Colunistas

Luxo invisível: a elegância simplesmente acontece

Vivemos uma era em que a ostentação perdeu espaço para algo muito mais poderoso: a sutileza

 

Se antes o luxo era associado a logotipos evidentes e marcas facilmente reconhecidas, hoje ele se manifesta de forma silenciosa, refinada e extremamente estratégica.

 

Esse movimento, conhecido como luxo invisível ou quiet luxury , não está ligado ao preço da peça, mas à forma como ela comunica. É sobre tecidos de qualidade, cortes impecáveis e, principalmente, intenção.

 

Quando você compreende o poder da sua imagem não precisa “gritar” para ser notada. Ela é percebida pela sua presença. Peças atemporais, cores neutras e combinações bem pensadas transmitem autoridade, sofisticação e segurança. E aqui está o ponto mais importante: elegância não é sobre ter muito, mas sobre saber escolher.

 

No universo da consultoria de imagem, isso significa trabalhar menos com excesso e mais com estratégia. Um guarda-roupa inteligente, com peças versáteis e alinhadas ao estilo de vida, comunica mais do que dezenas de peças desconectadas.

 

Outro aspecto essencial do luxo invisível é o comportamento. Postura, linguagem, forma de se expressar e até o cuidado com os detalhes como acessórios discretos e bem escolhidos fazem parte dessa construção.

 

A verdadeira sofisticação está na harmonia. Adotar esse conceito é também um convite à autenticidade. É sair do padrão imposto e construir uma imagem coerente com quem você é e onde deseja chegar. Porque, no fim das contas, a imagem não é sobre roupa.

 

É sobre mensagem.

 

E a pergunta que fica é: o que a sua imagem tem comunicado quando você entra em um ambiente ?

 

* Andréa Caminha, Consultora e Estrategista de Imagem. Sou membra da AICI (Associação Internacional de Consultoria de Imagem) e idealizadora do Projeto Vozes e Conexões Femininas, que conecta e inspira mulheres por meio do autoconhecimento, da autoestima e do fortalecimento de vínculos.

 

Atendo com horário agendado na Clínica Ellis, Av. das Américas, 1155, sala 608 – Barra Space Center, Barra da Tijuca. Acompanhe minha trajetória e inspire-se com esse movimento transformador:
@andreacaminha.modas
@vozeseconexoesfemininas

Maternidade

Joana Azevedo: apoiando mães na amamentação e no taping pós-parto

Moradora do Recreio, Joana Azevedo é fisioterapeuta e especialista em amamentação e taping pós-parto
Há 11 anos dedica sua carreira à saúde materno-infantil, com foco na prevenção e resolução de dificuldades durante a amamentação e no acompanhamento do desmame sem culpa.
A trajetória empreendedora de Joana começou com a abertura de uma clínica na Barra, mas foi após o nascimento do filho que descobriu sua verdadeira vocação.

 

“Comecei ajudando vizinhas e amigas, e uma foi indicando para outra”, relembra.

 

A experiência pessoal com o aleitamento, marcada por informação e acolhimento, despertou o desejo de apoiar outras mulheres. Hoje, como consultora em amamentação, Joana ajuda mães a amamentarem sem dor e a desmamar sem culpa, além de compartilhar conteúdos nas redes sociais, promovendo uma maternidade mais leve, informada e segura.

 

Para acompanhar o trabalho de Joana, siga o perfil no Instagram: @joana.amamentacao, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99951-9674.

 

* O taping pós-parto é uma técnica para reduzir inchaços, aliviar dores, melhorar a postura e dar suporte abdominal após cesárea ou parto normal

Comportamento

O que pode mudar com a criminalização da misoginia no Brasil

Aprovado no Senado, projeto reconhece o ecossistema que sustenta a violência de gênero, equipara o ódio contra mulheres a outras formas de discriminação e endurece punições. Projeto ainda precisa do aval da Câmara dos Deputados e do presidente Lula

 

O Senado Federal aprovou um projeto que criminaliza a misoginia ao incluí-la na Lei de Crimes de Preconceito, legislação que já pune discriminação por raça, religião e origem. De acordo com esse texto, o ódio e a incitação à violência contra mulheres passam a ser reconhecidos como crime de preconceito, com penas que podem chegar a até cinco anos de prisão, além de multa.

 

De autoria da senadora Ana Paula Lobato (PSB) e relatado pela senadora Soraya Thronicke (Podemos), projeto segue agora para análise na Câmara dos Deputados e, se aprovado, será encaminhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Com o aval de ambas as instâncias, a medida entra em vigor após a publicação no Diário Oficial. O termo misoginia se refere ao ódio, desprezo ou aversão às mulheres – fenômeno estrutural que atravessa diferentes esferas da sociedade. Isso pode se manifestar de forma explícita, através de ataques verbais, ameaças e violência, ou de maneira sutil, por meio da deslegitimação, da ridicularização e da tentativa de silenciamento.

 

Na prática, a inclusão da misoginia na Lei de Crimes de Preconceito faz com que ela deixe de ser tratada apenas como injúria e difamação e seja enquadrada como um crime específico. Isso facilita as investigações e permite punir, com mais rigor, casos de ataques verbais e campanhas de ódio – inclusive no ambiente digital. A mudança marca um avanço ao reconhecer a misoginia como uma forma estrutural de discriminação, semelhante a outras já previstas na legislação, como o racismo.

 

Por que a aprovação da lei é tão importante?

 

O projeto de criminalização da misoginia amplia o combate à violência de gênero para além das agressões físicas, passando a incluir também suas dimensões discursivas. Nesse sentido, complementa legislações já existentes, como a Lei Maria da Penha e a Lei do Feminicídio. Isso significa que não apenas a agressão passa a ser punida, mas também a motivação misógina que a sustenta.

 

Essa mudança se torna ainda mais relevante em um momento em que o discurso de ódio contra mulheres ganha força na internet, impulsionado pela expansão de comunidades online associadas ao chamado movimento red pill. Esses espaços, em geral frequentados por homens alinhados a visões ultraconservadoras, disseminam conteúdos misóginos, teorias conspiratórias e narrativas que incentivam a hostilidade contra mulheres – muitas vezes por meio de campanhas coordenadas de ataque nas redes sociais e, em alguns casos, evoluindo para agressões também no offline.

 

* Se você ou alguém que você conhece está vivendo violência doméstica ou de gênero, denuncie pelo 180. O serviço é gratuito, 24 horas por dia e está disponível em todo o Brasil. Em caso de emergência, ligue 190.

Sem categoria

Será que estamos prontas para o retorno da pelúcia nos looks?

Pelo, pelo e mais pelos; tendência fez sucesso nas passarelas e finalmente está chegando às ruas

 

As grandes marcas de luxo já se manifestaram, alertando nas últimas coleções que seremos transformados em bichos de pelúcia nesta temporada. Temos muitas provas: os casacos estruturados e maximalistas de Alexander McQueen, os casacos Yeti de Alaïa, também com lapelas maxi que cativam completamente.

 

Mais casacos de pele na Coperni, os conjuntos de duas peças peludas e as estolas de pele drapeadas sobre os ombros da Schiaparelli. Os cachecóis, estolas e ponchos de Marni (todos tamanho GG). Os boleros com ombreiras da Miu Miu. Mais peles e mais casacos na Valentino. Os tops e saias de Simone Rocha.

 

Mais: a jaqueta biker de Chloé. E todos os tipos de detalhes, das mangas aos acabamentos e golas, em diferentes tipos de peças. Os vestidos e bodies no desfile da Acne Studios. Até Demna incluiu essa tendência na Balenciaga, dos capuzes e moletons peludos ao impressionante casaco vermelho longo que poderia ter desfilado em qualquer tapete vermelho.

 

Tudo isso deixou bem claro que veremos os pelinhos. Então, está confirmado: a textura estrela das próximas temporadas será a pele. Ou melhor, qualquer coisa que evoque maciez, calor e um toque de felpa. O detalhe que faltava para definir isso como uma das verdadeiras tendências que chegam às ruas, mais pé no chão, foi visto no catálogo da flagship store da Inditex (Ou seja, a Zara), onde agora você pode comprar vários casacos de pele como aqueles de vison usados ​​pelas avós de antigamente, suéteres de tricô que imitam o efeito pele, até sandálias e sapatilhas revestidas do mesmo material, ou peças com golas de pele.

 

E os especialistas em estilo confirmaram isso durante seus passeios de street style naquela mesma temporada. Todos esses looks sugerem que nos vestiremos como se estivéssemos saindo de um conto de fadas. Ou como um ursinho de pelúcia, mas com muita atitude. Como esquecer Georgina Rodríguez no desfile da Valentino com aquele casaco longo, justo, trespassado e de inspiração retrô, com gola, bainha e punhos de pele, dando-lhe o ar luxuoso tão característico dos casacos dos anos setenta? Ou Alexa Chung no mesmo desfile usando um casaco mais curto e boêmio.

 

E sejamos francas: o retorno das peças peludas não é novidade, mas sim uma nova interpretação. Desta vez, vem de uma perspectiva mais urbana, com foco em peles artificiais e peças onde tradicionalmente não víamos esse material. Mais uma prova de que as novas peças peludas brincam com o contraste. Estamos falando de volume, estrutura, mas também de maciez. Um gesto dramático que já era esperado há muito tempo, depois de várias temporadas dominadas pela praticidade e pelo minimalismo, porque não podemos negar que quando um casaco parece um cobertor (elegante), sonhamos em não tirá-lo. Um pouco do glamour e do estilo mafioso que vimos em Rosalía ou Kim Kardashian.

 

Fonte: Glamour México

Carreira & negócios

“Vem com a Jaque”: quando a comunicação desperta potenciais

A trajetória de Jaque Vasconcelos é marcada pela paixão por pessoas e histórias reais

 

Comunicadora nata, ela encontrou seu propósito ao se permitir sonhar novamente — e foi desse reencontro consigo mesma que nasceu o podcast Vem com a Jaque. Mais do que entrevistas, Jaque criou um espaço de acolhimento, escuta e protagonismo.

 

Em cada episódio, o convidado é colocado no centro da conversa, com liberdade para compartilhar vivências, desafios e conquistas de forma autêntica.

 

“Estar à mesa é mais do que participar do podcast. É um marco de posicionamento,onde cada pessoa pode se reconhecer, se fortalecer e ocupar lugar com verdade.”

 

Com um olhar sensível e humano, seu trabalho se dedica a ajudar mulheres a darem voz ao seu potencial e a se posicionarem com autoridade no mercado. Ao humanizar o digital, Jaque mostra que é possível crescer, se comunicar e gerar impacto sem perder a essência.

 

Para acompanhar o trabalho de Jaque Vasconcelos, siga o perfil no Instagram: @vemcomajaquee, no YouTube: Vem com a Jaque Podcast, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98001-6915.

Saúde & Bem-estar

Cuidare Barra RJ: cuidado humanizado com excelência e segurança

A Cuidare Barra RJ é uma empresa especializada no cuidado de pessoas que carrega mais de 8 anos de experiência oferecendo soluções assistenciais com qualidade, segurança e atenção humanizada

 

Seu principal compromisso é promover bem-estar e qualidade de vida aos assistidos, além de proporcionar tranquilidade às famílias por meio de um atendimento ético e profissional. A empresa atua com cuidadores qualificados para diferentes perfis, incluindo idosos, crianças, adultos, pessoas com deficiência e pacientes em pós operatório.

 

Compreendendo que cada indivíduo possui necessidades específicas, a Cuidare desenvolve planos de cuidado personalizados, respeitando as particularidades de cada situação e garantindo um atendimento individualizado.

 

Seus serviços podem ser realizados em diversos ambientes, como residências, hospitais, instituições de longa permanência e casas de repouso. A atuação dos cuidadores vai além das necessidades básicas, incluindo apoio na higiene, alimentação, mobilidade, prevenção de quedas, estímulo cognitivo e emocional, além de acompanhamento contínuo.

 

Um dos grandes diferenciais da Cuidare está na supervisão ativa da equipe, com monitoramento constante, alinhamento com as famílias e ajustes rápidos sempre que necessário. Os profissionais passam por um rigoroso processo de seleção, possuem formação técnica, principalmente na área de enfermagem, e participam de treinamentos contínuos para garantir excelência no atendimento.

 

A empresa também oferece suporte emergencial, acompanhamento hospitalar, plantões pontuais e comunicação constante com a família, por meio de atualizações frequentes e canais diretos de contato. Sua estrutura operacional permite rápida implementação de equipes, cobertura de faltas e gestão completa dos serviços prestados.

 

A diretoria é composta por Moema Baptista, fundadora, diretora técnica e de recursos humanos, e Jô Braga, responsável pela área financeira e administrativa. Juntas, as duas conduzem a empresa com foco em ética, responsabilidade e compromisso.

 

“Mais do que oferecer um serviço, a Cuidare Barra RJ acredita que cuidar é promover dignidade, acolhimento e respeito em cada etapa da vida.”

 

Para acompanhar as novidades da Cuidare Barra RJ, siga o perfil no Instagram: @cuidarebarrarj ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98363-1717 e (21) 96508-8069.

Comportamento

Estudo mostra que, quanto mais você fica com sua mãe, mais tempo de vida ela terá

Convidar sua mãe e sua avó para jantar pode prolongar e melhorar a qualidade de vida delas, mostra um novo estudo

 

Isso porque pesquisadores da University of California (EUA), descobriram que a solidão desempenha um papel importante no declínio, muitas vezes associado à velhice.

 

O estudo acompanhou 1.600 adultos, com uma idade média de 71 anos. Apesar de controlar o status socioeconômico e a saúde, os solitários consistentemente mantinham taxas de mortalidade mais altas. Quase 23% dos participantes solitários morreram dentro de seis anos do estudo. Os que relataram companhia adequada e faleceram nesse período, por sua vez, foram apenas 14%.

 

A necessidade que tivemos em nossas vidas inteiras – pessoas que nos conhecem, nos valorizam, que nos trazem alegria – que nunca vai embora”, explicou Barbara Moscowitz, assistente social geriátrica do Massachusetts General Hospital, ao The New York Times.

 

“Idosos dão grande valor a essas relações. Tudo se resume a importantes habilidades relacionais”, disse ao The New York Times a professora de desenvolvimento humano na Virginia Tech, Rosemary Blieszner. Estas habilidades, por sua vez, são as que nossos avós tiveram uma vida inteira para aprimorar.

 

“Eles são muito tolerantes com as imperfeições, características e comportamentos dos amigos, mais do que os jovens adultos”, ressalta ela. “Você traz muito mais experiência para suas amizades quando é mais velho. Você sabe pelo que vale e o que não vale a pena brigar.”

 

Além de convidar nossos parentes e amigos mais velhos para entrarem em nossas casas, é importante encorajar relacionamentos de idoso. É por isso que, apesar da crença popular, as pessoas mais velhas tendem a prosperar nas chamadas “casas de repouso” independentes ou assistidas. Esses arranjos de vida proporcionam mais maneiras de se misturar, conectar, prosperar.

Benefícios para todos

 

Passar tempo com pessoas mais velhas pode ajudá-los, mas isso também nos beneficia – a relação simbiótica é inegável. Eles têm o companheirismo e a conversa tão cruciais para a vida cotidiana, e nós recebemos suas histórias, seus abraços e, melhor de tudo, aquelas famosas e secretas receitas de biscoitos.

 

Fonte: ISTOÉ

Saúde & Bem-estar

Efeito sanfona: o que te impede de emagrecer não é a comida

Cerca de 27,9 milhões de mulheres brasileiras vivem presas no ciclo do efeito sanfona. E a verdade é desconfortável: o problema nunca foi a comida

 

Você conhece essa história. Segunda-feira, você acorda decidida: “Agora vai.”
Joga fora tudo o que considera proibido, compra comida fit, baixa aplicativo de calorias, promete que dessa vez será diferente.

 

Nas primeiras semanas, a balança responde.

 

Você se sente forte. No controle. Orgulhosa.

 

Até que a vida acontece. Uma discussão. Um comentário atravessado. Um dia exaustivo. Filhos brigando. Contas apertadas. Ansiedade acumulada.

 

E, de repente, à noite, você está comendo sem nem perceber direito, depois tomada pela culpa e pela mesma pergunta de sempre:
“O que há de errado comigo?”

 

A resposta é simples: não há nada de errado com você.

 

O problema nunca foi falta de força de vontade. O problema foi o método que te ensinaram a seguir.

 

A verdade que ninguém te contou

95% das dietas falham no longo prazo. Se você tentou, perdeu peso e depois recuperou, isso não te torna fraca. Te torna humana usando um método que não funciona para a maioria.

 

Mulheres entre 35 e 55 anos, muitas vezes, já tentaram dezenas de estratégias ao longo da vida. Dietas, restrições, remédios, treinos intensos, promessas milagrosas. E, a cada nova tentativa frustrada, cresce também a sensação de incapacidade.

 

Mas vamos ser honestas: uma mulher que acorda cedo, trabalha, cuida da casa, dos filhos, da família, das demandas emocionais de todo mundo e ainda tenta dar conta de si mesma não é sem força de vontade.

 

Na verdade, ela já está sendo forte até demais.

 

O que falta não é disciplina.

 

O que falta é aprender a lidar com a dor, a pressão, a exaustão e o vazio sem transformar a comida em alívio.

 

O que realmente está acontecendo

 

Em muitos casos, a comida não é o problema. Ela é a resposta que seu cérebro aprendeu a dar para o que você sente.
Pense nas últimas vezes em que você comeu sem fome física. O que estava por trás daquilo?

 

Uma briga. Uma frustração. Cansaço. Solidão. Sensação de rejeição. Sobrecarga. Ou aquele sentimento de estar cuidando de todo mundo e se abandonando novamente?

 

É aqui que mora a verdade: muitas vezes, você não está com fome.
Você está tentando aliviar algo que não soube como sentir.

 

A comida vira recompensa, anestesia, companhia, consolo.

 

E quanto mais isso se repete, mais automático esse caminho se torna.Seu cérebro aprende: emocionei → vou comer → alivio por alguns minutos.
Isso não é fraqueza. É um padrão emocional e neurológico sendo repetido.

 

O caminho de volta para casa

 

O emagrecimento duradouro não começa no prato. Começa na forma como você se relaciona com suas emoções.

 

Quando você aprende a se regular emocionalmente, a comida deixa de ocupar esse lugar de anestesia. E, como consequência, o corpo também começa a responder.

 

Não é: “vou emagrecer para então me sentir bem.” Muito pelo contrário.

 

Você começa a cuidar do que está ferido por dentro, e o emagrecimento acontece quase que de forma natural.

 

Foi isso que transformou a minha história e é isso que vejo transformar a vida de tantas mulheres.

 

Porque a resposta nunca esteve só na dieta.

 

Nunca esteve só na balança.

 

Nunca esteve apenas no que você come.

 

Muitas vezes, a raiz estava na dor que você tentava calar em silêncio.

 

Acredito que o desafio do emagrecimento não está na falta de força de vontade, mas na forma como ele foi, por muito tempo, conduzido. Modelos baseados em restrição, controle excessivo e culpa tendem a ignorar fatores essenciais como a saúde mental, a relação com as emoções e a construção de hábitos sustentáveis.

 

Defendo uma abordagem que integra mudança de mentalidade, regulação emocional e estratégias possíveis de serem mantidas no cotidiano. Isso inclui aprender a lidar com emoções sem recorrer à comida como única forma de alívio, além de desenvolver padrões comportamentais mais consistentes e saudáveis ao longo do tempo.

 

A transformação, nesse contexto, não é apenas física. Ela envolve uma reconexão com a própria identidade, valores e propósito. Quando esse processo é respeitado, o emagrecimento deixa de ser um esforço constante e passa a ser uma consequência natural de mudanças mais profundas e duradouras.

 

A epidemia que ninguém está tratando direito

 

Mais de 60% dos brasileiros estão acima do peso. São 27,9 milhões de mulheres lutando sozinhas, se culpando, se odiando, acreditando que o problema são elas. E não são.

 

O problema é que continuamos vendendo dietas para um problema emocional. Contando calorias quando deveríamos estar aprendendo a regular as emoções. Tratando sintomas quando deveríamos estar tratando causas.

 

Enquanto isso, mulheres incríveis como você, continuam presas no ciclo, gastando milhares de reais, perdendo anos de vida, carregando culpa que não é sua. Chega.

 

Você merece liberdade. Merece paz. Merece olhar no espelho e se reconhecer com amor. Merece comer sem culpa. Merece viver sem guerra com seu próprio corpo.

 

E tudo isso é possível. Mas só quando você finalmente entende:

 

Você não está com fome. Você está sentindo.

 

Feridas emocionais não mudam com restrição. Elas se transformam com cuidado, compreensão e compaixão.

 

Quando você finalmente se permite transformar de dentro pra fora, o corpo que você sempre quis deixa de ser uma batalha e passa a ser consequência natural do amor próprio.

 

* Por Emi Moraes, psicoterapeuta especialista em emagrecimento comportamental, criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”.
“Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

Instagram: @euemi_moraes

 

Áudios motivacionais gratuitos: https://chat.whatsapp.com/Jebjn8o174m8eUDN6uNBdX?mode=gi_t

Saúde & Bem-estar

Excelência é uma escolha diária e inegociável

Neste final de semana, participei de uma imersão intensiva de 30 horas em Hipnose Clínica e Programação Neurolinguística (PNL), aprofundando estratégias que transcendem a técnica e alcançam aquilo que, de fato, transforma resultados: a mente humana.

 

Na minha prática, a odontologia nunca foi apenas sobre dentes. É sobre pessoas. Sobre compreender o que não é dito, acolher emoções e transformar experiências que, por muito tempo, foram marcadas pelo medo ou pela insegurança.

 

Integrar a hipnose clínica ao meu atendimento é oferecer mais do que um procedimento — é proporcionar uma vivência diferenciada, onde ciência, sofisticação e sensibilidade se encontram para entregar conforto, confiança e resultados superiores.

 

Cada atualização, cada imersão, reforça o meu posicionamento: não entregar o básico, mas o excepcional. Porque pacientes não buscam apenas tratamento. Eles buscam segurança, confiança e excelência.

 

E é exatamente isso que escolho entregar — todos os dias.

 

* Sou a Dra. Salete Cabral, dentista, hipnoterapeuta e especialista em odontologia do sono. Acredito que a odontologia vai além da estética e do tratamento clínico. Minha missão é cuidar de pessoas em sua totalidade — restaurando sorrisos, protegendo a saúde e devolvendo noites de sono reparador.

 

Com ciência, sensibilidade e propósito, minha atuação integra técnica e humanidade para transformar não apenas bocas, mas vidas inteiras.

Para conhecer mais sobre a minha jornada, só seguir o perfil do Instagram: @drasaletecabral

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Por que a gengiva inflama durante a gravidez? O guia completo para gestantes

A gestação é um momento de grande transformação física, emocional e hormonal.

 

E entre tantas mudanças, a boca também vive um capítulo importante — embora muitas mulheres só percebam isso quando a gengiva começa a sangrar, inchar ou ficar mais sensível durante a escovação. Essa inflamação é comum e tem nome: gengivite gravídica. Ela acontece porque os hormônios da gravidez tornam a resposta inflamatória da gengiva mais intensa, mesmo diante de pequenas quantidades de placa bacteriana.

 

O estrogênio e a progesterona, que aumentam bastante durante a gestação, deixam a gengiva mais vascularizada e reativa. Isso significa que algo que antes não causava incômodo pode agora desencadear vermelhidão, sensibilidade e sangramento. Mas é importante deixar claro: sangrar nunca é normal. É sempre um sinal de que há inflamação — e inflamação na gestante precisa de atenção redobrada.

 

Além da desconfortável gengivite, há outro ponto crucial: a saúde bucal da mãe influencia diretamente a saúde do bebê. Estudos mostram que a doença periodontal está associada ao risco aumentado de parto prematuro, baixo peso ao nascer e complicações gestacionais. Isso não significa que a gengivite simples vá causar esses problemas, mas reforça a importância do acompanhamento odontológico durante o pré-natal.

 

Outro fator que pode piorar a inflamação é o enjoo. Muitas gestantes vomitam com frequência no início da gravidez, e o contato do ácido gástrico com os dentes aumenta o risco de erosão e sensibilidade. A mudança na alimentação — maior ingestão de carboidratos simples, refeições mais frequentes e a tendência a beliscar — também favorece o acúmulo de placa bacteriana.

 

A boa notícia é que tudo isso pode ser controlado com orientação correta, higiene adequada, limpezas profissionais e acompanhamento regular. Na maioria das vezes, não há necessidade de tratamento complexo; o segredo está em manter a gengiva saudável e evitar que a inflamação evolua.

 

A gestação é um período único, cheio de emoções e expectativas. Cuidar da boca faz parte do cuidado com o bem-estar da mãe e com o desenvolvimento saudável do bebê. Com atenção, carinho e prevenção, é possível viver esse momento com saúde e segurança.

 

* Dra. Bárbara Galdeano é cirurgiã-dentista com mais de 20 anos de experiência clínica. Fundadora da Galdeano Odontologia & Saúde, é idealizadora do Programa ECOA, um modelo de atenção odontológica focado na prevenção, acolhimento e educação do paciente.

 

Reconhecida por sua atuação ética, humanizada e atualizada com as inovações da odontologia digital, acredita que a saúde bucal é parte essencial da saúde geral e deve ser promovida com proximidade, escuta e propósito.

 

Para conhecer você pode ligar para o Whatsapp: (21) 98135-0401

Acessar o Instagram: https://www.instagram.com/galdeanoodontologia ou o site www.galdeanoodontologia.com.br