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Com uma trajetória iniciada em 1988 como urbanista na área de meio ambiente, Beth Dias construiu uma carreira marcada pela união entre técnica, sensibilidade e propósito
Após experiências profissionais no Brasil e em Moçambique, ampliou sua atuação para o universo do atendimento ao cliente, desenvolvendo uma visão multidisciplinar que hoje define sua forma de criar e conduzir projetos.
Com centenas de trabalhos realizados, fundou seu próprio escritório em 2000 e passou a transformar sonhos em ambientes que refletem personalidade, acolhimento e bem-estar. Ao longo da carreira, um de seus maiores desafios foi conquistar a confiança dos clientes, superado com empatia, domínio técnico e apresentações claras, que ajudam cada pessoa a visualizar seus projetos ganhando vida.
Para Beth, arquitetura vai além da estética: é a união entre técnica, psicologia, gestão e sensibilidade. Sua maior inspiração está no brilho nos olhos de cada cliente ao ver um espaço transformado em cenário de novas histórias.
“Meu maior projeto sempre foi traduzir a essência de cada pessoa em um espaço onde ela se reconheça e se sinta feliz.”
Para acompanhar o trabalho de Beth Dias, siga o perfil no Instagram: @bethdiasarquiteta, envie e-mail para bethdias.arquiteta@gmail.com, acesse o site: www.bethdiasarquiteta.com.br ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99628-4790.
Facilitadora comportamental mostra os 5 passos para você ter uma vida mais abundante
Viver com abundância é muito mais do que conquistar bens materiais — é um estado de consciência. É sobre reconhecer seu próprio valor, abrir-se para o novo e permitir-se viver sob a sua ótica, sem interferências, crenças ou conceitos construídos por outras circunstâncias de sua vida.
E é exatamente essa clareza que trago para as pessoas em meu atendimento como facilitadora comportamental. Facilitar um comportamento é sobre ampliar a visão em relação a tudo aquilo que te bloqueia, tudo aquilo que te prende a um padrão e que você precisa ressignificar para poder viver sua verdadeira essência, ser genuíno com seus desejos mais íntimos e com isso alcançar uma vida mais abundante de acordo com o que significar abundância para você.
Com base na minha experiência, reuni um roteiro de cinco passos práticos para quem deseja abrir espaço para o novo, liberar bloqueios e construir uma vida verdadeiramente abundante:
1º – Questione: sabe aquela voz interna que diz: “isso não é para mim, não sou capaz”. Pare e pergunte: de onde vem essa certeza? Quem me ensinou isso?
2º – Permita: deixe as respostas emergirem sem resistência. Observe as frases que marcaram sua infância ou juventude — “a vida é difícil”, “não dá para ter tudo”.
3º – Liberte: visualize essas lembranças e devolva o que não te pertence. Agradeça pelos aprendizados e imagine entregando-os de volta, dizendo: “Isso é seu, não meu.”
4º – Construa: defina o que é abundância para você. É saúde? Tempo livre? Sucesso profissional? Liste e detalhe cada aspecto. Como seria sua vida mais abundante?
5º – Tome posse: ao acordar, leia sua lista sobre o que é abundância para você e afirme: eu mereço. Eu posso. Eu sou. Com esses 5 passos você fará uma reprogramação em seu cérebro e por consequência em sua frequência vibracional.
Desta forma conseguirá manter seu foco e seu direcionamento para uma vida mais abundante. Lembre-se, reprogramar seu cérebro é reconhecer e se libertar de crenças que te limitam. É abrir espaço para a expansão em sua vida. É um ato de coragem e amor-próprio.
Quer realizar essa mudança em sua vida? Agende sua sessão comigo.
* Helô Minetto, facilitadora comportamental. Atendimentos presenciais no Recreio e na Barra da Tijuca Consultas online para todo o Brasil
WhatsApp: (11) 97116-5199
Instagram: @helominetto_facilitadora
Ampliação da licença-paternidade reforça corresponsabilidade parental e pode redefinir papel do pai na Justiça
Sancionada pelo presidente Lula nova Lei nº 15.371/2026 vai além dos direitos trabalhistas e dialoga com guarda dos filhos
O presidente Lula sancionou a lei que amplia a licença-paternidade para até 20 dias no Brasil. A nova legislação (Lei nº 15.371/2026) inaugura um movimento que vai além das relações de trabalho e começa a repercutir diretamente nas relações familiares. A medida representa um avanço importante na consolidação da corresponsabilidade parental — conceito que prevê a divisão equilibrada de deveres entre mãe e pai desde os primeiros dias de vida da criança.
Na prática, ao garantir mais tempo de convivência entre pais e filhos logo após o nascimento ou adoção, a legislação contribui para fortalecer vínculos afetivos e estabelecer uma participação mais ativa do pai na rotina familiar. Esse cenário pode impactar, inclusive, decisões futuras do Judiciário em casos de guarda, convivência e responsabilidades parentais.
De acordo com Patricia Valle Razuk, sócia do PHR Advogados e especialista em Direito de Família e Sucessões, a ampliação da licença-paternidade sinaliza uma mudança cultural relevante, que tende a se refletir nas disputas familiares.
“A discussão sobre corresponsabilidade parental já é bastante presente nas ações de guarda, e a ampliação da licença-paternidade reforça esse entendimento na prática. Quando o Estado incentiva a presença do pai desde o início, ele também consolida a ideia de que o cuidado é um dever compartilhado, o que pode influenciar diretamente a forma como a Justiça analisa o papel paterno”, explica.
Além disso, a medida também pode contribuir para reduzir a sobrecarga historicamente atribuída às mães, promovendo maior equilíbrio nas dinâmicas domésticas. “Essa mudança pode ter reflexos indiretos em temas como pensão alimentícia, divisão de responsabilidades e até na prevenção de conflitos familiares”, acrescenta a advogada.
Impactos para casais LGBTQIAPN+
Outro ponto de atenção está no potencial das novas regras para diferentes arranjos familiares. Afinal, a nova legislação não é direcionada apenas para pais biológicos. Portanto, para casais LGBTQIAPN+, é importante assegurar o princípio de igualdade perante à lei.
“O entendimento do STF é de que a licença deve proteger a criança e garantir isonomia entre os arranjos familiares. Na prática, quem gesta tem direito à licença-maternidade, independentemente de ser uma mulher cis ou um homem trans. Já o outro genitor ou responsável legal acessa a licença-paternidade, agora ampliada, sem distinção quanto à orientação sexual do casal”, conclui Razuk.
Sobre Patrícia Valle Razuk
Sócia e co-fundadora do PHR Advogados. Graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), especialista em Direito de Família e Sucessões pela Escola Paulista de Direito (EPD). Especialista em Mediação de Conflitos pela Harvard Law School.
Como o esporte contribui no desenvolvimento de crianças com autismo?
Especialista do IBMR destaca impactos positivos na coordenação motora, no comportamento e nas relações sociais
A prática de atividades físicas na infância vai muito além do lazer: ela é parte fundamental do desenvolvimento. No caso de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), o esporte pode ser um importante aliado no avanço de habilidades motoras, na autorregulação e na socialização.
Segundo o Dr. Estêvão Monteiro, professor de Educação Física do IBMR, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, o movimento desempenha um papel central no crescimento infantil.
“A atividade física não é um detalhe na infância; ela é parte do próprio desenvolvimento. Para qualquer criança, o movimento favorece saúde cardiovascular, força, ossos, sono, cognição, humor e aprendizagem. No caso das crianças com TEA, há benefícios particularmente relevantes em habilidades motoras, comportamento, autorregulação e participação nas atividades do dia a dia”, explica.
Além dos ganhos físicos, o esporte também se destaca como uma ferramenta importante para a socialização. A vivência em atividades coletivas cria oportunidades de interação, contribuindo para o desenvolvimento de habilidades sociais e comunicativas.
“O esporte cria algo muito valioso: situações reais e repetidas de convivência. A criança aprende a esperar a vez, compartilhar espaço, seguir regras, observar o outro, responder a sinais, cooperar, lidar com pequenos erros e comemorar conquistas. Ou seja, a socialização deixa de ser uma ideia abstrata e vira prática corporal concreta”, afirma o professor.
Embora não exista uma modalidade ideal para todas as crianças com TEA, diferentes atividades podem trazer bons resultados, desde esportes coletivos até práticas como natação, dança, artes marciais e equoterapia.
O mais importante, segundo o especialista, é respeitar o perfil individual de cada criança. A escolha da atividade deve levar em conta fatores como nível de coordenação motora, perfil sensorial, forma de comunicação, interesses da criança e, principalmente, a possibilidade de adesão. Mais do que definir qual esporte é o melhor, é essencial avaliar em qual contexto essa criança consegue participar, evoluir e se sentir pertencente.
Para garantir uma prática segura e inclusiva, adaptações no ambiente e na condução das atividades são essenciais. Entre as recomendações estão o uso de instruções claras, apoio visual, rotinas previsíveis e progressão gradual dos exercícios.
“A palavra-chave é individualização. Inclusão de verdade não é só deixar entrar; é garantir que a criança participe, aprenda e permaneça. É preciso ajustar o ambiente, a comunicação e a progressão da atividade, respeitando o tempo e as necessidades de cada criança”, reforça.
Professora e aluna surdas transformam desafios em conquista por meio da educação
Libras e educação inclusiva possibilitam acesso ao ensino superior no Brasil
Histórias de superação reforçam o papel da educação como ferramenta de transformação social. Como no caso de pessoas com deficiência que possuem desafios diários impostos pela falta de acessibilidade e pelo preconceito, mas existe quem consegue mudar suas realidades por meio do ensino superior.
Como no exemplo de Mariana Victoria Sarnik que nasceu com surdez bilateral profunda. Desde a infância, sonhava em seguir os passos do pai e se tornar farmacêutica. O caminho exigiu esforço redobrado: aprendeu acompanhando a leitura labial dos professores e contou com a interpretação em Libras para garantir o acesso ao conteúdo.
Hoje, Mariana é uma das farmacêuticas surda pioneiras no Paraná a assumir a função de diretora técnica responsável por uma farmácia. Além de atuar na área, ela também ensina alunos surdos de cursos de Farmácia em todo o Brasil, utilizando a interpretação em Libras como ponte para o conhecimento. Ela ainda surpreende ao tocar piano, usando a vibração das teclas como referência e mostrando que a limitação auditiva não define seus talentos.
Outra trajetória marcada pela superação é a da professora Bruna Narazaki. Surda desde o nascimento, em decorrência de rubéola contraída pela mãe durante a gestação, ela enfrentou preconceito na infância e na escola. Com apoio da família, aprendeu a falar, escrever e encontrou na educação sua missão de vida. Tornou-se professora com o propósito de transformar a forma como a sociedade enxerga as pessoas surdas.
“Somos capazes de realizar as mesmas atividades que qualquer pessoa. A diferença está apenas na audição. O que precisamos são adaptações, como recursos visuais e tecnologias assistivas”, destaca. Hoje é professora de Libras, buscando ampliar o acesso dos surdos.
Histórias como as de Mariana e Bruna mostram que a educação é mais do que um caminho profissional: é instrumento de autonomia, inclusão e transformação social. Pessoas surdas seguem rompendo barreiras e provando que talento, competência e liderança não dependem da audição — dependem de oportunidade.
No Brasil, há cerca de 10,2 milhões de pessoas surdas ou com deficiência auditiva, segundo o IBGE. Destas, 2,7 milhões possuem surdez profunda. No Paraná, são aproximadamente 350 mil pessoas, sendo 95 mil na capital. Apesar desses números, apenas 5% dominam a Língua Brasileira de Sinais (Libras), reconhecida pela Lei 10.436/2002 como meio legal de comunicação e expressão.
A inclusão no ensino superior tem avançado. O número de estudantes com deficiência matriculados na graduação cresceu 153% em uma década, segundo o Censo da Educação Superior. Na Uninter, o Serviço de Inclusão e Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais Especiais (SIANEE) apoia atualmente 6.850 estudantes no Brasil e no exterior, oferecendo suporte em Libras, Braile, tecnologias assistivas e adaptações pedagógicas personalizadas. A equipe conta com tradutores intérpretes de Libras e profissionais especializados.
“Nosso trabalho é viabilizar a acessibilidade de acordo com a necessidade de cada aluno. Muitos buscam o ensino superior para crescer profissionalmente e conquistar melhores oportunidades”, afirma a professora Leomar Marchesini, coordenadora do SIANEE.
A instituição também oferece a Licenciatura em Letras – Libras, formando profissionais para atender a uma demanda crescente por educação inclusiva no
Recorde de empreendedoras no Brasil levanta alerta: o que fazer após abrir o CNPJ para prosperar?
Que o Brasil bateu recorde na abertura de pequenos negócios por mulheres em 2025, com mais de 2 milhões de empresas abertas por elas no último ano, representando cerca de 42% dos novos negócios do país todos sabem, mas o que muitos ficam em dúvida é: o que fazer após ter um CNPJ para prosperar?
A empreendedora e empresária da área da Comunicação, Daniela Andrade, afirma que para o negócio crescer, a empreendedora precisa se capacitar, fazer networking e aprender a se comunicar com o mercado. Segundo ela, muitas empreendedoras sabem executar bem o seu trabalho, mas não têm conhecimento em gestão, vendas e comunicação. “Abrir empresa hoje é relativamente fácil.
Difícil é manter e fazer crescer. A capacitação empreendedora é fundamental porque muitas pessoas sabem trabalhar, mas não sabem vender, divulgar ou administrar o negócio”, explica a fundadora da rede Utilità, que divulga negócios e capacita micro e pequenas empreendedores, especialmente mulheres que estão começando. Outro ponto que Daniela destaca é a importância do networking para pequenos negócios.
Para ela, muitas empresas crescem a partir de conexões e parcerias. “Pequenos empreendedores podem gerar negócios entre si. Quando eles se conectam, fazem parcerias, indicam clientes e trabalham em rede, todos crescem. O networking ainda é uma das maiores ferramentas de geração de negócios para micro e pequenas empresas”, diz.
A empreendedora também reforça o poder da da comunicação para o crescimento das pequenas empresas. Na sua opinião, a falta de visibilidade ainda é um dos principais problemas enfrentados por microempreendedores.
“Muitos negócios não dão certo não porque o produto ou serviço é ruim, mas porque ninguém sabe que a empresa existe. Comunicação e divulgação hoje são fundamentais para qualquer pequeno negócio crescer”, conclui.
Para acompanhar a trajetória de Daniela Andrade, só seguir os perfis:
https://www.instagram.com/danielaandradecomunicacao/ e
https://www.linkedin.com/in/daniela-andrade-comunicacao/.
* Por Rafa Tayão, jornalista que ajuda profissionais e empresas a conquistarem autoridade, visibilidade e posicionamento por meio da presença na imprensa e da produção de conteúdo para redes sociais, trabalhando a comunicação de forma estratégica e integrada.
Siga: @rafatayao
Débora Dallia: pioneirismo, coragem e visão, a história por trás da Seven Prime
Formada há mais de 20 anos em Jornalismo e com MBA em Marketing Digital, Débora Dallia iniciou sua trajetória como repórter, produtora e locutora de rádio
Ainda acadêmica, conquistou — ao lado de colegas — o Prêmio Nacional de Direitos Humanos de Jornalismo, com uma série de reportagens investigativas, além de produzir documentários exibidos em mostras no Brasil e no exterior.
Logo Débora foi convidada a assumir a gestão de uma universidade privada, onde liderou equipes, conduziu indicadores estratégicos e contribuiu para a transformação acadêmica e operacional da instituição.
Em 2011, decidiu empreender para estar mais presente na criação da filha. Assim nasceu a Seven Prime — uma agência pioneira no modelo remoto muito antes de o mercado falar em home office.
“Era desafiador permitir que os profissionais trabalhassem de seus próprios ambientes, com mais autonomia e qualidade de vida, e exigiu resiliência para educar o mercado”, relata Débora.
Hoje, ela segue à frente da agência, desenvolvendo estratégias digitais orientadas por dados e criatividade, impulsionando especialmente pequenos e médios empreendedores.
Para acompanhar o trabalho da Seven Prime, acesse o site: http://sevenprimecomunicacao.com.br/ ou entre em contato pelo WhatsApp: (27) 99269-3659
Psicanalista alerta: rotina perfeita pode esconder uma depressão silenciosa
“A depressão silenciosa não para a mulher: ela a mantém em movimento, mesmo quando tudo por dentro já pediu pausa.”
A afirmação da psicanalista e terapeuta Adriana Soares resume um fenômeno cada vez mais presente: mulheres que sustentam rotinas produtivas enquanto enfrentam um sofrimento emocional invisível. A velha conhecida depressão é a condição que se camufla na eficiência e dificulta o reconhecimento do adoecimento.
“São mulheres que dão conta de tudo, mas já não se sentem dentro da própria vida”, explica Adriana. Dados do Ministério da Previdência Social, divulgados em janeiro de 2026, evidenciam o avanço do problema: em 2025, foram mais de 546 mil afastamentos do trabalho por transtornos mentais, com crescimento de 15,66% em relação ao ano anterior.
“Quando olhamos que mais de 63% desses afastamentos são de mulheres, entendemos que há uma sobrecarga estrutural adoecendo esse público”, analisa.
Diferente dos quadros mais incapacitantes, a depressão de alta performance não interrompe a rotina. “Ela rouba o prazer, não a produtividade”, pontua a especialista.
Entre as principais causas, estão a dupla jornada, a pressão por desempenho e a desconexão com o próprio desejo. “A mulher foi ensinada a atender expectativas o tempo todo. Quando percebe, está vivendo uma vida que não escolheu. O medo de falhar e a necessidade constante de provar valor tornam o sofrimento ainda mais silencioso”, comenta.
A saída não está em ser mais forte, mas em parar de sustentar o insustentável, defende Adriana Soares. Segundo a psicanalista, o processo terapêutico permite que a mulher reconheça seus limites, questione padrões e resgate sua própria identidade. “Essas mulheres precisam se autorizar a viver com verdade”, conclui.
Serviço:
Retirada de prótese de silicone cresce entre mulheres que colocaram implante aos 20 anos
Duas décadas depois do boom do silicone no Brasil, parte das pacientes busca naturalidade, leveza e uma nova relação com o próprio corpo
Nos anos 2000, colocar prótese de silicone era quase um rito de passagem para muitas jovens brasileiras. O Brasil se consolidava como um dos países que mais realizavam cirurgias plásticas no mundo, e o aumento de mama liderava os rankings.
Dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) mostram que o Brasil segue entre os três países com maior número de cirurgias mamárias realizadas anualmente. Ao mesmo tempo, cresce globalmente o número de procedimentos de retirada de implantes mamários — movimento que reflete não apenas questões médicas, mas também mudanças culturais e comportamentais.
Vinte anos depois daquele primeiro implante, muitas dessas mulheres estão com 40, 45 anos — e fazendo uma nova escolha. A cirurgiã plástica Dra. Pamela Massuia observa essa transformação no perfil das pacientes.
“Não é arrependimento. É maturidade. A mulher que colocou prótese aos 20 está em outro momento de vida aos 40. O corpo mudou, a rotina mudou, a percepção sobre si mesma também.”
Uma mudança que vai além da estética
Segundo a ISAPS, os procedimentos mamários continuam entre os mais realizados no mundo, mas há um crescimento consistente nas cirurgias de remoção ou troca de implantes. Especialistas associam o fenômeno a três fatores principais:
– Busca por naturalidade
– Mudança no padrão estético
– Informação ampliada sobre acompanhamento de próteses
Se no início dos anos 2000 o volume acentuado era símbolo de feminilidade e status estético, hoje a palavra-chave é proporção.
“A tendência atual é equilíbrio. Muitas pacientes relatam que não se identificam mais com o volume que escolheram aos 20 anos. Elas querem leveza, conforto, naturalidade”, explica Pamela.
O que leva uma mulher a retirar a prótese?
As motivações são variadas — e nem sempre clínicas. Entre os relatos mais comuns no consultório estão:
– Desconforto físico com mamas volumosas
– Mudanças após gravidez e amamentação
– Alteração no estilo pessoal
– Prática esportiva
– Sensação de peso
– Busca por estética mais discreta
Em alguns casos, há também questões médicas, como contratura capsular (endurecimento da cápsula ao redor da prótese) ou ruptura do implante. É importante esclarecer que próteses modernas não têm um “prazo de validade obrigatório”, mas exigem acompanhamento periódico com exames de imagem, especialmente após 10 anos de colocação.
“A retirada não é uma regra automática. Cada caso precisa ser avaliado com exame físico e exames de imagem. O que orientamos é acompanhamento regular e decisão consciente”, reforça a médica.
Mini-case: quando o corpo já não representa quem você é
Fernanda (nome fictício), 43 anos, colocou prótese aos 22. Na época, trabalhava com eventos e buscava um padrão estético mais volumoso. Duas décadas depois, após duas gestações e mudança de carreira, decidiu retirar. “Eu sentia que aquele corpo não conversava mais comigo. Não era sobre dor, era sobre identidade”, relata.
Segundo Pamela, esse tipo de relato é cada vez mais comum. “A cirurgia plástica acompanha fases da vida. A paciente amadurece, passa pela maternidade, pelo mercado de trabalho, por mudanças pessoais. É natural que a percepção corporal também evolua.”
A cirurgia de retirada é simples?
A remoção da prótese pode variar de complexidade dependendo do caso. Em algumas situações, realiza-se apenas a retirada do implante. Em outras, é indicada a remoção da cápsula (capsulectomia) ou associação com mastopexia (levantamento das mamas) para reposicionar o tecido mamário.
Em determinados casos, pode-se utilizar gordura da própria paciente para manter contorno e proporção.“Não é apenas retirar o implante. É entender como aquela mama ficará depois. O planejamento cirúrgico é fundamental para preservar harmonia e autoestima”, explica Pamela. Como qualquer cirurgia, há riscos inerentes ao procedimento, como sangramento, infecção e alterações cicatriciais. Por isso, a avaliação individual é indispensável.
Informação, não tendência
Apesar de ganhar visibilidade nas redes sociais, especialistas alertam que a retirada de prótese não deve ser encarada como moda. O acompanhamento adequado e o diálogo com o cirurgião são decisivos.
“Nem toda paciente precisa retirar o implante. Nem toda paciente que retira precisa colocar outro. O mais importante é que a decisão seja baseada em informação, exame e expectativa realista”, conclui a cirurgiã.
Mais do que seguir tendências, o movimento reflete uma geração que amadureceu — e que hoje entende que estética também é escolha consciente.
Penteados para cabelos crespos: 5 inspirações para festas, da formatura ao casamento!
Quando o convite pede produção especial, os penteados para cabelos crespos se revelam aliados poderosos para transformar o visual sem abrir mão da autenticidade.
Seja para celebrar a formatura, brilhar como convidada de casamento ou protagonizar o próprio grande dia, há propostas que transitam entre o sofisticado, o moderno e o afetivo. A seguir, reunimos cinco ideias que equilibram elegância e personalidade. A lista aposta em acabamentos polidos, referências retrô e detalhes que elevam o look instantaneamente. Inspire-se!
• Rabo de cavalo baixo com risca central
Minimalista, o rabo de cavalo baixo com risca central é a definição de elegância sem esforço. A divisão precisa ao meio alonga o rosto e traz simetria ao visual, enquanto o comprimento pode ser usado tanto com definição máxima quanto com volume mais solto. Para casamentos e eventos formais, o segredo está no contraste entre a raiz alinhada e a textura natural dos fios. Um sérum de brilho finaliza o look com acabamento luminoso. Entre os penteados para cabelos crespos, é a opção ideal para quem prefere uma estética clean, mas ainda assim impactante.
• Bubble braids
As bubble braids seguem como queridinhas entre as fashionistas e não à toa. O penteado cria “gomos” ao longo do rabo de cavalo com a ajuda de elásticos espaçados, formando um efeito escultural e divertido. Nos cabelos crespos, o volume natural intensifica o desenho arredondado das bolhas, deixando o visual ainda mais interessante. Para festas de formatura ou aniversários, vale apostar em elásticos invisíveis para um acabamento sofisticado, ou investir em versões metalizadas e adornadas para um toque maximalista.
• Risca lateral com grampos
Simples, mas com informação de moda, o penteado com risca lateral marcada e grampos aparentes transforma o visual em minutos. A lateralidade cria volume concentrado de um lado, enquanto os grampos, alinhados ou cruzados, funcionam como detalhe protagonista. A proposta é perfeita para quem quer manter os fios soltos, celebrando a textura natural, mas ainda assim deseja um elemento de styling que dialogue com o look da festa. Dourados, prateados ou com aplicações de pérolas, os acessórios elevam a produção e provam que os penteados para cabelos crespos podem ser tão versáteis quanto sofisticados.
• Rabo de cavalo baixo com acabamento
Clássico com toque retrô, o rabo de cavalo baixo ganha sofisticação extra com o acabamento em finger waves na parte frontal. As ondulações marcadas, moldadas com gel e pente fino, criam um desenho delicado junto à testa e às têmporas, remetendo ao glamour das décadas de 1920 e 1930. Nos fios crespos, o contraste entre a raiz polida e o volume do comprimento cria um efeito poderoso — ideal para eventos noturnos e produções com maquiagem marcante. É uma escolha certeira entre os penteados para cabelos crespos para quem busca elegância atemporal com personalidade.
• Bantu knots
Ícone de ancestralidade e estilo, os bantu knots carregam força estética e simbólica. O penteado consiste em dividir o cabelo em mechas e torcê-las formando pequenos coques distribuídos pela cabeça. O resultado pode variar entre o geométrico minimalista e composições mais elaboradas, com tamanhos diferentes. Para ocasiões festivas, vale complementar com brincos statement ou acessórios dourados aplicados entre os nós.
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