Carreira & negócios

Anna Luisa: consultora de RH, especialista em Gestão Estratégica de pessoas tem compromisso com a transformação

Movida pela busca por propósito e coerência entre vida pessoal e profissional, Anna Luisa Silva encontrou na maternidade o ponto de virada que redefiniu sua trajetória

 

A partir desse momento, nasceu a Lati Bere Consultoria, empresa criada para apoiar pessoas e organizações no desenvolvimento de competências e na reorganização consciente de suas trajetórias

 

“A transformação começa quando entendemos quem somos e para onde queremos ir.”

 

A consultora de RH, especialista em Gestão Estratégica de pessoas, Anna atua com mapeamento comportamental, consultoria individual, programas de educação corporativa e projetos de diversidade e inclusão. Seu trabalho combina método, sensibilidade e estratégia, promovendo ambientes mais saudáveis e relações profissionais mais conscientes.

 

Um dos destaques de sua atuação é o Curso de Letramento Racial, iniciativa que reforça seu compromisso com a transformação social nas organizações de forma estratégica.

 

Para acompanhar o trabalho de Anna Luisa, entre em contato pelo WhatsApp (21) 97974-2567, pelo e-mail latibereconsultoria@gmail.com ou siga o perfil no Instagram: @latibereconsultoria

LinkedIn: Lati Bere Consultoria

Carreira & negócios

Escolher uma carreira é um processo, não uma decisão única

Quando falamos em orientação profissional, muitas pessoas ainda associam esse processo apenas aos adolescentes que estão terminando o ensino médio e precisam escolher uma faculdade. Mas a realidade do mundo do trabalho hoje é bem diferente.

Cada vez mais pessoas estão repensando suas trajetórias profissionais ao longo da vida,
buscando novas formações, mudando de área ou desenvolvendo novas habilidades para acompanhar as transformações do mercado.

 

Nesse cenário, a orientação profissional deixa de ser apenas uma ferramenta para jovens e passa a ser também um importante recurso para adultos que desejam redirecionar suas carreiras ou tomar decisões profissionais com mais consciência. Autoconhecimento como ponto de partida Um dos pilares da orientação profissional é o autoconhecimento.

 

Antes de pensar em cursos ou profissões, é importante refletir sobre:

  • • Quais são seus interesses
  • • Quais habilidades você já desenvolveu
  • • Que tipo de ambiente de trabalho combina com você
  • • Quais valores são importantes na sua vida e na sua carreira

 

Ferramentas como conversas estruturadas, exercícios de reflexão e mapeamentos
comportamentais ajudam a identificar características que muitas vezes passam despercebidas no dia a dia. Quando compreendemos melhor nosso próprio perfil, conseguimos tomar decisões mais conscientes sobre os caminhos profissionais que desejamos seguir.

 

A carreira deixou de ser linear

 

Durante muito tempo, existia a ideia de que uma pessoa escolheria uma profissão na juventude e permaneceria nela por toda a vida. Hoje sabemos que a realidade é diferente. É cada vez mais comum que profissionais transitem entre áreas, busquem especializações, façam novos cursos ou até mudem completamente de carreira em diferentes momentos da vida.

 

Essas mudanças não significam fracasso ou indecisão. Pelo contrário: muitas vezes representam processos de amadurecimento profissional e busca por maior alinhamento entre trabalho, propósito e qualidade de vida.

 

Conhecer o mercado também faz parte do processo

 

Além do autoconhecimento, a orientação profissional também envolve compreender o cenário do mercado de trabalho. Novas profissões surgem, outras passam por transformações e muitas carreiras passam a exigir habilidades que antes não eram consideradas essenciais. Ter acesso a informações confiáveis sobre as possibilidades profissionais ajuda a ampliar a visão sobre caminhos que muitas vezes não são apresentados de forma clara para quem está iniciando a carreira ou pensando em uma transição.

 

Escolhas mais conscientes ao longo da vida

 

A orientação profissional não tem como objetivo dizer qual profissão alguém deve seguir, mas sim oferecer ferramentas para que cada pessoa tome decisões mais conscientes sobre sua trajetória. Seja para um jovem que está iniciando sua vida profissional ou para um adulto que deseja redirecionar sua carreira, refletir sobre interesses, habilidades e possibilidades pode tornar esse processo mais seguro e alinhado com os objetivos de vida.

 

No mundo do trabalho atual, escolher uma profissão não significa fazer uma decisão definitiva, mas sim dar um passo dentro de uma trajetória que pode evoluir, se transformar e se reinventar ao longo do tempo.

 

* Anna Luisa Silva, consultora de RH, CEO da Lati Bere Consultoria, atua com educação corporativa, desenvolvimento profissional e diversidade e inclusão nas organizações.

Instagram: @latibereconsultoria

LinkedIn: Lati Bere Consultoria | Luisa Silva

Contato profissional: (21) 97974-2567

Carreira & negócios

Liderança feminina está por trás do crescimento das empresas AI-first

Enquanto o mercado global projeta investimentos de US$ 2,5 trilhões em Inteligência Artificial até 2026, um fator tem se mostrado decisivo para transformar tecnologia em resultado financeiro: quem está liderando a estratégia

 

Segundo o relatório Diversity Matters Even More (2023), da McKinsey & Company, empresas com maior diversidade de gênero na alta liderança têm 39% mais probabilidade de superar a média de lucratividade. O dado não fala sobre representatividade simbólica — fala sobre performance.

 

No Brasil, essa equação pode ser observada na operação da Factorial. Ao completar quatro anos no país, a HRTech registrou crescimento de +56% em receita no segundo semestre de 2025, alcançou breakeven dois anos antes do previsto e encerrou o último exercício no positivo. A meta agora é triplicar a operação até o fim de 2026, mantendo expansão 100% orgânica.

 

À frente da estratégia de receita está Antonia Tourinho, CRO da operação brasileira.

 

Crescer 56% exige mais que tecnologia

 

Para Antonia, o diferencial competitivo de empresas AI-first não está apenas na inovação de produto, mas na capacidade de estruturar crescimento com disciplina. Em apoio ao CEO Brasil, Renan Conde, Antonia teve papel central na consolidação do modelo AI-First da operação brasileira. Em 2025, a Factorial lançou oito produtos com IA integrada e apresentou ao mercado o “One”, seu agente nativo de inteligência artificial.

 

Para a executiva, porém, tecnologia só escala quando está alinhada a fundamentos claros de receita: definição precisa de ICP, maturidade de funil e eficiência operacional.

 

Sua atuação esteve ligada à estruturação da máquina comercial com foco em conversão real, ao equilíbrio entre volume e qualidade de leads e ao crescimento orgânico com rentabilidade — consolidando um modelo de expansão com disciplina financeira. Como parte da estratégia, a empresa também vem ampliando sua rede de parceiros para fortalecer presença nos 27 estados brasileiros.

 

Liderança feminina além do discurso

 

Embora mulheres ocupem apenas 14% dos cargos executivos sênior em IA globalmente (Pesquisa Interface, 2024), os dados indicam que sua presença está associada a decisões estratégicas mais sustentáveis. Para Antonia, o diferencial está na integração entre análise de dados, visão de longo prazo e gestão de pessoas.

 

“IA não é sobre o que a ferramenta faz. É sobre como ela aumenta eficiência e escala receita sem comprometer a margem. Crescer 56% mantendo expansão orgânica exige clareza estratégica e disciplina operacional.”

 

No contexto do Dia Internacional da Mulher, o avanço feminino na liderança tech deixa de ser apenas uma pauta de diversidade e passa a ser uma discussão sobre competitividade. Em empresas orientadas por dados, performance não é narrativa — é métrica.

 

E os números mostram que, cada vez mais, mulheres estão comandando essa equação.

 

Sobre a Factorial

 

A Factorial é uma scale-up centauro desenvolvedora de software para gestão e centralização de processos de RH e DP. A HRTech foi fundada em 2016 por Jordi Romero e Bernat Farrero, e está sediada em Barcelona e atua em outros 8 países: França, Portugal, Itália, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos, Brasil e México. Chegou ao Brasil em 2022, com um aporte superior a US$80 milhões obtido em uma rodada de financiamento série B liderada pela Tiger Global Management e poucos meses depois, se tornou unicórnio, com a captação de US$120 milhões de um aporte Série C.

 

Com mais de 80 mil empresas atendidas, entre elas, Play9, LiveMode, Maple Bear, OBoticario, Unimed, Rock World (Rock in Rio, Lollapalooza, The Town), Grupo Bramam, Agrotools, a Factorial digitaliza atividades de RH e DP, as potencializa com IA, para otimização de tempo, redução de custos e atribuição ao que mais importa: as pessoas.

Moda

Por que as camisetas com escrita estão de volta à moda?

Com o adiamento dos desfiles das escolas de samba, havia a expectativa de que o Carnaval de rua também fosse remarcado

 

As camisetas com mensagem têm um lugar especial em nosso coração, já que a moda é uma das formas mais poderosas de comunicação não verbal. O que você usa, pode expressar seu gênero, gosto e até estado de espírito. Uma camiseta branca perfeita diz muito de nós, quando se trata de uma mensagem.

 

Nos anos 2000, as camisetas com mensagens se transformaram em um básico imprescindível no armário de qualquer garota, com Paris Hilton. As mensagens, sempre com humor e ironia, que adornam as roupas revelam nossa imagem própria, gostos e preferências, com frases como

“Eu amo sapatos, bolsas e meninos”, “Rainha do Universo” ou “Pare de ser tão desesperado”.

 

Paris até levou uma camiseta chamada “Team Jolie”, deixando claro o apoio a Angelina no famoso triângulo amoroso entre Brad Pitt, Angelina Jolie e Jennifer Aniston.

 

Anos depois, mais precisamente em 2017, as camisetas com mensagem representaram um renascimento, mas desta vez em um tom mais político que humorístico. A responsável pela girada foi a diretora criativa da Dior, Maria Grazia Chiuri, que apresentou uma camiseta branca com letras pretas: “We should all be feminists” (Todos deveríamos ser feministas).

 

A frase, que é o título do livro de Chimamanda Ngozi Adichie, explora o que significa ser mulher hoje em dia e por que o feminismo é essencial para todos. A camiseta viralizou, mas também se converteu em símbolo de debate e reflexão, abandonando o movimento feminista na indústria da moda.

 

Dior abriu o caminho, e outras marcas não demoraram para seguir o exemplo, lançando camisetas com declarações que antes pareciam muito ousadas. Christian Siriano apresentou sua versão com “People are people”, defendendo a diversidade, enquanto Creatures of Comfort lançou uma mensagem com a mensagem “Somos todos seres humanos”, em oposição à parede fronteiriça com o México. Zadig & Voltaire, em apoio ao feminismo, introduziu “Girls can do Anything”, e Mango se uniu ao movimento com sua camiseta que dizia “Sim, eu sou feminista”.

 

Trazendo as camisetas para os dias atuais, Hailey Bieber, por exemplo, usou uma camiseta com a mensagem “Nepo Baby” em 2023, uma abreviatura de nepotismo baby, um termo que a modelo decidiu levar com o orgulho combinando-o com sapatos sem salto. Victoria Beckham entrou na brincadeira e, e em 2024, lançou uma camiseta que dizia “Meu pai tinha um Rolls Royce”, brincando com as próprias declarações sobre sua origem na série Beckham (Netflix). A camiseta de Jonathan W. Anderson, com a mensagem “I told ya” (Eu te disse), inspirada no estilo old money de John F. Kennedy Jr, e usada por Zendaya.

 

Não há dúvidas de que as camisetas com mensagens se tornaram peça essencial na produção do look do dia, se transformando algumas vezes na protagonista do visual. E o melhor: pode ser usada em qualquer estação do ano.