Saúde & Bem-estar

Silmeri Bolognani: referência e pioneirismo na farmácia integrativa

Com quase 40 anos, movida pelo desejo de transformar vidas, Silmeri Bolognani iniciou a faculdade de farmácia

 

Ao longo dessa jornada, contou com o apoio do marido e da família, que celebraram suas conquistas e inspiraram sua dedicação.

 

Foi nesse caminho que descobriu que cuidar vai muito além de entregar medicamentos, é algo que exige atenção, sensibilidade e presença verdadeira.

Destacou-se nacionalmente ao abrir o primeiro consultório farmacêutico legalizado, unindo estética a terapias integrativas, o que consolidou seu pioneirismo no país.

 

Com dedicação e paixão, atende pacientes e capacita profissionais, inspirando pessoas com sua trajetória e transformando vidas por meio do seu trabalho.

 

“Cuidar vai muito além de entregar medicamentos — é estar presente de verdade”, acredita Silmeri.

 

Cada paciente atendido e cada profissional formado confirmam o propósito do seu trabalho: exercer sua paixão com dedicação e confiança, inspirar pessoas e transformar vidas.

 

Para acompanhar o trabalho de Silmeri, siga os perfis no Instagram:

@institutobolognani

@bolognaniacademya

Festas e eventos

Utilità celebra 30 anos com muito networking em evento no Río de Janeiro

No dia 27 de fevereiro de 2026, o Auditório do Américas Avenue Business Square, na Barra da Tijuca, foi palco de mais um evento de sucesso da campanha “Utilità 30 anos divulgando negócios e conectando pessoas”. A tarde foi marcada por networking, lançamentos e a apresentação da revista digital de março, que destaca a trajetória de 21 empreendedores. O ponto alto foi a apresentação da nova embaixadora da Utilità, a Dra. Salete Cabral.

 

A mais nova embaixadora: Dra Salete Cabral

 

Com 34 anos de carreira, a cirurgiã-dentista compartilhou sua jornada de transformação, que vai muito além da odontologia convencional. Dra Salete, que empreende desde 2006, falou sobre a importância da gestão na saúde e de sua transição para uma abordagem integrativa, que une a estética do sorriso à Odontologia do Sono, Laserterapia e Hipnoterapia. “Cuidar de sorrisos é transformar vidas com acolhimento, ciência e humanização”, afirmou a especialista, que presenteou os convidados com kits de saúde bucal. Mais sobre ela: @drasaletecabral.

 

Uma tarde de networking

 

Daniela Andrade, jornalista, publicitária e fundadora da Utilità, conduziu a celebração e promoveu dinâmicas de networking que geraram conexões valiosas. Uma delas dividiu os participantes em grupos liderados por especialistas que representavam os pilares da marca: Ana Matos (divulgação), Glenio Machado (capacitação) e Luana Logatto (networking). As embaixadoras Cátia Vita, Emi Moraes e Sâmela Cavalcanti também lideraram rodadas de apresentação, fortalecendo a rede de contatos.

 

Além disso, Renato Correira, contador e sócio do Grupo RM Negócios, também apresentou as soluções oferecidas. Seu portfólio inclui contabilidade consultiva e gestão financeira (BPO Financeiro), administração de condomínios e imóveis, consultoria empresarial sob medida, emissão de certificação digital, corretagem de seguros, registro de marca no INPI, além de soluções de produção de conteúdo e podcasts, produção de eventos e cursos e treinamentos para capacitação profissional.

 

Lançamento da Comunidade S.P.A.C.E.

 

Outro destaque foi o lançamento da Comunidade S.P.A.C.E., um método de produção de conteúdo com inteligência artificial criado por Glenio Machado. A proposta ensina empreendedores e profissionais de marketing a construir um ecossistema de agentes de IA treinados no DNA de suas marcas, escalando a produção de conteúdo sem perder a qualidade. Mais informações estão disponíveis em space.glenio.com.br.

 

Revista de março: histórias que inspiram

 

A revista de março mergulha em um universo de trajetórias inspiradoras, apresentando profissionais que estão redefinindo o sucesso em suas áreas.

No campo da saúde e bem-estar, a edição destaca a odontologia com propósito da Dra. Salete Cabral e a beleza focada em ciência e autocuidado da Dra. Monique Gonçalves. A experiência de mais de 20 anos em planos de saúde de Cristiane Andrade complementa o setor, enquanto Denis Eustáquio aborda a importância de eliminar as travas da insegurança para o desenvolvimento pessoal.

 

O universo da comunicação, criatividade e estratégia é representado por um time de peso. Alexandra Pazos e RMN Drones eternizam momentos com imagens que contam histórias. No campo estratégico, Graça Paes traz soluções pela sua assessoria de imprensa e fotografia. Maximino Perez une jornalismo e esportes, Rafa Tayão explora o universo da imprensa e conteúdo, e Silvia Bastiana se dedica a criar conexões que geram mais visibilidade para empreendedores. Além disso, Juliana Favorin faz brindes 3D inesquecíveis.

 

Para o mundo dos negócios, gestão e tecnologia, a revista traz a expertise de Luana Logatto, que mentora contadores, e a transparência da MRX Soluções em Condomínios. A inovação se destaca com o Hublike CRM, o sistema para mulheres que assumem o controle, e a visão de Wandréa Braga, que transforma essência em estratégia. A segurança é o foco de Roberta Silva, com seu propósito de proteger vidas.

 

O setor de eventos e gastronomia é celebrado com a praticidade da Gota D’Água e o cuidado em cada detalhe da M. Aluguéis. A doçura que conecta sonhos fica por conta da Pitadinha de Sal & Mel. A edição também abre espaço para a força do empreendedorismo na advocacia, com Mara Mendes, e para jornadas de superação e propósito, como as de Leila Cristina Jorge e da comunidade Emunah, que constrói pontes para o futuro.

 

Feira de Negócios e Sabores

 

O evento contou com um maravilhoso coffee break preparado com muito carinho por parte da equipe Utilità e com o apoio da Marília da M.Aluguéis e da Cícera da @gotadagualocacoesrecreio. Além da feira de sabores  com a participação de novos e antigos parceiros, como Personal Chef Paty Neves, Dita Bendita, Sabores da Telma, Pitadinha de Sal & Mel, Emporio Mix Rio, Sam’s Club, Andrea Menezes Buffet, Chef Raquel Ferreira, Vinheria Club e Nutrilite.

 

Já a feira de negócios contou com diversos parceiros. São eles:
@zinniaz61, @mananciais _pijamas, @_karlafig, @lucy.melo, @vn.collettiva, @emagrecentrorecreio, @daysebrasil_hat, @catia_braulio, @priscilaguimaraesacessorios, @alquimiainspiracoes, @patyrochajeans, @crisindy.acessorios e @analucfreitas.daterra.

 

Mimos e agradecimentos

 

As participantes da revista e as embaixadoras foram presenteadas com mimos da Dolce di Caliari e embalagens personalizadas da Dzy Artes. Emi Moraes também distribuiu quartzos rosa com mensagens inspiradoras no check-in. Carla Luz da Via Mia Américas Shopping presenteou a embaixadora Salete Cabral com uma bolsa e sorteou 3 vouchers com desconto para os participantes.

 

Repórter por um dia

 

A ação “Repórter por um dia”, já um clássico das comemorações 30 anos da Utilità, aconteceu com Dzyanne e ainda contou com a cobertura de Tarsila do Conta Uma. Para o próximo evento, Jaque do Vem com a Jaque (https://www.instagram.com/vemcomajaquee/) e Suane Gomes da https://www.instagram.com/rmn_drones/ serão a bola da vez.

 

Serviço

 

Espaço do evento: @americasbusinessavenue

Apoio: @grupormnegocios

Produção do evento: Daniela Andrade (@danielaandradecomunicacao)

Embaixadoras: Cátia Vita (@catiavita), Emi Moraes (@euemi_moraes), Gisele Teodoro (@dragiseleteodoro), Sâmela Cavalcanti (@samelacavalcanti) e Dra Salete Cabral (@drasaletecabral).

Fotografia/vídeos: @mariposafotografia (Josy Guimarães) e @dzy.artees (Dzyanne)

Apoio no coffee break: Rosangela Garcia e Daniele Mota

Curadoria da feira de negócios e sabores: @silviabastianaassessoria

Apoio na feira de negócios e sabores: M. Aluguéis e Cícera (@gotadagualocacoesrecreio)

Cabelo e make da Daniela Andrade e das embaixadoras: @anamatos.make

Presentes para as homenageadas: @dolcedicaliari e @dzy.artees

Cobertura do evento: @contauma (Tarsila Moratelli)

Repórteres por um dia: @dzyane

Assessoria de imprensa: @rafatayao

 

Participe do próximo evento

Para participar do próximo evento e divulgar sua história na revista digitala da Utilità, entre em contato com Daniela Andrade por mensagem: http://bit.ly/whatsappdanielaandrade. E para acompanhar tudo que rolou no evento, siga os perfis: https://www.instagram.com/danielaandradecomunicacao/ e https://www.instagram.com/suaredeutilita/.

Beleza

Sarah Jessica Parker: “Ao longo dos anos aprendi que, na beleza, menos é mais”

Em recente passagem pelo Rio de Janeiro, atriz falou sobre cuidados com o cabelo e os itens de beauté que não saem do nécessaire

 

A atriz Sarah Jessica Parker esteve recentemente no Rio de Janeiro e participou do Baile da Arara. Para a ocasião, a atriz elegeu um vestido confeccionado pela estilista brasileira Isabela Capeto. “Não posso assumir o crédito pela arte do look. Eu apenas me senti grata por fazer parte da conversa. Falamos sobre cor, movimento, bordado e silhueta, buscando algo que fosse celebratório, mas refinado”, entrega.

 

Foi a primeira vez de SJP no Carnaval brasileiro e as expectativas não poderiam ser maiores e melhores. Para ela, essa se trata de uma oportunidade de expandir o repertório ao ver o mundo pelos olhos de outra base cultural. “Sinto como uma oportunidade de sair do meu próprio ponto de referência. O Carnaval não é sobre excesso pelo excesso. Ele é estruturado, intencional e profundamente cultural. Vivenciá-lo me permite observar uma forma de criatividade que é coletiva, e não individual. E essa perspectiva faz muito sentido para mim neste momento”, conta.

 

Para a viagem, ela garante, o nécessaire foi enxuto. “Viajo com bastante leveza. Sou bem prática. Prefiro uma pele que pareça pele. Um hidratante simples é indispensável, especialmente em voos. Um bom gloss. E sempre máscara de cílios. Adoro a máscara da Lancôme, na versão não à prova d’água. Ela transforma da maneira mais simples”, conta. Anotado?

 

É claro, não poderíamos deixar de perguntar quais são os segredos por trás de um dos cabelos mais icônicos da televisão. “Que gentileza”, ela introduz.

 

“Ao longo dos anos, aprendi que menos é mais. Hidratação é essencial, e sou fiel a bons tratamentos de condicionamento, especialmente quando estou trabalhando ou viajando. Tento evitar calor sempre que posso e deixo meu cabelo descansar. Também tenho a enorme sorte de trabalhar com o cabeleireiro Serge Normant, que é verdadeiramente inigualável. Ele sempre tem uma visão, mas também está profundamente comprometido com a saúde do meu cabelo. Existe uma colaboração real entre nós, que já dura muitas décadas, e eu confio nele completamente”, entrega.

 

Fonte: Glamour

Comportamento

Paula Vanessa: uma trajetória de superação, fé e sucesso no Rio de Janeiro

No coração do Rio de Janeiro, destaca-se a trajetória inspiradora de Paula Vanessa Araújo Guedes — mulher multifacetada que conquistou espaço como multiempresária, influenciadora digital, escritora e bispa. Sua história vai além do empreendedorismo: é um testemunho de resiliência, fé e coragem diante das adversidades.

 

Órfã de pai desde os dois anos de idade, vítima da violência que marcava a comunidade de Vila Norma, em São João de Meriti, Paula poderia ter se rendido às dificuldades. No entanto, escolheu o caminho oposto: transformou a dor em força e construiu sua vida sobre os pilares da determinação, da esperança e da fé.

 

Criada pela mãe e pela avó materna — suas maiores referências de amor e espiritualidade — iniciou sua jornada missionária aos 12 anos, levando alegria e a palavra de salvação às comunidades da Baixada Fluminense. Hoje, ao lado do marido, Rodrigo Guedes, exerce o chamado pastoral como bispa, impactando milhares de vidas.

 

Apesar do sonho inicial de seguir a carreira de delegada, foi no turismo que Paula encontrou sua verdadeira paixão. Formou-se em Direito em 2004, mas percebeu durante o estágio que sua vocação estava em outro caminho. Determinada a trilhar a própria rota, em 2008 fundou sua primeira empresa, a TAE TRANSFER, que evoluiu para a PHAM TURISMO.

 

Tornou-se, então, uma das mulheres pioneiras no setor no Rio de Janeiro, oferecendo experiências exclusivas que vão de passeios de helicóptero, cruzeiros internacionais e hospedagens de charme até serviços executivos de transporte e pacotes personalizados dentro e fora do Brasil.

 

“Minha missão é mostrar que, com fé e determinação, é possível transformar dor em propósito e desafios em vitória.”

 

Com sua visão inovadora, Paula não parou por aí. Criou o Método CEC – Confiança para Empreender e Crescer, no qual atua como psicanalista, mentora e palestrante, capacitando mulheres e empresários a desenvolverem habilidades em liderança, networking, gestão financeira e de tempo. Já ajudou a desbloquear o potencial de mais de 2.000 pessoas, tornando-se referência em transformação pessoal e profissional.

 

Agora, dá mais um passo em sua trajetória como escritora. Em breve, lançará o livro “Rasgando o Silêncio” , obra em coautoria em que revela pela primeira vez experiências nunca compartilhadas em suas redes, palestras ou no altar. Um projeto que promete impactar e libertar vidas por meio da verdade e da vulnerabilidade.

 

Paula Vanessa é, sem dúvida, uma história viva de superação e inspiração — um exemplo de que é possível transformar obstáculos em degraus rumo a um propósito maior.

 

Para acompanhar a trajetória de Paula, siga seu perfil no Instagram: @paulavanessaof.

Colunistas

Saiba quais são as opções de aposentadoria para as mulheres

Os brasileiros que estão prestes a se aposentar podem se deparar com novas regras do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), já vigentes em 2024. Desde 2019, com a reforma da Previdência aprovada, todos os anos mudanças graduais são implementadas para ter acesso ao benefício. As mulheres possuem algumas opções de aposentadoria. Veja as principais regras:

 

• Por idade (minino 58 anos)

 

• A mulher precisa ter 62 anos e pelo menos 15 anos de contribuição

 

• Por tempo de contribuição

 

Existem quatro 4 possibilidades:

 

– Pontos progressivos (90 pontos para 30 anos de contribuição)

 

– Idade mínima progressiva (30 anos de contribuição e 58 anos de idade)

 

– Pedágio de 50% (só vale para quem em 13/11/2019 tinha pelo menos 28 anos de contribuição)

 

– Pedágio de 100% (57 anos de idade e 30 anos de contribuição)

 

• A aposentadoria especial contempla aquelas expostas a ruídos ou substâncias químicas. Os requisitos variam de acordo com o risco.

 

Quer saber mais sobre o assunto? Precisa de assistência jurídica? Envie uma mensagem ou ligue para (21) 98372-7981.

 

Artigo da advogada Mara Mendes, especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário, consumidor, família e divórcio. Integrante das comissões da Diversidade Religiosa e Neurociência da OAB Barra da Tijuca.

 

Siga: @maramendes_advogada

Carreira & negócios

Tarsila Moratelli: para quem deseja uma organização mais descomplicada

Durante muito tempo, Tarsila Moratelli — criadora, desenvolvedora do projeto e CEO da TriLike Hub — acompanhou de perto as dores de seus clientes. Via negócios incríveis perdendo tempo com planilhas improvisadas, informações espalhadas e ferramentas que prometiam facilitar, mas só geravam frustração.

 

Muitos empreendedores acumulavam funções e viviam apagando incêndios, sem uma solução clara para organizar processos, dados e oportunidades.

 

“Eu criei o HubLike porque empreendedores não precisam de ferramentas complicadas — precisam de clareza, organização e tempo para fazer o que realmente importa”, explicou.

 

Não um sistema complexo ou limitado, mas um CRM na medida certa — simples, poderoso, intuitivo e acessível. Um CRM feito para o dia a dia, para eliminar ruídos, organizar informações e devolver tempo ao empreendedor. Assim nasceu o HubLike CRM.

 

O projeto começou com propósito e escuta ativa. Tarsila queria transformar a experiência dos clientes da TriLike Hub e de milhares de micro e pequenos empreendedores no Brasil. O objetivo era claro: trazer facilidade e agilidade ao controle de dados, oferecendo clareza, visão estratégica e crescimento real — tudo de forma leve e sem exigir conhecimento técnico.

 

Pensado para pessoas, o HubLike CRM nasceu das necessidades reais de quem acumula tarefas e precisa de uma ferramenta que realmente faça a diferença. Cada funcionalidade foi criada com intenção, estratégia e cuidado.

 

O HubLike não é apenas um software, é uma resposta. Uma resposta para quem está cansado de sistemas complicados. Uma resposta para quem deseja organização antes de crescer. Uma resposta para quem sabe que clareza transforma resultados. Entregando organização e agilidade, o HubLike CRM simplifica rotinas e aumenta produtividade.

 

Para saber mais sobre o HubLike, acesse: http://hublike.com.br/, siga o perfil no Instagram @hublikeoficial ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98721-6474.

(mais…)

Colunistas

Trapaça sentimental: transgressão considerada crime no Brasil

Apesar da gravidade, a transgressão  é enquadrada no crime de estelionato (Art. 171 do Código Penal), pois não há tipificação específica ainda, mas o aproveitamento da relação afetiva para obter vantagem ilícita é uma forma de fraude que configura o delito.

 

A prática gera direito a indenização por danos morais e materiais, além de poder levar à punição criminal, com a vítima podendo denunciar para buscar justiça. 

Como se caracteriza o crime
• Simulação de relacionamento: a pessoa cria um relacionamento amoroso para obter vantagem financeira.
• Vulnerabilidade da vítima: o criminoso se aproveita da vulnerabilidade emocional da vítima para manipular seus sentimentos.
• Obtenção de vantagem ilícita: o objetivo é obter bens ou dinheiro, causando prejuízo à vítima.
• Meio fraudulento: o relacionamento afetivo é usado como um meio fraudulento para enganar a vítima.
Consequências jurídicas
• Esfera criminal: a conduta pode ser tipificada como estelionato, com penas de 1 a 5 anos de reclusão e multa, conforme o
artigo 171 do Código Penal.
• Esfera civil: a vítima pode processar o estelionatário na esfera civil para obter indenização por danos morais e materiais, incluindo despesas extras geradas pelo relacionamento.
Como agir em caso de crime de estelionato sentimental
• Reúna provas: guarde todas as conversas, comprovantes de depósito e outros materiais que demonstrem a fraude.
• Procure um advogado: busque assistência jurídica para orientá-lo a reaver os bens e buscar a indenização cabível.
• Faça a denúncia: não tenha vergonha de denunciar o crime à polícia ou ao Ministério Público para que o infrator seja punido.

 

Se você precisa de ajuda envie uma mensagem ou me chame no WhatsApp (021) 98372-7981. Para mais detalhes sobre o meu trabalho clique aqui! 

 

Siga: @maramendes_advogada_

 

* Dra. Mara Mendes, advogada especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário,  consumidor, família e divórcio.

Beleza

Beleza em clima de festa: como manter os cuidados durante o carnaval

Sol, suor e longas horas de folia exigem atenção especial para manter o equilíbrio e a saúde durante o feriado.

 

Seja nos blocos, no sambódromo ou nas cordas do trio elétrico, o carnaval é sempre uma época aguardada ansiosamente pelos foliões durante todo o ano. A agitação da maior festa popular do mundo não poderia deixar de influenciar a maneira como as pessoas se cuidam durante o feriado prolongado, já que modifica a rotina diária e consequentemente os costumes voltados aos cuidados com o corpo e cabelos.

 

Pensando no uso constante de gel, glitters e spray fixadores nesse período do ano, a Oh My! apostou em produtos que facilitem o cuidado capilar tanto durante quanto no tratamento pós-festa. A marca disponibiliza em seu catálogo opções de linhas para todos, incluindo os finalizadores da linha “Hair Power”, o kit contém produtos com diversas texturas, focados nos cabelos cacheados de todas as curvaturas, inclusive para cabelos em transição, sendo livre de sulfatos, petrolatos e parabenos.

 

Já para as lisas de plantão, a linha “Liso até falar que chega!” traz em sua composição um mix de proteínas da soja, trigo e aveia, que blinda os fios deixando o efeito liso instantaneamente.  Além disso, o trio queridinho da linha “Jelly Fruit” é uma ótima opção para todos os tipos de cabelo, as gelatinas têm proteção solar e auxiliam na produção do penteado na hora da festa sem abandonar o cuidado com os fios por sua ação hidratante oferecendo praticidade e fixação.

 

E quem busca proteger os cabelos do sol, suor do Carnaval, a Haskell Cosméticos lançou para o verão oFluido Capilar Pré-Treino, primeiro produto da marca desenvolvido para preparar e proteger os cabelos para a prática de exercícios, mas que também funcionam na praia e no dia a dia durante o verão, ao qual os cabelos ficam mais expostos. Com foco em ingredientes naturais, formulação leve, vegana e sem enxágue, o produto cria uma película protetora que reduz os impactos do suor, calor e atrito durante o exercício.

 

O fluido conta com cera de arroz, vitamina E e pH 3,5, combinação que preserva a hidratação e o brilho dos fios, ajuda a controlar o frizz e manter o penteado no lugar durante os treinos. A fórmula é livre de glúten, não testada em animais e oferece proteção solar.

 

Para quem deseja se cuidar durante o carnaval, se preocupar também saúde, o suplemento NutrAlive surge como uma escolha para mulheres. Desenvolvido com base científica e pensado para acompanhar as necessidades da mulher, o produto apoia energia, força, imunidade, equilíbrio emocional e saúde óssea. Disponível nas versões de 195g (R$ 299,90) e 97,5g, a fórmula reúne compostos premium como creatina, ácido ortossilícico, vitamina D, cálcio e extrato de cranberry, oferecendo um ritual diário de autocuidado que transforma rotina em vitalidade e servindo como prevenção de casos como infecção urinária, insônia, perda de massa óssea entre outros fatores. Uma opção para as mulheres que querem desde já cuidar da qualidade de vida longevidade, e bem-estar a longo prazo.

 

Já para os que não querem perder a hora dos blocos, a Condor estreou recentemente na categoria de wearables com o lançamento de seu primeiro smartwatch, um modelo de entrada que combina funcionalidades essenciais com preço acessível. O dispositivo chega ao mercado como uma opção democrática para quem deseja iniciar o uso de relógios inteligentes, reunindo recursos como monitoramento de passos, controle de frequência cardíaca, acompanhamento de sono, notificações de mensagens e chamadas, além de diferentes modos esportivos. (a partir de R$285,00)

 

Curtir o carnaval é uma parada obrigatória do início do ano, mas não se deixar levar pela correria do trio e continuar com a rotina de autocuidado durante os dias de festa é algo extremamente importante para manter o olhar de carinho com você mesmo por todo o ano. Se cuidar, de dentro para fora e preservar o próprio bem-estar pode ir além, e adaptar-se aos diferentes momentos da vida, seja nos momentos festivos ou no dia a dia.

Maternidade

Problemas envolvendo o salário-maternidade aumentaram 124% em cinco anos

As ações judiciais envolvendo o pagamento de salário-maternidade contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) cresceram 124% nos últimos cinco anos. Em 2020, foram 86.701 processos. E, em 2025, até novembro, o volume chegou a 194.363 ações, o equivalente a uma média de cerca de 580 novos processos todos os dias. É o que aponta levantamento inédito com base no BI (Business Intelligence) do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), por meio da consolidação dos dados e da verificação dos assuntos presentes nas tabelas de gestão processual do órgão.

 

Entre os principais motivos de o órgão federal negar o benefício estão exigências formais incompatíveis com a realidade dos segurados, especialmente em vínculos precários e no meio rural, além de interpretações restritivas sobre quem pode ser considerado titular do salário-maternidade. Como consequência, famílias que atendem aos requisitos legais acabam tendo o benefício negado na via administrativa e só conseguem o reconhecimento do direito por meio de ação judicial, mesmo se tratando de um benefício de natureza alimentar.

 

De acordo com especialistas, é comum que haja problemas na análise do direito dos benefícios por parte do órgão federal, enquanto peritos técnicos nomeados pela Justiça teriam mais especialização e acabariam por reverter decisões incorretas.

 

Para Raphael de Almeida, advogado especialista em Direito Público e sócio do escritório Duarte & Almeida, há uma combinação entre a evolução do entendimento dos tribunais e um sistema administrativo que não se atualizou na mesma velocidade.

 

“O direito se ampliou na Justiça, mas o INSS continuou aplicando filtros antigos. Hoje, o salário-maternidade deixou de ser visto como um benefício exclusivo do parto biológico e passou a ser compreendido como um instrumento de proteção à criança e à família”, afirma o especialista.

 

O Supremo Tribunal Federal já firmou, nos últimos anos, uma interpretação ampliada sobre benefícios e proteções ligados à maternidade, baseada na ideia de parentalidade e no melhor interesse da criança. A Corte reconheceu que o vínculo de filiação não se limita à origem biológica, abrangendo situações como adoção, guarda judicial, paternidade socioafetiva, uniões homoafetivas e casos em que o responsável pelo cuidado do recém-nascido não foi quem gestou.

 

Almeida também observa que o volume de ações poderia ser significativamente menor se os mecanismos já existentes fossem utilizados de forma mais eficiente. “Se o INSS incorporasse os entendimentos do STF aos seus sistemas e a Advocacia-Geral da União ampliasse a conciliação em temas recorrentes, boa parte dessas ações poderia ser resolvida administrativamente, com menos custo e mais previsibilidade para as famílias”, afirma.

 

Configurações familiares

 

Outro ponto abordado pelos especialistas está no fato de a legislação brasileira não ter sido desenhada para arranjos familiares que fogem do modelo tradicional. A lei foi construída a partir de um modelo familiar único, centrado no parto biológico e na maternidade tradicional. E, mesmo após a Constituição de 1988 ampliar a proteção social, o regramento infraconstitucional acabou por permanecer limitado e não acompanhar a pluralidade das famílias contemporâneas”.

 

Com isso, a adequação do direito acabou acontecendo primeiro na Justiça, tanto Federal, em ações contra o INSS, quanto do Trabalho. “O direito passou a reconhecer que a proteção previdenciária não pode depender apenas de quem gestou”, explica a advogada previdenciária Andrea Cruz, sócia do Andrea Cruz Advogados Associados.

 

“Hoje, o foco jurídico está na parentalidade exercida e no melhor interesse da criança, incluindo famílias homoafetivas, monoparentais, adotivas e situações em que um dos pais assume sozinho os cuidados”, complementa.

 

Recentemente, em Porto Alegre, a juíza federal Catarina Volkart Pinto determinou que o INSS concedesse o salário-maternidade a um pai após a morte da mãe no parto, ao considerar que o benefício deve priorizar a proteção da criança.

Já em Capão de Canoa (RS), o juiz federal Oscar Valente Cardoso condenou o INSS a pagar o salário-maternidade a um pai em união homoafetiva, cuja filha nasceu por meio de barriga solidária. Na decisão, ele reforçou que a interpretação de que o benefício se destinaria exclusivamente à mulher já foi superada.

 

Para o magistrado, o salário-maternidade não se destina apenas a compensar os efeitos físicos da gestação, “mas a garantir os cuidados necessários à criança nos primeiros meses de vida e a formação dos vínculos familiares”.

 

Possíveis mudanças

 

No Congresso, o debate começa a avançar. Em outubro de 2025, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) apresentou um projeto de lei que propõe a criação da dupla licença-maternidade para casais formados por duas mulheres. A proposta garante 120 dias de licença individual tanto para a mãe gestante quanto para a não gestante, com os mesmos direitos trabalhistas e previdenciários.

 

O texto prevê a aplicação da dupla licença em casos de adoção, filiação afetiva, reprodução assistida e gestação compartilhada, priorizando o cuidado com a criança e a formação dos vínculos familiares.

 

Apesar dos avanços, a aplicação administrativa do benefício pelo INSS ainda encontra resistência. Para a previdenciarista Andrea Cruz, o problema está na lógica interna do órgão previdenciário, ainda estruturada em torno de uma ideia única de família, baseada no parto biológico e na maternidade tradicional.

 

“Quando a realidade foge desse padrão, como mães não gestantes ou pais em uniões homoafetivas, o sistema simplesmente não sabe como conceder o benefício”, afirma.

 

Esse descompasso impacta diretamente a igualdade no acesso ao direito. Andrea destaca que, quando o reconhecimento do salário-maternidade depende de uma decisão judicial, o acesso deixa de ser automático e universal, dependendo de informação, tempo e recursos financeiros.

 

“Cada uma dessas vitórias vem ao custo de tempo, honorários e desgaste emocional, quando o ideal seria que o INSS aplicasse de ofício as teses dos tribunais e evitasse que essas famílias precisassem bater na porta da Justiça”, afirma.

 

Em 2025, houve um avanço ainda tímido no plano legislativo e administrativo para reduzir a judicialização do benefício. A lei passou a prever expressamente a prorrogação da licença e do salário-maternidade em casos de internação prolongada da mãe ou do recém-nascido. O INSS também regulamentou o fim da exigência de carência mínima para a concessão do salário-maternidade a seguradas autônomas, facultativas e desempregadas.

 

Para os especialistas, embora representem avanços importantes, essas mudanças ainda não foram suficientes para reduzir, na prática, o volume de negativas pela via administrativa. Nesses casos, a orientação é atenção ao motivo do indeferimento. Raphael de Almeida explica que o primeiro passo é identificar exatamente por que o pedido foi negado e verificar se a exigência feita pelo INSS está alinhada com o entendimento atual dos tribunais.

 

“Em muitos casos, a via judicial tem se mostrado mais rápida e eficaz do que o recurso administrativo, especialmente quando o direito já está pacificado na Justiça”, afirma.

Maternidade

Volta às aulas expõe falha estrutural: escolas ainda não estão prontas para crianças autistas

Com o crescimento contínuo de alunos autistas na rede regular, fevereiro escancara um problema que já não é exceção: falta preparo, apoio e articulação entre escola, saúde e família — e o impacto recai diretamente sobre a autoestima e a saúde emocional das crianças. Fevereiro não marca apenas o retorno às salas de aula. Para milhares de famílias brasileiras, especialmente as famílias atípicas, o início do ano letivo representa um momento crítico de reorganização emocional, pedagógica e institucional.

 

O que há pouco mais de uma década era tratado como exceção hoje é realidade cotidiana: crianças autistas estão presentes em praticamente todas as escolas regulares do país. Em muitas salas de aula, já são três ou quatro alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) dividindo o mesmo espaço, exigindo adaptações pedagógicas, sensibilidade institucional e preparo técnico — algo que ainda não acompanha o crescimento dessa população. Um contingente invisibilizado.

 

Dados atualizados do CDC (Centers for Disease Control and Prevention) indicam que uma em cada 31 crianças está no espectro autista

 

No Brasil, o IBGE estima cerca de 2,4 milhões de pessoas autistas, o equivalente a 1,2% da população. Os números ajudam a dimensionar o impacto real da volta às aulas: não se trata de poucas crianças retornando à escola, mas de um contingente expressivo que desafia o sistema educacional todos os anos. Ainda assim, muitas escolas iniciam o ano letivo sem planejamento específico, sem formação adequada para professores e com estruturas que transferem para a família — especialmente para as mães — a responsabilidade pela inclusão.

 

Sarita e sua filha Elisa de 7 anos autista não verbal

Quando a escola não acolhe, a dor aparece

 

Para Sarita Melo, mãe de Elisa, de 7 anos, autista não verbal, a volta às aulas sempre foi marcada pela insegurança. A filha já foi rejeitada por três escolas, não por incapacidade de aprender, mas pela falta de preparo institucional. “A exclusão não acontece só quando a matrícula é negada. Ela acontece quando a criança está na sala, mas não é compreendida”, afirma.

 

Segundo Sarita, a ausência de adaptações e de apoio adequado transforma o ambiente escolar em um espaço de sofrimento. “Não é apenas sobre conteúdo. É sobre sobreviver ao dia sem adoecer emocionalmente”, diz.

 

Idealizadora da Jornada do TEA, Sarita destaca que a falta de articulação entre escola, família e saúde faz com que a inclusão ainda dependa quase exclusivamente das mães.

 

Quando a dificuldade escolar vira ferida emocional

 

Para a pedagoga e psicopedagoga Talita Pazeto (na foto de capa), mestre e doutora em distúrbios do desenvolvimento e mãe atípica, as dificuldades de aprendizagem não tratadas precocemente não afetam apenas o desempenho acadêmico. Elas atingem diretamente a autoestima, a socialização e a saúde emocional da criança.

 

“Para uma criança, errar repetidamente, não acompanhar a turma ou ser comparada o tempo todo gera uma ferida emocional profunda. O desempenho escolar está diretamente ligado à construção da autoestima”, explica.

 

Segundo a especialista, ainda é comum que famílias busquem ajuda apenas no final do ano letivo, quando o cansaço se acumulou, as notas já estão comprometidas e o impacto emocional já está instalado.

 

“Nesse cenário, muitas intervenções chegam tarde demais para recuperar conteúdos — e tarde também para proteger a autoconfiança da criança”, pontua.

 

Quando o diagnóstico é realizado no início do ano, as dificuldades identificadas e as intervenções começam de forma estruturada, o cenário muda. Com acompanhamento adequado, orientações claras à escola e estratégias individualizadas, os prejuízos acadêmicos são reduzidos e, principalmente, evita-se que a criança associe aprender a fracassar.

 

A autoestima também se constrói na sala de aula

 

O prejuízo escolar contínuo mina a autoestima infantil de forma silenciosa. A criança passa a se perceber como “menos capaz”, evita desafios, se retrai socialmente e, muitas vezes, desenvolve ansiedade, desmotivação e sofrimento emocional.

 

O impacto não fica restrito à sala de aula. Ele se estende para o comportamento, para as relações sociais e para a forma como a criança se enxerga no mundo.

 

Débora Saueressig- jornalista, autista e mãe atípica do Benjamim de 7 anos

Para a jornalista Débora Saueressig, mãe de um menino de sete anos, autista e estudante da educação fundamental, minimizar a importância da autoestima em nome do formalismo acadêmico é perpetuar a exclusão.

 

“Ignorar o desenvolvimento emocional da criança ou tratá-lo como secundário é naturalizar a exclusão dentro da escola. Não existe aprendizagem possível quando a criança é constantemente colocada em posição de fracasso”, afirma.

 

AEE é direito, não concessão — e a conta recai sobre a família

 

De acordo com Talita Pazeto, um dos principais gargalos da inclusão escolar no Brasil está no descumprimento de uma obrigação legal básica: a oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE).

 

Ela lembra que o Decreto nº 12.686 determina que o AEE deve ser ofertado pelas próprias escolas, públicas e privadas, sendo a realização em centros externos uma possibilidade excepcional, e não regra.

 

“O AEE não é opcional e não pode ser tratado como um favor da escola. A legislação é clara ao afirmar que o Atendimento Educacional Especializado deve acontecer dentro da instituição de ensino e deve integrar o Projeto Político Pedagógico da instituição. Quando a escola apenas encaminha o aluno para fora, sem ofertar o serviço internamente, isso não é inclusão — é descumprimento de um direito garantido”, pontua.

 

Na prática, porém, a ausência desse suporte acaba recaindo sobre as famílias, especialmente aquelas em contextos de maior vulnerabilidade social.

 

Kátia e o marido com o filho Lael, autista de 8 anos

É o que relata Katia Kintino, mãe de Lael, de 8 anos, autista nível 3 de suporte e não verbal. Mulher preta e periférica, professora da Educação Infantil e de Educação Física, com pós-graduação em Educação Especial e Inclusiva e em Autismo, Katia afirma que a volta às aulas expõe um padrão recorrente.

 

“Na prática, a inclusão ainda depende da família. Muitas escolas não têm AEE estruturado, mediadores ou plano pedagógico adaptado. O que deveria ser responsabilidade institucional acaba sendo empurrado para os pais. Eu já precisei dar entrada na defensoria pública e no ministério público para garantir o básico para o Lael.”, diz.

 

Segundo ela, a falta de preparo impacta diretamente o bem-estar das crianças. “Quando a escola não está preparada, o ambiente deixa de ser um espaço de aprendizagem e passa a ser um lugar de sofrimento. Isso afeta a autoestima da criança e aprofunda desigualdades, principalmente para famílias periféricas”, afirma.

 

Talita reforça que a ausência do AEE compromete não apenas o desempenho escolar, mas todo o desenvolvimento da criança. “Não existe inclusão possível sem AEE efetivo. E não existe respaldo legal para a omissão disfarçada de encaminhamento. Quando esse serviço não é oferecido, quem paga o preço é a criança”, conclui.

 

Um debate que precisa sair do privado

 

A volta às aulas não é apenas um evento escolar. É uma questão de saúde pública, educação e desenvolvimento social. Ignorar essa realidade significa perpetuar um ciclo de frustrações que se repete ano após ano para milhares de crianças e famílias.

 

A orientação dos especialistas é clara: se a criança apresenta dificuldades na leitura, escrita, atenção, comportamento ou organização, buscar ajuda no início do ano pode evitar um ciclo de fracassos silenciosos.

 

No fim das contas, garantir aprendizado é importante. Mas garantir a autoestima é essencial e começa com diagnóstico, apoio estruturado e escolas preparadas para uma realidade que já chegou.