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Com a Tecnologia Crystal Oil e fórmulas que controlam a porosidade, a Widi Care aposta em tratamento contínuo para reduzir o frizz e prolongar o efeito da finalização
Sol, mergulho, calor que pede cabelo solto e movimento natural. O verão é a estação da liberdade, mas para cabelos cacheados e crespos, também é o período em que a umidade vira protagonista. Entre praia, piscina e dias abafados, a fibra capilar tende a ficar mais porosa, as cutículas se abrem e o frizz ganha espaço, comprometendo a definição e brilho, resultando em fios sem forma ao longo do dia e finalizações que não resistem às variações climáticas.
É nesse cenário que a Widi Care transforma o cuidado em estratégia. Com foco em tecnologia e tratamento inteligente, a marca desenvolveu a linha Blindando a Juba Escudo Antiumidade e Antifrizz, criada para formar uma barreira protetora contra a umidade, nutrir intensamente e preservar a curvatura.
O ritual começa com o Shampoo (R$ 51,90), que promove uma higienização suave sem comprometer a umidade natural dos fios. Sua espuma cremosa inicia a formação de um escudo protetor, preparando o cabelo para receber os próximos passos da rotina de tratamento.
Para um cuidado mais intenso, a Máscara de Tratamento (R$ 57,90) entrega nutrição profunda, brilho imediato e proteção contra a umidade desde a primeira aplicação, deixando os fios mais alinhados e resistentes às variações climáticas.
Em seguida, o Condicionador (R$ 60,90) vai além da função tradicional, proporcionando maior maleabilidade, selagem das cutículas e preservando os benefícios do tratamento. Na finalização, o Creme para Pentear (R$ 60,90) direciona ativos nutritivos até o córtex — a parte mais interna da fibra capilar — garantindo definição com leveza, desembaraço facilitado e até 48 horas de proteção.
Sua fórmula cria um filme protetor que preserva o formato natural dos cachos e reduz o impacto da umidade ao longo do dia. Para quem busca ainda mais estrutura e longa duração, o Pudding Ativador (R$ 61,90) proporciona até 72 horas de definição e performance de day after, mantendo brilho e controle mesmo após mudanças de temperatura.
O ritual se completa com o Óleo Nutritivo (R$ 68,90), enriquecido com a Tecnologia Crystal Oil, que controla a porosidade, combate o ressecamento e oferece luminosidade instantânea. Com filtro solar e proteção térmica, ele reforça a proteção diária e potencializa o acabamento.
Assim, o verão deixa de ser um desafio e passa a ser cenário: cabelos definidos, movimento preservado e frizz sob controle do primeiro ao último pôr do sol.
Sobre a Widi Care (@widicare)
A Widi Care é uma empresa genuinamente carioca fundada em 2009, primeiro atendendo os profissionais de salões de beleza e, em 2016, chegando às casas das consumidoras com a linha home care destinada a todos os tipos de fios. Composta por 75% de mulheres, a empresa é 100% vegana e cruelty free e visa levar produtos inovadores no segmento de cosméticos capilares.
A empresa conta com mais de 170 produtos em linha, tendo como propósito promover a beleza de forma inteligente e sustentável, valorizando a reciclagem. Desta forma, a Widi Care possui o selo EuReciclo, em que através da compensação ambiental, recicla 100% das embalagens colocadas no meio ambiente, com o compromisso de cumprir a Logística Reversa de Embalagens, ou seja, a cada embalagem vendida, outra é reciclada e, com isso, colaborando com a reciclagem de plástico no mundo.
Pele descascando após o sol? Descubra como recuperar o viço e evitar manchas
Dermatologistas explicam as melhores formas de hidratar e regenerar a barreira da pele descascada
Você já ficou descamando depois de alguns dias de sol intenso? Se a resposta é sim, bem-vinda ao clube. Apesar de comum, a perda da camada mais superficial da pele passa longe de ser um bom sinal. “É um mecanismo de defesa do organismo diante do dano causado à barreira cutânea pelos raios UV”, explica a dermatologista Vanessa Perusso.
O rosto costuma ser o que mais sente. “Por ser mais fina, a pele da região sofre as consequências do fotoenvelhecimento de forma acelerada. A queimadura pode atingir as fibras de sustentação e o colágeno”, afirma a dermatologista Ligia Novais. Por isso, aplicar — e reaplicar — filtros solares com FPS alto e reforçar o bloqueio físico com roupas com proteção UV, chapéus ou bonés, faz toda a diferença.
Para recuperar a pele pós-sol
A recuperação é gradual e varia de pessoa para pessoa. Para evitar manchas e complicações, nada de puxar ou arrancar a pele que está soltando. Também vale pausar esfoliações, cosméticos com ácidos, álcool ou fragrâncias marcantes, além de evitar banhos muito quentes e longos.
Mas o que realmente ajuda a devolver o conforto à pele do corpo e do rosto? “Vale priorizar a hidratação intensa e constante, apostar em ativos calmantes e reparadores, usar protetor solar todos os dias — mesmo sem exposição direta — e escolher texturas leves, de rápida absorção, como géis e loções”, orienta Perusso.
Receitas caseiras funcionam?
Manteiga, iogurte, pasta de dente… a lista de ingredientes milagrosos que circula na internet é grande, mas pede cautela. Segundo Novais, essas misturas podem reter calor, piorar a inflamação e até favorecer a proliferação de bactérias na região. O caminho mais seguro é investir em fórmulas com ingredientes conhecidos pelo efeito calmante e reparador, como aloe vera, ácido hialurônico e D-pantenol.
Antioxidantes, como a vitamina E, também ajudam a minimizar os efeitos do estresse oxidativo provocado pelo sol. Se houver dor intensa, bolhas ou inchaço, a recomendação é buscar orientação médica.
Fonte; Marie Claire
Curiosidades que todo brasileiro precisa saber sobre câncer de pele
Especialista explica diferenças entre os tipos da doença, sinais de alerta, impacto da exposição solar, fatores de risco, prevenção e avanços no tratamento
Com a chegada do verão, a exposição ao sol aumenta de forma significativa e, com ela, os riscos associados ao câncer de pele, o tipo de tumor mais comum no Brasil. Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a doença responde por cerca de 30% de todos os diagnósticos oncológicos no país e registra mais de 220 mil novos casos por ano, número que tende a crescer nos meses mais quentes. Neste contexto, reconhecer precocemente alterações suspeitas na pele, entender os fatores de risco e adotar medidas de proteção adequadas são atitudes fundamentais para reduzir os danos cumulativos provocados pela radiação ultravioleta.
Para esclarecer dúvidas frequentes da população, o oncologista Mateus Marinho, da Croma Oncologia, rede especializada em tratamentos oncológicos integrados e humanizados, reúne cinco curiosidades essenciais sobre a doença, com foco na prevenção, diagnóstico e as opções de tratamento disponíveis atualmente.
- 1 – Existem dois grupos principais de câncer de pele, com comportamentos muito diferentes.
O câncer de pele é dividido em dois grandes grupos: câncer de pele melanoma e não melanoma. O subtipo não melanoma, que inclui o carcinoma basocelular e o espinocelular, é o mais comum no Brasil. Ele costuma aparecer em pessoas de pele clara, idosos ou quem passou muitos anos exposto ao sol. A boa notícia é que, quando descoberto no início, as chances de cura ultrapassam 90%, o que reforça a importância de reconhecer mudanças na pele.
O câncer de pele do subtipo melanoma, por sua vez, é menos comum, mas muito mais agressivo, com maior chance de gerar metástases, ou seja, espalhar para outros órgãos. Novas lesões de pele ou lesões que mudam seu comportamento com o tempo podem ser consideradas suspeitas, e neste cenário é sempre importante procurar um dermatologista para investigação. A confirmação do tipo de tumor é feita por meio de uma biópsia, analisada em laboratório patologia, o que garante um diagnóstico preciso e assim iniciar o tratamento o mais precoce possível.
2 – A regra do ABCDE, por meio da avaliação da lesão, é uma ferramenta simples e poderosa de identificação.
Ela ajuda a diferenciar uma pinta comum de uma lesão suspeita. A letra A significa assimetria (quando uma metade da pinta é diferente da outra), B representa bordas irregulares ou mal definidas, C indica variação de cor dentro da mesma pinta, D se refere ao diâmetro, geralmente maior que 6 milímetros, e E aponta para evolução, que é qualquer mudança rápida em tamanho, forma, cor ou sintomas.
Além disso, existem sinais que merecem atenção imediata: manchas que sangram sem motivo, doem, ardem, coçam persistentemente ou simplesmente não cicatrizam em até quatro semanas. Muitos melanomas podem surgir em áreas pouco lembradas no dia a dia, como couro cabeludo, unhas, palmas das mãos e sola dos pés, o que reforça a importância do autoexame completo e da avaliação dermatológica sempre que algo parecer fora do padrão.
3 – A exposição solar acumulada é o principal fator de risco, especialmente no verão
A radiação ultravioleta não vem apenas de momentos de lazer na praia ou na piscina; ela está presente no dia a dia, durante caminhadas curtas, no trajeto até o trabalho e até dentro do carro, quando a pele fica próxima às janelas. Com o passar dos anos, esse somatório silencioso de exposição repetida danifica as células e favorece o surgimento de lesões. Alguns grupos merecem atenção ainda maior: pessoas de pele e olhos claros, idosos, quem já teve casos de câncer de pele na família, indivíduos diagnosticados muito jovens ou com episódios recorrentes da doença.
Em todos esses casos, o risco é amplificado porque a pele pode ser mais sensível aos efeitos da radiação ou porque há uma predisposição genética envolvida. O bronzeamento artificial também entra nessa lista de cuidados. As câmaras de bronzeamento utilizam radiação ultravioleta em intensidade elevada, o que acelera o dano celular e aumenta de maneira significativa a probabilidade de aparecimento de tumores. Por isso, especialistas reforçam que esse método não é recomendado e pode trazer prejuízos importantes para a saúde da pele.
4 – Proteção solar adequada não reduz vitamina D e é indispensável mesmo em dias nublados.
O uso diário de protetor solar é uma das medidas mais eficazes para reduzir o risco de câncer de pele, principalmente quando combinado com barreiras físicas como bonés, chapéus, roupas com proteção UV e óculos escuros. Essa proteção forma um conjunto que bloqueia boa parte da radiação ultravioleta, responsável pelos danos acumulados ao longo dos anos.
Outra dúvida comum é sobre a vitamina D. O protetor não impede a produção do nutriente, já que a pele continua recebendo radiação suficiente para mantê-la em níveis adequados durante a rotina normal. Além disso, evitar a exposição solar entre 10h e 16h é fundamental. Nesse período, principalmente no verão, o índice UV fica muito elevado, aumentando o risco de queimaduras, danos celulares e o surgimento de alterações suspeitas na pele.
5 – O diagnóstico precoce garante melhores resultados e permite tratamentos menos invasivos.
Quando o câncer de pele é descoberto no início, as chances de cura são muito altas, ultrapassando 90% nos casos de tumores não melanoma. Nessas situações, o tratamento costuma ser simples, geralmente por meio de cirurgia para remover totalmente a lesão.
Em regiões delicadas, como rosto e orelhas, pode ser indicada a cirurgia de Mohs, um procedimento que retira o tumor camada por camada, analisando cada parte no microscópio durante a operação.
Isso permite remover exatamente o que é necessário, preservando o máximo de pele saudável e garantindo um resultado mais preciso.
No melanoma, que é o subtipo mais agressivo, o acompanhamento precisa ser mais cuidadoso porque existe risco maior de o tumor se espalhar para outros órgãos, ou seja, gerar metástases. Para avaliar isso, podem ser solicitados exames de imagem como tomografia ou PET-CT (o que chamamos de estadiamento sistêmico), que permitem uma avaliação completa do corpo e identificar possíveis áreas suspeitas.
Os tratamentos também evoluíram muito nos últimos anos. As chamadas terapias alvo são medicamentos que agem em mutações específicas das células cancerígenas, como a mutação BRAF, que é uma alteração genética presente em parte dos melanomas e faz as células se multiplicarem de forma descontrolada. Quando essa mutação é identificada no exame, existem medicamentos capazes de bloquear esse “motor” da célula tumoral, reduzindo o avanço da doença.
Outra grande revolução é a imunoterapia, que funciona estimulando o próprio sistema imunológico a reconhecer e atacar as células do câncer.
Ela pode ser usada tanto em casos mais avançados quanto após a cirurgia, individualizando cada caso, e assim reduzirmos uma possível recorrência do tumor; Com esses avanços, somados ao diagnóstico precoce, grande parte dos pacientes consegue resultados duradouros e tratamentos menos agressivos.