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Aplicativo de namoro com foco nas mulheres aprimora Verificação por Foto com nova tecnologia
O Bumble, aplicativo de namoro com foco nas mulheres, aprimorou sua ferramenta de Verificação por Foto com tecnologia biométrica que permite detecção em tempo real e confirma que há uma pessoa real por trás de cada perfil.
Uma nova pesquisa realizada pelo Bumble aponta que a segurança é um fator central na hora de escolher um aplicativo de namoro, com mais de 9 em cada 10* (91%) entrevistados afirmam que esse é o principal critério na decisão de qual app usar.
Antes de um primeiro encontro, muitas mulheres adotam medidas preventivas, como compartilhar sua localização com amigas, revisar o perfil da sua conexão e combinar horários de check-in. Mais de 8 em cada 10 mulheres entrevistadas dizem que costumam discutir medidas de segurança antes de encontrar alguém. Esse comportamento reflete mudanças na forma como as pessoas se relacionam atualmente e influencia cada vez mais a escolha das plataformas utilizadas.
“A segurança sempre foi fundamental na forma como construímos o Bumble, e este próximo passo no Brasil reflete nosso investimento contínuo em elevar esse padrão. Ao aprimorar nosso recurso de verificação de fotos com tecnologia biométrica, estamos fortalecendo a confiança de que as pessoas com quem você se conecta são reais e correspondem às fotos em seus perfis. Isso é fundamental não apenas para a segurança individual, mas para a construção de um ecossistema de encontros mais confiável e respeitoso como um todo”, disse Elymae Cedeno, Vice-Presidente de Confiança e Experiência do Cliente do Bumble.
O Brasil está entre os mercados de verificação mais ativos do Bumble no mundo, com mais de 3 em cada 5 membros já verificados por foto, e quase 90% dos entrevistados afirmam que se sentiriam mais confortáveis em encontrar alguém pessoalmente se a pessoa fosse verificada.
“Saí de um relacionamento abusivo quando consegui liberdade financeira.”
Após sofrer agressões, manipulação financeira e violência psicológica, Yasmin Polemick encontrou na criação de conteúdo adulto uma forma de reconstruir a autoestima e conquistar autonomia
Antes de viver um relacionamento abusivo, Yasmin Polemick descreve que era uma jovem livre, cercada de amigos, apaixonada por música, fotografia e pela própria independência. “Minha autoestima era lá no alto”, relembra. Mas, segundo ela, tudo começou a mudar aos poucos, de forma silenciosa, dentro de uma relação que parecia perfeita no início.
Como costuma acontecer em relações abusivas, os primeiros sinais vieram disfarçados de cuidado, intensidade e paixão. Com o tempo, porém, vieram os gritos, humilhações, controle, isolamento e episódios de violência física. Yasmin conta que se afastou de amigos, parou hobbies, deixou trabalhos e passou a viver em função do relacionamento. “Eu deixei de ser eu mesma”, resume.
Foi nesse período que ela começou a trabalhar com criação de conteúdo adulto e camming. Enquanto o parceiro passava noites fora, ela encontrou no mercado de conteúdo adulto uma maneira de recuperar parte da autoestima que havia perdido. Hoje, Yasmin também integra a plataforma Hotvips, espaço voltado para criadores que monetizam conteúdos e exploram a sexualidade de forma independente e consensual.
“Quando eu entrava no site pra trabalhar, era o contrário. Eu era exaltada o tempo todo. Enquanto o homem que estava do meu lado me deixava sempre pra baixo, os clientes elevavam minha autoestima”, relata.
Segundo Yasmin, além da violência emocional, o relacionamento também envolvia abuso financeiro. Ela afirma que o então parceiro acessava sua conta bancária sem autorização, pegava dinheiro escondido e utilizava os valores para sustentar vícios e festas. “Percebi que, quando seu parceiro te esconde dinheiro, isso é violência psicológica, pegar seu dinheiro é roubo”, afirma.
A situação chegou ao limite durante o chá de bebê do filho do casal. Diante de convidados, Yasmin foi agredida após impedir a entrada de um amigo do parceiro que estava sob efeito de drogas. O episódio se tornou a virada de chave emocional para que ela começasse a planejar a saída definitiva da relação.
Mesmo decidida a sair, ela conta que precisou de tempo para juntar dinheiro, organizar a vida e garantir segurança para si e para o filho. A renda obtida com a criação de conteúdo foi essencial nesse processo. “As mães solteiras vivem numa constante tortura entre trabalhar e cuidar dos filhos. Eu consegui equilibrar isso porque trabalho nos meus horários”, explica.
Segundo a criadora, a flexibilidade do trabalho digital foi um dos fatores que possibilitou sua independência financeira. Dentro de plataformas como a Hotvips, criadoras conseguem administrar os próprios horários, produzir de forma autônoma e construir uma fonte de renda sem depender de terceiros, algo que Yasmin considera decisivo para conseguir sair da relação abusiva.
A separação aconteceu após uma nova agressão. Enquanto trabalhava produzindo conteúdo, Yasmin registrou um boletim de ocorrência e solicitou uma medida protetiva. “Não teve conversa de fim. Foi a polícia batendo na porta e entregando a medida protetiva. Foi um grande alívio”, conta.
Ela afirma que a reconstrução emocional só foi possível com apoio psicológico e psiquiátrico. “Você precisa de um profissional para colocar sua cabeça no lugar depois de um relacionamento abusivo”, diz. Paralelamente, o trabalho com conteúdo adulto continuou sendo uma fonte de autonomia financeira e fortalecimento emocional.
Hoje, seis anos após iniciar na criação de conteúdo, Yasmin define a profissão como libertadora. Segundo ela, o trabalho exige disciplina, estratégia, gestão do próprio tempo e responsabilidade, muito além dos estigmas normalmente associados ao setor. “As pessoas acham que é fácil, mas não é. Tem muita coisa pra fazer fora e na frente das câmeras”, explica.
Ela também faz questão de diferenciar os diversos segmentos do mercado adulto e combater preconceitos. “As pessoas colocam tudo na mesma bolha, mas são trabalhos diferentes. E no fim das contas, nós podemos ser o que quisermos ser”, afirma.
Ao falar diretamente com outras mulheres que vivem situações semelhantes, Yasmin deixa um conselho objetivo: documentar provas, buscar apoio e denunciar. “Não tenha medo de denunciar abusador. Violência psicológica também é crime. Faça boletim de ocorrência, peça medida protetiva e saia daí. Vai dar certo”, conclui.
Sobre o Hotvips
O Hotvips é uma plataforma brasileira de venda de conteúdo adulto voltada para criadores que desejam transformar prazer em renda, com segurança, liberdade e suporte personalizado. A plataforma reúne casais amadores, exibicionistas e pessoas comuns que encontraram na produção de conteúdo uma forma de viver suas fantasias e complementar a renda com autonomia. Com parceria estratégica com o Sexlog, maior rede de sexo e swing da América Latina, o Hotvips aposta em inovação, transparência e no combate ao preconceito com fetiches e sexualidades diversas.
Mães narcisistas: o reflexo distorcido e construção da autoestima
A relação entre mães e filhos é frequentemente idealizada pela sociedade como um vínculo de amor incondicional e acolhimento absoluto
No entanto, quando a figura materna apresenta traços marcantes de narcisismo, essa dinâmica familiar sofre uma profunda distorção, deixando marcas silenciosas, porém muito profundas no desenvolvimento emocional da criança. Para a psicanálise, a mãe atua como o primeiro “espelho” do bebê e primeiro lugar de amor.
É através do olhar e da resposta materna que a criança começa a reconhecer a si mesma, a dar contorno às suas próprias emoções e a construir o seu valor no mundo. Mas o que acontece quando esse espelho não reflete a criança, e sim a própria mãe?
Uma mãe com comportamento narcisista tem uma grande dificuldade em enxergar os filhos como indivíduos próprios, dotados de desejos, opiniões e necessidades. Em vez disso, ela os enxerga como extensões de si mesma. O papel da criança, muitas vezes de forma inconsciente, passa a ser o de alimentar o ego materno.
Isso pode ocorrer de duas formas: seja alcançando um sucesso irreal para que a mãe possa se exibir perante os outros, seja mantendo-se totalmente submissa para jamais ofuscar o brilho e o controle que a mãe exige possuir.
Nesse cenário de exigências, o desenvolvimento emocional do filho é severamente prejudicado. As emoções genuínas da criança são frequentemente invalidadas, minimizadas ou ignoradas. Se ela demonstra tristeza ou frustração, a mãe pode interpretar isso como uma afronta pessoal ou um ataque, em vez de acolher o sofrimento. Como consequência, a criança aprende desde muito cedo uma lição dolorosa: para receber algum afeto (ou simplesmente para evitar a rejeição), ela precisa esconder quem realmente é.
Para sobreviver a esse ambiente de desamparo, a criança cria o que a psicanálise chama de “falso self” (um falso eu). Trata-se de uma máscara de proteção emocional. O filho passa a agir exclusivamente de acordo com o que a mãe espera, abafando suas próprias vontades e sua espontaneidade. Ele se torna um verdadeiro especialista em monitorar o humor materno para evitar conflitos, vivendo em um estado de alerta constante.
Esse apagamento afeta diretamente a construção da autoestima. Uma autoestima saudável nasce da experiência de ser amado e aceito pelo que se é, com falhas e virtudes. Quando o amor materno é condicional e focado apenas na utilidade da criança para a imagem da mãe, o filho cresce com uma sensação crônica de inadequação e vazio. Ele carrega a crença silenciosa de que “nunca é bom o bastante”.
Na vida adulta, isso pode se traduzir em relacionamentos afetivos abusivos, dificuldade em impor limites, autocrítica implacável e uma busca incessante por aprovação externa. A pessoa continua procurando no mundo o olhar de aceitação que lhe faltou na infância.
Reconhecer que se cresceu sob a sombra de uma mãe narcisista é um processo muito doloroso, pois exige enfrentar a dura realidade do vazio emocional vivenciado no passado. Contudo, essa tomada de consciência é o primeiro passo para a libertação. O processo terapêutico oferece um espaço seguro e sem julgamentos para que o indivíduo possa, finalmente, dar voz àquela criança que foi silenciada.
Ao elaborar essas feridas na análise, é perfeitamente possível quebrar o ciclo de dor, resgatar a própria identidade e reconstruir a autoestima, aprendendo a se olhar com compaixão e libertando-se definitivamente do reflexo distorcido do passado.
* Elizandra Souza é psicanalista, escritora, palestrante e docente com mais de 20 anos de experiência em atendimento clínico e formação de profissionais. Atua com cursos, palestras e atendimentos voltados a psicólogos, psicanalistas, profissionais do Direito e pessoas interessadas em saúde mental, comportamento e relações humanas.
É especialista em Psicanálise e Linguagem e em Magistério do Ensino Superior pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a PUC-SP. Possui Mestrado em Educação pela Universidade São Francisco, em Itatiba, e atualmente é doutoranda em Psicologia pela Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales, em Buenos Aires.
Ao longo da carreira, tornou-se professora convidada em diversas instituições de ensino pelo Brasil e passou a abordar temas como crime e psicanálise, misoginia, feminicídio, ansiedade, depressão, infância hiperconectada, violência, transtornos emocionais e os impactos da saúde mental nas relações pessoais e profissionais
Beijo com tremidinha: conheça o gloss erótico de jambu
Ingrediente típico da culinária amazônica, o jambu ganhou espaço em lubrificantes íntimos e agora chega aos glosses labiais prometendo mais salivação e sensação de “quero mais” no beijo na boca
O jambu não faz maravilhas só em drinks e num delicioso tacacá. A dormência e o formigamento da planta passou a ser usada no sexo e na masturbação há algum tempo. Por ser considerado um “vibrador natural”, é comum encontrar lubrificantes íntimos e géis excitantes com a planta amazônica na composição. A novidade agora é poder sentir essa explosão toda já no beijo. Nós te apresentamos o gloss de jambu.
Batom e gloss com extrato de jambu não são bem novidade, mas a proposta é buscada pelo pump que aumenta os lábios. A mudança está no apelo erótico adotado pelas marcas de produtos íntimos, que passaram a lançar glosses de jambu para aumentar a sensibilidade do beijo na boca, movimento ainda pouco explorado.
Já são dois produtos disponíveis no Brasil. O Jambuze, da Good Vibres, foi lançado no fim de 2025 como gloss multifuncional para levar na nécessaire e quebrar com a ideia de que produtos eróticos precisam ficar “escondidos”. O efeito começa quase imediatamente e é liberado aos poucos durante o beijo.
“Queríamos sair do óbvio e trazer essa provocação sensorial. Além disso, o estímulo do jambu muda, o que cria uma experiência diferente a cada uso”, explica Clara Bochner, assistente de produtos da marca.
Lançado no Carnaval passado, o Siricutico, da Dona Coelha, transfere a vibração para a boca da outra pessoa assim que o beijo começa. A marca escolheu o Carnaval para mostrar ao que veio: somar no clima de flerte e pegação da folia.
“Nossa ideia é incentivar que as pessoas se beijem mais, e o Siricutico serve para dar um gás no beijo na boca e em outras áreas erógenas”, explica a CEO do sex shop, Natali Gutierrez.
Qual é a proposta do gloss de jambu?
Os glosses de jambu têm a proposta de dar um quê a mais no beijo e deixá-lo mais divertido. A vibração dos lábios é transferida para a outra boca ou parte do corpo que estiver beijando — sim, até na área íntima. Na prática, isso também significa um beijo mais molhado — já que o jambu estimula a salivação — e lábios mais sensíveis.
A dormência acontece por conta do alto teor da substância química espilantol que, ao entrar em contato com a saliva e a mucosa, estimula as terminações nervosas e aumenta a microcirculação de onde for aplicado.
O jambu é típico do Pará e, por isso, muito presente na culinária local — em pratos como tacacá, tucupi e arroz paraense, além da cachacinha de jambu. Ou seja: dá para dizer que a erva além de um tesouro nacional, virou uma arma secreta perfeita para apimentar o momento a dois (ou mais).
Há estudos recentes que apontam para uma tendência de declínio no beijo na boca, por motivos que vão de falta de tempo, desinteresse por causa da rotina ou mesmo pela diminuição de convivência em ambientes sociais e de relações íntimas.
Outro chamariz são a praticidade e o preço: produtos líquidos tendem a ter melhor custo-benefício por serem duráveis e terem preços mais acessíveis. É possível encontrar opções interessantes e seguras que custam entre R$ 50 e R$ 100. Ou seja, é perfeito para quem não consegue gastar muito dinheiro com vibradores e outros sex toys, mas tem curiosidade em experimentar novas sensações.
Fonte; Marie Claire
Linguagens do amor: entenda quais são e como elas podem melhorar seu relacionamento
Tudo mudou quando aprendi sobre o conceito de linguagens do amor. Confira aqui qual das cinco é a sua!
Brigar com meu marido é uma das coisas que menos gosto de fazer. Pode não parecer uma surpresa, mas, com meu temperamento um pouco explosivo, as brigas nem sempre me incomodaram tanto. Na verdade, em relacionamentos anteriores, eu até gostava de uma boa discussão como forma de aliviar tensões, expor diferenças e, inevitavelmente, fazer as pazes depois. Mas agora é diferente.
Não porque estou mais ocupada ou mais frágil, ou porque não gosto do que meu parceiro diz durante as brigas (embora geralmente não goste mesmo), mas porque – mesmo depois de uma década – ainda não dominamos a arte de esfriar a cabeça.
Nossas brigas, embora raras, aumentam a ponto de eu inevitavelmente sair de cena para evitar que um de nós diga algo que vá se arrepender. Infelizmente, somos teimosos demais para dar o primeiro passo de reconciliação. Esses momentos de “ombros frios” podem durar horas e, não tenho dúvidas, dias, se minha insistência em não ir para a cama brigados não fosse um pouco mais forte que minha teimosia.
Eu fico remoendo, esperando que ele faça o primeiro movimento – venha pedir desculpas, me abrace ou até ria da nossa situação absurda para quebrar a tensão. Ele, por outro lado, agradece pelo momento de calmaria, acreditando ingenuamente que isso vai nos ajudar a esfriar a cabeça, e pega o controle do PS5. Vou te dizer: se eu já não estava furiosa, a trilha sonora do FIFA com certeza garante isso.
O que são as linguagens do amor?
Enquanto eu inicialmente achava que essas longas e dolorosas tardes eram causadas pela minha teimosia inabalável e pela recusa dele de pedir desculpas ou baixar a guarda, ao descobrir o conceito de “Linguagens do Amor”, conseguimos entender e justificar facilmente nossos comportamentos opostos.
“O conceito de linguagens do amor foi criado por Gary Chapman”, explica a coach de saúde emocional e autora best-seller Roxie Nafousi. “Ele definiu 5 linguagens do amor que representam diferentes formas de expressarmos e recebermos amor. Todos temos uma ou duas linguagens predominantes. Descobrir qual é a sua e a do seu parceiro ajuda a entender melhor as necessidades de cada um e a comunicar o amor de forma mais eficaz.”
Meu marido e eu somos praticamente idênticos em gostos, interesses, senso de humor e planos para o futuro, mas sempre soubemos que somos opostos em termos de comportamento emocional.
Eu penso e analiso demais tudo, enquanto ele é irritantemente relaxado. Chego à estação de trem com pelo menos uma hora de antecedência, enquanto ele pula no trem no último segundo e torce para conseguir comprar a passagem a bordo. Eu remo algo que disse semanas atrás, enquanto ele provavelmente nem ouviu na época.
Não é surpresa, portanto, que nossos desejos e necessidades no relacionamento sejam diferentes. Isso sempre foi óbvio, mas eu nunca havia entendido que a forma como gosto de ser amada não é necessariamente a mesma que ele prefere, e, portanto, o amor que quero receber não é, necessariamente, o melhor tipo de amor para dar, e vice-versa.
Aprender e compreender isso não apenas fortaleceu nosso relacionamento nos bons momentos, mas também facilitou as reconciliações após as brigas, já que sabemos o que significa mais para cada um. Eu gosto de “desculpas” e abraços, enquanto ele prefere gestos práticos (geralmente que eu faça o jantar ou tire o lixo) ou algo mais tangível.
“Por exemplo”, explica Roxie, “se você sabe que a linguagem do amor do seu parceiro é tempo de qualidade e a sua são palavras de afirmação, você pode garantir que dedica tempo diariamente para dar a ele atenção total e pedir, em troca, que ele faça um esforço extra para expressar verbalmente seu amor e apreciação.”
As cinco linguagens do amor e como atender às necessidades de quem é diferente de você
1. Palavras de afirmação
Pessoas cuja linguagem do amor são palavras de afirmação valorizam expressões verbais ou escritas de amor e apreciação. Elas tendem a demonstrar afeto através de palavras e se sentem amadas quando recebem o mesmo em troca.
- • Gostam de: cartas de amor, ouvir “eu te amo”, receber elogios, mensagens frequentes.
- • Não gostam de: mensagens implícitas transmitidas por olhares ou toque, má comunicação, falta de validação verbal.
2. Toque físico
Para quem tem o toque físico como linguagem do amor, o afeto físico é a principal forma de se sentir amado. Abraços, beijos e carícias são poderosos conectores emocionais para essas pessoas.
- • Gostam de: abraçar, segurar as mãos, sentar perto, beijar.
- • Não gostam de: ausência de toque, ficar muito tempo sem contato físico, parceiros que não gostam de demonstrações públicas de afeto.
3. Atos de serviço
Pessoas cuja linguagem do amor são atos de serviço valorizam gestos úteis e demonstrações de cuidado. Elas tendem a expressar amor ajudando os outros e apreciam quando isso é retribuído.
- • Gostam de: ajuda com tarefas domésticas, refeições preparadas, encher o tanque do carro.
- • Não gostam de: parceiros que precisam ser lembrados de fazer as coisas, promessas não cumpridas.
4. Tempo de qualidade
Para quem tem o tempo de qualidade como linguagem do amor, estar presente e dedicar atenção total é mais importante do que palavras ou presentes.
- • Gostam de: contato visual, conversas significativas, atenção total.
- • Não gostam de: distrações com o celular, planos cancelados, pessoas distraídas.
5. Receber presentes
Quem tem essa linguagem do amor vê os presentes como símbolos significativos de amor, apreciando o gesto e o esforço por trás deles.
- • Gostam de: celebrar datas especiais, pequenos presentes atenciosos.
- • Não gostam de: aniversários esquecidos, falta de gestos simbólicos.
Por fim, cada pessoa é única, e todos temos necessidades diferentes em nossos relacionamentos. “Trate os outros como gostaria de ser tratado” é uma boa regra para evitar ser cruel ou negligente, mas, em relacionamentos – românticos ou não –, pode ser mais eficaz tratar as pessoas como elas querem ser tratadas.
Fonte: Glamour
Iniciou o ano conhecendo alguém? Saiba quais cuidados ter antes de assumir cedo demais
Especialista em relacionamentos Henri Fesa alerta sobre decisões impulsivas no início do ano e explica por que acelerar vínculos pode gerar frustrações emocionais
O início do ano costuma trazer uma sensação coletiva de recomeço. Metas, promessas pessoais e o desejo de viver algo novo fazem com que muitas pessoas se abram emocionalmente com mais facilidade, inclusive para novos relacionamentos.
Não é raro que, logo nos primeiros meses do ano, alguém conheça uma pessoa especial e já sinta vontade de assumir algo sério. Mas será que esse impulso é sempre saudável? Qual o momento ideal?
O começo do ano, de acordo com o médium especialista em relacionamentos Henri Fesa, pode gerar uma falsa sensação de urgência emocional. “Existe uma expectativa inconsciente de que tudo precisa dar certo agora, como se o relacionamento fosse parte de um checklist do ano novo. Isso faz com que muitas pessoas pulem etapas importantes do vínculo”, explica.
Assumir cedo demais pode esconder riscos emocionais. Quando o envolvimento acontece de forma acelerada, o casal ainda não teve tempo suficiente para lidar com frustrações, diferenças de valores, limites pessoais e até conflitos cotidianos. “No início, tudo é novidade. A tendência é mostrar apenas o melhor lado e ignorar sinais que merecem atenção”, pontua Henri.
Outro ponto de alerta é confundir intensidade com profundidade. Conversas longas, muita troca emocional e planos rápidos não significam, necessariamente, que existe maturidade relacional. “Conexão emocional não se constrói apenas com frequência de contato, mas com constância, coerência e atitudes ao longo do tempo”, reforça o especialista.
Henri também destaca a importância do autoconhecimento nesse momento. Antes de assumir um compromisso, é essencial compreender se o desejo de se relacionar vem de um lugar de escolha ou de carência.
“Quando a pessoa entra em um relacionamento para preencher vazios emocionais ou para não começar o ano sozinha, a tendência é criar dependência afetiva”, alerta.
Por fim, o especialista orienta que não existe um tempo ‘certo’ universal para assumir um relacionamento, mas sim o tempo emocional de cada vínculo. “Ir com calma não significa desinteresse, mas respeito pela construção da relação. Relacionamentos saudáveis não precisam de pressa, precisam de consciência”, conclui Henri Fesa.
Sobre o Henri Fesa
O Médium Henri Fesa auxilia pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais aqui!
Cinco dicas para impedir que seu relacionamento siga os mesmos padrões em 2026
Médium e especialista em relacionamentos Henri Fesa explica como romper ciclos emocionais que se repetem nos relacionamento
Já estamos no fim de janeiro e, para muitas pessoas, 2025 ainda não terminou por dentro. O último ano não foi apenas mais um ciclo que se encerrou no calendário, mas um período que expôs verdades, rompeu estruturas emocionais e forçou decisões difíceis, mesmo quando ainda existia sentimento. O fim de relacionamentos de figuras públicas como Ivete Sangalo, Virgínia e Pitty chamou atenção, mas refletiu algo muito maior: um movimento coletivo de encerramentos que atingiu também casais anônimos, lares comuns e histórias longe dos holofotes.
Muitos iniciaram 2026 ainda processando perdas, términos, despedidas e mudanças profundas na dinâmica afetiva. Para alguns, não foi apenas um relacionamento que acabou, mas uma versão de si mesmo que já não fazia mais sentido. E isso explica por que, mesmo com o novo ano em curso, ainda há quem sinta que não virou a página emocionalmente.
Um novo ano costuma trazer expectativas de mudança, planos e promessas, inclusive na vida amorosa. Ainda assim, muitos casais entram em 2026 repetindo exatamente os mesmos comportamentos, conflitos e frustrações dos anos anteriores. Isso acontece porque, embora o calendário mude, padrões emocionais só se transformam quando há consciência, responsabilidade e intenção real de fazer diferente.
Discussões que se repetem, sensação de não ser compreendido, cobranças excessivas ou silêncios prolongados são sinais de que o relacionamento pode estar preso a ciclos desgastantes. Ignorar esses sinais costuma levar à estagnação emocional, mesmo quando ainda existe amor entre o casal.
Discussões que se repetem, sensação de não ser compreendido, cobranças excessivas ou silêncios prolongados são sinais de que o relacionamento pode estar preso a ciclos desgastantes. Ignorar esses sinais costuma levar à estagnação emocional, mesmo quando ainda existe amor entre o casal.
Para o médium e especialista em relacionamentos Henri Fesa, o primeiro passo é assumir responsabilidade emocional e compreender que nem tudo depende do outro. “Nem sempre o parceiro vai nos amar da forma que acreditamos merecer, e isso não pode ser transferido como obrigação. Amar-se, reconhecer limites e conversar com maturidade são atitudes fundamentais para que a relação não se sustente apenas em expectativas frustradas”, explica.
Para ajudar, Henri Fesa dá 5 dicas para impedir que seu relacionamento repita os mesmos padrões em 2026, confira!
- 1- Falem sobre objetivos e metas do casal
Antes de pensar no futuro individual, é essencial entender quais são os objetivos enquanto casal. Conversar sobre planos, sonhos e prioridades ajuda a alinhar expectativas e evita frustrações silenciosas ao longo do caminho;
- 2- Conversem sobre sentimentos, não sobre culpados
Ao falar sobre situações difíceis, foque em como você se sentiu, e não em apontar erros. A comunicação baseada em sentimentos promove empatia e reduz conflitos defensivos que só alimentam ciclos negativos;
- 3- Entendam a linguagem do amor um do outro
Cada pessoa demonstra e recebe amor de formas diferentes. Identificar se o outro se sente amado por palavras, atitudes, tempo de qualidade, presentes ou toque físico pode transformar completamente a dinâmica da relação;
- 4- Assuma a responsabilidade pelo seu próprio amor e autoestima
Esperar que o parceiro supra todas as carências emocionais é um peso injusto para a relação. Entender que o outro nem sempre vai nos amar como merecemos, porque essa é, antes de tudo, uma função nossa, fortalece vínculos mais saudáveis;
- 5- Revisem padrões antigos e criem novos acordos
O que funcionou no passado pode não servir mais. Revisitar combinados, ajustar limites e criar novos acordos é essencial para que o relacionamento evolua junto com as mudanças de cada um.
Sobre o Henri Fesa
O Médium Henri Fesa auxilia pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais clique aqui!
Curtir é flertar? Como a digitalização está mudando a linguagem do amor
Já se foram os dias das cartas românticas. Elas evoluíram para o frio “o que você está fazendo?”, enviadas por mensagens.
Faz alguns anos que o digital virou nossas vidas amorosas de cabeça para baixo: stories curtidos como primeiros passos de uma paquera, um casal só se torna oficial depois que uma foto dos pombinhos é postada no Instagram… Isso afeta, pouco a pouco, as nossas histórias do coração.
Essas notificações, por mais comuns que sejam quando vêm de amigos, familiares ou até mesmo colegas de trabalho, ganham um significado completamente diferente quando são obra de uma pessoa que poderia se tornar o próximo protagonista da sua vida amorosa.
Prova disso são os milhares de tópicos do Reddit em que muitos anônimos vêm em busca de respostas para a pergunta que queima os lábios e faz o coração disparar: “curtir fotos significa que ele/ela está interessado?”
Porque já se foram os dias em que flertamos um com o outro com olhares lânguidos, sorrisos tímidos e cartas ardentes. Hoje, para fazer com que os outros entendam que chamaram a nossa atenção, basta inundá-los nos nossos “likes”.
E se não existe uma resposta comum à questão colocada pelos internautas, existe uma realidade inegável escondida por detrás deste inocente coração vermelho das redes: na era digital, as nossas linguagens de amor estão mudando, e nem sempre para melhor…
Comportamento que cria confusão
“Quando um cara que acabou de me seguir vai direto curtir meus stories ou vários posts, entendo na hora. Mas na maioria das vezes, eles ficam em silêncio, não vêm puxar conversa… Então no final, raramente acontece qualquer coisa. Eles só perdem tempo, porque eu valho mais que isso”, diz Marie, de 29 anos.
Essa confusão trazida pela simples ação de curtir (muitas vezes de forma repetitiva) sem sinalizar de forma mais clara, seu interesse, é atestada nas discussões dos fóruns citados acima, mas também está presente nos milhões de visualizações que os vídeos sobre “o que significa quando um garoto curte um story no Instagram?” acumulam no TikTok.
Dessa imprecisão, porém, emerge um fato óbvio que tendemos a esquecer: sem um dicionário universal do amor, a interpretação de cada um permanece diferente. Tentar declarar o seu amor simplesmente pressionando um botão não é, portanto, o mais eficaz.
Amal Tahir, sexóloga, autora (seu próximo livro Meeting with the Thirties: Chronicles of a Single, será publicado em 14 de fevereiro de 2025 na França pela Leduc) e apresentadora do podcast Garce Therapy, fala até sobre uma linguagem de amor “preguiçosa” .
“Curtir stories, posts, sim, é um sinal para ficarmos de olho. É para deixar nosso crush perceber que estamos ali, que vimos, que gostamos… Mas é uma visão entre tantas outras, e o relacionamento romântico é o esforço, a concessão e o fato de encontrar um meio-termo para as pessoas que o compõem”.
Fonte: Marie Claire
Já começou o ano brigando? Especialista explica como mudar a vibração do relacionamento
Segundo especialista em reconciliações, conflitos no início do ano não devem ser ignorados e o casal tem como ajustar a energia emocional
O início do ano costuma ser associado a renovação, planos e expectativas positivas. No entanto, para muitos casais, janeiro começa marcado por discussões, tensão e conflitos que parecem surgir sem grandes motivos. Brigas logo nos primeiros dias do ano podem indicar mais do que simples estresse: elas revelam uma vibração emocional desalinhada dentro do relacionamento.
Segundo Roberson Dariel, especialista em reconciliação de casais e presidente do Instituto Unieb, o começo do ano intensifica emoções que já estavam acumuladas. “As festas, o convívio intenso com a família, questões financeiras e expectativas para o futuro acabam funcionando como gatilhos. O casal entra no novo ano carregando pendências emocionais não resolvidas”, explica.
Quando o relacionamento inicia o ano em clima de conflito, é comum que pequenas situações se transformem em grandes discussões. Isso acontece porque a energia do casal está baseada na cobrança, no desgaste e na falta de escuta. “Brigar no começo do ano não significa que a relação está condenada, mas é um sinal claro de que algo precisa ser revisto”, afirma Roberson.
Para o especialista, mudar a vibração do relacionamento começa com responsabilidade emocional. Isso envolve reconhecer o próprio comportamento, evitar disputas de ego e interromper ciclos repetitivos de discussão. “Muitos casais brigam sempre pelos mesmos motivos, apenas mudando o cenário. Enquanto não houver consciência, a energia da relação permanece estagnada”, pontua.
Roberson Dariel destaca ainda que alinhar expectativas para o novo ano é fundamental. Conversar sobre planos, limites, necessidades emocionais e até medos ajuda a transformar o clima do relacionamento. “Relacionamentos saudáveis não são aqueles sem conflitos, mas aqueles em que o casal consegue transformar tensão em aprendizado e crescimento conjunto”, conclui.
Sobre o Instituto UNIEB
Fundado em 2010, o Instituto Unieb é o primeiro Instituto de Unificação Espírita do Brasil, associação sem fins lucrativos que une diferentes religiões para ajudar as pessoas a superarem problemas pessoais, profissionais e amorosos. O Unieb, dentro da crença de cada pessoa, realiza os Rituais, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais clicando aqui!