança de carreira, decidiu retirar. “Eu sentia que aquele corpo não conversava mais comigo. Não era sobre dor, era sobre identidade”, relata.

 

Segundo Pamela, esse tipo de relato é cada vez mais comum. “A cirurgia plástica acompanha fases da vida. A paciente amadurece, passa pela maternidade, pelo mercado de trabalho, por mudanças pessoais. É natural que a percepção corporal também evolua.”

 

A cirurgia de retirada é simples?

 

A remoção da prótese pode variar de complexidade dependendo do caso. Em algumas situações, realiza-se apenas a retirada do implante. Em outras, é indicada a remoção da cápsula (capsulectomia) ou associação com mastopexia (levantamento das mamas) para reposicionar o tecido mamário.

 

Em determinados casos, pode-se utilizar gordura da própria paciente para manter contorno e proporção.“Não é apenas retirar o implante. É entender como aquela mama ficará depois. O planejamento cirúrgico é fundamental para preservar harmonia e autoestima”, explica Pamela. Como qualquer cirurgia, há riscos inerentes ao procedimento, como sangramento, infecção e alterações cicatriciais. Por isso, a avaliação individual é indispensável.

 

Informação, não tendência

 

Apesar de ganhar visibilidade nas redes sociais, especialistas alertam que a retirada de prótese não deve ser encarada como moda. O acompanhamento adequado e o diálogo com o cirurgião são decisivos.

 

“Nem toda paciente precisa retirar o implante. Nem toda paciente que retira precisa colocar outro. O mais importante é que a decisão seja baseada em informação, exame e expectativa realista”, conclui a cirurgiã.

 

Mais do que seguir tendências, o movimento reflete uma geração que amadureceu — e que hoje entende que estética também é escolha consciente.

 

Saúde & Bem-estar

A história da terapeuta Emi Moraes: uma jornada de transformação

A história de Emi Moraes mostra que emagrecer vai muito além da balança. Terapeuta e treinadora comportamental, ela encontrou seu propósito no momento mais desafiador da própria vida. Antes disso, seu caminho era outro: formada em Engenharia de Materiais, com mestrado no ITA e início de doutorado na UFRJ, vivia em um universo de lógica e processos, até que a maternidade começou a redirecionar seus passos. O ponto de virada veio após seu segundo aborto.

 

Fragilizada e cansada da luta contra o próprio corpo, Emi iniciou um processo profundo de autoconhecimento e mergulhou em formações terapêuticas, como Terapia Holística, estudos de comportamento humano, inteligência emocional, neurociência aplicada e práticas integrativas. Foi aí que descobriu que o problema nunca foi a comida, mas emoções reprimidas. Ao transformar crenças, padrões automáticos e dores antigas, o corpo respondeu: a compulsão diminuiu, a ansiedade acalmou e ela emagreceu 36kg, mantendo o resultado.

 

Dessa vivência, nasceu o Finalmente Magra, programa criado por Emi para guiar outras mulheres no processo de emagrecer de dentro para fora. Ele integra mentalidade, regulação emocional, estratégias comportamentais e espiritualidade, oferecendo muito mais do que perda de peso: devolve autoestima, liberdade e poder pessoal.

 

Hoje, aos 48 anos, Emi vive sua melhor fase e é referência em emagrecimento emocional. Seu propósito é ajudar mulheres 40+ a conquistarem a mesma libertação que transformou sua vida. Para ela, emagrecer não é o fim: é o reencontro com quem você realmente é.

 

“Quando você se conecta com a alma, o corpo acompanha. Emagrecer é consequência do reencontro consigo mesma”, afirma a terapeuta.

 

Para acompanhar o trabalho de Emi, siga o perfil no Instagram: @euemi_moraes ou entre em contato por e-mail emilenamoraesterapeuta@gmail.com e pelo WhatsApp: (21) 99512-2170

Conheça também o podcast “Emagreça de dentro para fora” e acesse a página no Facebook: Emilena Moraes Terapeuta.

Saúde & Bem-estar

Especialista alerta sobre cuidados pós-cirúrgicos no verão

Dr. Renato Kalil reforça que equilíbrio, atenção aos sinais do corpo e adesão ao tratamento são essenciais para celebrar o fim de ano com segurança após cirurgia cardíaca

 

Com a chegada do verão, muitos pacientes que passaram por cirurgia cardíaca, assim como seus familiares, se perguntam quais cuidados devem ser mantidos para celebrar esse período com segurança. De acordo com o cardiologista e cirurgião cardíaco Dr. Renato Kalil, quando o procedimento foi bem-sucedido e o paciente segue corretamente as orientações médicas, não há motivo para medo excessivo ou isolamento social.

 

Segundo o especialista, pacientes submetidos a cirurgias cardíacas podem retomar uma vida normal, desde que adotem uma rotina equilibrada e respeitem os limites do próprio corpo. “O pós-operatório não deve ser encarado como uma fase de restrições extremas, mas sim como um período de atenção e consciência sobre hábitos que favorecem a recuperação e a saúde cardiovascular a longo prazo”, explica Kalil.

 

Entre as principais recomendações para esse período estão o repouso adequado, a realização de caminhadas leves, conforme liberação médica, e uma alimentação moderada, com redução no consumo de sal e gorduras. O médico também alerta para a importância de evitar excessos, especialmente no consumo de bebidas alcoólicas, além de não suspender as medicações prescritas, mesmo durante viagens ou confraternizações.

 

Outro ponto fundamental é a escuta atenta aos sinais do corpo. Sintomas como cansaço excessivo, falta de ar, dor no peito ou palpitações devem ser valorizados e avaliados por um profissional de saúde. “Celebrar é importante, mas sempre com tranquilidade e responsabilidade. O corpo costuma dar sinais quando algo não vai bem”, reforça o cardiologista.

 

Para o Dr. Renato Kalil, o fim de ano pode, sim, ser vivido com alegria por quem passou por uma cirurgia cardíaca. “Com acompanhamento médico, disciplina no tratamento e escolhas conscientes, é possível aproveitar as festas com segurança, qualidade de vida e confiança”, conclui.

 

Sobre o especialista

 

Dr. Renato Kalil é Professor Titular do Departamento de Clínica Cirúrgica da UFCSPA e Professor Emérito do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde: Cardiologia, da Fundação Universitária de Cardiologia/Instituto de Cardiologia do RS. É referência nacional em Cirurgia Cardiovascular e Cardiopatias Congênitas, atuando no Hospital Moinhos de Vento, Hospital Divina Providência e Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre.