Moda

Moda verde e amarela na Copa do Mundo: como usar a tendência com elegância e personalidade

Com a chegada da Copa do Mundo, o verde e amarelo voltam a ganhar destaque nas ruas, nas vitrines e nas produções de moda. Mas, em 2026, a proposta vai muito além da tradicional camisa da seleção

 

A tendência conhecida como Brazilcore chega repaginada, trazendo uma leitura mais sofisticada, moderna e cheia de personalidade para as cores que representam a nossa brasilidade. Como consultora de imagem, acredito que a moda deve comunicar identidade.

 

E a Copa é uma oportunidade perfeita para demonstrar orgulho pelo país sem abrir mão do estilo pessoal. O segredo está em equilibrar as cores da bandeira com peças contemporâneas e versáteis.

 

O verde e o amarelo aparecem agora em versões mais elegantes, combinados com alfaiataria, jeans, saias midi, blazers e acessórios estratégicos. A proposta é criar produções que funcionem tanto para assistir aos jogos quanto para compromissos do dia a dia.Para quem prefere discrição, vale apostar apenas em pontos de cor: uma bolsa verde, um lenço amarelo, um sapato colorido ou até uma maquiagem com detalhes sutis inspirados na bandeira.

 

Os acessórios têm o poder de transformar um look básico em uma produção temática e sofisticada.Outra forte tendência é a mistura do esportivo com o elegante. A camisa da seleção, por exemplo, pode ser usada com peças de alfaiataria, criando um visual atual e fashionista.

 

Essa combinação mostra que a moda da Copa deixou de ser apenas torcida para se tornar uma verdadeira expressão de estilo.

Mais do que seguir tendências, vestir verde e amarelo durante a Copa é celebrar nossa cultura, nossa alegria e nossa identidade. Quando a imagem é construída com intenção, ela transmite confiança, autenticidade e presença.

 

Afinal, a moda passa, mas a forma como nos apresentamos ao mundo deixa marcas. E nesta Copa, o convite é claro: torça pelo Brasil, mas faça isso com elegância, personalidade e propósito.

Copa do mundo
Andréa Caminha é consultora de imagem e estilo

Atendo com horário agendado na Clínica Ellis, Av. das Américas, 1155, sala 608 – Barra Space Center, Barra da Tijuca.

Acompanhe minha trajetória e inspire-se com esse movimento transformador.

 

* Andréa Caminha – Consultora de Imagem e Estilo | Estrategista de Imagem | Membro AICI
Idealizadora do projeto Vozes e Conexões Femininas.

@andreacaminha.modas  @vozeseconexoesfemininas

Beleza

Futurismo pop: tudo o que você precisa saber sobre a próxima tendência de make

Tecnologia, cores vibrantes e uma visão otimista do futuro: essa combinação promete gerar a próxima tendência de maquiagem que vai dominar o mercado

 

Estamos falando do futurismo pop. “O futurismo pop traduz muito bem o meu momento atual. Eu gosto dessa estética que mistura glow, acabamentos luminosos e cores que fogem do óbvio. No dia a dia, trago essa vibe com uma pele fresh, pontos de luz estratégicos e lábios com brilho”, conta a influenciadora Nah Cardoso.

 

Antecipando o visual em alta, ela se juntou à Quem Disse, Berenice? para lançar Peptide Lips, um híbrido de balm e gloss que entrega hidratação imediata e prolongada, além de brilho com efeito espelhado e uma paleta de quatro cores vívidas, mas muito versáteis – Cotton Candy, Guava Glaze, Cocoa Melt e Berry Mousse. Sua fórmula combina peptídeos, ácido hialurônico e óleo de jojoba, combinação que garante boa pigmentação e textura confortável – na hora de aplicar, o produto desliza facilmente, sem perder a precisão no contorno dos lábios.

 

Para a diretora de categoria de make do Grupo Boticário, Ariela Bonemer, a fórmula é o grande trunfo da novidade: “Hoje, criatividade e performance caminham juntas. É preciso trazer a ciência para o centro da conversa sobre estética. Não se trata apenas de cor, textura ou tendência, mas da tecnologia por trás das fórmulas, da inovação nos acabamentos e da inteligência aplicada no desenvolvimento dos produtos”.

 

Nah Cardoso não apenas assina a linha como participou de todo o processo de criação e desenvolvimento dos produtos. À Glamour, ela conta como criaria um look futurista completo: “Blush cremoso para um viço natural, olhos com dimensão e brilho metálico moderno e, por fim, lábios bem definidos. É versátil, moderno, fresh e cheio de personalidade”, sugere.

 

Fonte: Glamour

Moda

Por que a moda está interessada em sapatos ‘esquisitos’?

Do revival da Tabi aos saltos de cogumelos da Chanel, o sapato excêntrico deixou de ser exceção, consolidando-se como ferramenta de experimentação e exercício de identidade

 

Se existe um campo onde a moda historicamente testa seus limites formais, esse espaço é o dos sapatos. Diferentemente da roupa, que negocia com códigos sociais, função prática e legibilidade imediata, o calçado aceita o exagero com menos concessões. É uma peça que permite distorcer proporções e deslocar o eixo do corpo, tensionando a ideia de beleza sem necessariamente comprometer a harmonia da silhueta.

 

Não é coincidência que alguns dos momentos mais disruptivos da história recente tenham acontecido nos pés — pense nos “cascos de cabra” de Thierry Mugler na década de 1980, na Armadillo de Alexander McQueen (que virou ícone dos looks de Lady Gaga nos anos 2010) ou na Tabi, apresentada por Martin Margiela no fim dos anos 1980. Em todos esses casos, o sapato opera como uma intervenção quase arquitetônica na figura humana.

 

O interesse por sapatos que parecem estranhos não é algo novo, mas ganha fôlego como resposta a uma saturação do visual clean que dominou as últimas temporadas. Em vez de seguir a engrenagem acelerada das microtendências, algumas fashionistas têm preferido apostar em modelos que vão na contramação do mainstream, com desenho excêntrico e autoral.

 

Em sua era na Loewe, Jonathan Anderson deu força a esse movimento com os sapatos cobertos por bexigas e os saltos em forma de ovo, esmalte ou flores, apresentados entre 2022 e 2023. A ideia é aproximar o calçado de um objeto de design ou de uma peça exposta em uma galeria de arte.

 

Já em 2026, a coleção de estreia de Matthieu Blazy na alta-costura da Chanel deu destaque aos saltos em forma de cogumelo, que não surgiram como mero efeito cenográfico. Há uma intenção clara de recolocar o sapato no centro da narrativa da maison, retomando o legado do modelo bicolor criado por Gabrielle Chanel no fim dos anos 1950 e expandindo essa tradição para um território mais imaginativo.

 

O elemento “estranho” funciona como um artifício não óbvio, capaz de reintroduzir fricção em uma moda que vinha flertando com a homogeneização. É nesse contexto que os modelos a seguir ganham força, apontando para um desejo de adicionar mais humor, ironia e imaginação ao repertório visual.

 

Tabi

Inspirada nas meias japonesas do século XV, a Tabi foi popularizada no cenário fashion pela Maison Martin Margiela em 1989. Conhecida pela divisão entre os dedos, que altera a anatomia tradicional do calçado, o modelo desloca o eixo clássico da elegância ocidental e dialoga com um minimalismo de formas mais complexas.

Five fingers

Os modelos com cinco dedos separados e solado de borracha surgiram como equipamento para esportes de aventura nos anos 2000, popularizados pela marca italiana Vibram. Agora, retornam sob uma leitura que combina o imaginário tecnológico do início do milênio à obsessão contemporânea por alta performance.

 

Madeira ergonômica

Lançada nos anos 1950, a sandália Pescura, da marca Scholl, logo conquistou as consumidoras graças à sola de madeira com formato ergonômico. Depois de colaborações recentes com marcas como Melissa e Balenciaga, o modelo volta ao radar, trazendo novas versões de suas fivelas metálicas evidentes, madeira exposta e construção assumida como parte do desenho.

 

Salto vitoriano

As botas com amarração frontal, bico alongado e salto inspirado no período vitoriano reaparecem em 2026 como parte de um movimento mais amplo de revisitação histórica. Com cano médio ou alto, o modelo recupera referências que já haviam sido exploradas por grifes como Dior e Vivienne Westwood em diferentes momentos. Hoje, surgem alinhados a uma estética que combina rigor e romantismo, expressando uma teatralidade mais comedida.

 

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Moda

A saia rodada é a nova favorita para tirar o look do básico

Com movimento e leveza, a saia rodada retorna ao street style como peça-chave para produções nada óbvias.

 

A saia rodada garante espaço no guarda-roupa contemporâneo por um motivo simples: ela transforma qualquer visual sem exigir esforço. A modelagem volumosa cria um impacto instantâneo e adiciona elegância, funcionando até quando combinada com peças básicas. É possível encontrá-la em diferentes versões (da longa à míni), e tal variedade, permite que ela transite entre propostas minimalistas, urbanas e fashionistas. Abaixo, trazemos inspirações que provam sua versatilidade.

 

Preto em movimento

 

Na versão mídi e preta, a saia rodada pode ser integrada a diferentes tipos de produções. Para um look profissional, uma boa opção é combiná-la com uma regata de gola alta e um salto de bico fino.

 

Branco com estrutura

 

A saia rodada também garante o look profissional ao lado de um colete de alfaiataria e sandálias de tiras. A combinação de cores claras traz leveza e serve como uma base neutra e versátil, que aceita acessórios de diferentes tonalidades. Aqui, o ponto de cor ficou para bolsa vermelha.

 

Mimi com atitude

 

A saia rodada curtinha também pode render produções sofisticadas. Para isso, experimente usá-la em conjunto com blazers ou jaquetas de cortes retos, confeccionados em tecidos típicos da alfaiataria. A mistura resulta em uma leitura moderna e fashionista. Pode apostar!

 

Xadrez urbano 

 

Aqui, a saia rodada aparece em um styling urbano e colorido. A camisa xadrez amarela adiciona vida à equação, e a tonalidade reaparece em outros pontos do visual, como nos pés e na bolsa. O contraste fica por conta do suéter azul, amarrado na cintura.

 

Casual fresh

 

A saia rodada longa e leve é perfeita para a temporada de verão. Para um mood casual e urbano, vale repetir a combinação acima e finalizar a peça com uma regata listrada e tênis confortáveis.

 

Fonte: Elle

Moda

Azul glacial: a cor tendência que está conquistando as fashionistas

A cartela fria ganha maturidade e consolida seu lugar entre os looks mais interessantes da estação

 

Durante muito tempo, os azuis claros ocuparam um território específico na moda: o do romantismo, da delicadeza previsível ou da estética juvenil. Mas esse cenário mudou — prova disso é a ascensão do azul glacial no street style. Ao adicionar uma nuance gélida ao tom pastel, a cor tendência se estabelece como uma alternativa menos doce e mais estratégica, complementando neutros clássicos com uma dose de frescor, livre de excessos. É um azul que dialoga com linhas retas, superfícies acetinadas, transparências sutis e volumes bem definidos.

 

Textura em evidência

O azul glacial ganha destaque no cardigã de textura felpuda. O truque aqui é a sobreposição: a base listrada quebra a uniformidade da cor, enquanto o suéter marinho sobre os ombros cria um contraste tonal dentro da mesma paleta.

 

Alfaiataria suave

O azul glacial ajuda a trazer leveza a peças com corte de alfaiataria, especialmente quando o material é fluido e a modelagem levemente ampla — o resultado ajuda a romper com a imponência formal do terno.

 

Azul + marrom

Uma das combinações mais interessantes da temporada, a dupla azul glacial + marrom escuro é a pedida perfeita para quem quer adicionar um toque de cor ao look sem abrir mão da praticidade dos neutros.

 

Peça-chave

Aqui, os acessórios pretos trazem sobriedade para o tom delicado. O detalhe do laço no pescoço adiciona um volume estratégico, mantendo a sofisticação do visual.

 

Paleta atualizada

No look, o azul glacial e o amarelo manteiga formam um match preciso, que tem tudo a ver com looks diurnos.

 

Dinamismo gráfico

O azul glacial funciona como base para o conjunto de estampa geométrica, criando um contraste entre a nuance pastel e o grafismo em P&B.

Fonte; Marie Claire