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O peso baixou, a roupa entrou melhor, a autoestima deu sinal de vida. Você pensou: “agora vai”.
Mas, alguns meses depois, tudo começou a voltar. Primeiro os beliscos. Depois a culpa. Depois o peso. E, junto com ele, aquela sensação amarga de estar falhando de novo. Só que talvez você não esteja falhando. Talvez você esteja tentando resolver, com dieta, uma fome que nunca foi de comida.
A ciência já mostra que recuperar peso depois de dietas restritivas é muito mais comum do que se imagina. Isso acontece porque a maioria dos métodos olha apenas para o prato, para as calorias, para o treino, para o número na balança. Mas não olha para a mulher que come.
Não olha para a ansiedade que aparece no fim do dia.
Para o cansaço de carregar tudo sozinha.
Para a raiva engolida.
Para a solidão dentro de uma casa cheia.
Para a culpa de querer cuidar de si.
Existe uma geração inteira de mulheres que aprendeu a suportar mais do que deveria.
Mulheres criadas para cuidar, agradar, dar conta, não incomodar, não desabar.
E quando a emoção não encontra espaço para sair, muitas vezes ela encontra caminho pela comida.
A comida acalma. Distrai. Premia. Silencia. Dá colo por alguns minutos.
O problema é que, depois, vem a culpa. E a culpa faz a mulher prometer que amanhã será diferente. Amanhã começa a dieta. Amanhã corta tudo. Amanhã fecha a boca. Amanhã vira outra pessoa.
Mas amanhã chega e a dor continua lá.
Porque o que está vazio não é o estômago.
A neurociência chama isso de comer emocional. A psicologia entende como uma forma de regulação ou evitação emocional. Mas muitas mulheres chamam simplesmente de fraqueza.
E esse é um dos maiores erros.
Não é fraqueza.
É uma estratégia que um dia funcionou. Em algum momento, comer foi o jeito possível de aliviar o que você não sabia nomear. O corpo aprendeu esse caminho. E, agora, repete.
Mesmo quando você não quer mais.
Por isso, emagrecer de forma duradoura exige mais do que força de vontade. Exige consciência. Exige escuta. Exige mudar a pergunta.
Em vez de apenas:
“O que eu posso comer?”
Talvez seja hora de perguntar: “O que eu estou sentindo quando como?”
“Que vazio estou tentando preencher?”
“Que parte de mim eu venho deixando para depois?”
A dieta pode até mudar o seu peso por um tempo, mas só a mudança interna muda a sua relação com a comida, com o corpo e com você mesma.
Porque o verdadeiro emagrecimento não começa quando você declara guerra ao prato. Começa quando você para de tratar seu corpo como inimigo e começa a escutar a mulher que ele vem tentando proteger.
* Emi Moraes, terapeuta especialista em emagrecimento Comportamental.
criadora do método “Emagreça de dentro pra fora
“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”
WhatsApp: (21) 99512-2170
Instagram: @euemi_moraes
Áudios motivacionais gratuitos: clique aqui!
O “Ano do Sim”: o dia em que dizer “sim” deixou de ser leve e virou necessário
Existe um momento na vida em que você percebe que não está mais dizendo “não” para o mundo. Você está dizendo não para si mesma.
E foi exatamente desse lugar que nasceu a vivência “O Ano do Sim”. Ela não surgiu como uma ideia de evento. Ela surgiu como um chamado. Eu e Rose Vieira nos encontramos no mesmo ponto interno: era hora de abrir um campo de cura que não cabia mais só na teoria.
Criamos juntas. Sentindo. Escutando. Sendo guiadas.
E o que aconteceu ali… não foi comum.
Não foi um evento. Foi um campo.
Não era sobre assistir. Era sobre se atravessar.
Cacau. Rapé. Apometria. Hipnose. Meditações. Dança.
Mas nenhuma dessas práticas, sozinha, explica.
O que aconteceu foi um encontro com tudo aquilo que estava sendo evitado há anos.
E quando isso acontece não existe como sair igual.
A intenção nunca foi “curar”.
Mostrar onde cada pessoa ainda se negava.
Onde repetia padrões.
Onde dizia “não” para a própria vida.
Porque o verdadeiro “sim” só nasce quando o “não” é visto e integrado.
O momento em que tudo mudou.
O ponto de virada.
Durante a condução, eu falei de um lugar que não era racional.
Era profundo. Cru. Verdadeiro.
Ali, eu não estava conduzindo.
Eu estava sendo atravessada junto com o grupo.
Na hipnose, acessamos traumas que já estavam no corpo.
E o que veio não foi desespero. Foi liberação.
Quando o campo fala, quem conduz também é atravessado
Rosi descreve o evento “O Ano do Sim” como uma experiência profunda de transformação e expansão de consciência, que impactou todos os participantes antes, durante e depois do encontro. Ela destaca a liberação emocional, a cura de padrões e a força do trabalho energético vivido no evento.
Também ressalta a importância da presença do sagrado masculino, tornando a experiência ainda mais especial, e o impacto das práticas terapêuticas como a apometria e o rapé na reconstrução emocional.
Por fim, ela reflete que o encontro trouxe aprendizados essenciais: quem cura também é curado, é fundamental estar em ambientes que fortaleçam a essência, e dizer “sim” para a vida exige reconhecer e sustentar os próprios “nãos”.
Quando a resistência é o portal
E talvez um dos relatos mais fortes tenha vindo antes mesmo da vivência começar. A participante Camila Paula, 42 anos, compartilhou:
“Na semana que antecedeu o retiro, senti medo, ansiedade e até pânico de viajar — o que não é comum pra mim, porque sou tranquila e adoro viajar. Mas permaneci firme e entendi que era algo que eu precisava atravessar para acessar o próximo patamar da minha vida. E foi exatamente isso que aconteceu. O evento me proporcionou vivenciar minha própria medicina em mim — algo que eu já acessava, mas ainda não tinha vivido com profundidade. A cura foi revelada. Meus mentores se fizeram presentes com toda a orientação necessária para o meu crescimento profissional. Saio com amor, gratidão e a certeza de que tudo é exatamente como tem que ser. Os sinais mostram o caminho. Basta acreditar”, disse Camila Paula.
A transformação que ninguém esperava
Não foi sobre aparência. Foi sobre presença. No início do dia: corpos tensos, olhares cansados, energia retraída.
Ao final: leveza, expansão, olhos brilhando. Mas, acima de tudo: verdade.
Sem máscaras.
Sem performance.
Sem necessidade de se esconder.
Então… o que é dizer “sim” para a vida?
Não é sobre aceitar tudo.
Não é sobre positividade.
Dizer “sim” para a vida é: parar de fugir do que precisa ser visto
sustentar os próprios “nãos” com maturidade e escolher, conscientemente, viver a própria verdade.
Mesmo quando isso exige atravessar desconfortos. Porque, no fim o verdadeiro “sim” não é leve. Ele é honesto. E é isso que liberta.
Quem viveu não volta para o mesmo lugar interno.
* Por Emi Moraes – psicoterapeuta especializada em emagrecimento comportamental e criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”.
Instagram: @euemi_moraes. Áudios motivacionais gratuitos: clique aqui!
A Balança Mede o Seu Peso. Não Mede Quem Você É.
Emagrecer vai muito além do que qualquer número pode mostrar
Todo dia, milhares de mulheres acordam e, antes de qualquer coisa, pisam na balança
Em segundos, um número parece decidir o humor do dia. Decide se o café da manhã será vivido com prazer ou com culpa. Decide se aquela roupa vai vestir autoestima ou vergonha. Decide, muitas vezes, se a mulher que está ali vai se sentir digna, bonita, suficiente. Tudo isso por causa de um número.
Mas a balança mede massa. Mede a força da gravidade sobre o seu corpo naquele instante. Ela não mede a sua história, as noites mal dormidas, as renúncias silenciosas, o cansaço acumulado, as vezes em que você se levantou mesmo querendo desistir. Não mede o amor que você oferece, a força que você sustenta, a mulher inteira que você é.
E, ainda assim, quantas vezes você deixou que ela definisse o seu valor?
Emagrecer vai muito além do que qualquer número pode mostrar, porque o que trouxe você até aqui também vai além. Debaixo dos quilos que incomodam existe uma história. Existe uma mulher que aprendeu a usar a comida como alívio para emoções que nunca teve espaço para sentir. Que aprendeu a se cuidar por último. Que foi se tornando personagem, mãe, esposa, filha, profissional, e se afastando de si mesma.
O corpo não mente. Ele registra cada emoção engolida, cada limite ignorado, cada vez que você disse “estou bem” quando, na verdade, estava exausta. Não como castigo, mas como memória.
Por isso, mudar o número sem mudar a história quase sempre é só adiar o problema. O peso vai. O peso volta. Porque o que está por baixo continua lá, esperando ser olhado com coragem e verdade.
A transformação real começa quando você para de olhar apenas para o que a balança mostra e começa a ouvir o que ela nunca conseguirá revelar: sua identidade, seus desejos, sua dor, sua voz, seus limites, sua essência. Essa mulher não precisa se tornar menor para merecer mais amor, mais cuidado, mais presença. Ela só precisa ser encontrada. E talvez esse seja o verdadeiro emagrecimento: não desaparecer para caber, mas voltar para si.
Porque quando você se reencontra, o corpo deixa de ser inimigo e passa a se tornar casa, abrigo e expressão.
* Por Emi Moraes, psicoterapeuta especialista em emagrecimento comportamental, criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora. Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”.
WhatsApp: (21) 99512-2170
Instagram: @euemi_moraes
Áudios motivacionais gratuitos: https://chat.whatsapp.com/Jebjn8o174m8eUDN6uNBdX?mode=gi_t
Efeito sanfona: o que te impede de emagrecer não é a comida
Cerca de 27,9 milhões de mulheres brasileiras vivem presas no ciclo do efeito sanfona. E a verdade é desconfortável: o problema nunca foi a comida
Você conhece essa história. Segunda-feira, você acorda decidida: “Agora vai.”
Joga fora tudo o que considera proibido, compra comida fit, baixa aplicativo de calorias, promete que dessa vez será diferente.
Nas primeiras semanas, a balança responde.
Você se sente forte. No controle. Orgulhosa.
Até que a vida acontece. Uma discussão. Um comentário atravessado. Um dia exaustivo. Filhos brigando. Contas apertadas. Ansiedade acumulada.
E, de repente, à noite, você está comendo sem nem perceber direito, depois tomada pela culpa e pela mesma pergunta de sempre:
“O que há de errado comigo?”
A resposta é simples: não há nada de errado com você.
O problema nunca foi falta de força de vontade. O problema foi o método que te ensinaram a seguir.
A verdade que ninguém te contou
95% das dietas falham no longo prazo. Se você tentou, perdeu peso e depois recuperou, isso não te torna fraca. Te torna humana usando um método que não funciona para a maioria.
Mulheres entre 35 e 55 anos, muitas vezes, já tentaram dezenas de estratégias ao longo da vida. Dietas, restrições, remédios, treinos intensos, promessas milagrosas. E, a cada nova tentativa frustrada, cresce também a sensação de incapacidade.
Mas vamos ser honestas: uma mulher que acorda cedo, trabalha, cuida da casa, dos filhos, da família, das demandas emocionais de todo mundo e ainda tenta dar conta de si mesma não é sem força de vontade.
Na verdade, ela já está sendo forte até demais.
O que falta não é disciplina.
O que falta é aprender a lidar com a dor, a pressão, a exaustão e o vazio sem transformar a comida em alívio.
O que realmente está acontecendo
Em muitos casos, a comida não é o problema. Ela é a resposta que seu cérebro aprendeu a dar para o que você sente.
Pense nas últimas vezes em que você comeu sem fome física. O que estava por trás daquilo?
Uma briga. Uma frustração. Cansaço. Solidão. Sensação de rejeição. Sobrecarga. Ou aquele sentimento de estar cuidando de todo mundo e se abandonando novamente?
É aqui que mora a verdade: muitas vezes, você não está com fome.
Você está tentando aliviar algo que não soube como sentir.
A comida vira recompensa, anestesia, companhia, consolo.
E quanto mais isso se repete, mais automático esse caminho se torna.Seu cérebro aprende: emocionei → vou comer → alivio por alguns minutos.
Isso não é fraqueza. É um padrão emocional e neurológico sendo repetido.
O caminho de volta para casa
O emagrecimento duradouro não começa no prato. Começa na forma como você se relaciona com suas emoções.
Quando você aprende a se regular emocionalmente, a comida deixa de ocupar esse lugar de anestesia. E, como consequência, o corpo também começa a responder.
Não é: “vou emagrecer para então me sentir bem.” Muito pelo contrário.
Você começa a cuidar do que está ferido por dentro, e o emagrecimento acontece quase que de forma natural.
Foi isso que transformou a minha história e é isso que vejo transformar a vida de tantas mulheres.
Porque a resposta nunca esteve só na dieta.
Nunca esteve só na balança.
Nunca esteve apenas no que você come.
Muitas vezes, a raiz estava na dor que você tentava calar em silêncio.
Acredito que o desafio do emagrecimento não está na falta de força de vontade, mas na forma como ele foi, por muito tempo, conduzido. Modelos baseados em restrição, controle excessivo e culpa tendem a ignorar fatores essenciais como a saúde mental, a relação com as emoções e a construção de hábitos sustentáveis.
Defendo uma abordagem que integra mudança de mentalidade, regulação emocional e estratégias possíveis de serem mantidas no cotidiano. Isso inclui aprender a lidar com emoções sem recorrer à comida como única forma de alívio, além de desenvolver padrões comportamentais mais consistentes e saudáveis ao longo do tempo.
A transformação, nesse contexto, não é apenas física. Ela envolve uma reconexão com a própria identidade, valores e propósito. Quando esse processo é respeitado, o emagrecimento deixa de ser um esforço constante e passa a ser uma consequência natural de mudanças mais profundas e duradouras.
A epidemia que ninguém está tratando direito
Mais de 60% dos brasileiros estão acima do peso. São 27,9 milhões de mulheres lutando sozinhas, se culpando, se odiando, acreditando que o problema são elas. E não são.
O problema é que continuamos vendendo dietas para um problema emocional. Contando calorias quando deveríamos estar aprendendo a regular as emoções. Tratando sintomas quando deveríamos estar tratando causas.
Enquanto isso, mulheres incríveis como você, continuam presas no ciclo, gastando milhares de reais, perdendo anos de vida, carregando culpa que não é sua. Chega.
Você merece liberdade. Merece paz. Merece olhar no espelho e se reconhecer com amor. Merece comer sem culpa. Merece viver sem guerra com seu próprio corpo.
E tudo isso é possível. Mas só quando você finalmente entende:
Você não está com fome. Você está sentindo.
Feridas emocionais não mudam com restrição. Elas se transformam com cuidado, compreensão e compaixão.
Quando você finalmente se permite transformar de dentro pra fora, o corpo que você sempre quis deixa de ser uma batalha e passa a ser consequência natural do amor próprio.
* Por Emi Moraes, psicoterapeuta especialista em emagrecimento comportamental, criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”.
“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”
WhatsApp: (21) 99512-2170
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Dra. Monique Gonçalves: ciência, beleza e autocuidado em foco
Farmacêutica esteta, especialista em rejuvenescimento e emagrecimento, a doutora é apaixonada por promover bem-estar, autoestima e
cuidado com a pele
Sua trajetória começou na adolescência, quando enfrentou problemas com acne e descobriu a importância do autocuidado. Foi nesse período que surgiram seus primeiros produtos de skincare, despertando uma paixão pelo cuidado consigo mesma e pelo impacto positivo que isso poderia gerar no outro.
Hoje, Dra. Monique une tecnologia, ciência e inovação para oferecer soluções práticas e eficazes. Entre seus produtos, destacam-se as suplementações orais, como o Boom de Colágeno, elogiado pelo sabor e praticidade, e as cápsulas de fotoproteção oral, que potencializam a ação do protetor solar tópico, reduzindo manchas e promovendo uniformidade ao tom da pele.
Cada fórmula é personalizada, pensando no que realmente faz diferença no resultado de cada paciente
Na estética avançada, sua atuação vai do rosto ao corpo, incluindo bioestimuladores de colágeno, preenchimento facial e labial, toxina botulínica, fios de PDO, peelings, microagulhamento, skinbooster, tratamento de acne e melasma, aplicação de enzimas para gordura localizada, preenchimento de glúteos e tratamentos para flacidez, celulite e estrias.
“Para mim, cuidar da pele é um ato de amor próprio”, acreta.
Monique acredita que pequenas rotinas de skincare fazem grande diferença na saúde, beleza e confiança de cada pessoa. Sua missão é transformar vidas através do cuidado, oferecendo resultados reais, personalizados e com todo o carinho que cada paciente merece.
Para acompanhar o trabalho de Dra. Monique Gonçalves, siga o perfil no Instagram: @dramoniquegoncalves, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97261-5977.
Endereço: Av. das Américas, 17.150, bl. 1, sala 315 A5 Offices – Recreio dos Bandeirantes.
A história da terapeuta Emi Moraes: uma jornada de transformação
A história de Emi Moraes mostra que emagrecer vai muito além da balança. Terapeuta e treinadora comportamental, ela encontrou seu propósito no momento mais desafiador da própria vida. Antes disso, seu caminho era outro: formada em Engenharia de Materiais, com mestrado no ITA e início de doutorado na UFRJ, vivia em um universo de lógica e processos, até que a maternidade começou a redirecionar seus passos. O ponto de virada veio após seu segundo aborto.
Fragilizada e cansada da luta contra o próprio corpo, Emi iniciou um processo profundo de autoconhecimento e mergulhou em formações terapêuticas, como Terapia Holística, estudos de comportamento humano, inteligência emocional, neurociência aplicada e práticas integrativas. Foi aí que descobriu que o problema nunca foi a comida, mas emoções reprimidas. Ao transformar crenças, padrões automáticos e dores antigas, o corpo respondeu: a compulsão diminuiu, a ansiedade acalmou e ela emagreceu 36kg, mantendo o resultado.
Dessa vivência, nasceu o Finalmente Magra, programa criado por Emi para guiar outras mulheres no processo de emagrecer de dentro para fora. Ele integra mentalidade, regulação emocional, estratégias comportamentais e espiritualidade, oferecendo muito mais do que perda de peso: devolve autoestima, liberdade e poder pessoal.
Hoje, aos 48 anos, Emi vive sua melhor fase e é referência em emagrecimento emocional. Seu propósito é ajudar mulheres 40+ a conquistarem a mesma libertação que transformou sua vida. Para ela, emagrecer não é o fim: é o reencontro com quem você realmente é.
“Quando você se conecta com a alma, o corpo acompanha. Emagrecer é consequência do reencontro consigo mesma”, afirma a terapeuta.
Para acompanhar o trabalho de Emi, siga o perfil no Instagram: @euemi_moraes ou entre em contato por e-mail emilenamoraesterapeuta@gmail.com e pelo WhatsApp: (21) 99512-2170
Conheça também o podcast “Emagreça de dentro para fora” e acesse a página no Facebook: Emilena Moraes Terapeuta.
O que a ciência já sabe sobre o uso da testosterona pelas mulheres
Especialista em menopausa, a médica e pesquisadora Fabiane Berta explica por que o hormônio, longe de ser um “atalho estético”, tem papel neuroativo essencial e quando seu uso realmente é indicado
A testosterona voltou ao centro do debate sobre saúde feminina. Nos consultórios e nas redes sociais, cresce o interesse pelo hormônio frequentemente associado, de forma equivocada, a mais energia, emagrecimento rápido ou ganho estético. Mas a ciência aponta para outro caminho.
Segundo a pesquisadora e especialista em menopausa Fabiane Berta, o efeito mais conhecido e comprovado está na modulação do desejo sexual, da motivação, da cognição e da clareza mental. Esses benefícios são especialmente relevantes no contexto da menopausa, quando os níveis séricos (quantidade de uma determinada substância no sangue), caem para cerca de 25% do pico observado aos 20 anos.
“Testosterona não é suplemento de disposição e não é atalho estético. É um hormônio neuroativo, com ação direta sobre desejo sexual, motivação, cognição e clareza mental”, explica a médica.
Berta acompanha os avanços no uso clínico do hormônio, enfatizando que a testosterona, quando usada em níveis fisiológicos, pode participar diretamente da regulação da chamada “névoa cerebral”, que é caracterizada por lapsos de memória, dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e redução da fluência verbal, com substrato neurobiológico.
“Mulheres na peri e pós-menopausa frequentemente relatam melhora desses sintomas. Quando essa névoa melhora, melhora na dose certa, bem prescrita, monitorada e dentro da faixa fisiológica. Nunca em protocolos inflacionados vendidos como solução mágica”, reforça Fabiane.
Berta também destaca que a indicação do hormônio com consenso global trata do transtorno do desejo sexual hipoativo (HSDD) em mulheres pós-menopausa, utilizando formulações transdérmicas em doses fisiológicas e recomendação apoiada por um conjunto de 11 sociedades científicas internacionais.
“É evidência de nível I, grau A. Fora desse cenário, não há base sólida suficiente para recomendar o hormônio”, explica a médica. O que tem se popularizado nas redes, superdosagens, protocolos de performance, uso para emagrecimento ou ganho de massa sem critério preocupa a especialista.
“Nesses casos, o que aumenta não é o benefício, é o risco”, diz a médica. Entre os efeitos adversos documentados estão acne, hirsutismo, alteração de humor, labilidade emocional e, mais grave, modificações irreversíveis na voz. E ainda há impactos de longo prazo que a ciência simplesmente não conhece”, alerta.
Para Berta, a discussão precisa voltar ao eixo científico. “Hormônio não é tendência de consultório nem viralização de rede social. É decisão clínica que começa no diagnóstico, passa pela prescrição individualizada e se sustenta em monitorização e evidência, não em promessas”, finaliza.
Sobre Fabiane Berta:
Fabiane Berta é médica e pesquisadora (CRMSP 151.126), integrante do Science Medical Team – OB-GYN Specialist. É mestranda no setor de Climatério | Menopausa e pesquisadora adjunta no setor da Endometriose | Dor pélvica pela UNIFESP. Possui pós-graduação em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento.
É fundadora do MyPausa, iniciativa que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil para promover uma reforma na saúde feminina, com foco em acessibilidade a tratamentos atualizados e respeito à diversidade regional. Atua como PI sub e chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa (Science Valley) e como coordenadora da Saúde Feminina para a Arnold Conference 2026.
Como o climatério afeta o corpo da mulher e o que fazer para manter a saúde
Essa fase deve ser vista como uma oportunidade de cuidar ainda mais do corpo. Alimentação, exercícios e um bom sono são aliados poderosos
Vamos falar da relação entre o climatério e ganho de peso. Primeiro é importante lembrar que o climatério é a fase de transição que leva à menopausa. Geralmente se dá entre os 40 e 50 anos, onde os ovários reduzem gradualmente a produção de estrogênio e progesterona. E como isso afeta a saúde da mulher? Começa pelo metabolismo, que pode ficar mais lento.
Com isso, pode acontecer maior perda de massa muscular, queda da densidade óssea e mudanças no padrão de distribuição de gordura corporal, favorecendo a gordura visceral. Essas são algumas das consequências no corpo da mulher. Porém, é possível diminuir esses sintomas com uma estratégia baseada em três pilares: alimentação balanceada, exercícios físicos regulares e sono de qualidade.
Dr. Thiago Viana, médico do esporte e nutrólogo, com foco no emagrecimento, reforça essa mensagem. “Vale lembrar que com a queda do estrogênio ocorre uma redistribuição da gordura. No climatério e na menopausa, ela passa a acumular principalmente no abdômen. Mas também pode aumentar na região do dorso, a chamada gordura nas costas e braços”, explica.
Estudos mostram que essa queda está ligada à alteração na sensibilidade à insulina e ao metabolismo lipídico. A North American Menopause Society aponta que mulheres podem ganhar até 5 cm de circunferência abdominal nos primeiros anos pós-menopausa, mesmo sem grandes alterações de peso.
Isso demonstra que o acúmulo de gordura no abdômen pode trazer riscos à saúde da mulher. “A gordura visceral, que fica entre os órgãos, aumenta a chance de desenvolver síndrome metabólica, diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol alto e até doenças cardiovasculares. Também há associação com maior risco de alguns tipos de câncer, como o de mama”, alerta o médico.
Estratégias para manter a saúde e o peso
Thiago considera que mesmo com o metabolismo mais lento, não significa que emagrecer seja impossível. “Estratégias que unem nutrição adequada, exercícios, principalmente musculação e aeróbicos combinados. E, em alguns casos, suplementação ou medicamentos, podem trazer excelentes resultados. A chave está na personalização do plano”, afirma. Ele destaca três pilares como estratégia nesse momento:
Alimentação balanceada: consumo de proteínas adequadas, fibras, vegetais e menor de ultra processados.
Exercício físico regular: especialmente treino de força para preservar massa muscular.
Sono de qualidade e manejo do estresse: ambos influenciam hormônios como o cortisol, que impacta diretamente no peso.
Dicas para quem está entrando no climatério
- • O climatério não deve ser visto como uma sentença de ganho de peso e perda de saúde. É uma oportunidade de cuidar ainda mais do corpo.
- • Consultas regulares para checar saúde óssea, cardiovascular e metabólica são fundamentais.
- • Apoio psicológico pode ser importante, já que essa fase muitas vezes traz impacto emocional.
- • Hábitos saudáveis adotados nesse período podem aumentar a expectativa de vida e qualidade de vida.
- Envelhecer é inevitável, mas envelhecer com saúde é uma escolha que passa por disciplina, acompanhamento profissional e mudança de hábitos.
- Sobre Dr. Thiago Viana (CRM nº 144.585. Médico do Esporte e Nutrólogo: RQE 121770-118488).
- Dr. Thiago Viana, médico do esporte e nutrólogo com foco no emagrecimento. Formado pela Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM), em 2010. Atualmente, ele atende em sua clínica na cidade de Bauru e com trabalho especializado na medicina esportiva, qualidade de vida, com foco em emagrecimento e melhora de performance.
- O Dr. Thiago é pós-graduado em medicina esportiva pela faculdade BWS, nutrologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Ele ainda é membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE) e da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e de Cirurgia de Ombro e Cotovelo (SBCOC), membro da Sociedade Brasileira de Medicina da Obesidade (SBEMO), membro da European Board of Obesity Medicine e membro associado da Sociedade Brasileira de Andropausa e Menopausa (SBAM).