Categorias
Amor & Sexo (10) Beleza (34) Carreira & negócios (92) Colunistas (23) Comportamento (25) Cultura (9) Festas e eventos (24) Gastronomia (11) Maternidade (31) Moda (26) Saúde & Bem-estar (72) Sem categoria (7)Dai Xavier: acolhimento e cuidado integral para mães
Com o nascimento de seu segundo filho, Theo, em 2024, Dai Xavier viveu um momento simples, mas profundamente transformador
Durante uma sessão de drenagem linfática — que deveria ser um tempo só para ela — foi interrompida duas vezes. Não conseguiu relaxar, nem aproveitar aquele momento de cuidado tão necessário. Então, veio um insight. Algo que já rondava sua mente há tempos, mas que nunca havia se mostrado com tanta clareza.
Dai se perguntou: e se existisse um espaço de bem-estar pensado especialmente para mães? Um lugar onde elas pudessem receber cuidado integral — corpo, mente e alma — sem precisar se preocupar se o bebê está bem. Um espaço onde a maternidade não fosse um obstáculo ao autocuidado, mas parte dele.
Ela começou a imaginar cada detalhe. Um ambiente com massagem, spa, terapia, aromaterapia, florais, nutricionista, manicure, cabeleireira, depilação… Tudo voltado às mães, com uma estrutura acolhedora e segura para que os bebês — sejam recém-nascidos ou já na primeira infância — também estivessem amparados.
Visualizou um espaço com brinquedos que estimulam o desenvolvimento psicomotor, um ambiente monitorado, vivo, pensado para os pequenos, enquanto a mãe se reconecta consigo mesma. Um lugar onde ela pudesse olhar seu filho sempre que desejasse — sem culpa, sem pressa. Pensou também nas mães que ainda não conseguem sair de casa com facilidade, especialmente no puerpério, e imaginou um serviço de transporte com todo o cuidado e segurança.
“Um espaço onde mãe e filho fossem vistos e cuidados. Onde o tempo da mulher voltasse a ter lugar. Assim, nasce um novo sonho”, explica.
O que antes era dor, enfim, floresceu como propósito. Uma transformação que convida outras mulheres a também se reconhecerem e renascerem. Porque foi no fundo da dor que nasceu a semente. E agora ela floresce, abrindo caminho para outras mulheres que também carregam histórias semelhantes no peito. Du Temps Pour Moi quer dizer “Um tempo para mim” .
E é exatamente essa a proposta do espaço idealizado por Dai. Para acompanhar o Du Temps Pour Moi, siga o perfil no Instagram: @dutempspourmoi.br, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99503-8866.
Histórias com animais e monstros ajudam crianças a lidar com medo e ansiedade, indica estudo
Pesquisa com 174 pacientes pediátricos mostra que personagens fantásticos e animais humanizados despertam mais interesse durante sessões de contação de histórias
Já se sabe que a contação de histórias apresenta resultados positivos para crianças hospitalizadas, mas será que qualquer história produz o mesmo efeito? De acordo com um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino, em parceria com a Associação Viva e Deixe Viver, crianças internadas tendem a preferir histórias protagonizadas por animais humanizados e monstros em vez de personagens humanos.
Entre os livros mais escolhidos estavam histórias protagonizadas por personagens como ratos, elefantes, macacos e criaturas fantásticas. Já títulos cujas capas apresentavam pessoas, adultos ou crianças, foram pouco selecionados, mesmo quando os protagonistas tinham idade próxima à dos pacientes.
Entre os livros mais selecionados nas sessões de contação de histórias aparecem obras como O monstro monstruoso da caverna cavernosa, Macaco Danado, O ratinho, o morango vermelho maduro e o grande urso esfomeado e Monstro Rosa. Em comum, esses títulos apresentam personagens expressivos, envolvidos em situações lúdicas ou bem-humoradas.
Já narrativas protagonizadas por personagens humanos, como Aladim, Pinóquio ou Malasaventuras – Safadezas do Malasartes, tiveram menor interesse. Segundo os pesquisadores, a preferência por bichos e monstros pode estar associada ao caráter simbólico e imaginativo dessas figuras, que favorecem identificação, humor e distanciamento das situações reais vividas pelas crianças durante o tratamento.
De acordo com Márcia Abreu, pesquisadora da Unicamp, a tendência pode estar relacionada ao papel que narrativas fantásticas desempenham na infância, especialmente em contextos emocionalmente delicados. “Personagens não humanos permitem maior distanciamento da realidade imediata e podem ajudar as crianças a lidar com sentimentos comuns durante a hospitalização, como medo, ansiedade e sensação de isolamento”, afirma a especialista.
Para os pesquisadores, animais e monstros presentes em livros infantis costumam apresentar comportamentos humanos, como falar, expressar emoções e enfrentar desafios. Esse recurso facilita a identificação das crianças com as histórias, ao mesmo tempo em que preserva um universo imaginativo.
Segundo os especialistas, compreender as escolhas das próprias crianças pode ajudar organizações e profissionais de saúde a selecionar melhor os livros utilizados em atividades de leitura em hospitais, ampliando os benefícios emocionais dessas iniciativas.
“As preferências observadas contrastam com as escolhas feitas por adultos no mercado editorial. Enquanto nas sessões hospitalares predominam animais e criaturas fantásticas, rankings de vendas de literatura infantil na última bienal destacam obras com temas sociais ou protagonismo humano, muitas vezes selecionadas por pais, educadores ou escolas”, destaca Márcia.
Valdir Cimino, fundador da Viva e Deixe Viver, ressalta a importância do estudo. “A pesquisa tem papel fundamental ao demonstrar, com base em dados, os benefícios da contação de histórias para crianças hospitalizadas. Na primeira fase do estudo, foram medidos os níveis de ocitocina, hormônio associado ao vínculo e ao bem-estar, e de cortisol, relacionado ao estresse, comprovando cientificamente a melhora clínica dos pacientes. Esta segunda fase nos ajuda a identificar as literaturas ideais para potencializar os benefícios promovidos pela leitura”, finaliza.
Metodologia – A pesquisa analisou as reações e escolhas de leitura de 174 crianças entre 6 e 10 anos internadas no Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas, e no Hospital da Criança da Rede D’Or São Luiz, em São Paulo. Durante sessões de cerca de 30 minutos de contação de histórias, os participantes puderam escolher quais livros desejavam ouvir a partir da apresentação das capas e de um breve resumo do enredo.
Sobre a Associação Viva e Deixe Viver: Fundada em 1997 pelo paulistano Valdir Cimino, a Associação Viva e Deixe Viver é uma Organização da Sociedade Civil (OSC) pioneira em diversas frentes e políticas públicas. Por meio da arte de contar histórias, forma cidadãos conscientes da importância do acolhimento e de elevar o bem-estar coletivo, a partir de valores humanos como empatia, ética e afeto.
A entidade também é referência em educação e cultura, por meio da promoção de atividades de ensino continuado. Nesse sentido, conta com o canal Viva e Eduque, espaço criado para a difusão cultural, educacional e gestão do bem-estar para toda a sociedade. Hoje, além dos 601 fazedores e contadores de histórias voluntários, que visitam regularmente 89 hospitais espalhados pelo Brasil, a Associação conta com o apoio das empresas UOL, Pfizer, Instituto Helena Florisbal e Instituto PENSI, além da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.
Professora e aluna surdas transformam desafios em conquista por meio da educação
Libras e educação inclusiva possibilitam acesso ao ensino superior no Brasil
Histórias de superação reforçam o papel da educação como ferramenta de transformação social. Como no caso de pessoas com deficiência que possuem desafios diários impostos pela falta de acessibilidade e pelo preconceito, mas existe quem consegue mudar suas realidades por meio do ensino superior.
Como no exemplo de Mariana Victoria Sarnik que nasceu com surdez bilateral profunda. Desde a infância, sonhava em seguir os passos do pai e se tornar farmacêutica. O caminho exigiu esforço redobrado: aprendeu acompanhando a leitura labial dos professores e contou com a interpretação em Libras para garantir o acesso ao conteúdo.
Hoje, Mariana é uma das farmacêuticas surda pioneiras no Paraná a assumir a função de diretora técnica responsável por uma farmácia. Além de atuar na área, ela também ensina alunos surdos de cursos de Farmácia em todo o Brasil, utilizando a interpretação em Libras como ponte para o conhecimento. Ela ainda surpreende ao tocar piano, usando a vibração das teclas como referência e mostrando que a limitação auditiva não define seus talentos.
Outra trajetória marcada pela superação é a da professora Bruna Narazaki. Surda desde o nascimento, em decorrência de rubéola contraída pela mãe durante a gestação, ela enfrentou preconceito na infância e na escola. Com apoio da família, aprendeu a falar, escrever e encontrou na educação sua missão de vida. Tornou-se professora com o propósito de transformar a forma como a sociedade enxerga as pessoas surdas.
“Somos capazes de realizar as mesmas atividades que qualquer pessoa. A diferença está apenas na audição. O que precisamos são adaptações, como recursos visuais e tecnologias assistivas”, destaca. Hoje é professora de Libras, buscando ampliar o acesso dos surdos.
Histórias como as de Mariana e Bruna mostram que a educação é mais do que um caminho profissional: é instrumento de autonomia, inclusão e transformação social. Pessoas surdas seguem rompendo barreiras e provando que talento, competência e liderança não dependem da audição — dependem de oportunidade.
No Brasil, há cerca de 10,2 milhões de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, segundo o IBGE. Destas, 2,7 milhões possuem surdez profunda. No Paraná, são aproximadamente 350 mil pessoas, sendo 95 mil na capital. Apesar desses números, apenas 5% dominam a Língua Brasileira de Sinais (Libras), reconhecida pela Lei 10.436/2002 como meio legal de comunicação e expressão.
A inclusão no ensino superior tem avançado. O número de estudantes com deficiência matriculados na graduação cresceu 153% em uma década, segundo o Censo da Educação Superior. Na Uninter, o Serviço de Inclusão e Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais Especiais (SIANEE) apoia atualmente 6.850 estudantes no Brasil e no exterior, oferecendo suporte em Libras, Braile, tecnologias assistivas e adaptações pedagógicas personalizadas. A equipe conta com tradutores intérpretes de Libras e profissionais especializados.
“Nosso trabalho é viabilizar a acessibilidade de acordo com a necessidade de cada aluno. Muitos buscam o ensino superior para crescer profissionalmente e conquistar melhores oportunidades”, afirma a professora Leomar Marchesini, coordenadora do SIANEE.
A instituição também oferece a Licenciatura em Letras – Libras, formando profissionais para atender a uma demanda crescente por educação inclusiva no
Fernanda List: moda que eleva a autoestima e traduz a força da mulher
À frente da List.knit e da 111bylist, Fernanda Sampaio Rodrigues transforma o tricô em uma linguagem de estilo e autoestima
Com mais de 20 anos na moda e sete no empreendedorismo, criou uma marca atemporal voltada para mulheres cosmopolitas que buscam conforto, elegância e identidade.
Seu trabalho é marcado por resiliência: superou a pandemia, enfrenta oscilações do mercado e segue se reinventando com novas estratégias e parcerias.
O que a inspira são as histórias das clientes. Fernanda acredita no poder emocional da moda e relembra quando uma cliente, ainda em luto, agradeceu emocionada por se sentir viva ao vestir um conjunto da List.
Para ela, vestir mulheres é valorizá-las e ajudá-las a reconhecer sua força. Moda, afirma, é conexão, propósito e transformação. “A moda sempre foi minha forma de contar histórias.”
Para acompanhar o trabalho de Fernanda, entre em contato pelo telefone (21) 96991-2736 ou por e-mail fernanda.trichic@outlook.com e siga o perfil no Instagram: @list.knit.
Rianna Peixoto: coragem, propósito e arquitetura que transforma histórias
Há 15 anos, Rianna Peixoto da Rocha constrói uma trajetória marcada por coragem, consistência e entrega acima da média
À frente do escritório Rianna Peixoto Arquitetura, a arquiteta e urbanista precisou superar desafios que iam além do mercado: vinda da favela, sem referências familiares no empreendedorismo e sem portas abertas, aprendeu desde cedo que conhecimento, posicionamento e constância seriam suas maiores ferramentas para conquistar espaço e respeito.
“O que me move diariamente é o impacto real da arquitetura na vida das pessoas”, garante.
Cada projeto representa uma transformação concreta, espaços que transmitiam insegurança se tornam lares e ambientes capazes e ambientes capazes de mudar rotinas, emoções e histórias. Seu trabalho une funcionalidade, bem-estar, identidade e qualidade de vida, criando ambientes que acolhem e potencializam experiências humanas.
Entre tantas conquistas, a formatura ocupa um lugar central em sua trajetória. Filha de nordestinos, criada no Complexo do Alemão e primeira da família a conquistar um diploma, Rianna transformou esse marco em ponto de virada pessoal e profissional. Sua história é definida por uma palavra: coragem.
E é dessa forma que ela hoje inspira outros empreendedores a persistirem e se posicionarem com verdade no mercado.
Para acompanhar o trabalho de Rianna Peixoto e conhecer seus projetos, siga o Instagram: @riannapeixotoarquitetura ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98688-8896
Josy Guimarães: quando a fotografia se torna memória viva
A trajetória de Josy Guimarães na fotografia começou em 2011, impulsionada pela maternidade e pelo desejo profundo de preservar memórias
Casada e mãe da Ester, ela descobriu na câmera fotográfica uma forma sensível de transformar momentos em histórias que perduram.
Com olhar técnico e afetuoso, Josy se destacou em ensaios familiares, eventos, marca pessoal e fotografia profissional — sempre guiada pela autenticidade de cada pessoa que registra.
Suas maiores conquistas são os clientes que retornam, ano após ano, reafirmando a confiança em seu trabalho.
“Registrar pessoas é registrar histórias. Cada clique é um fragmento de vida que merece ser lembrado com verdade, afeto e autenticidade.”
Em uma fase madura da carreira, ela foca em ensaios de marca pessoal e profissionais, sem abrir mão das famílias, que seguem sendo o coração da sua arte.
Para acompanhar o trabalho de Josy, siga o perfil no Instagram: @mariposafotografia, ou entre em contato pelo e-mail mariposafotografia.contato@gmail.com e pelo WhatsApp: (21) 98333-2273
Networking, negócios e histórias inspiradoras: como foi o evento da campanha de 30 anos da Utilità
A Utilità celebrou mais uma edição da campanha de seus 30 anos com um evento especial realizado no dia 27 de março, no auditório do Américas Business Avenue, no Recreio. O encontro reuniu empreendedores, profissionais e empresas parceiras em uma tarde marcada por conexões, geração de negócios e valorização de trajetórias inspiradoras.
A ocasião também marcou o lançamento de uma edição especial da Revista Digital Utilità, dedicada ao mês da mulher e às histórias de empreendedoras que vêm se destacando em suas áreas de atuação, com destaque para as embaixadoras do mês de abril, Moema Baptista e Jô Braga, sócias da Cuidare Barra RJ.
Jô Braga esteve presente no evento representando a empresa, participando ativamente das dinâmicas e fortalecendo conexões ao longo da programação. Já Moema Baptista, também embaixadora do mês, integra a liderança da Cuidare, empresa que há mais de oito anos atua no cuidado de pessoas, oferecendo assistência humanizada e especializada. As sócias foram destaque na capa da revista.
Edição especial em homenagem às mulheres
A edição comemorativa da revista digital foi apresentada durante o evento e reuniu histórias de empreendedores que vêm construindo suas trajetórias com propósito, dedicação e impacto. Entre os participantes estão Ana Paula Reis, Samia Sayão, Bruna Marques, Bruna Pullig, Fabia Moreira, Gisele Salles, Cícera Rodrigues, Isabelle Batista, Jessica Esteves, Karen Carvalho, Luciene Carvalho, Luiza Saturnino, Janine Alcure e Andreia Xavier, Marília Marques, Rosana Figueiredo e da MRX Soluções em Condomínios.
“Esta edição representa um encontro de histórias e experiências que merecem ser contadas e eternizadas, reforçando a proposta da Utilità de valorizar trajetórias reais e fortalecer o empreendedorismo por meio da comunicação e das conexões”, destacou Daniela Andrade, jornalista, publicitária e idealizadora da Utilità, atualmente uma rede de negócios.
Lançamentos e apresentações
A programação contou ainda com uma apresentação especial de Fernanda Sampaio da List Knit, que destacou a importância da imagem para posicionamento de marca pessoal.
O Grupo RM Negócios também participou com uma apresentação da colaboradora Mylena Hipólito, reforçando a importância das parcerias estratégicas e do fortalecimento do ecossistema empreendedor. E ofereceu uma oportunidade especial para os participantes que desejam produzir seus podcasts.

Networking, Feira de Negócios e Feira de Sabores
Ao longo do evento, Daniela Andrade conduziu a programação com dinâmicas de networking que estimularam conexões reais entre os participantes. A Feira de Negócios reuniu diversas marcas e profissionais, entre eles VN Collettiva, Cátia Braulio, Clea Silva, Lucy Mélo, Geise Coimbra Acessórios Finos, Anderson Duarte RJ, Telúrica Beleza, Cuca By Hand, Velas para Massagem, List Knit, Use Fiorella Oficial, DT Aromas, 111 by List, Ative Life Terapia, Agência Comunikaê, Espaço Harmonia Shiatsu, Revista Elas & Fatos, Conta Uma, Grupo RM Negócios, Massoterapia Jaque, Glenio Machado, Espaço Maya Almeida, Cátia Vita, Emi Moraes, Dra. Gisele Teodoro e Dra. Salete Cabral.
Já a Feira de Sabores trouxe experiências gastronômicas com as empresas Pitadinha de Sal e Mel, Dita Bendita, Iguarias Brasil e Nutrilite, que contribuíram para tornar o momento ainda mais acolhedor e sensorial. O evento contou também com um coffee break preparado por Daniela Andrade e Rosângela Garcia, com apoio da M. Aluguéis e da Gota D’Água Locações.
Repórter por um dia e cobertura com drones
Um dos destaques da programação foi a ação “Repórter por um dia”. Nesta edição, Suane Gomes inovou ao levar sua empresa de drones, realizando imagens aéreas do evento e trazendo um novo olhar para a cobertura, ampliando as possibilidades de registro e divulgação. A cobertura contou ainda com a participação de veículos e comunicadores parceiros, como a Revista Elas & Fatos e o portal Conta Uma, que registraram entrevistas, bastidores e momentos marcantes do encontro.
Mimos e homenagens
As participantes da revista e as embaixadoras foram presenteadas com mimos da Dolce di Caliari e embalagens personalizadas da Dzy Artes. A embaixadora Emi Moraes também distribuiu quartzos com mensagens inspiradoras, fortalecendo o clima de acolhimento e conexão. Já Juliana Favorin, da DJG 3D, enviou diretamente de São Paulo um porta-batom para cada empreendedora participante do evento, em homenagem ao mês da mulher.
Embaixadoras Utilità
Ao longo da campanha de 30 anos, a Utilità vem contando com embaixadoras que representam diferentes áreas e fortalecem a rede de conexões do projeto. Entre elas estão Cátia Vita, Emi Moraes, Gisele Teodoro, Sâmela Cavalcanti, Dra. Salete Cabral, Moema Baptista e Jô Braga — profissionais que contribuem ativamente para ampliar a visibilidade de negócios e incentivar o empreendedorismo feminino por meio da troca e da colaboração.
Participe do próximo evento
Para participar do próximo evento e divulgar sua história na revista digital da Utilità, entre em contato com Daniela Andrade:
http://bit.ly/whatsappdanielaandrade
Acompanhe também os bastidores e novidades pelos perfis:
https://www.instagram.com/danielaandradecomunicacao/
https://www.instagram.com/suaredeutilita/https://www.instagram.com/suaredeutilita/
Serviço:
Espaço do evento: Américas Business Avenue
Apoio: Grupo RM Negócios
Produção do evento: Daniela Andrade
Fotografia e vídeos: Mariposa Fotografia e Dzy Artes
Mesa posta coffee break: Andrea Menezes Buffet
Curadoria da feira de negócios e sabores: Silvia Bastiana Assessoria
Cabelo e make: Ana Matos Make
Cobertura do evento: Conta Uma, Revista Elas & Fatos e RMN Drones
Assessoria de imprensa: @rafatayao
Greyce Anne Tardelli: maturidade emocional como base para empreender e cuidar
Com mais de 30 anos de atuação, Greyce Anne construiu uma trajetória dedicada ao cuidado emocional e ao fortalecimento de mulheres. Psicóloga, empreende com propósito, ajudando profissionais, especialmente mulheres bem-sucedidas, a atravessarem crises, transições e rupturas com mais clareza, autonomia e dignidade emocional.
“O maior desafio ao longo do caminho foi aprender a não se abandonar enquanto cuidava dos outros”, afirma a psicóloga.
Durante muitos anos, sustentou responsabilidades e estruturas que exigiam força constante, mas pouco espaço para acolher as próprias emoções.
Desse processo, nasceu um aprendizado essencial: não existe sucesso verdadeiro sem coerência emocional. Hoje, ela empreende com mais consciência, limites claros e escolhas alinhadas aos seus valores.
Greyce Anne se inspira em mulheres que aparentam força, mas chegam emocionalmente exaustas. Com uma abordagem que integra a Terapia Sistêmica e a Terapia Cognitivo Comportamental, oferece suporte em momentos de crise e transição.
Sua própria história, com todas as dores vividas, transformou-se em recurso terapêutico e instrumento de cura para outras mulheres.
Para acompanhar o trabalho de Greyce Anne, siga o perfil no Instagram: @psicologa.greyceanne ou entre em contato pelo telefone/WhatsApp: (21) 98124-0116.
Ciclos de violência silenciosa na infância: como romper?
A violência que marca tantas histórias na vida adulta raramente começa ali. Ao longo da minha trajetória profissional, tenho observado que ela costuma ser construída muito antes, nos vínculos afetivos, nos modelos de cuidado e nos silêncios que cercam a infância.
Em um país onde os índices de violência contra mulheres permanecem alarmantes, com registros oficiais apontando, no último ano, cerca de quatro mortes por dia, cresce a urgência de olhar para a origem desses ciclos: lares e ambientes onde crianças crescem sem afeto, limite, respeito e são abandonadas.
Vejo que a falta de atenção e de cuidados essenciais no desenvolvimento infantil está, frequentemente, associada à chamada pobreza afetiva, à sobrecarga dos cuidadores e à dificuldade de acesso à informação ou à saúde mental. Esse tipo de negligência emocional não se restringe a contextos de vulnerabilidade socioeconômica: também se manifesta em famílias com maior estabilidade material, nas quais o cuidado afetivo acaba sendo substituído por rotinas, exigências ou pela ausência de escuta, configurando formas silenciosas de violência, muitas vezes sem marcas visíveis.
Como psicopedagoga, constato, na prática escolar, que a violência vivida nesse ambiente (ainda que menos visível do que aquela que ocorre dentro de casa) é igualmente devastadora. Acredito que o espaço da escola precisa ser seguro para que a criança aprenda não apenas conteúdos, mas também vínculos, respeito e autoestima. Quando há agressões, exclusões ou negligência afetiva, o processo de aprendizagem é interrompido, pois o sofrimento passa a ocupar o lugar da atenção e da criatividade. Por isso, considero essencial promover conversas nas escolas e investir na formação emocional dos professores.
Percebo que sinais de sofrimento emocional podem aparecer de forma simbólica nos desenhos, nas brincadeiras e na fala das crianças. Desenhos escuros, figuras incompletas ou temas recorrentes de agressividade podem indicar a necessidade de atenção e olhar atento. Em alguns casos de violência sexual, podem surgir conteúdos sexualizados ou inadequados à idade nos desenhos e nas brincadeiras, o que exige avaliação cuidadosa de profissionais especializados.
Brincadeiras em que surgem dor, castigo ou submissão, assim como frases “se eu sumisse, ninguém ia notar”, costumam funcionar, a meu ver, como pedidos de socorro simbólicos, indicando a necessidade de uma atenção qualificada.
É urgente barrar a violência contra o público infantojuvenil e romper esse ciclo para proteger as futuras gerações, tendo em vista que crianças expostas a ambientes violentos podem crescer achando que aquilo é “normal” e reproduzirem isso em suas relações futuras. Afirmo que somente o afeto e a intervenção consciente quebram esse ciclo.
Em casos de suspeita de abuso, é fundamental agir sem acusar ou confrontar, abrindo espaço para o diálogo por meio de perguntas acolhedoras. Contar histórias que abordem situações de violência, perguntar se a criança ou o adolescente conhece alguém que passe por esse tipo de situação e criar conexão com os personagens são estratégias que fazem a diferença. E frases que ofereçam proteção, como “se houver algo difícil acontecendo, você pode me contar, estou aqui, sem pressa”, ajudam a promover um ambiente de confiança.
Procurar ajuda profissional imediatamente e acionar os canais oficiais de denúncia, como o Disque 100 (Disque Direitos Humanos), o Conselho Tutelar e o Ministério Público, são importantes. Escolas, postos de saúde, igrejas e comunidades também podem atuar como pontos de atenção, acolhimento e encaminhamento. A ajuda deve vir sem medo nem vergonha. Pedir ajuda é proteger.
* Por Paula Furtado, psicopedagoga, escritora infantil, palestrante e contadora de histórias.
Férias: cantinho de leitura é atividade divertida e educativa
Veja como montar um cantinho de leitura acolhedor e aproveite as férias para incentivar o interesse pelos livros desde cedo.
A leitura é um hábito saudável para a vida toda e quanto mais cedo for incentivado, melhor! Uma ótima forma de fazer isso é dedicar um espaço especial para os livros e para a hora das histórias. Por isso, separamos algumas dicas de como montar um cantinho da leitura em casa, uma atividade simples e educativa para fazer com as crianças durante as férias. Confira e saiba como deixar o cantinho da leitura do seu filho mais atrativo e acolhedor, além de aproveitarem esse momento juntos de forma leve e longe das telas!
1. Conforto é tudo!
Ao montar um cantinho da leitura, a palavra de ordem é conforto! Se não for possível criar um ambiente no próprio quartinho, escolha um local que seja sereno e bem iluminado e o torne o mais acolhedor possível para incentivar o amor pelos livros. E tem algo mais confortável do que pufes fofinhos, almofadões ou futons para se jogar na leitura?
Versátil e prático, o colchonete infantil tamanho master da Biramar Baby é uma ótima opção para quem tem um bom espaço disponível. Ele é perfeito, inclusive, para os momentos de leitura compartilhada. Sim, utilizar o cantinho da leitura com o seu filho será um grande incentivo para que ele tenha prazer com esse hábito, além de fazer com que esse tempo seja importante para fortalecimento do vínculo entre vocês.
2. Aposte no lúdico
Para espaços menores, abuse das almofadas e não se esqueça do tapete para decorar, proteger a criança do piso e ainda a delimitar o cantinho da leitura. As opções lúdicas podem ajudar a deixar o ambiente ainda mais divertido e atrativo para os pequenos.
“Outro item queridinho dos cantinhos de leitura são as cabaninhas de piso ou tipo dossel, aquelas presas no teto. Além do toque charmoso na decoração, elas mexem bastante com o imaginário das crianças”, afirma Thayane Ramalho, diretora de criação da Biramar Baby, tradicional fábrica de enxovais e artigos para bebês e crianças.
3. Decore com brinquedos e pelúcias
Para deixar o cantinho da leitura com a carinha do bebê ou criança, uma dica é decorar com alguns brinquedos e bichinhos de pelúcia que já fazem parte do dia a dia da família. Atenção apenas para não exagerar e tirar a atenção do objetivo principal que é ler!
Para além das prateleiras, cestos ajudam a organizar tantos os brinquedos quanto os livros e a manter tudo ao alcance das crianças. Outra vantagem é que eles não ficam restritos apenas ao ambiente destinado à leitura. Sim, a ideia é que a criança possa carregar os seus títulos favoritos para os mais diferentes locais onde deseje ler.
Outra alternativa ideal para tornar o cantinho da leitura confortável, lúdico e funcional são os pufes infantis confeccionados em pelúcia. Os motivos de animais são os mais comuns. “É uma peça versátil, que também pode servir para os momentos de descanso e brincadeiras ou até mesmo como mesinha de apoio para os livros. Também é fácil para transportar e transformar qualquer espaço da casa em um cantinho da leitura!”, afirma Ramalho.
Outras dicas que vão ajudar a criar uma história de amor entre as crianças e os livros:
– Incentive a autonomia e deixe os livros sempre ao alcance das mãos dos pequenos. Em prateleiras, mantenha as capas viradas para frente.
– Levar os livros à boca, rasgar e morder são comuns no caso dos bebês! Tudo isso faz parte do início da experiência de ler, relaxe!
– Capriche nas escolhas dos títulos infantis. Há, inclusive, opções de clubes de livros que oferecem essa curadoria, disponibilizando leituras de acordo com a idade do bebê.
Sobre a Biramar Baby
A Biramar Baby & Kids é uma tradicional fábrica de enxovais e artigos para bebês e crianças, com sede em Ibitinga, no interior de São Paulo. Há 40 anos no mercado, a empresa se destaca pela confecção de kits completos para berços, roupas de cama para solteiros, além de roupas e acessórios infantis.
A Biramar Baby é pioneira no segmento, oferecendo uma linha completa de roupinhas e complementos que coordenam perfeitamente com os enxovais, unindo qualidade, conforto e estilo em cada peça.