Carreira & negócios

Malu Barbosa: propósito, proteção e gestão de risco que transforma famílias

Desde a adolescência, Malu Barbosa sempre carregou o desejo de crescer e transformar vidas

 

Esse propósito ganhou forma a partir de uma decisão pessoal: compreender, na prática, a importância da proteção financeira. Em 2021, ao se tornar cliente da Prudential, entendeu que assumir a responsabilidade pelos próprios riscos era um passo essencial. O envolvimento com o produto e com o propósito do seguro de vida despertou algo maior.

 

Com mais de 13 anos de experiência em comunicação e passagem por grandes veículos do país, Malu buscava um caminho profissional alinhado aos seus valores.

 

Após quatro anos como cliente e um rigoroso processo seletivo de três meses, foi aprovada em 2024 para se tornar corretora franqueada da Prudential do Brasil. Desde então, passou a atuar em um dos mercados que mais crescem no mundo: o da proteção financeira em vida.

 

Hoje, Malu cuida de mais de 120 famílias em todo o país, planejando, protegendo e oferecendo respaldo financeiro imediato diante de imprevistos.

 

“Meu maior desafio é a conscientização: mostrar que seguro de vida não é apenas sobre morte, mas sobre tranquilidade em vida”, explica.

 

Reconhecida como Best Rookies ao proteger 92 pessoas em seus primeiros meses, ela segue convicta de que amparar famílias é uma das formas mais concretas de fazer a diferença no mundo.

 

Para acompanhar o trabalho de Malu, siga o Instagram: @malubarbosa.seguros ou entre em contato pelo WhatsApp: (11) 96791-1989.

Carreira & negócios

Dargelina Seabra: de caixa de açougue a gestão patrimonial

“Cuide desse dinheiro como se fosse seu.” Foi o primeiro conselho que Dargelina Seabra ouviu ainda jovem, ao assumir o caixa de um açougue no Rio de Janeiro. Com princípios sólidos, ela levou a frase para a vida

 

Aos 22 anos, passou a gerir a empresa da família, descobrindo sua paixão pela contabilidade e gestão. Em 2017, decidiu trilhar seu próprio caminho. Abriu uma loja em um shopping na Barra da Tijuca, mas foi surpreendida pela pandemia — um período de incertezas que afetou o mundo inteiro. Ao fechar as portas, sentiu o chão desaparecer.

 

Foi nesse momento que nasceu uma nova missão: fazer o dinheiro trabalhar sozinho. Assim, iniciou uma jornada intensa de estudos e transformação. E mais do que títulos, conquistou clareza de propósito: unindo gestão contábil, financeira e tributária com visão estratégica e humana.

 

Hoje, Dargelina não entrega apenas contabilidade. Ela criou um ecossistema completo de gestão patrimonial e familiar, ajudando empreendedores a transformar lucro em riqueza pessoal. Segundo ela, o patrimônio real não é só o dinheiro, mas o tempo.

 

“Por isso, valorizo o que é eterno: a família, o propósito e a fé”, afirma Dargelina.

 

Para acompanhar o trabalho de Dargelina, siga o perfil no Instagram: @dargelinaseabra, acesse o site: http://dargelinaseabra.com.br/ ou entre em contato pelo número: (21) 97749-5566

Colunistas

Completar 18 anos não extingue a pensão alimentícia automaticamente

A obrigação de prestar alimentos, que cessa a maioridade civil (18 anos), pode continuar para os filhos se houver necessidade e a manutenção de alguns requisitos, como estar estudando, e pode ser estendida até aos 24 anos, conforme o caso

 

Para que haja o encerramento, a parte que paga deve pedir a exoneração da pensão, solicitando ao tribunal a revisão do caso. Situações em que a pensão continua após os 18 anos:

 

Estudantes: se o filho estiver a frequentar o ensino superior, técnico ou profissionalizante e não conseguir sustentar-se, o pagamento pode continuar até aos 24 anos, ou até à conclusão do curso.

 

Incapacidade: em casos de deficiência física ou mental que impeça a pessoa de trabalhar e obter o próprio sustento, a pensão pode ser mantida, mesmo para maiores de 24 anos.

 

Para que a pensão seja extinta: o responsável pelo pagamento da pensão deve entrar com um pedido de exoneração no tribunal. É preciso comprovar ao juiz que o filho já não necessita dos alimentos, que tem capacidade financeira para se sustentar, ou que já atingiu uma idade que não justifica mais a obrigação.

 

O que não fazer:

 

Não pare de pagar a pensão de forma unilateral: após o filho completar 18 anos sem uma decisão judicial, pois isso pode acarretar consequências legais, como ações de execução e penhora de bens.

 

Recomendação: é aconselhável procurar um advogado de família para que ele avalie a situação específica e ajude a tomar as medidas legais adequadas para encerrar a obrigação da pensão, caso se aplique.

 

Se você precisa de ajuda envie uma mensagem ou me chame no WhatsApp (021) 98372-7981. Para mais detalhes sobre o meu trabalho clique aqui!

 

Siga: @maramendes_advogada_.

 

* Dra. Mara Mendes, advogada especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista, previdenciário, consumidor, família e divórcio. Integrante das comissões de neurociência e diversidade religiosa da OAB Barra da Tijuca.