Beleza

Ana Matos: o poder da maquiagem transformando o despertar feminino

A trajetória de Ana Matos começou aos 15 anos, movida pela paixão por cuidar da beleza feminina.

 

Nordestina, enfrentou desafios e preconceitos até chegar ao Rio de Janeiro, onde encontrou oportunidades e descobriu que empreender é agir, evoluir e acreditar no próprio valor.

 

“Quando uma mulher se reconhece bonita por dentro e por fora, ela transforma a própria história.”

 

Resiliente, aprendeu a se adaptar sem perder sua essência, transformando obstáculos em força. Hoje, inspira mulheres ao mostrar que autoestima é potência: quando uma mulher se sente bonita e conectada consigo mesma, ela é capaz de irradiar confiança e mudar sua própria história.

 

Sua missão vai além da estética — é sobre acolher, elevar e despertar o brilho que cada mulher carrega. Para Ana, o equilíbrio emocional é a base de qualquer conquista.

 

Para acompanhar o trabalho de Ana, siga o perfil no Instagram @anamatos.make ou entre em contato pelo número (21) 97222-0720

Carreira & negócios

Rosinéa Jesus Santos: força, propósito e dedicação em cada nova missão

Fonoaudióloga, pedagoga e psicopedagoga. Estudou na Fundação Osório, internato voltado a filhas de militares órfãs

 

Em 1988, ingressou na Marinha do Brasil, onde construiu uma carreira sólida e prestigiada. Durante a faculdade de Fonoaudiologia, tornou-se mãe solo de Gabryel, conciliando maternidade, estudos e vida militar. Atuou como instrutora no Colégio Militar de Brasília e foi selecionada para servir na Presidência da República.

 

Em 2020, representou os 40 anos da mulher na Marinha em um calendário comemorativo, compartilhando sua trajetória como mãe, militar e profissional. No mesmo período, enfrentou o divórcio e a pandemia, tomando a decisão de retomar e ampliar sua atuação na Fonoaudiologia e Psicopedagogia, com foco em ajudar crianças e famílias.

 

“Minha missão é servir — transformando vidas com escuta e amor.”

Após 35 anos de serviço, em 2023, empreendeu no Rio de Janeiro com a franquia Fada Falah, referência em Fonoaudiologia, Psicopedagogia e Laserterapia.

 

Para saber mais sobre o trabalho de Rosinéa, siga os perfis no Instagram: @rosineasantos.fono e @fadafalah.recreiorj

 

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Saúde & Bem-estar

O seu pré-treino pode ser o motivo pelo qual sua noite de sono está prejudicada

Na verdade, é o ingrediente desta categoria alimentar o responsável por ser prejudicial à sua rotina de sono

 

Muitas pessoas usam suplementos pré-treino para impulsionar seus esforços na academia. Mas novas pesquisas sugerem que usar pré-treino regularmente pode, sem querer, ir contra seus objetivos de vida saudável. O estudo, que foi publicado na revista Sleep Epidemiology, encontrou uma ligação entre pessoas que usam pré-treino regularmente e a obtenção de quantidades significativamente menores de sono a cada noite.

 

Você provavelmente já sabe disso, mas dormir sete horas ou mais por noite dá suporte a uma ampla gama de aspectos da saúde, incluindo fortalecer seu sistema imunológico, manter seu humor estável e reduzir seu risco de condições crônicas como diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. Então, o que essas descobertas significam se você é fã de pré-treino e está tentando ser o mais saudável possível?

 

O estudo não apresenta um cenário positivo para o sono e os suplementos pré-treino

 

Para o estudo, pesquisadores analisaram dados de mais de 900 pessoas que participaram de um estudo de saúde canadense. Os participantes foram questionados sobre o uso de pré-treino nos últimos 12 meses, junto com quantas horas de sono por noite eles tiveram, em média, nas duas semanas anteriores.

 

Depois de analisar os dados, os pesquisadores descobriram que pessoas que disseram usar pré-treino eram “significativamente” mais propensas a relatar que dormiram, em média, cinco horas ou menos por noite nas duas semanas anteriores, em comparação com aquelas que disseram não usar pré-treino.

 

“Este estudo documenta que o uso de suplementos pré-treino está associado a menor duração do sono”, escreveram os pesquisadores no estudo.

 

Por que o pré-treino pode ser ruim para o sono?

 

É importante ressaltar que o estudo não provou que o pré-treino fez as pessoas dormirem menos. Em vez disso, os pesquisadores encontraram uma ligação entre pessoas que disseram usar pré-treino e dormir menos à noite.

Ainda assim, especialistas dizem que há alguns pontos a considerar que sugerem que o pré-treino pode não ser ótimo para a saúde do sono.

Um dos principais é que o pré-treino geralmente contém cafeína. (Existem suplementos pré-treino sem cafeína por aí, mas eles não são tão populares quanto os que contêm cafeína).

Um estudo de 2023 descobriu que o pré-treino tem uma média de 217 miligramas de cafeína por porção, o que é equivalente ao que você obteria ao consumir cerca de duas xícaras de café. Esse estudo sugeriu que pessoas que usam pré-treino o façam pelo menos 13,2 horas antes de dormir para reduzir o risco de atrapalhar o sono.

Fonte: Glamour

Comportamento

O que você precisa saber sobre o Pacto Nacional Brasil contra o feminicídio

Com números recordes de feminicídio em 2025, os três poderes da República se unem e anunciam uma série de medidas para enfrentar o assassinato de mulheres por razões de gênero

 

Homens assassinam quatro mulheres por dia no Brasil. Grave bem esse número, porque ele escancara o quanto ficamos – sociedade civil e governo – inertes, sem que muita coisa fosse feita, até que as próprias mulheres se reunissem e gritassem “chega”. Se você acompanhou as notícias, sabe que o estopim aconteceu no fim de 2025, com uma sequência de feminicídios tão absurda, que, nas palavras do presidente Lula (na Folha de S. Paulo), “a gente não imagina que pudesse acontecer”.

 

As cenas de Taynara (atropelada e arrastada por mais de 1 km pelo carro do ex-namorado), Evelin (que estava no trabalho, quando levou cinco tiros, também do ex-companheiro), Allane e Layse (assassinadas por um colega de trabalho) e Mayara (esfaqueada e morta pelo ex-marido, depois de meses de ameaça) culminaram com o Levante Mulheres Vivas, que promoveu manifestações por todo o Brasil em 7 de dezembro de 2025, e ligou o sinal amarelo no Congresso, Judiciário e Executivo.

 

Mulheres, não custa lembrar, são mais da metade da população brasileira e maioria do eleitorado (52,4%). E, como disse a ministra Cármen Lúcia, única mulher no Supremo Tribunal Federal, em dezembro passado, “é preciso que a gente saiba que medidas tomar sobre isso, porque não é possível que agora, em plena luz do dia, na rua, os criminosos ataquem sem o menor constrangimento.”

 

O que é, afinal, o Pacto Nacional Brasil contra o feminicídio? 

 

Anunciado no mês passado pelo presidente Lula e assinado pelos representantes das três casas, o pacto, na prática, une os três poderes para reconhecer que o feminicídio tem precedentes estruturais, precisa de políticas públicas de prevenção e de mecanismos de proteção e responsabilização.

 

Tudo isso para garantir o que parece óbvio, mas não é: o direito à vida de meninas e mulheres em toda a sua diversidade. Uma espécie de manual para que o enfrentamento ao feminicídio se torne uma política transversal e permanente do Estado brasileiro – e não apenas algumas medidas importantes, como a tipificação de crime de feminicídio em 2015, mas isoladas.

 

O documento, que conta com um calendário estratégico de ações, ancoradas em efemérides, como Dia Internacional da Mulher (08/03) ou o Dia da Lei Maria da Penha (07/08), é, sem dúvida, um passo importante, uma sinalização de que a violência contra as mulheres não pode ser tolerada. Mas deixa muitas dúvidas.

 

Impacto esperado na redução do feminicídio

 

Embora elenque os objetivos do comitê, que tem quatro representantes de cada poder e coordenação da Presidência da República, por exemplo, não fica claro como tudo acontecerá na prática – tampouco, quando.

 

No quesito recursos, por exemplo, aparece no documento a “garantia de recursos orçamentários adequados”, sem citação a qualquer número ou porcentual do Orçamento. Também não fica explícito como a violência digital, apontada como um dos diferenciais e inovações do pacto, será combatida. As big tech serão finalmente regulamentadas? Punidas? E mais: isso acontecerá em tempo ágil, real time, ou só depois dos crimes cometidos?

 

Avanços iniciais

 

Talvez uma das maiores utilidades, por ora, seja o próprio letramento de políticos e membros do judiciário (vale recordar a violência jurídica sofrida por Mari Ferrer, também entrevistada da ELLE View de dezembro), além do reconhecimento, já apontado no relatório da ONU Mulheres “Feminicides in 2024“, de que o feminicídio costuma ser o desfecho mais trágico de um ciclo de violências anteriores.

 

Violência psicológica (condutas que causam danos emocionais, diminuem a autoestima ou controlam decisões mediante ameaça, humilhação, isolamento, vigilância constante e chantagem), assédio moral (que frequentemente e repetidamente humilha, constrange e desqualifica), stalking e indução ao suicídio fazem parte do grupo de violências que ainda costumam ser minimizadas, assim como as patrimoniais e morais (calúnia, difamação e injúria).

 

Muitas vezes, porém, elas são a licença silenciosa para que homens passem para a violência física e os desaparecimentos – no fim de 2025 também, a corretora Daiane Alves de Souza “desapareceu” após descer ao subsolo do seu condomínio em Caldas Novas para verificar a energia. Mês passado, o síndico confessou o crime e indicou o local do corpo.

 

Outros tipos de violências especificadas em bom português são as de natureza sexual e exploratória. Entram aqui, abuso sexual (qualquer forma de conduta sexual não desejada, verbal, não-verbal ou física), violência sexual (uso de força ou coação, incluindo o impedimento do uso de camisinha, por exemplo, ou a indução ao aborto), assédio sexual (toda tentativa de obter vantagem ou favorecimento sexual no ambiente esportivo ou no trabalho), e exploração sexual comercial (como as que vêm sendo divulgadas no caso Epstein, incluindo a de meninas e mulheres brasileiras).

 

Afinal, mais do que ver agressores punidos e quebrar o ciclo de violência, nós queremos não ter que passar por ele. Se o problema é estrutural, é preciso sacudir as estruturas.

 

Fonte; Elle

 

Carreira & negócios

Jessica Esteves: o poder das conexões que constroem grandes negócios

Cirurgiã-dentista, historiadora e Diretora de Lançamento do BNI Áurea, Jessica Esteves vem liderando um novo movimento de conexões empresariais no Recreio dos Bandeirantes

 

Com uma trajetória marcada pelo empreendedorismo — incluindo atuação como CEO no setor de turismo — Jessica desenvolveu uma visão estratégica sobre como relações de confiança impulsionam negócios e fortalecem comunidades.

 

Hoje lidera a formação do BNI Áurea, parte da maior organização de networking empresarial do mundo, presente em mais de 70 países. O grupo reúne empresários que compartilham a convicção no poder dos contatos estratégicos.

 

Para a empreendedora, grandes negócios nascem de grandes conexões.

 

“O Recreio vive um momento especial de crescimento empresarial — e acredito que as conexões certas podem impulsionar esse movimento.”

 

Para acompanhar o trabalho de Jessica, siga os perfis no Instagram: @jessicaesteves e @vlviagenseturismo, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97206-4105.

Carreira & negócios

Dargelina Seabra: de caixa de açougue a gestão patrimonial

“Cuide desse dinheiro como se fosse seu.” Foi o primeiro conselho que Dargelina Seabra ouviu ainda jovem, ao assumir o caixa de um açougue no Rio de Janeiro. Com princípios sólidos, ela levou a frase para a vida

 

Aos 22 anos, passou a gerir a empresa da família, descobrindo sua paixão pela contabilidade e gestão. Em 2017, decidiu trilhar seu próprio caminho. Abriu uma loja em um shopping na Barra da Tijuca, mas foi surpreendida pela pandemia — um período de incertezas que afetou o mundo inteiro. Ao fechar as portas, sentiu o chão desaparecer.

 

Foi nesse momento que nasceu uma nova missão: fazer o dinheiro trabalhar sozinho. Assim, iniciou uma jornada intensa de estudos e transformação. E mais do que títulos, conquistou clareza de propósito: unindo gestão contábil, financeira e tributária com visão estratégica e humana.

 

Hoje, Dargelina não entrega apenas contabilidade. Ela criou um ecossistema completo de gestão patrimonial e familiar, ajudando empreendedores a transformar lucro em riqueza pessoal. Segundo ela, o patrimônio real não é só o dinheiro, mas o tempo.

 

“Por isso, valorizo o que é eterno: a família, o propósito e a fé”, afirma Dargelina.

 

Para acompanhar o trabalho de Dargelina, siga o perfil no Instagram: @dargelinaseabra, acesse o site: http://dargelinaseabra.com.br/ ou entre em contato pelo número: (21) 97749-5566

Saúde & Bem-estar

Por que as arritmias cardíacas podem aumentar depois da menopausa e como se proteger delas

Queda hormonal altera o equilíbrio elétrico do coração, aumenta a chance de fibrilação atrial e exige atenção a sintomas, hábitos de vida e acompanhamento médico

 

A menopausa marca uma mudança importante na saúde cardiovascular das mulheres. A queda dos hormônios sexuais, especialmente do estrogênio, altera o funcionamento de diferentes sistemas do organismo e favorece o surgimento de problemas cardíacos, incluindo as arritmias.

 

Em condições normais, o órgão bate de forma sincronizada, cerca de 100 mil vezes por dia, seguindo o chamado ritmo sinusal. As arritmias são uma alteração nesse padrão, quando os batimentos podem se tornar mais rápidos, mais lentos ou irregulares.

 

Entre elas, a mais comum é a fibrilação atrial, na qual os impulsos elétricos do coração ficam desorganizados, fazendo com que o órgão bata de maneira irregular. Esse quadro pode favorecer a formação de coágulos no interior do coração, que eventualmente podem migrar para o cérebro e provocar um acidente vascular cerebral (AVC). De acordo com dados de 2020 divulgados pela American Heart Association, 1 em cada 4 mulheres pode desenvolver fibrilação atrial após o fim da vida reprodutiva.

 

Parte dessa mudança está ligada à queda hormonal característica dessa fase. Durante o período reprodutiva, o organismo feminino conta com um efeito protetor dos hormônios sexuais sobre o sistema cardiovascular. Com a menopausa, essa proteção diminui.

 

“A menopausa está associada a uma disfunção no sistema nervoso autonômico, responsável por regular funções automáticas do corpo, como frequência cardíaca e pressão arterial”, afirma a cardiologista Thais Aguiar do Nascimento, coordenadora de Cardiopatia na Mulher da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac).

 

A redução hormonal pode provocar maior ativação do sistema adrenérgico, ligado à adrenalina, e interferir na estabilidade elétrica das células cardíacas, bagunçando o tum-tum-tum.

Carreira & negócios

Juliana Favorin: entre decisões, recomeços e escolhas bem feitas

Com mais de 20 anos de experiência em expansão de negócios B2B, ela une o rigor estratégico à inovação tecnológica

 

Juliana Favorin é formada em Direito e pós-graduanda em Compliance e Governança Corporativa pela Mackenzie. O que surgiu como um hobby, descoberto com seu marido Daniel, criou uma empresa que equilibra criatividade e impacto real, transformando logotipos e conceitos em peças de alta precisão.

 

A frente da DJG3D, Juliana aplica sua visão estratégica para entregar excelência em cada projeto. “O foco é fortalecer a identidade de marcas através do branding físico que materializa valores corporativos,além de projetos residenciais exclusivos”, revela.

 

Se você busca transformar ideias em objetos que geram conexão, conheça a DJG3D. Para acompanhar o trabalho da DJG3D, siga o perfil no Instagram: @djg_3d, acesse o site: www.djg3d.com.br ou entre em contato pelo e-mail: contato@djg3d.com.br ou pelo WhatsApp: (11) 99505-6705.

 

* B2B (Business to Business) refere-se ao modelo de negócio em que empresas vendem produtos ou serviços diretamente para outras empresas, e não para o consumidor final.

Festas e eventos

2ª edição da “festa no ônibus” celebrou o poder das conexões femininas

O Dia Internacional da Mulher deste ano foi marcado por mais uma experiência simplesmente inesquecível

 

Vivemos juntas a segunda edição da nossa “festa no ônibus”, a bordo dessa vez do party bus da empresa Baladeiro Rio, um evento perfeito para celebrar a essência feminina em sua forma mais bonita: leve, vibrante e conectada. Cada sorriso, cada dança, cada abraço trocado ali reafirmou o propósito do nosso projeto: criar momentos que tocam, fortalecem e permanecem na memória e no coração.

 

Essa segunda edição veio ainda mais especial, consolidando o quanto esse encontro já se tornou esperado e desejado por todas nós um verdadeiro convite para pausar a rotina e se permitir viver. Nada disso seria possível sem a presença de mulheres incríveis e, claro, sem os parceiros que caminham conosco e acreditam no poder dessa rede.

 

Nossa gratidão ao @efataeventos, @quiosquedasimone, @fonsecadoces e a @baladeiario. Seguimos com o coração cheio de gratidão e a certeza de que estamos construindo algo maior: uma rede de mulheres que se apoiam, se inspiram e crescem juntas.

 

 

Que venham os próximos encontros… ainda mais lindos, ainda mais intensos. Os registros do evento ficou por conta da @leticia.mkt e registros fotográficos: @jadefreitasfotografia

 

Parceiros:
@quiosquedasimone
@fonsecasdoces
@dra.anapaulasouzabiomedica
@danielaandradecomunicacao
@andreacaminha.modas
@leticiak.mkt
@DjG_3D
@samsclub

 

Por Andréa Caminha, consultora de imagem e estilo, idealizadora do projeto Vozes & Conexões Femininas.

Carreira & negócios

Entrevista com Dzyane Chagas, que transforma amor em arte

  1. A Dzyartes nasceu em 2018 do sonho de Dzyane Chagas de transformar sentimentos em algo palpável

 

Com poucos materiais e muita determinação, ela começou criando lembranças personalizadas que eternizam momentos e carregam emoção em cada detalhe. Hoje, seu trabalho encanta clientes e inspira outros empreendedores pela delicadeza e propósito que transmite.

 

Em entrevista ao Portal Utilità, Dzyane compartilhou sua trajetória, os desafios enfrentados e a paixão que move sua marca — um verdadeiro exemplo de reinvenção, sensibilidade criativa e amor pelo que se faz.

 

O início de uma jornada feita de recomeços

 

Utilità: Qual foi o maior desafio que você enfrentou nessa trajetória — e o que aprendeu com ele?

 

Dzyane: Meu maior desafio foi me reinventar depois da pandemia. Aprendi que empreender é recomeçar sempre que precisar!

 

O poder de encantar através do que se faz

 

Utilità: O que mais te inspira a continuar empreendendo todos os dias?

 

Dzyane: O meu trabalho me desafia — e eu amo desafios. Empreender é isso: desafiar a si mesmo todos os dias, provar que você é capaz de se tornar uma versão melhor a cada cliente. É viver para encantar as pessoas com o trabalho que você entrega!

 

Lembranças que eternizam momentos

 

Utilità: Como o seu trabalho contribui para transformar vidas ou impactar positivamente?

 

Dzyane: O meu trabalho tem o dom de eternizar momentos. Quando faço um personalizado e a pessoa leva pra casa, ela leva uma memória física do momento que viveu. E sempre que ela olha, a mente a transporta para aquele instante. Ele fideliza clientes, encanta convidados… O meu trabalho começa no início da vida, com a caderneta de vacinação, e te acompanha em todos os momentos!

 

Reconhecimento que vem da verdade

 

Utilità: Existe um momento marcante ou conquista especial que representa o seu caminho até aqui?

 

Dzyane: Ter sido indicada por uma seguidora para ir à Globo! Ver que tem gente que admira o meu trabalho sem nem mesmo ser minha cliente é muito gratificante. O poder que tem ser de verdade é enorme! Chegar a lugares onde você nem sonhou estar, só pelo seu talento e esforço, é incrível.

 

Conexões que inspiram e fortalecem

 

Utilità: A Utilità tem acompanhado e divulgado o trabalho de empreendedores locais há 30 anos. Qual é a importância dessa conexão entre marca e empreendedores para você

 

Dzyane: A Utilità, e em especial a Dani, me despertou o desejo de sair da mesmice, de me divulgar, de me posicionar e de me conectar com outros empreendedores. Sempre empreendi aqui no meu “mundinho”, e agora saí da bolha! Aprendi a contar a minha história!

 

Uma mensagem para quem está começando

 

Utilità: Que mensagem você deixaria para quem está começando agora e sonha em empreender?

 

Dzyane: Haverá dias bons e dias muito bons. Nesses dias, se planeje para os dias ruins, porque eles também existirão. E, nos dias ruins, sorria como se fossem dias bons — você é empreendedor!

 

Neesses dias ruins, mesmo sendo menores que os bons, parecem maiores quando estamos vivendo.

É nesse momento que você estuda, é aqui que você cresce. Parece ruim, mas é só uma pausa pra você voltar maior e muito melhor.

 

Na maioria das vezes, quando o dia ruim chega, é porque você se acomodou. E você é empreendedor — e empreendedor não se acomoda, se reinventa.

Mas não se culpe! É que, nos dias bons, estamos trabalhando até o limite, e às vezes nem dá tempo de gastar o dinheiro que você ganhou… então a vida te pausa!
Aproveite todas as fases e aprenda com elas. Aproveite todas as oportunidades e se conecte com pessoas que queiram crescer.

 

E lembre-se: não dê atenção às críticas construtivas de quem nunca construiu nada!

 

E, por último (e pra mim o mais importante): quando começar a observar que estão te imitando, não se irrite — a gente imita quem é referência! Mas, por favor, não pare! É nessa hora que você evoluiu. Ninguém quer copiar quem não está brilhando.

 

Clareza sobre o caminho e o propósito

 

Utilità: Como você definiria a sua trajetória até este momento?

 

Dzyane: Estou realizada. Estou longe de onde ainda quero chegar, mas de uma coisa eu tenho certeza: agora sei pra onde tô indo!

 

Dzyartes: quando o simples se torna eterno

 

Utilità: Agora encerre com um pitch de vendas, aproveite para divulgar seu negócio!

 

Dzyane: Meu trabalho tem nome: Dzyartes. Mais do que uma marca, é um pedaço da minha história transformado em propósito. Eu crio lembranças que tocam — não só pela beleza, mas pelo significado que carregam. Cada mimo, cada detalhe nasce para celebrar momentos e tornar o comum inesquecível. Na Dzyartes, eu uno arte, afeto e personalização para mostrar que presentes não precisam ser caros pra emocionar — precisam ter alma. Meu trabalho é transformar o simples em especial, e o especial em eterno.

 

Encerrar esta conversa com Dzyane é lembrar que empreender vai muito além de vender: é sobre tocar pessoas, contar histórias e deixar marcas afetivas.

 

° Por Daniela Andrade

 

A Dzyartes traduz esse propósito com leveza e autenticidade, mostrando que o amor pode, sim, ser transformado em arte — e que cada detalhe carrega um pedacinho de quem sonhou e acreditou.

– Contato: (21) 99039-2147

– ⁠Instagram: @dzy.artees

– ⁠Site: https://dzyartes.lojaintegrada.com.br