Colunistas

Trabalhadora grávida não pode ser demitida sem justa causa

Quando a demissão é ilegal?
A demissão sem justa causa da grávida é considerada ilegal quando a empresa não tem um motivo grave e a funcionária está grávida ou engravidou durante o contrato de trabalho, mesmo que a gravidez só seja descoberta depois da demissão.

O que acontece se a demissão ilegal da grávida ocorrer?

A trabalhadora pode buscar a reintegração ao trabalho ou o pagamento de uma indenização que cubra os salários e benefícios que teriam sido recebidos até o término do período de estabilidade, que vai até 5 meses após o parto. Exceções à regra

Demissão por justa causa
A única exceção é a demissão por justa causa, quando a trabalhadora comete uma falta grave prevista no artigo 482 da CLT. No entanto, a empresa precisa comprovar robustamente essa falta para que a demissão seja mantida pela justiça. 
Contratos temporários em empresas privadas
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o direito à estabilidade não se aplica a trabalhadoras em contratos temporários com empresas privadas.

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  • * Dra. Mara Mendes, advogada especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário,  consumidor, família e divórcio.
Maternidade

Acordar o bebê para mamar: o que avaliar antes de interromper o sono da criança

  • Especialista em sono infantil e amamentação explica por que a orientação varia conforme a fase do bebê e alerta para excessos que geram insegurança materna

 

Entre as muitas dúvidas que surgem nos primeiros dias de vida do bebê, uma das mais comuns entre as mães é: afinal, é preciso acordar o bebê para mamar durante a madrugada? Segundo a especialista em sono infantil e amamentação Bruna Ramos, criadora do perfil @obebe_chegou, a resposta não é única e depende de fatores como idade, ganho de peso e condições de saúde do bebê.

 

Nos primeiros dias de vida, acordar o recém-nascido para mamar costuma ser uma recomendação frequente nas maternidades. “Em geral, indico acordar o bebê a cada três horas, tanto de dia quanto à noite, para garantir nutrição adequada e evitar quadros como a hipoglicemia”, explica Bruna. Em casos específicos, como prematuridade, baixo peso ao nascer ou alterações glicêmicas, o intervalo pode ser menor, chegando a duas horas, sempre com orientação médica.

 

Esse cuidado, no entanto, tende a ser temporário. “Após a primeira consulta com o pediatra, se o bebê estiver ganhando peso, apresentando sinais claros de boa hidratação (após 6 dias de vida, pelo menos 6 xixis por dia) e com evacuações diárias (para os primeiros 30 de vida), no geral não há necessidade de acordar o bebê para mamar durante a noite”, orienta a especialista.

 

Bruna alerta que um erro comum é manter essa prática por mais tempo do que o necessário. “Muitas mães seguem acordando o bebê por medo de que ele fique sem se alimentar o suficiente, quando, na verdade, poderiam aproveitar esse período para descansar também.” Ela explica que observar os sinais do bebê é fundamental para identificar a fome, especialmente durante a madrugada. Choro, movimentos de sucção, chupar os lábios, colocar as mãos na boca, se remexer muito, procurar o peito ou acordar espontaneamente são alguns indícios de que o bebê pode estar com fome.

 

Durante o dia, porém, o cuidado é outro. “Boas mamadas diurnas ajudam a garantir um aporte adequado de nutrientes e contribuem, inclusive, para um sono noturno melhor”, afirma.

 

A especialista também destaca que não existe um número ideal de mamadas noturnas que sirva para todos os bebês. “Cada bebê tem seu próprio ritmo. Bebês maiores que acordam muitas vezes à noite nem sempre estão com fome; outras causas podem estar envolvidas, como rotina inadequada, ambiente de sono, excesso de estímulos ou pouco gasto de energia durante o dia, que precisam ser ajustados.”

 

Bruna reforça que sempre há exceções, especialmente entre bebês prematuros ou com ganho de peso insuficiente, e que a avaliação individual é essencial. “Por isso, a conversa com o pediatra e a consultora de amamentação é fundamental para avaliar cada caso”.

 

Quando acordar o bebê é necessário, Bruna orienta usar estímulos suaves, como conversar, pegar no colo, tirar um pouco da roupa ou fazer carinho no rosto e nos pés.

 

“No fim das contas, informação de qualidade traz tranquilidade. Entender quando acordar o bebê é necessário — e quando não é — ajuda a reduzir a ansiedade materna e a construir uma rotina mais leve para toda a família”, conclui.

 

Sobre Bruna Ramos

 

Bruna Ramos é especialista em amamentação e certificada em sono infantil com extensão universitária pela Universidade de Brasília. Graduada em Biologia pela UNICAMP, também concluiu doutorado e pós-doutorado em Genética e Biologia Molecular na mesma instituição.

 

Criadora do perfil @obebe_chegou, Bruna alia conhecimento científico à prática educativa e compartilha conteúdos sobre sono infantil e amamentação que já impactaram mais de 200 mil pessoas, entre famílias, educadores e profissionais da saúde. Oferece orientação baseada em evidências para promover noites de sono mais tranquilas, sonecas de qualidade e bem-estar das crianças.

 

Além disso, desenvolve materiais educativos e cursos voltados para pais e cuidadores, sempre com abordagem humanizada, prática e embasada na ciência do desenvolvimento infantil.

 

https://www.instagram.com/obebe_chegou/https://www.instagram.com/obebe_chegou/

Maternidade

A rotina familiar é o primeiro território de aprendizado do bebê

É ali, entre gestos cotidianos, que surgem os estímulos que ajudam no desenvolvimento motor, emocional e social desde os primeiros meses de vid

 

A MAM Baby, especialista em cuidados infantis, reforça que esses momentos acontecem espontaneamente ao longo do ano, em ações simples que fortalecem presença, segurança e vínculo entre adultos e crianças — sempre de acordo com o ritmo e a realidade de cada família.

 

Ao acompanhar de perto o cotidiano das famílias, a marca observa como interações aparentemente pequenas exercem grande impacto no desenvolvimento infantil. Explorar texturas, brincar, segurar objetos ou repetir movimentos são experiências que ampliam a curiosidade do bebê e estimulam suas descobertas. Em fases específicas, como a dentição, estímulos adequados contribuem tanto para aliviar desconfortos quanto para incentivar o processo natural de aprendizagem.

 

“O desenvolvimento do bebê envolve também a evolução de quem o acompanha. Ao valorizar a rotina familiar, reconhecemos que pequenas ações diárias sustentam vínculos e equilíbrio emocional. A adaptação de cada integrante fortalece o ambiente que acolhe o bebê. Por isso, para a MAM, o nascimento de um bebê marca o início de uma nova família” afirma Livia Coelho, gerente de Marketing da MAM Baby.

 

A MAM Baby reforça ainda que acompanhar o desenvolvimento infantil significa acolher diferentes formações familiares e modos de viver o cuidado. A proposta da marca é oferecer soluções que dialoguem com a rotina real, diversa, imperfeita e afetuosa, contribuindo para ambientes mais seguros, presentes e acolhedores para bebês e cuidadores ao longo de todo o ano.

 

Sobre a MAM Baby

 

Fundada em 1976, na Áustria, e com presença em mais de 60 países, a MAM Baby é reconhecida mundialmente por sua dedicação à saúde, segurança, qualidade e design, em puericultura leve. Com um novo posicionamento focado em apoiar ativamente o desenvolvimento emocional e psicológico de mães, pais e cuidadores, a marca reforça que o crescimento do bebê e a evolução da família acontecem lado a lado, da gestação aos primeiros dentes, dos passos iniciais à introdução alimentar e em cada nova descoberta.

 

Para isso, a MAM combina design inovador e cuidado médico comprovado para facilitar o dia a dia e proporcionar o que há de melhor para o desenvolvimento dos bebês, sendo referência global em chupetas, mamadeiras, bicos e bombas extratoras de leite, ao mesmo tempo em que oferece um olhar sensível ao bem-estar de quem cuida.

 

Em 2019, a marca recebeu a Menção Honrosa pela Comissão Europeia do EU Product Safety Awards por definir e exceder as normas de segurança. Em 2023, reafirmou seu compromisso com a sustentabilidade ao utilizar o PP Biocircular (polipropileno biocircular), uma alternativa mais sustentável ao plástico de origem fóssil. A MAM colabora ativamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) das Nações Unidas. Com o olhar voltado para o bem-estar das próximas gerações, a MAM reforça o compromisso de seguir “Juntos a cada nova fase”, caminhando lado a lado com as famílias em seus diferentes momentos.