Categorias
Amor & Sexo (10) Beleza (34) Carreira & negócios (92) Colunistas (23) Comportamento (25) Cultura (9) Festas e eventos (24) Gastronomia (11) Maternidade (31) Moda (26) Saúde & Bem-estar (72) Sem categoria (7)May Oliver: por uma vida com mais leveza e equilíbrio
A história de May Oliver no empreendedorismo nasceu de um momento de virada. Após seis anos atuando na saúde pública, em 2020 percebeu que ausência de doença não significa saúde
Ao adoecer e ver outras pessoas sem respostas para suas dores, decidiu buscar equilíbrio entre corpo e mente e encontrou na massoterapia seu propósito. Seu maior desafio foi transformar a mentalidade de quem busca apenas soluções paliativas.
Com o tempo, entendeu que seu trabalho é mostrar novos caminhos aos clientes, promovendo alívio, bem-estar e qualidade de vida. “O que me inspira são os resultados: cada dor cessada, cada movimento recuperado e cada cliente renovado”, afirma.
Os encontros com sua mentora Viviane Muri e seu mestre Toshiro Hishinuma foram marcos importantes que elevaram ainda mais a qualidade dos a qualidade dos seus atendimentos. Hoje, May atua como massoterapeuta clínica, ajudando pessoas a viverem com mais leveza e equilíbrio.
Para acompanhar o trabalho de May, siga o perfil no Instagram: @espacomayaalmeida, acesse o site: www.espacomayaalmeida.com.br, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97007-8713.
Autocobrança na maternidade: o preço silencioso de ter que dar conta de tudo
Existe uma ideia que atravessa a maternidade contemporânea de forma quase invisível, mas extremamente potente: a de que a mãe precisa dar conta de tudo, e dar conta bem
Não é só cuidar. É cuidar com presença, com paciência, com leveza, com consistência emocional. É estar disponível, mas também produtiva. É educar, trabalhar, amar, organizar, nutrir, acompanhar… sem falhar. E, se possível, fazendo tudo isso com um sorriso no rosto. O problema é que essa conta não fecha.
Na clínica, isso aparece de forma recorrente. Mulheres exaustas, mas que não se permitem reconhecer o próprio cansaço. Mães que chegam dizendo: “eu sei que não posso reclamar”, “tem gente em situação pior”, “eu escolhi isso”. Como se o sofrimento precisasse de autorização moral para existir.
A autocobrança na maternidade não nasce do nada. Ela é construída socialmente. Vivemos uma época que reforça ideais quase inalcançáveis: a mãe que trabalha como se não tivesse filhos e cria filhos como se não trabalhasse. Esse padrão não é humano é idealizado.
Do ponto de vista psicológico, essa dinâmica costuma gerar um estado constante de inadequação. Porque, inevitavelmente, em algum lugar, a mãe sente que está falhando. E isso alimenta um ciclo: quanto mais ela sente que não está sendo suficiente, mais ela se cobra. E quanto mais se cobra, mais distante fica de qualquer sensação real de suficiência.
Existe também um ponto importante que muitas vezes passa despercebido: a dificuldade de sustentar limites internos. A maternidade convoca entrega, mas não deveria exigir anulação. Winnicott, um pediatra e psicanalista inglês, já apontava que a “mãe suficientemente boa” não é a que acerta sempre, mas é aquela que cuida, falha, repara e, nesse processo, permite que o filho se desenvolva e se torne quem é.
Já acompanhei pacientes que, mesmo extremamente sobrecarregados, não conseguiam delegar tarefas simples. Não por falta de ajuda, mas por uma crença rígida de que “se não for eu, não vai ser bem feito”. Isso não é sobre controle, é sobre valor pessoal atrelado ao desempenho.
E aqui entra uma reflexão fundamental: quando o valor de uma mãe passa a depender do quanto ela consegue dar conta, qualquer limite passa a ser vivido como fracasso. E a consequência disso é silenciosa, mas profunda. A mulher começa a se desconectar de si. Perde a referência do próprio limite, da própria necessidade, do próprio tempo.
E, muitas vezes, só se percebe quando o corpo ou a mente começam a dar sinais mais claros: ansiedade, irritabilidade, culpa constante, sensação de estar sempre atrasada na própria vida.
É importante dizer: a maternidade não precisa ser vivida nesse lugar de exaustão permanente para ser válida. Existe um caminho mais saudável, que passa por reconhecer que dar conta de tudo não é um indicador de competência, é, muitas vezes, um sinal de sobrecarga.
Passa também por aceitar que falhas existem, que cansaço é legítimo e que pedir ajuda não diminui ninguém.
Talvez o ponto central seja esse: sair da lógica da perfeição e entrar na lógica do possível. Porque filhos não precisam de mães perfeitas. Precisam de mães reais. E uma mãe real é aquela que, inclusive, reconhece seus próprios limites, e, ao fazer isso, ensina algo muito mais valioso do que qualquer ideal de desempenho: ensina humanidade.
* Michele Silveira é Psicóloga (CRP 05/26445), mestre em Psicologia pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP), Logoterapeuta, especialista em transtornos de ansiedade e autora do livro “Ansiedade do Nosso Tempo: do Mecanismo de Sobrevivência ao Adoecimento Silencioso”.
Ao longo de mais de 25 anos, construiu um olhar próprio sobre a ansiedade na contemporaneidade, desenvolvendo, assim, um modelo de compreensão clínica denominado “Ansiedade Pré-Conquista”. Atende em sua clínica, no Vogue Square, Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Retirada de prótese de silicone cresce entre mulheres que colocaram implante aos 20 anos
Duas décadas depois do boom do silicone no Brasil, parte das pacientes busca naturalidade, leveza e uma nova relação com o próprio corpo
Nos anos 2000, colocar prótese de silicone era quase um rito de passagem para muitas jovens brasileiras. O Brasil se consolidava como um dos países que mais realizavam cirurgias plásticas no mundo, e o aumento de mama liderava os rankings.
Dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) mostram que o Brasil segue entre os três países com maior número de cirurgias mamárias realizadas anualmente. Ao mesmo tempo, cresce globalmente o número de procedimentos de retirada de implantes mamários — movimento que reflete não apenas questões médicas, mas também mudanças culturais e comportamentais.
Vinte anos depois daquele primeiro implante, muitas dessas mulheres estão com 40, 45 anos — e fazendo uma nova escolha. A cirurgiã plástica Dra. Pamela Massuia observa essa transformação no perfil das pacientes.
“Não é arrependimento. É maturidade. A mulher que colocou prótese aos 20 está em outro momento de vida aos 40. O corpo mudou, a rotina mudou, a percepção sobre si mesma também.”
Uma mudança que vai além da estética
Segundo a ISAPS, os procedimentos mamários continuam entre os mais realizados no mundo, mas há um crescimento consistente nas cirurgias de remoção ou troca de implantes. Especialistas associam o fenômeno a três fatores principais:
– Busca por naturalidade
– Mudança no padrão estético
– Informação ampliada sobre acompanhamento de próteses
Se no início dos anos 2000 o volume acentuado era símbolo de feminilidade e status estético, hoje a palavra-chave é proporção.
“A tendência atual é equilíbrio. Muitas pacientes relatam que não se identificam mais com o volume que escolheram aos 20 anos. Elas querem leveza, conforto, naturalidade”, explica Pamela.
O que leva uma mulher a retirar a prótese?
As motivações são variadas — e nem sempre clínicas. Entre os relatos mais comuns no consultório estão:
– Desconforto físico com mamas volumosas
– Mudanças após gravidez e amamentação
– Alteração no estilo pessoal
– Prática esportiva
– Sensação de peso
– Busca por estética mais discreta
Em alguns casos, há também questões médicas, como contratura capsular (endurecimento da cápsula ao redor da prótese) ou ruptura do implante. É importante esclarecer que próteses modernas não têm um “prazo de validade obrigatório”, mas exigem acompanhamento periódico com exames de imagem, especialmente após 10 anos de colocação.
“A retirada não é uma regra automática. Cada caso precisa ser avaliado com exame físico e exames de imagem. O que orientamos é acompanhamento regular e decisão consciente”, reforça a médica.
Mini-case: quando o corpo já não representa quem você é
Fernanda (nome fictício), 43 anos, colocou prótese aos 22. Na época, trabalhava com eventos e buscava um padrão estético mais volumoso. Duas décadas depois, após duas gestações e mudança de carreira, decidiu retirar. “Eu sentia que aquele corpo não conversava mais comigo. Não era sobre dor, era sobre identidade”, relata.
Segundo Pamela, esse tipo de relato é cada vez mais comum. “A cirurgia plástica acompanha fases da vida. A paciente amadurece, passa pela maternidade, pelo mercado de trabalho, por mudanças pessoais. É natural que a percepção corporal também evolua.”
A cirurgia de retirada é simples?
A remoção da prótese pode variar de complexidade dependendo do caso. Em algumas situações, realiza-se apenas a retirada do implante. Em outras, é indicada a remoção da cápsula (capsulectomia) ou associação com mastopexia (levantamento das mamas) para reposicionar o tecido mamário.
Em determinados casos, pode-se utilizar gordura da própria paciente para manter contorno e proporção.“Não é apenas retirar o implante. É entender como aquela mama ficará depois. O planejamento cirúrgico é fundamental para preservar harmonia e autoestima”, explica Pamela. Como qualquer cirurgia, há riscos inerentes ao procedimento, como sangramento, infecção e alterações cicatriciais. Por isso, a avaliação individual é indispensável.
Informação, não tendência
Apesar de ganhar visibilidade nas redes sociais, especialistas alertam que a retirada de prótese não deve ser encarada como moda. O acompanhamento adequado e o diálogo com o cirurgião são decisivos.
“Nem toda paciente precisa retirar o implante. Nem toda paciente que retira precisa colocar outro. O mais importante é que a decisão seja baseada em informação, exame e expectativa realista”, conclui a cirurgiã.
Mais do que seguir tendências, o movimento reflete uma geração que amadureceu — e que hoje entende que estética também é escolha consciente.
Além do look: qual cor de lingerie usar no Ano Novo?
Com a chegada das festas de fim de ano, é hora de pensar nos looks para celebrar o Réveillon e renovar as energias para o ano que começa. Além da roupa escolhida para a virada, um detalhe que faz toda a diferença é a cor da lingerie. Para muitas brasileiras, a tradição vai além da moda e carrega significados ligados a desejos e intenções para o novo ciclo que se inicia dia 1º de janeiro.
Entre as cores mais procuradas para atrair prosperidade está o amarelo, que simboliza dinheiro e sucesso. A tonalidade é ideal para quem deseja começar o ano com mais segurança financeira e novas oportunidades.
• Sutiã com Base e Bojo com Laço Marisa – R$ 29,99
• Calcinha Caleçon Renda Marisa – R$ 9,99
O branco, clássico do Réveillon, representa paz, harmonia e recomeço. A cor é perfeita para quem quer deixar para trás o que não faz mais sentido e iniciar o novo ano com leveza e boas energias.
• Sutiã de Renda Push Up Marisa – R$ 29,99
• Calcinha String Fio Dental Renda Marisa – R$ 15,99
Já o rosa está diretamente ligado ao amor e ao afeto. Apostar em lingeries nessa cor é uma forma de atrair relações mais verdadeiras, fortalecer laços e, também, cultivar o amor-próprio em 2026.
• Sutiã de Renda com Base Marisa – R$ 29,99
• Calcinha Biquíni Renda – R$ 15,99
Para quem deseja uma virada cheia de intensidade, o vermelho é a escolha certa. A cor simboliza paixão, desejo e energia para o novo ano.
• Sutiã Tomara que Caia Renda – R$ 29,99
• Calcinha Tanga Renda – R$ 15,99
Todas as peças estão disponíveis nas lojas físicas e no e-commerce da marca.
Clique aqui para visualizar todas as imagens em alta resolução!
Sobre a Marisa
Muito além de ser uma das maiores redes de moda feminina do Brasil, somos uma Companhia em transformação, com o propósito claro de vestir sonhos e fortalecer conquistas. Nosso compromisso é com a mulher brasileira da classe C — protagonista da nossa história — e com sua família, oferecendo moda acessível, atual e com significado.
Desde 1948, quando Bernardo Goldfarb iniciou essa trajetória, seguimos evoluindo com ousadia, simplicidade e atitude de dona. Hoje, reafirmamos nossa missão: estar próxima e íntima da mulher, dando acesso à moda com custo-benefício, como e onde ela quiser.
Nosso foco estratégico coloca a mulher no centro de tudo o que fazemos. Isso se reflete em um sortimento mais aderente aos seus desejos, em um visual merchandising mais acolhedor e em soluções que vão além da moda — como produtos financeiros que ampliam o acesso ao crédito e iniciativas voltadas ao seu bem-estar e à sua saúde.
Com um portfólio que atende também o público masculino e infantil, queremos ser a primeira opção de moda para a mulher brasileira de classe C e sua família. Investimos continuamente em tecnologia e inovação, com serviços como “Clique e Retire” e “Ship from Store”, que tornam a experiência de compra mais ágil, integrada e conveniente.
Nossos valores — mulher no centro, acolhimento, integração, respeito, simplicidade e atitude de dona — são os pilares que sustentam cada decisão, cada coleção, cada interação. Estamos construindo, com consistência e paixão, uma marca que representa, acolhe e empodera. Uma marca que entende que a moda é ferramenta de expressão, de autoestima e de conquista.