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A história de Erica Costa no empreendedorismo começou após a maternidade, quando decidiu desacelerar a rotina no mercado corporativo, no qual atuava com sua formação em Jornalismo e pós-graduação em Marketing
Em busca de mais presença na vida do filho e de um propósito maior, encontrou na fotografia um novo caminho. Empreender em home office trouxe desafios diários, principalmente na conciliação dos papéis de mãe, esposa e profissional.
Com o tempo, aprendeu que produtividade está mais ligada ao equilíbrio do que à perfeição, desenvolvendo disciplina, flexibilidade e autocompaixão.
“Meu trabalho vai além da fotografia: é sobre reconexão.”
Erica ajuda mulheres a se enxergarem com mais amor, confiança e força, seja na vida pessoal ou profissional. Um dos marcos da sua trajetória foi uma premiação internacional, que reforçou sua confiança e validou seu caminho.
Hoje, ela se define como a fotógrafa de todas as fases da vida da mulher, eternizando momentos e fortalecendo identidades.
Para acompanhar o trabalho de Erica e agendar um horário para viver essa experiência, siga o perfil no Instagram: @ericacosta.fotografia.
Jornalismo além da redação: a base invisível da boa comunicação
Nem sempre o jornalismo se apresenta de forma óbvia. Ele não está restrito às redações tradicionais, às manchetes ou aos grandes veículos de imprensa
Muitas vezes, ele se revela de maneira mais sutil — em conteúdos bem estruturados, em textos que informam com responsabilidade e em mensagens que respeitam a inteligência de quem lê.
A formação em jornalismo, por si só, oferece mais do que um diploma. Ela constrói um olhar. Um modo de pensar que prioriza a apuração, a organização das informações e o compromisso com a clareza. É um exercício constante de entender antes de comunicar, de contextualizar antes de opinar.
Com o tempo — especialmente na prática da comunicação corporativa, do marketing de conteúdo e da assessoria — fica evidente que o diferencial não está apenas na criatividade ou na frequência de publicação.
Está no método. Na capacidade de transformar informação em algo compreensível, relevante e confiável. Em um cenário onde produzir muito parece ser mais importante do que produzir bem, o jornalismo ressurge como um filtro necessário. Ele lembra que conteúdo não é apenas presença, mas propósito. Que escrever não é apenas ocupar espaço, mas construir sentido.
A lógica do volume, tão comum nas estratégias digitais atuais, muitas vezes ignora o essencial: quem está do outro lado. O jornalismo, por outro lado, nasce exatamente dessa preocupação. Ele considera o público, respeita o tempo de leitura e valoriza a precisão.
Mesmo que o mercado tenha mudado e os formatos tenham se multiplicado, as habilidades desenvolvidas pelo jornalismo permanecem fundamentais. Saber apurar, selecionar, organizar e comunicar bem nunca foi tão importante — especialmente em um mundo saturado de informações.
No fim, o jornalismo pode até não estar mais no centro das atenções como antes. Mas sua essência continua sendo o que sustenta toda comunicação de qualidade. E talvez seja justamente por isso que ele segue indispensável — mesmo quando não é nomeado.
Eu sou Daniela Andrade e há 30 anos divulgo negócios e conecto pessoas. Editora da revista Utilità e do portal utilitaonline.com.br, apresentadora do UtilitàCast e criadora do método “O Poder da Comunicação”. Jornalista e publicitária de formação, já mentorei mais de 350 empreendedoras, e ajudo-as a se posicionarem com clareza e autoridade e a se comunicarem de forma estratégica.
* Para acompanhar o trabalho é só seguir o perfil no Instagram:
@danielaadradecomunicacao. Se quiser se conectar, envie mensagem para o WhatsApp: (21) 99915-1380.
Kelly Beltrão: resiliência e comunicação construindo grandes histórias
A jornalista e empresária Kelly Beltrão construiu sua trajetória empreendedora movida por resiliência, visão e ação
Após perder o emprego no Ministério da Agricultura e terminar um noivado em Brasília, chegou ao Rio de Janeiro sem perspectivas, mas com o desejo de recomeçar. Foi a partir do amor pelo jornalismo que nasceu a KB Comunicação, empresa de assessoria de imprensa, com quase 13 anos de atuação no mercado.U
m dos momentos mais marcantes dessa trajetória foi a inauguração oficial da nova sede da KB, em 11 de dezembro de 2025. O sonho, desenhado em maio do mesmo ano, tornou-se realidade com a conquista de um espaço de 100 metros quadrados, reunindo assessoria de imprensa, cobertura de eventos e, em breve, estúdio de podcast e marketing digital, além de um ambiente pensado para networking, cursos e eventos.
Hoje, a KB Comunicação se destaca por unir assessoria de imprensa, cobertura de eventos e transmissões ao vivo, oferecendo aos clientes visibilidade, credibilidade e relacionamento com a mídia em todo o Brasil. Kelly define sua trajetória como uma história de muita luta e sucesso construída com esforço, planejamento estratégico e conexão com pessoas.
A empresa conta com nove profissionais na equipe, que são engajados e vestem a camisa, sendo 8 jornalistas e um advogado, seu marido e sócio Raphael Castro, que a incentivou a sair do home office e está ao seu lado em todos os momentos.
Para o futuro, sua meta é clara: em cinco anos ocupar um andar inteiro e consolidar a KB Comunicação como uma das maiores agências de comunicação do Brasil.
“Amo ver o brilho no olhar do cliente quando ele sai na mídia! É isso que me move todos os dias.”
A mensagem que deixa para quem deseja empreender é: acredite nos seus sonhos, estabeleça metas, estude sempre, cuide do emocional, conecte-se com pessoas e, acima de tudo, coloque a mão na massa.
A KB Comunicação é uma assessoria de imprensa estratégica que conecta histórias à mídia, gera visibilidade, constrói credibilidade e transforma posicionamento em resultado.
Para acompanhar o trabalho da KB Comunicação, siga o perfil no Instagram: @kbcomunicacao, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98115-8369.
E-mail: kbcomunicacao1@gmail.com
Endereço: Av. Almirante Júlio de Sá Bierrembach, 200 – Bloco Atlantic – Salas 401, 417 e 418 – Barra da Tijuca
Isabelle Danelo: referência em marketing digital e eventos
Desde muito jovem, Isabelle Danelo mostrou seu espírito empreendedor
Aos 11 anos, começou a vender produtos para realizar seus próprios sonhos e, aos 13, já comercializava camisetas personalizadas para todo o Brasil, impulsionada pelo poder da internet
Foi nesse momento que descobriu sua verdadeira paixão: a comunicação e o marketing. Formada em Jornalismo e Publicidade, Isabelle fundou, ainda na faculdade, a ComunikAê, agência de comunicação especializada em redes sociais e cobertura de eventos. Em menos de um ano, já liderava sua própria equipe.
Hoje, com quase sete anos de atuação, a ComunikAê conta com uma base sólida de clientes e diversos projetos de destaque.
“Transformo ideias em conexões que inspiram”, afirma.
Isabelle se encontrou na produção de conteúdo e na cobertura de eventos, tendo atuado em grandes nomes como Rock in Rio, Expo Noivas e Expo Síndico, além de criar conteúdo para marcas como Coca-Cola, Postos Petrobras e Faber-Castell.
Atualmente, também é consultora de marketing de conteúdo do Sebrae. Para saber mais sobre o trabalho de Isabelle, entre em contato pelo número: (21) 98294-8380, e siga os perfis no Instagram: @isabelledanelo e @agenciacomunikae
Redações latino-americanas traçam caminhos mais seguros para jornalistas mulheres
Após o fechamento do respeitado veículo guatemalteco elPeriódico, em maio de 2023 — depois de uma perseguição prolongada contra seu fundador, José Rubén Zamora —, alguns de seus jornalistas decidiram continuar o trabalho que marcou a publicação
“Eles tentaram nos silenciar, mas não conseguiram”, disse Gerson Ortiz, o último editor-chefe do elPeriódico, à LatAm Journalism Review (LJR) em julho de 2024. “Eles encerraram o elPeriódico, mas o jornalismo na Guatemala continua vivo.”
Ortiz, junto com a então diretora Julia Corado, lançou o eP Investiga em abril de 2024 — um veículo investigativo inspirado no jornalismo ambicioso e crítico de seu antecessor. Contudo, os desafios surgiram de imediato, e os obstáculos foram ainda maiores, pois ambos foram obrigados a codirigir o veículo a partir do exílio.
Uma repórter foi agredida por um advogado investigado por suposta fraude fiscal. E o site saiu do ar após um ataque de bots enquanto a equipe cobria a prisão de uma defensora dos direitos humanos no país vizinho, El Salvador.
A direção do veículo afirmou que a resposta das autoridades foi insuficiente ou até agravou os danos, expondo o quão pouco preparada estava a pequena equipe para enfrentar tais ameaças.
“Como somos um veículo novo, com uma redação enxuta, ainda temos pendências a resolver, como estabelecer protocolos de segurança e definir como reagir em caso de emergência”, contou à LJR uma das editoras, Shirlie Rodríguez.
Atenta a isso, a equipe do eP Investiga inscreveu-se para participar do programa “Salvaguardando Vozes Femininas: Aprimorando Estratégias de Segurança com Recorte de Gênero nas Redações”, uma iniciativa de um ano concebida para ajudar veículos a fortalecer suas medidas de segurança e lidar com os riscos específicos enfrentados por jornalistas mulheres. O eP Investiga foi um dos apenas três veículos da América Latina e Caribe selecionados.
A group of people in front oEquipe do meio guatemalteco eP Investiga, um dos três veículos da América Latina e do Caribe que fazem parte da iniciativa “Safeguarding Women’s Voices”. (Foto: Cortesia) O programa, administrado pela International Women’s Media Foundation (IWMF) e pela UNESCO, reúne 11 veículos de todo o mundo. Segundo a IWMF, os outros dois veículos latino-americanos preferiram não ter seus nomes divulgados.
Os participantes recebem apoio personalizado para desenvolver protocolos de segurança adaptados às ameaças que enfrentam — sejam elas de âmbito nacional ou ligadas à cobertura diária —, explicou à LJR a gerente do programa, Angelica Mayor.
A iniciativa começa com avaliações das vulnerabilidades de cada redação e das medidas de proteção já existentes, seguidas de grupos focais com as equipes participantes e colaboradores freelancers, além de treinamentos em segurança física e digital.
As necessidades variam bastante. Alguns veículos sofrem intimidação de autoridades públicas; outros lidam com desafios logísticos e jurídicos de operar além-fronteiras, como é o caso das redações no exílio, a exemplo do eP Investiga.
“Quando falamos de jornalistas no exílio, há muita compartimentalização, pois trabalham com colegas que ainda estão no país, enquanto outros estão fora, deixando a redação em situação bem precária”, disse Mayor.
Apesar dessas particularidades, as conversas iniciais permitiram à equipe do programa identificar padrões globais. Um deles envolve ameaças de agentes estatais, mais especificamente a vigilância sobre as redações. Grupos criminosos também vigiam, agora utilizando drones, assim como fazem os agentes estatais.
As redações também enfrentam assassinatos, extorsão e exposição a áreas de conflitos (cobertura de tiroteios, ataques etc.). No campo digital, contou Mayor, há inúmeros casos de phishing (alguns mais sofisticados que outros), ataques a sites e redes sociais, além de vigilância online. Casos envolvendo o spyware Pegasus e outros softwares estão entre as maiores preocupações.
“Muitas redações não têm uma estrutura de comunicação segura”, explicou Mayor, incluindo aí a proteção do contato com fontes. “Portanto, estamos trabalhando para garantir que usem autenticação de dois fatores, que reconheçam quando dispositivos pessoais são usados para o trabalho e como isso pode comprometer pessoas devido às informações armazenadas nesses dispositivos.”
Alguns veículos têm seus endereços físicos vinculados ao do jornalista ou editor, o que aumenta o risco de doxxing e até de violência física. “Também há o assédio online como tática para desencorajar a cobertura e isso atinge de forma predominante — ou desproporcional — jornalistas mulheres e profissionais de grupos marginalizados, o que desestimula ainda mais o trabalho jornalístico”, afirmou Mayor.
De fato, um estudo global de 2021 apontou que 73 % das jornalistas entrevistadas relataram ter sofrido assédio online em algum momento por causa de seu trabalho. Além disso, os ataques foram mais intensos contra mulheres que se identificavam como indígenas ou negras.
Esses casos levam à autocensura e até ao abandono da profissão por parte de mulheres. É justamente por isso que a iniciativa busca protegê-las. “O programa contempla todos os gêneros, mas sempre aplicamos um olhar sensível a gênero porque […] nossas pesquisas mostram que jornalistas mulheres e não bináries recebem mais ameaças por conta de sua identidade”, disse Mayor.
Rodríguez concorda; ela também observa que os ataques direcionados às mulheres da equipe tendem a ser sexualizados e misóginos — agressões que acabam levando ao abandono do jornalismo. Rodríguez cita o caso de violência física contra sua colega como particularmente “chocante”. Além da agressão em si, preocupava-os a falta de clareza, dentro da redação, sobre quais protocolos seguir e onde buscar assistência jurídica.
Algo semelhante ocorreu com um ataque digital, que deixou o site fora do ar por pelo menos seis horas. A equipe técnica detectou “atividade incomum de bots” originada dos Estados Unidos e de El Salvador — justamente no momento em que cobriam a detenção da defensora de direitos humanos Ruth López em El Salvador.
“Os riscos são maiores para as mulheres. Os ataques são dirigidos violentamente à pessoa delas — como indivíduos”, afirmou Rodríguez. “Com esta iniciativa, esperamos estar mais preparadas para lidar com esses problemas.”
Jornalismo além da redação: a base invisível da boa comunicação
Nem sempre o jornalismo se apresenta de forma óbvia. Ele não está restrito às redações tradicionais, às manchetes ou aos grandes veículos de imprensa. Muitas vezes, ele se revela de maneira mais sutil — em conteúdos bem estruturados, em textos que informam com responsabilidade e em mensagens que respeitam a inteligência de quem lê.
A formação em jornalismo, por si só, oferece mais do que um diploma. Ela constrói um olhar. Um modo de pensar que prioriza a apuração, a organização das informações e o compromisso com a clareza. É um exercício constante de entender antes de comunicar, de contextualizar antes de opinar.
Com o tempo, especialmente na prática da comunicação corporativa, do marketing de conteúdo e da assessoria, fica evidente que o diferencial não está apenas na criatividade ou na frequência de publicação. Está no método. Na capacidade de transformar informação em algo compreensível, relevante e confiável.
Em um cenário onde produzir muito parece ser mais importante do que produzir bem, o jornalismo ressurge como um filtro necessário. Ele lembra que conteúdo não é apenas presença, mas propósito. Que escrever não é apenas ocupar espaço, mas construir sentido.
A lógica do volume, tão comum nas estratégias digitais atuais, muitas vezes ignora o essencial: quem está do outro lado. O jornalismo, por outro lado, nasce exatamente dessa preocupação. Ele considera o público, respeita o tempo de leitura e valoriza a precisão.
Mesmo que o mercado tenha mudado e os formatos tenham se multiplicado, as habilidades desenvolvidas pelo jornalismo permanecem fundamentais. Saber apurar, selecionar, organizar e comunicar bem nunca foi tão importante — especialmente em um mundo saturado de informações.
No fim, o jornalismo pode até não estar mais no centro das atenções como antes. Mas sua essência continua sendo o que sustenta toda comunicação de qualidade. E talvez seja justamente por isso que ele segue indispensável — mesmo quando não é nomeado. Eu sou Daniela Andrade e há 30 anos divulgo negócios e conecto pessoas. Editora da revista Utilità e do portal utilitaonline.com.br, apresentadora do UtilitàCast e criadora do método “O Poder da Comunicação”. Jornalista e publicitária de formação, já mentorei mais de 350 empreendedoras, e ajudo-as a se posicionarem com clareza e autoridade e a se comunicarem de forma estratégica.
Débora Dallia: pioneirismo, coragem e visão, a história por trás da Seven Prime
Formada há mais de 20 anos em Jornalismo e com MBA em Marketing Digital, Débora Dallia iniciou sua trajetória como repórter, produtora e locutora de rádio
Ainda acadêmica, conquistou — ao lado de colegas — o Prêmio Nacional de Direitos Humanos de Jornalismo, com uma série de reportagens investigativas, além de produzir documentários exibidos em mostras no Brasil e no exterior.
Logo Débora foi convidada a assumir a gestão de uma universidade privada, onde liderou equipes, conduziu indicadores estratégicos e contribuiu para a transformação acadêmica e operacional da instituição.
Em 2011, decidiu empreender para estar mais presente na criação da filha. Assim nasceu a Seven Prime — uma agência pioneira no modelo remoto muito antes de o mercado falar em home office.
“Era desafiador permitir que os profissionais trabalhassem de seus próprios ambientes, com mais autonomia e qualidade de vida, e exigiu resiliência para educar o mercado”, relata Débora.
Hoje, ela segue à frente da agência, desenvolvendo estratégias digitais orientadas por dados e criatividade, impulsionando especialmente pequenos e médios empreendedores.
Para acompanhar o trabalho da Seven Prime, acesse o site: http://sevenprimecomunicacao.com.br/ ou entre em contato pelo WhatsApp: (27) 99269-3659
“Vem com a Jaque”: quando a comunicação desperta potenciais
A trajetória de Jaque Vasconcelos é marcada pela paixão por pessoas e histórias reais
Comunicadora nata, ela encontrou seu propósito ao se permitir sonhar novamente — e foi desse reencontro consigo mesma que nasceu o podcast Vem com a Jaque. Mais do que entrevistas, Jaque criou um espaço de acolhimento, escuta e protagonismo.
Em cada episódio, o convidado é colocado no centro da conversa, com liberdade para compartilhar vivências, desafios e conquistas de forma autêntica.
“Estar à mesa é mais do que participar do podcast. É um marco de posicionamento,onde cada pessoa pode se reconhecer, se fortalecer e ocupar lugar com verdade.”
Com um olhar sensível e humano, seu trabalho se dedica a ajudar mulheres a darem voz ao seu potencial e a se posicionarem com autoridade no mercado. Ao humanizar o digital, Jaque mostra que é possível crescer, se comunicar e gerar impacto sem perder a essência.
Para acompanhar o trabalho de Jaque Vasconcelos, siga o perfil no Instagram: @vemcomajaquee, no YouTube: Vem com a Jaque Podcast, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98001-6915.
Jornalista Rafa Tayão: uma trajetória guiada pela missão de transformar vidas
Com 18 anos de experiência em comunicação, a jornalista Rafa Tayão construiu uma trajetória guiada pela missão de transformar vidas por meio da informação.
À frente de sua assessoria de imprensa, posiciona clientes como fontes nos principais veículos do país, ampliando vozes e construindo autoridade, especialmente de mulheres que buscam protagonismo e reconhecimento.
Mãe e empreendedora, equilibra reuniões, estratégias e prazos com a rotina intensa da maternidade. Entre desafios e aprendizados diários, encontrou na própria vivência a força para defender que é possível ocupar espaços de poder sem abrir mão da própria história.
“Para mim, comunicar é mais do que divulgar: é gerar impacto, conexão e legado. ”
Se você quer aumentar sua autoridade, use a imprensa para isso.
Para acompanhar o trabalho de Rafa Tayão, siga o perfil no Instagram: @rafatayao, @revistaelasefatos entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99763-1729.
A história de Daniela Andrade: jornalista, publicitária e fundadora da Utilità
Há 30 anos, Daniela Andrade divulga negócios e conecta pessoas. Como fundadora e editora de um veículo de comunicação (revista impressa/digital e portal utilitaonline.com.br), há dez anos também começou a dividir seu conhecimento profissional palestrando em eventos e treinando equipes. Recentemente lançou um blog com histórias de empreendedorismo (clique aqui e leia).
Com 53 anos, filha mais velha de três irmãos e mãe de duas meninas, seus pais se mudaram para o Recreio em 1981, quando tudo ainda era mato e estrada de barro. A região era grande em extensão e pequena em população e desenvolvimento comercial. Agora em 2026, completa 45 anos vivendo e amando esse lugar.
Daniela faz parte de uma família de educadores: mãe, tios, primos, e — talvez por herança e influência — na adolescência fez curso de formação para professora e embarcou na educação infantil, dando aula para crianças por sete anos. Enquanto era professora, também fazia faculdade de Comunicação Social, com especialização em publicidade e jornalismo.
Em 1996, ainda na faculdade, acompanhou o boom de desenvolvimento da região oeste e percebeu a dificuldade que os moradores do Recreio tinham de encontrar serviços inaugurados no bairro. Foi aí que teve a ideia de criar um guia de serviços, uma revista impressa que reunia informações de vários empreendimentos locais — e que logo se tornou um dos principais veículos de comunicação local, passando a ser também um portal em 2008.
Utilità
Em 2016, além de divulgar os negócios na revista impressa e no portal da Utilità, percebeu que também ajudava os empreendedores com sua expertise em comunicação e gestão de negócios. Então resolveu estudar de que forma poderia se posicionar como uma profissional que ajudaria verdadeiramente outros empreendedores.
Fez diversos cursos, teve mentores e, enfim, formatou em 2017 uma solução: uma mentoria para mulheres empreendedoras. Nesses nove anos foi mentora de mais de 350 mulheres e realizou mais de 2 mil horas de mentoria, com foco na comunicação integrada, gestão comercial e planejamento estratégico.
Em 2020, também lançou seu primeiro podcast e, de lá para cá, foram mais de 350 entrevistados nos programas “O poder da comunicação”, “Conexão Dani” e “UtilitàCast”. Em setembro de 2025, lançou uma campanha de 30 anos da marca e da carreira. Entre as ações, um destaque para a produção de 15 revistas digitais da Utilità e 15 eventos, um a cada mês, além do lançamento do programa web TV Utilità, livros com o metódo criado por ela, “O poder da comunicação “, contando sua história e a de outros empreendedores.
Seja através da divulgação, da capacitação ou do networking, seu objetivo é ajudar a gerar mais visibilidade e autoridade para os clientes, ajudando-os a contar as suas histórias. Daniela acredita que a melhor história que alguém tem para contar é a sua!
Para acompanhar o trabalho dela é só seguir o perfil no Instagram:
@danielaadradecomunicacao. E se quiser se conectar envie mensagem para o WhatsApp: (21) 99915-1380.