Beleza

Penteados para cabelos crespos: 5 inspirações para festas, da formatura ao casamento!

Quando o convite pede produção especial, os penteados para cabelos crespos se revelam aliados poderosos para transformar o visual sem abrir mão da autenticidade.

 

Seja para celebrar a formatura, brilhar como convidada de casamento ou protagonizar o próprio grande dia, há propostas que transitam entre o sofisticado, o moderno e o afetivo. A seguir, reunimos cinco ideias que equilibram elegância e personalidade. A lista aposta em acabamentos polidos, referências retrô e detalhes que elevam o look instantaneamente. Inspire-se!

 

• Rabo de cavalo baixo com risca central

 

Minimalista, o rabo de cavalo baixo com risca central é a definição de elegância sem esforço. A divisão precisa ao meio alonga o rosto e traz simetria ao visual, enquanto o comprimento pode ser usado tanto com definição máxima quanto com volume mais solto. Para casamentos e eventos formais, o segredo está no contraste entre a raiz alinhada e a textura natural dos fios. Um sérum de brilho finaliza o look com acabamento luminoso. Entre os penteados para cabelos crespos, é a opção ideal para quem prefere uma estética clean, mas ainda assim impactante.

 

• Bubble braids

 

As bubble braids seguem como queridinhas entre as fashionistas e não à toa. O penteado cria “gomos” ao longo do rabo de cavalo com a ajuda de elásticos espaçados, formando um efeito escultural e divertido. Nos cabelos crespos, o volume natural intensifica o desenho arredondado das bolhas, deixando o visual ainda mais interessante. Para festas de formatura ou aniversários, vale apostar em elásticos invisíveis para um acabamento sofisticado, ou investir em versões metalizadas e adornadas para um toque maximalista.

 

Risca lateral com grampos

 

Simples, mas com informação de moda, o penteado com risca lateral marcada e grampos aparentes transforma o visual em minutos. A lateralidade cria volume concentrado de um lado, enquanto os grampos, alinhados ou cruzados, funcionam como detalhe protagonista. A proposta é perfeita para quem quer manter os fios soltos, celebrando a textura natural, mas ainda assim deseja um elemento de styling que dialogue com o look da festa. Dourados, prateados ou com aplicações de pérolas, os acessórios elevam a produção e provam que os penteados para cabelos crespos podem ser tão versáteis quanto sofisticados.

 

Rabo de cavalo baixo com acabamento

 

Clássico com toque retrô, o rabo de cavalo baixo ganha sofisticação extra com o acabamento em finger waves na parte frontal. As ondulações marcadas, moldadas com gel e pente fino, criam um desenho delicado junto à testa e às têmporas, remetendo ao glamour das décadas de 1920 e 1930. Nos fios crespos, o contraste entre a raiz polida e o volume do comprimento cria um efeito poderoso — ideal para eventos noturnos e produções com maquiagem marcante. É uma escolha certeira entre os penteados para cabelos crespos para quem busca elegância atemporal com personalidade.

 

• Bantu knots

 

Ícone de ancestralidade e estilo, os bantu knots carregam força estética e simbólica. O penteado consiste em dividir o cabelo em mechas e torcê-las formando pequenos coques distribuídos pela cabeça. O resultado pode variar entre o geométrico minimalista e composições mais elaboradas, com tamanhos diferentes. Para ocasiões festivas, vale complementar com brincos statement ou acessórios dourados aplicados entre os nós.

 

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Moda

Retorno das ombreiras: tendência dos anos 1980 em 2026

Detalhe dos anos oitenta que conquistoutodas as peças da temporada

 

Na década de 1980, as ombreiras se tornaram um statement. Eram a pedra angular do power dressing, uma estética que buscava transmitir autoridade por meio das roupas. Com a ajuda de designers como Thierry Mugler, Claude Montana e Giorgio Armani, os ombros se alargaram e as mulheres conquistaram o escritório vestidas com ternos que transmitiam estilo e confiança.

 

Em 2025, o revival dos anos 1980 continua a ditar o ritmo da moda, mas as ombreiras deixaram de ser um símbolo exclusivo do poder executivo e dos ternos de negócios. Elas agora são encontradas em todos os tipos de peças e contextos, transformando-se em um recurso de estilo tão versátil que funciona tanto no escritório quanto em um jantar ou evento noturno. Além do clássico blazer, elas se tornaram um detalhe capaz de atualizar tudo, desde peças básicas até as mais sofisticadas.

 

As passarelas confirmam seu retorno: marcas como Saint Laurent, Stella McCartney e Ángel Schlesser reviveram as ombreiras XXL, reinterpretando a silhueta dos anos 1980 com um toque fresco e contemporâneo. Podemos não encontrar essas proporções extremas no dia a dia, mas encontramos versões adaptadas em diversas peças e presentes em praticamente todas as marcas, prontas para conquistar nossos guarda-roupas.

 

Camisetas

As ombreiras se infiltraram até nas camisetas mais básicas, transformando-as em verdadeiras peças de destaque. O que antes era uma peça básica e discreta do guarda-roupa agora está sendo reinventado com estilo: ombreiras estruturadas que adicionam força à silhueta e um ar sofisticado que pode elevar qualquer visual em segundos. Em tons neutros, elas se tornam a peça versátil perfeita, podendo se adaptar tanto a um look urbano com jeans quanto a um estilo mais elegante com calças de alfaiataria ou saia midi.

 

Body ou blusas

As ombreiras também encontram seu lugar ideal em bodies, uma peça que estiliza e se adapta ao corpo naturalmente. Ao destacar a cintura e enfatizar os ombros, elas criam um contraste equilibrado que transforma até as peças mais simples em uma declaração de elegância total. No caso das blusas, ombros estruturados servem como um contraponto perfeito à delicadeza de tecidos fluidos como seda ou chiffon. O resultado é uma silhueta poderosa, feminina e sofisticada, capaz de brilhar tanto em um look de escritório quanto em um jantar especial.

 

Casacos

Casacos e gabardinas com ombreiras largas criam silhuetas esculturais mesmo nos dias mais frios. Aqui, as ombreiras encontram um lugar para brilhar por muito tempo, transformando essas peças em companheiras infalíveis de inverno. Quanto mais volume elas têm, mais envolventes se tornam: elas não apenas fornecem calor, mas também transformam a figura em uma verdadeira escultura em movimento. Em versões maxi, elas adicionam drama e sofisticação, tornando-se uma armadura elegante contra o frio.

 

Blazer

Blazeres são o território natural das ombreiras, a peça onde melhor se integram e são mais estilosas. Em sua versão clássica, sobreposta a um terno sob medida, transmitem autoridade e elegância sem esforço, perfeitas para um dia de trabalho. Transformadas em um vestido blazer, com cintura marcada, tornam-se a opção mais sedutora e poderosa para a noite. Essa combinação de blazer e ombreiras é, e continuará sendo, uma fórmula vencedora: um ícone atemporal que merece um lugar permanente em qualquer guarda-roupa.

 

Jaquetas de couro e jeans

As ombreiras também estão dominando as jaquetas mais icônicas, elevando clássicos que pareciam impossíveis de reinventar. Nesta temporada, o jeans retorna com força, consolidando-se como uma das maiores tendências do street style. A jaqueta jeans, peça atemporal do guarda-roupa, encontra nas ombreiras uma nova aliada para modernizar sua silhueta: ombros definidos que afinam e adicionam presença.

No caso das jaquetas de couro, as ombreiras reforçam ainda mais seu espírito rebelde e desafiador. Com aquela vibe rocker e sofisticada, elas redefinem a estética biker, dando-lhe um toque arquitetônico (e muito poderoso).

Fonte: Glamour

Moda

O que há por trás do retorno do naked dress usado pelas famosas?

Impulsionadas pela autoaceitação, celebridades apostam cada vez mais na transparência, até mesmo para bater de frente com a sociedade patriarcal em que vivemos

 

Atenção, fashionista! Se depender das celebridades, o naked dress está de volta, mas vamos combinar, que ele nunca saiu de moda. Só nos últimos meses, quatro celebridades cruzaram os tapetes vermelhos mundo afora mostrando a peça que customa ganhar forças em momentos mais conservadores quando os assuntos são os corpos e liberdade feminina.

 

Dakota Johnson apostou em um vestido transparente com renda preta exibindo a lingerie no mesmo tom, assinado pela Gucci. Mais cedo, no mesmo dia, Margot Robbie, que retornou às promoções do filme após nascimento do primeiro filho, escolheu um vestido em tom rosado bordado com pedrarias da Giorgio Armani para divulgar “A Grande Viagem de Sua Vida”.

 

A canadense Tate McRae e a artista sueca Zara Larsson cruzaram o tapete vermelho do Video Music Awards (VMA) com vestidos exibindo a silhueta. A primeira com um vestilo longo estilo lingerie de Ludovic de Saint Sernin e a segunda com um mini vestido com bordados florais de Sorcha O’Raghallaigh.

 

Naked dress: a transparência como símbolo de autoaceitação no red carpet

 

Dua Lipa, Rihanna, Jane Birkin, Madonna, Kendall Jenner, Sabrina Sato, entre outras celebridades, já concentraram os flashes dos fotógrafos ao cruzarem os red carpets das premiações e eventos mundo afora evidenciando os seios a partir dos looks escolhidos. A tendência do naked dress não é novidade, mas segue cada vez mais em alta com a emancipação e autoaceitação do corpo feminino alavancadas por movimentos feministas — aqui, podemos citar a famosa frase “meu corpo, minhas regras” — em contrapartida à censura das redes sociais, que derrubam imagens e vídeos com os mamilos das mulheres à mostra, e das ideias mais conservadoras, tradicionais e ultrapassadas da sociedade ainda patriarcal.

 

“O avanço do feminismo inspira e sustenta esse movimento do corpo mais à mostra. Ao mesmo tempo, mostrar tem a ver com autoestima, liberdade de escolha, praticar o belo e, para completar, servir de inspiração de moda. O feminismo está cuidando de outras pautas dentro da luta pela equidade. Essa força e essa evolução constante nos fazem sentir potentes para escolher: um dia estar de alfaiataria oversized, no outro, de transparência. Não é diretamente relacionado, mas influencia, sim”, diz Manu Carvalho, especialista em moda e comportamento.

 

Um dos vestidos com transparência mais comentados é o que Marilyn Monroe escolheu para cantar “Happy Birthday, Mr. President” para John F. Kennedy, em 1962. A mesma peça causou burburinho nas redes sociais ao ser usada novamente por Kim Kardashian durante o Met Gala, em 2022. Jane Birkin, que morreu em julho deste ano, ainda é dona de uma das imagens mais compartilhadas pelos fashionistas: a da première do filme Slogan, em que aparece de mãos dadas com Serge Gainsbourg usando um minivestido preto transparente, sem sutiã.

 

“O corpo feminino sempre foi o protagonista quando falamos na evolução da moda e da própria mulher. Só lembrar o destaque para os ombros e decotes nos seios dos séculos 15 ao 18. Se formos mais longe, chegamos em Cleópatra e Maria Antonieta, com vários acessórios em lugares estratégicos. Desde os anos1920, quando passamos a ver tornozelos e, nas décadas seguintes, com a Revolução Industrial, a criação do prêt-à-porter e a massificação das peças, o corpo da mulher ganhou cada vez mais holofote. Eu diria que a força do corpo feminino como protagonista do século passado começa em 1920, estourando no fim dos anos 1940 para a década de1950, devido às pinups. Uma década depois, veio a revolução com a minissaia e, nos anos 1970, vieram as transparências”, analisa Manu, que também trabalha como stylist de famosas.

 

Nos anos 1990, Jean Paul Gaultier retornou com a transparência na moda. É ele, inclusive, o responsável pelo look que Madonna usou e ficou conhecido como “topless filantrópico”. Em setembro de 1992, a rainha do pop fechou o desfile do estilista francês que aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos. Para arrecadar mais fundos em prol da Fundação Americana de Pesquisa da AIDS (amfAR), a artista abriu o blazer risca–de-giz que usava, deixando os seios à mostra e os convidados chocados com a atitude.

 

“Imagino que cause mais desejo do que estranhamento. O estranhamento deve vir quando o desejo soar estranho, o que pode ser pessoal e também coletivo”, detalha.

 

Trinta anos depois, o naked dress ganhou ainda mais fôlego nas mãos do próprio Gaultier, que esgotou uma criação que remete à forma da silhueta feminina, principalmente com ênfase nos seios, após três anos com roupas mais básicas por conta das restrições em torno da Covid-19.

 

“A tendência do sexy se estabeleceu depois do ‘ciclo pijama’, devido aos moletons, tricôs e utilitários que usamos na pandemia.”

Se o corpo feminino esteve quase sempre no holofote da história e do comportamento da moda, por que quando as mulheres apostam nas transparências, seja com mamilos à mostra ou com tecidos mais leves por cima do corpo, elas viralizam nas redes sociais sob escrutínio do público?

 

“As plataformas digitais tendem a potencializar tudo devido ao alcance e ao poder de multiplicação. Quando o corpo da mulher está à mostra, a sociedade patriarcal ainda o vê como um produto, o contrário do que acontece com o corpo dos homens”, finaliza.

Fonte: Glamour

Moda

Guia de estilo: como usar shorts esportivos fora da academia?

Shorts de ginástica têm mais opções do que uma blusa e tênis e aqui contamos como usá-los

 

Talvez seja porque estéticas como tenniscore e blokecore tenham surgido como novos pilares no guarda-roupa de garotas estilosas. Talvez seja uma consequência direta da praticidade se tornar o fio condutor na maneira como as pessoas se vestem em geral, mas shorts esportivos nunca foram tão estilosos quanto em 2025. E sim, sabemos que há um grupo de garotas que, ao ler a manchete desta matéria, disse: “Isso nunca vai acontecer”, mas tememos que mudanças de opinião sejam a única constante em nossas vidas.

 

Se há algumas semanas a Mango nos fez pensar em usar shorts esportivos com salto, como Paris Hilton fazia nos anos 2000, a análise das imagens de street style deixou claro que não foi só a marca catalã que se propôs a descontextualizar os shorts Adidas, Nike e Lululemon que normalmente usamos na academia ou para praticar esportes. Sejam os shorts de basquete mais clássicos, que vão até o joelho, ou os de futebol, esses shorts não servem apenas para ficar em casa, fazer compras ou usá-los como “devem”. Eles também são ótimos para curtir terraços com as melhores amigas, ir a um brunch ou até mesmo jantar fora. Então, por que não se deixar seduzir por uma opção tão confortável, descolada e estilosa?

 

O guia prático para usar shorts esportivos:

 

Nível básico: um look total
É comum ver esses shorts combinados com camisetas, moletons e jaquetas leves, e embora seja verdade que a combinação deles possa ser mais esportiva, não há dúvida de que usar a teoria errada do calçado resultará em um look street style. Sejam sandálias de salto, como vimos nas ruas de Copenhague, mocassins ou sapatilhas, o resultado é garantido: um look arrasador.

Nível básico: monocromático
Basta escolher a camiseta ou camisa mais simples do seu guarda-roupa, que seja próxima da cor do short escolhido, e pronto. É um daqueles looks em que você não precisa pensar muito, mas que funciona, principalmente se você adicionar um toque moderno, como uma estampa ou pulseiras largas.

Nível intermediário: seu melhor amigo, um blazer
Vamos ser sinceros, uma das combinações mais fashion é escolher seu básico favorito e usar um blazer por cima para um look mais clássico, mas a verdade é que também funciona para um pouco mais de experimentação. Por exemplo, em Copenhague, vimos esses shorts combinados com blusas leves e soltas, e as Havaianas da moda, mas as garotas de Oslo têm uma ideia muito mais sensual; elas os usam com um top de biquíni preto e botas de salto altíssimo. Ambos com um toque muito pessoal, ambos com muito estilo.

Nível de especialista: os opostos se atraem
Falamos sobre essa tendência no início da primavera. Nas passarelas, vimos o ressurgimento de texturas misturadas, cores vibrantes e estéticas contrastantes em um único look, e o verão deixou claro que esse “truque” fashion não vai a lugar nenhum. Na verdade, ele só se intensificou. E não apenas porque é uma maneira superfácil de descontextualizar nossas peças favoritas e dar a elas muito mais vida, mas porque é o empurrãozinho perfeito para se libertar das expectativas sociais e definir sua própria estética.

Moda

Por que as camisetas com escrita estão de volta à moda?

Com o adiamento dos desfiles das escolas de samba, havia a expectativa de que o Carnaval de rua também fosse remarcado

 

As camisetas com mensagem têm um lugar especial em nosso coração, já que a moda é uma das formas mais poderosas de comunicação não verbal. O que você usa, pode expressar seu gênero, gosto e até estado de espírito. Uma camiseta branca perfeita diz muito de nós, quando se trata de uma mensagem.

 

Nos anos 2000, as camisetas com mensagens se transformaram em um básico imprescindível no armário de qualquer garota, com Paris Hilton. As mensagens, sempre com humor e ironia, que adornam as roupas revelam nossa imagem própria, gostos e preferências, com frases como

“Eu amo sapatos, bolsas e meninos”, “Rainha do Universo” ou “Pare de ser tão desesperado”.

 

Paris até levou uma camiseta chamada “Team Jolie”, deixando claro o apoio a Angelina no famoso triângulo amoroso entre Brad Pitt, Angelina Jolie e Jennifer Aniston.

 

Anos depois, mais precisamente em 2017, as camisetas com mensagem representaram um renascimento, mas desta vez em um tom mais político que humorístico. A responsável pela girada foi a diretora criativa da Dior, Maria Grazia Chiuri, que apresentou uma camiseta branca com letras pretas: “We should all be feminists” (Todos deveríamos ser feministas).

 

A frase, que é o título do livro de Chimamanda Ngozi Adichie, explora o que significa ser mulher hoje em dia e por que o feminismo é essencial para todos. A camiseta viralizou, mas também se converteu em símbolo de debate e reflexão, abandonando o movimento feminista na indústria da moda.

 

Dior abriu o caminho, e outras marcas não demoraram para seguir o exemplo, lançando camisetas com declarações que antes pareciam muito ousadas. Christian Siriano apresentou sua versão com “People are people”, defendendo a diversidade, enquanto Creatures of Comfort lançou uma mensagem com a mensagem “Somos todos seres humanos”, em oposição à parede fronteiriça com o México. Zadig & Voltaire, em apoio ao feminismo, introduziu “Girls can do Anything”, e Mango se uniu ao movimento com sua camiseta que dizia “Sim, eu sou feminista”.

 

Trazendo as camisetas para os dias atuais, Hailey Bieber, por exemplo, usou uma camiseta com a mensagem “Nepo Baby” em 2023, uma abreviatura de nepotismo baby, um termo que a modelo decidiu levar com o orgulho combinando-o com sapatos sem salto. Victoria Beckham entrou na brincadeira e, e em 2024, lançou uma camiseta que dizia “Meu pai tinha um Rolls Royce”, brincando com as próprias declarações sobre sua origem na série Beckham (Netflix). A camiseta de Jonathan W. Anderson, com a mensagem “I told ya” (Eu te disse), inspirada no estilo old money de John F. Kennedy Jr, e usada por Zendaya.

 

Não há dúvidas de que as camisetas com mensagens se tornaram peça essencial na produção do look do dia, se transformando algumas vezes na protagonista do visual. E o melhor: pode ser usada em qualquer estação do ano.

Carreira & negócios

“A mulher madura se sente poderosa e quer se cuidar’, diz dermatologista referência em atendimento humanizado

À frente do grupo com mais de 130 profissionais, a médica fala sobre empreendedorismo, valorização da beleza madura e abordagem integrada nos cuidados com a pele

 

No ano passado, Adriana Vilarinho (foto) viveu um ano de consolidação; não apenas profissional, mas também pessoal. Após mais de duas décadas dedicadas à dermatologia, à frente do grupo que leva seu nome e se tornou referência em inovação e atendimento humanizado, a médica viu seu trabalho alcançar uma nova camada de maturidade.

 

Em 2025, liderou o fortalecimento de sua clínica como uma empresa estruturada, reconhecida por sua excelência técnica e pela atuação colaborativa. Atualmente, o Grupo Adriana Vilarinho conta com cinco unidades em São Paulo e reúne médicos com formação robusta e título de especialista, que tomam decisões de forma conjunta.

 

“Essa coesão e qualidade de profissionais é o que nos torna fortes”, afirma. A solidez da equipe permitiu que Adriana ampliasse sua atuação sem perder o vínculo próximo com as pacientes.

 

Além do atendimento, ela mantém viva sua veia empreendedora – com linhas próprias de suplementos e produtos capilares – e seu papel como educadora, palestrando em congressos e inspirando novas gerações de médicas.

 

Para Adriana, a medicina da beleza é, acima de tudo, um instrumento de longevidade, autoestima e vida plena.

 

“Tenho essa vontade de estar sempre aprendendo, me renovando, me reciclando. E este foi um ano em que consegui focar nisso. Dois mil e vinte e cinco foi de muito aprendizado e desenvolvimento”, resume.

 

Fonte: Marie Claire

Beleza

Cloud Dancer: produtos de beleza com a cor de 2026 para atualizar o nécessaire

Da maquiagem às unhas, selecionamos itens de beauté para entrar no clima da cor que está dominando as tendências desse ano

 

A Pantone, empresa especializada em categorização de cores para diversos mercados, da indústria ao mercado têxtil, anunciou a cor de 2026: Cloud Dancer. “Um neutro branco sublime cuja presença aerada age como um sussurro de calma e paz num mundo barulhento”, descreveu a companhia.

 

A tonalidade pretende nos convidar a um momento de serenidade, renovação e libertação criativa e simboliza uma “influência calmante” para o nosso dia a dia. O branco puro, portanto, deve aparecer nas principais tendências do mundo da moda, beleza, arte e design.

 

A cor Pantone do ano de 2026 é bem versátil quando pensamos no universo da maquiagem, já que é fácil de harmonizar e traz uma sensação de frescor. Nas unhas, a neutralidade também é bem-vinda o ano todo. Foi pensando em quem já deseja atualizar o nécessaire que Glamour selecionou itens de beauté na tonalidade eleita para dominar 2026.

 

• Cloud Dancer na maquiagem

O branco pode ser um ótimo ponto focal na maquiagem, sobretudo quando usado com destaque nos olhos. Aposte em sombras cremosas, em pó, com acabamento cintilante ou glitter para cobrir as pálpebras e trazer um ar mais fun ao seu look. Também é possível investir no tom como delineador ou lápis na linha d’água para abrir o olhar. Como iluminador, as possibilidades são infinitas. A tonalidade pode ser com ou sem partículas de brilho, ter uma reflexão duochrome e até efeito espelhado. Entregamos ótimas opções a seguir.

• Cloud Dancer nas unhas

Nada como uma manicure bem feita com um esmalte branquinho para trazer a deliciosa sensação de frescos na ponta das mãos. A cor de 2026 é perfeita para pintar as unhas o ano todo e, para a nossa alegria, possui diversos acabamentos e níveis de pigmentação. O clássico renda da Risqué possui um fundo mais transparente enquanto o batida de coco da Colorama traz toda a potência do branco puro.

Fonte: Glamour

Moda

A saia rodada é a nova favorita para tirar o look do básico

Com movimento e leveza, a saia rodada retorna ao street style como peça-chave para produções nada óbvias.

 

A saia rodada garante espaço no guarda-roupa contemporâneo por um motivo simples: ela transforma qualquer visual sem exigir esforço. A modelagem volumosa cria um impacto instantâneo e adiciona elegância, funcionando até quando combinada com peças básicas. É possível encontrá-la em diferentes versões (da longa à míni), e tal variedade, permite que ela transite entre propostas minimalistas, urbanas e fashionistas. Abaixo, trazemos inspirações que provam sua versatilidade.

 

Preto em movimento

 

Na versão mídi e preta, a saia rodada pode ser integrada a diferentes tipos de produções. Para um look profissional, uma boa opção é combiná-la com uma regata de gola alta e um salto de bico fino.

 

Branco com estrutura

 

A saia rodada também garante o look profissional ao lado de um colete de alfaiataria e sandálias de tiras. A combinação de cores claras traz leveza e serve como uma base neutra e versátil, que aceita acessórios de diferentes tonalidades. Aqui, o ponto de cor ficou para bolsa vermelha.

 

Mimi com atitude

 

A saia rodada curtinha também pode render produções sofisticadas. Para isso, experimente usá-la em conjunto com blazers ou jaquetas de cortes retos, confeccionados em tecidos típicos da alfaiataria. A mistura resulta em uma leitura moderna e fashionista. Pode apostar!

 

Xadrez urbano 

 

Aqui, a saia rodada aparece em um styling urbano e colorido. A camisa xadrez amarela adiciona vida à equação, e a tonalidade reaparece em outros pontos do visual, como nos pés e na bolsa. O contraste fica por conta do suéter azul, amarrado na cintura.

 

Casual fresh

 

A saia rodada longa e leve é perfeita para a temporada de verão. Para um mood casual e urbano, vale repetir a combinação acima e finalizar a peça com uma regata listrada e tênis confortáveis.

 

Fonte: Elle

Moda

Azul glacial: a cor tendência que está conquistando as fashionistas

A cartela fria ganha maturidade e consolida seu lugar entre os looks mais interessantes da estação

 

Durante muito tempo, os azuis claros ocuparam um território específico na moda: o do romantismo, da delicadeza previsível ou da estética juvenil. Mas esse cenário mudou — prova disso é a ascensão do azul glacial no street style. Ao adicionar uma nuance gélida ao tom pastel, a cor tendência se estabelece como uma alternativa menos doce e mais estratégica, complementando neutros clássicos com uma dose de frescor, livre de excessos. É um azul que dialoga com linhas retas, superfícies acetinadas, transparências sutis e volumes bem definidos.

 

Textura em evidência

O azul glacial ganha destaque no cardigã de textura felpuda. O truque aqui é a sobreposição: a base listrada quebra a uniformidade da cor, enquanto o suéter marinho sobre os ombros cria um contraste tonal dentro da mesma paleta.

 

Alfaiataria suave

O azul glacial ajuda a trazer leveza a peças com corte de alfaiataria, especialmente quando o material é fluido e a modelagem levemente ampla — o resultado ajuda a romper com a imponência formal do terno.

 

Azul + marrom

Uma das combinações mais interessantes da temporada, a dupla azul glacial + marrom escuro é a pedida perfeita para quem quer adicionar um toque de cor ao look sem abrir mão da praticidade dos neutros.

 

Peça-chave

Aqui, os acessórios pretos trazem sobriedade para o tom delicado. O detalhe do laço no pescoço adiciona um volume estratégico, mantendo a sofisticação do visual.

 

Paleta atualizada

No look, o azul glacial e o amarelo manteiga formam um match preciso, que tem tudo a ver com looks diurnos.

 

Dinamismo gráfico

O azul glacial funciona como base para o conjunto de estampa geométrica, criando um contraste entre a nuance pastel e o grafismo em P&B.

Fonte; Marie Claire

Moda

A elegância cotidiana como construção de estilo

A construção do estilo a partir de gestos simples que unem conforto, consciência e autenticidade

 

No cotidiano contemporâneo, marcado pela circulação constante de imagens, referências e micro estéticas, o estilo deixou de ser um gesto restrito a ocasiões formais e passou a integrar decisões práticas do dia a dia. A estetização da vida, presente nas escolhas de vestir, nos rituais pessoais e na forma como cada indivíduo se apresenta ao mundo, tornou-se parte da construção identitária. Nesse cenário, a elegância ganha novos contornos: não é mais um ponto de chegada, mas um modo de habitar a rotina com intenção, coerência e consciência.

 

A maneira como as pessoas combinam peças, equilibram conforto e presença e traduzem personalidade em pequenas escolhas revela uma busca por expressividade, e também por bem-estar e funcionalidade. A roupa, que antes respondia a códigos mais rígidos, assume o papel de mediadora entre quem somos e como queremos ser percebidos. A elegância cotidiana emerge, então, como resultado de hábitos: selecionar com cuidado, repetir com liberdade, adaptar ao contexto e preservar uma relação mais duradoura com o vestuário.

 

Esse movimento reflete uma percepção mais ampla de estilo, resultando em menos dependência de tendências rápidas e mais associação ao repertório individual. A construção de uma assinatura pessoal passa por olhar para o guarda-roupa como parte da vida prática e da dimensão simbólica, onde escolhas conscientes expressam pertencimento e autonomia. Assim, vestir-se torna-se uma prática que equilibra funcionalidade, estética e comportamento.

 

Entre as marcas regionais, a Deep aplica moda e identidade, destacando a importância de cultivar relações consistentes com as próprias peças. Segundo Ana Paula Aguiar, diretora da marca, “a elegância do dia a dia nasce quando entendemos que vestir é um gesto de presença. Não se trata de acúmulo, mas de escolhas que fazem sentido para quem somos e para o ritmo da vida. Esse olhar atento cria um estilo que acompanha a mulher em diferentes momentos, com autenticidade e naturalidade”, destaca.