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Nem sempre o jornalismo se apresenta de forma óbvia. Ele não está restrito às redações tradicionais, às manchetes ou aos grandes veículos de imprensa. Muitas vezes, ele se revela de maneira mais sutil — em conteúdos bem estruturados, em textos que informam com responsabilidade e em mensagens que respeitam a inteligência de quem lê.
A formação em jornalismo, por si só, oferece mais do que um diploma. Ela constrói um olhar. Um modo de pensar que prioriza a apuração, a organização das informações e o compromisso com a clareza. É um exercício constante de entender antes de comunicar, de contextualizar antes de opinar.
Com o tempo, especialmente na prática da comunicação corporativa, do marketing de conteúdo e da assessoria, fica evidente que o diferencial não está apenas na criatividade ou na frequência de publicação. Está no método. Na capacidade de transformar informação em algo compreensível, relevante e confiável.
Em um cenário onde produzir muito parece ser mais importante do que produzir bem, o jornalismo ressurge como um filtro necessário. Ele lembra que conteúdo não é apenas presença, mas propósito. Que escrever não é apenas ocupar espaço, mas construir sentido.
A lógica do volume, tão comum nas estratégias digitais atuais, muitas vezes ignora o essencial: quem está do outro lado. O jornalismo, por outro lado, nasce exatamente dessa preocupação. Ele considera o público, respeita o tempo de leitura e valoriza a precisão.
Mesmo que o mercado tenha mudado e os formatos tenham se multiplicado, as habilidades desenvolvidas pelo jornalismo permanecem fundamentais. Saber apurar, selecionar, organizar e comunicar bem nunca foi tão importante — especialmente em um mundo saturado de informações.
No fim, o jornalismo pode até não estar mais no centro das atenções como antes. Mas sua essência continua sendo o que sustenta toda comunicação de qualidade. E talvez seja justamente por isso que ele segue indispensável — mesmo quando não é nomeado. Eu sou Daniela Andrade e há 30 anos divulgo negócios e conecto pessoas. Editora da revista Utilità e do portal utilitaonline.com.br, apresentadora do UtilitàCast e criadora do método “O Poder da Comunicação”. Jornalista e publicitária de formação, já mentorei mais de 350 empreendedoras, e ajudo-as a se posicionarem com clareza e autoridade e a se comunicarem de forma estratégica.
Além do banho: como criar um ritual de sono que realmente funciona para o bebê
Especialista Bruna Ramos explica como a combinação de ambiente, rotina e estímulos sensoriais pode ajudar o bebê a relaxar e dormir melhor
Na tentativa de melhorar o sono dos bebês, muitas famílias apostam em um único recurso: o banho antes de dormir. Mas, na verdade, o que realmente faz diferença não é uma ação isolada e sim um conjunto de práticas que preparam o corpo e o cérebro da criança para o descanso.
Segundo a especialista em sono infantil e amamentação Bruna Ramos, criadora do perfil @obebe_chegou, o chamado ritual do sono é uma ferramenta essencial, e ainda subestimada, na rotina dos bebês.
“O ritual do sono é uma sequência de ações realizadas sempre antes do sono noturno. Ele sinaliza para o bebê que a hora de dormir está chegando, gerando previsibilidade e ajudando no relaxamento”, explica.
O poder da repetição e a importância da transição
O ritual do sono pode, e deve, começar desde os primeiros dias de vida. “Desde que o bebê chega da maternidade já é possível iniciar o ritual. Quanto mais cedo ele é implementado, mais rápido o bebê se adapta e entende essa sequência”, orienta Bruna. Não existe um modelo único: cada família deve adaptar à sua realidade, mas a repetição é essencial. “A repetição diária é o que cria o hábito. Quando o bebê reconhece os sinais, ele relaxa com mais facilidade.”
Outro ponto fundamental, e muitas vezes negligenciado, é o período anterior ao ritual.
“Não adianta começar o ritual se a casa ainda está agitada. O desacelerar é fundamental para preparar o bebê para o sono”, alerta.
Cerca de duas horas antes de dormir, a recomendação é reduzir estímulos: diminuir as luzes, evitar telas, baixar os sons e deixar de lado brincadeiras agitadas. “Essa transição ajuda na produção de melatonina e no relaxamento do bebê”, explica.
O que incluir no ritual?
O ritual pode ser adaptado à realidade de cada família e incluir etapas como banho, massagem, leitura, canções, troca de roupa ou fralda e amamentação. “O banho não é obrigatório. Se o bebê relaxa, ótimo. Se ele se irrita, deve ser feito em outro horário”, ressalta Bruna.
A massagem pode ajudar no relaxamento e aliviar desconfortos como gases, enquanto a leitura e músicas calmas contribuem para desacelerar o bebê. Em geral, a mamada costuma ser o último passo.
Menos tempo, mais consistência
A duração também importa — mas sem exageros. “O ideal é que dure entre 20 e 30 minutos. Mais importante do que o tempo é a constância”, afirma. Para a especialista, o segredo está na previsibilidade. “O bebê não entende horários, mas entende padrões. Quando ele reconhece o que vem a seguir, se sente seguro — e isso facilita muito o sono.”
É importante compreender que o ritual de sono é apenas o encerramento do dia, ele não substitui a necessidade de uma rotina diária equilibrada. “Não adianta ter um dia caótico e esperar que apenas os preparativos finais resolvam o descanso do bebê”, acrescenta Bruna.”
Sobre Bruna Ramos:
Bruna Ramos é especialista em amamentação e certificada em sono infantil com extensão universitária pela Universidade de Brasília. Graduada em Biologia pela UNICAMP, também concluiu doutorado e pós-doutorado em Genética e Biologia Molecular na mesma instituição.
Criadora do perfil @obebe_chegou, Bruna alia conhecimento científico à prática educativa e compartilha conteúdos sobre sono infantil e amamentação que já impactaram mais de 200 mil pessoas, entre famílias, educadores e profissionais da saúde. Oferece orientação baseada em evidências para promover noites de sono mais tranquilas, sonecas de qualidade e bem-estar das crianças.
Além disso, desenvolve materiais educativos e cursos voltados para pais e cuidadores, sempre com abordagem humanizada, prática e embasada na ciência do desenvolvimento infantil.
Siga: @obebe_chegou
Mapeamento genético avança como aliado na prevenção do câncer de mama e ganha força no debate público
Iniciativas da UNACCAM ampliam o acesso à informação e reforçam o papel da genética na detecção precoce e no cuidado personalizado da saúde da mulher
A discussão sobre o acesso a testes de mapeamento genético tem ganhado espaço no Brasil em meio à busca por estratégias mais eficazes de prevenção do câncer de mama. Embora o exame já seja utilizado na prática clínica, sua disponibilidade ainda é limitada, especialmente no sistema público, o que mantém parte da população distante de uma ferramenta capaz de identificar riscos hereditários antes mesmo do surgimento da doença.
O câncer de mama segue como o tipo mais incidente entre mulheres no Brasil, com cerca de 73 mil novos casos por ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), órgão do Ministério da Saúde responsável pela prevenção, controle, pesquisa e tratamento do câncer em todo o país.
Nesse cenário, o mapeamento genético vem se consolidando como um recurso importante para orientar condutas médicas e ampliar as possibilidades de prevenção e diagnóstico precoce.
Mais do que identificar riscos, o teste genético permite personalizar o acompanhamento médico, antecipar exames e, em muitos casos, adotar medidas preventivas antes mesmo do surgimento da doença. Estima-se que entre 10% e 20% dos casos de câncer tenham origem hereditária, frequentemente associados a mutações como BRCA1 e BRCA2, o que reforça a importância da investigação genética, especialmente em pacientes com histórico familiar.
Nesse contexto, a União e Apoio no Combate ao Câncer de Mama (UNACCAM) tem ampliado sua atuação na conscientização sobre o tema e na disseminação de informações, com o objetivo de aproximar o mapeamento genético da população e estimular a busca por orientação médica adequada.
A entidade destaca que o exame pode contribuir não apenas para a detecção precoce do câncer de mama, mas também de outros tipos de tumores, como o de ovário, permitindo estratégias preventivas mais abrangentes.
“O mapeamento genético permite identificar se uma pessoa tem uma predisposição ao câncer antes mesmo da doença aparecer. Com isso, conseguimos atuar de forma muito mais preventiva e assertiva”, explica Dr. José Cláudio Casali, Oncogeneticista do A.C. Camargo Cancer Center e parceiro da UNACCAM.
“Quando identificamos uma variante genética, conseguimos adaptar o acompanhamento, antecipar exames e incluir métodos mais sensíveis para detectar lesões precoces. O objetivo é diagnosticar cedo e mudar o desfecho da doença.”
Segundo o especialista, o impacto do exame também se estende ao ambiente familiar. “Quando encontramos uma alteração genética, conseguimos avaliar outros familiares e agir antes que a doença apareça. Passamos a atuar de forma preventiva em um grupo inteiro.”
Na prática clínica, o resultado do mapeamento genético pode redefinir condutas médicas. Em casos negativos, o acompanhamento segue protocolos padrão. Já em resultados positivos, o rastreamento pode ser intensificado, com antecipação de exames e adoção de medidas preventivas específicas. Além disso, o teste também tem papel relevante na definição de terapias direcionadas a mutações específicas.
Estudos indicam que o mapeamento genético pode ser custo-efetivo ao possibilitar diagnósticos mais precoces e reduzir a complexidade dos tratamentos. Ainda assim, o acesso no Brasil permanece restrito, sobretudo na rede pública, que não disponibiliza amplamente o exame no SUS e enfrenta escassez de profissionais especializados em aconselhamento genético, etapa considerada essencial antes e depois da testagem.
A UNACCAM também chama atenção para a necessidade de ampliar o acesso e reduzir barreiras, por meio de iniciativas voltadas a públicos prioritários, como programas e mutirões. A recomendação é que mulheres com histórico familiar ou casos de diagnóstico precoce na família procurem avaliação médica para orientação adequada.
“Muitas pessoas ainda têm receio de descobrir um risco genético, mas a informação é justamente o que permite mudar a história. Existe uma cultura de que é melhor não saber, quando na verdade o conhecimento permite prevenir. É melhor enfrentar o risco do que enfrentar o câncer”, afirma Clarísia Ramos, presidente da UNACCAM.
De acordo com ela, ampliar o debate é um passo importante para fortalecer a conscientização sobre o tema. “Quando falamos de mapeamento genético, estamos falando de dar às mulheres a oportunidade de conhecer seu risco e agir antes. Informação de qualidade salva vidas e pode mudar o futuro de famílias inteiras”, completa.
Com a intensificação das discussões sobre a incorporação de testes genéticos no sistema público e a necessidade de estruturar o acompanhamento dos pacientes, o mapeamento genético se consolida como um dos caminhos para tornar a prevenção do câncer de mama mais precisa, eficiente e acessível no país.
Mais informações estão disponíveis em: https://unaccam.org.br/.
Malu Barbosa: propósito, proteção e gestão de risco que transforma famílias
Desde a adolescência, Malu Barbosa sempre carregou o desejo de crescer e transformar vidas
Esse propósito ganhou forma a partir de uma decisão pessoal: compreender, na prática, a importância da proteção financeira. Em 2021, ao se tornar cliente da Prudential, entendeu que assumir a responsabilidade pelos próprios riscos era um passo essencial. O envolvimento com o produto e com o propósito do seguro de vida despertou algo maior.
Com mais de 13 anos de experiência em comunicação e passagem por grandes veículos do país, Malu buscava um caminho profissional alinhado aos seus valores.
Após quatro anos como cliente e um rigoroso processo seletivo de três meses, foi aprovada em 2024 para se tornar corretora franqueada da Prudential do Brasil. Desde então, passou a atuar em um dos mercados que mais crescem no mundo: o da proteção financeira em vida.
Hoje, Malu cuida de mais de 120 famílias em todo o país, planejando, protegendo e oferecendo respaldo financeiro imediato diante de imprevistos.
“Meu maior desafio é a conscientização: mostrar que seguro de vida não é apenas sobre morte, mas sobre tranquilidade em vida”, explica.
Reconhecida como Best Rookies ao proteger 92 pessoas em seus primeiros meses, ela segue convicta de que amparar famílias é uma das formas mais concretas de fazer a diferença no mundo.
Para acompanhar o trabalho de Malu, siga o Instagram: @malubarbosa.seguros ou entre em contato pelo WhatsApp: (11) 96791-1989.
Endometriose: entender a dor é o primeiro passo para o tratamento
Cerca de 8 milhões de mulheres enfrentam a doença, cujo sintoma mais comum é a cólica menstrual intensa. Um grupo que carrega o peso do silêncio e, normalmente, do diagnóstico tardio
Muitas mulheres crescem ouvindo que “sentir dor no período menstrual é normal”, o que pode acabar mascarando uma condição que exige atenção médica especializada e um olhar multidisciplinar: a endometriose. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 8 milhões de mulheres enfrentam a doença, cujo sintoma mais comum é a cólica menstrual intensa. Um grupo que carrega o peso do silêncio e, normalmente, do diagnóstico tardio.
A doença se caracteriza pelo comportamento atípico do endométrio, o tecido que reveste o útero. “A endometriose é uma condição ginecológica em que o tecido que reveste a parte interna do útero cresce fora dele, causando dor, inflamação e, em alguns casos, dificuldades para engravidar. Esse tecido pode se localizar em órgãos como ovários, trompas, intestinos e bexiga”, explica a ginecologista Vânia Marcella Calixtrato, que atende no Órion Complex.
O Março Amarelo visa conscientizar sobre a endometriose. Vânia Calixtrato observa que, embora a genética desempenhe um papel crucial, outros fatores biológicos como a menstruação precoce (antes dos 11 anos) e fluxos muito abundantes também são indicadores de risco. “O estilo de vida, embora não seja a causa direta, atua como um regulador da gravidade: hábitos inflamatórios e sedentarismo podem piorar consideravelmente as dores”, diz.
Quando a cólica não é comum
Diferenciar o desconforto aceitável de um sintoma de endometriose é o maior desafio das pacientes. Enquanto a cólica comum cede com analgésicos e diminui ao longo do ciclo, a dor da endometriose é persistente e incapacitante.
“Ela pode durar durante todo o ciclo menstrual, além de afetar outros momentos, como antes ou após a menstruação. Também pode ser acompanhada de outros sintomas, como dor durante as relações sexuais, sangramentos fora do ciclo e dificuldade para engravidar”, destaca a médica.
Outros sinais frequentemente negligenciados são a dor ao urinar ou evacuar durante o período menstrual e dores profundas durante o ato sexual. Se esses sintomas forem frequentes, a investigação com um ginecologista é indispensável.
O desafio do diagnóstico
Segundo dados do Instituto Endometriose, a doença demora, em média, de 7 a 10 anos, para se confirmar. A especialista explica que a variedade de sintomas, que se confundem com miomas ou síndrome do intestino irritável, dificulta o processo. Além disso, exames simples de sangue, como o CA-125, não são conclusivos.
“O exame de sangue CA-125 não é suficiente para confirmar ou descartar a endometriose, não é um exame específico. O diagnóstico definitivo depende da combinação de exames de imagem, sintomas clínicos e, muitas vezes, da laparoscopia”, esclarece.
Atualmente, os exames de imagem mais precisos são a Ressonância Magnética (RNM) e a ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal, sendo este último extremamente dependente da experiência do médico examinador para identificar focos na pelve e ovários.
O tratamento não é apenas cirúrgico. Existe uma série de opções clínicas que visam devolver a qualidade de vida à paciente, incluindo analgésicos, terapias hormonais – como o DIU -, e até bloqueadores de estrogênio.
A cirurgia (laparoscopia) é reservada para casos específicos.”A laparoscopia é necessária quando os tratamentos clínicos não conseguem controlar os sintomas, ou quando a endometriose está comprometendo a fertilidade da paciente. Em casos de endometriose profunda, onde há comprometimento de órgãos, a cirurgia pode ser indicada.”
Estilo de vida como remédio
A alimentação surge como uma poderosa aliada no manejo da inflamação. Uma dieta rica em antioxidantes e anti-inflamatórios (ômega-3, cúrcuma, frutas e vegetais) pode reduzir os sintomas. Da mesma forma, exercícios como yoga e caminhada auxiliam na circulação e na redução do estresse, combatendo a oxidação do organismo.
“A endometriose não tem cura definitiva, mas tem controle. O acompanhamento contínuo e a conscientização de que a dor intensa não deve ser normalizada são as chaves para que milhões de mulheres retomem o controle de suas vidas”, finaliza a especialista.
Novo livro da escritora Jeanine Geraldo pergunta: o que significa ser mulher?
“Retratos de Mulher” traz 19 contos inéditos em seu quarto livro
Centrado na inquietação sobre a figura feminina, “Retratos de Mulher”, quarto livro publicado pela doutora em Literatura, professora e escritora Jeanine Geraldo e lançado pela editora Urutau, traz um amálgama de textos que têm algo em comum: o grande horror da vida não está no outro mundo, mas neste.
Os contos de “Retratos de Mulher” são únicos e a maioria, com poucas exceções, tem em seu cerne um ponto nevrálgico em comum: a experiência de ser mulher num mundo em que a violência, o abuso e o silenciamento são rotina.
O texto que abre o livro, intitulado “A enforcada”, traz a história de uma garotinha que como presente de aniversário, pede que o pai, vigia noturno de uma fábrica, a leve para conhecer seu trabalho. Lá, ela encontra o “tio” que a diverte com histórias de terror, em especial a de uma mulher que teria se enforcado em um dos galpões. O cenário noturno e os espaços vazios trazem uma narrativa de terror que não está ligada ao sobrenatural. Narrado do ponto de vista da menina, o conto retrata a experiência dilacerante do abuso infantil, com um desfecho dos mais surpreendes.
“Acho que minhas experiências pessoais e observações da sociedade não só influenciam as histórias: é a partir delas que as histórias nascem. De alguma forma, mesmo que a matéria do conto não parta de uma experiência autobiográfica, a forma como eu narro está fundamentada na minha maneira de experienciar o mundo.” – Jeanine Geraldo, professora e escritora.
Já “Lençóis Manchados de Vinho” traz um texto centrado no tema da sexualidade após a maternidade. Ao retratar a perda de identidade vivenciada pela narradora, o conto dessacraliza o tornar-se mãe: “Eu me vi refém daquele ser que crescia, respirava e se alimentava de mim. Tentava esconder que a cada semana eu morria um pouco para que esse outro vivesse. Quando estivesse pronto para vir ao mundo, eu teria partido”, traz o texto.
Jeanine Geraldo também nos oferece narrativas cujas temáticas atravessam outras questões, como vida e morte, medo e mar, com destaque para contos metalinguísticos que nos fazem refletir sobre o próprio gênero literário, como em “Quem tem medo do escuro?”, em que a narradora tenta lembrar de um conto que lhe foi contado há muito tempo sobre um personagem perseguido pela escuridão.
“Acredito que o verdadeiro objeto da arte seja aquela emoção que se acende no peito do leitor, a experiência profundamente humana retratada ali. E é esse tipo de emoção que eu desejo que meu leitor e minha leitora acessem. De forma bastante ambiciosa talvez, eu gostaria que cada história fosse também uma oportunidade de olhar para dentro”, afirma Jeanine Geraldo.
Por fim, o conto que dá nome ao livro encerra a coletânea numa inversão de expectativa. Aqui, a mulher retratada é vítima, mas também algoz. Vítima de uma sociedade que a silencia e oprime e que, por isso mesmo, produz a opressora: uma mulher que se aproveita dos mecanismos de proteção legal como vingança pessoal.
“Retratos de Mulher” se debruça sobre o “irreal mais real que existe”. As violências diárias que não têm nome, os fantasmas de infância que acompanham mulheres diuturnamente, os sonhos negados e os corpos dilacerados por dentro. Aqui, Jeanine Geraldo mostra não só domínio da linguagem, seu instrumento mor de trabalho, mas também certo grau de diversão através das palavras.
Elogios ao livro:
“A autora se insere no movimento que tem sido chamado de “boom” da literatura latino-americana feminina voltada para temas como o terror, o horror e o insólito que tem com como expoentes as argentinas Samanta Schweblin e Mariana Enriquez e que também tem laços no Brasil como as autoras Irka Barrios, Verena Cavalcanti, Paula Febbe, entre outras.” – Luiz Antônio Ribeiro, editor do Jornal Nota.
“Jeanine sabe criar imagens bonitas e fortes, dessas que seguem ecoando na memória do leitor.” – Giovana Madalosso, escritora.
Sobre a autora:
Jeanine Geraldoé escritora e professora no Instituto Federal do Paraná. Pós-doutoranda em Letras pela UFPR, é pesquisadora na área de Literatura com ênfase em crítica literária, e vive tentando conciliar a vida acadêmica, os treinos de jiu-jitsu e a urgência da escrita. É autora de O animal que me tornei (2018), As folhas vermelhas do outono (2020), premiado pela Secretaria de Cultura do Estado do Paraná (Edital 003/2020 – Licenciamento de Obras Digitais), Alcateia (2022) e Retratos de Mulher (2025), 2º lugar no I Prêmio Escritoras Brasileiras na categoria narrativas curtas.
Serviço:
Livro: Retratos de Mulher
Autora: Jeanine Geraldo (@jeanine.geraldo)
Editora: Urutau
Páginas: 164
Preço: R$ 58,00
Compre o livro através do link
Emily Rocha: do mundo corporativo à educação financeira que transforma
Com mais de 25 anos de atuação como CLT na área financeira, Emily Rocha construiu uma carreira sólida
Formada em Administração de Empresas, com ensino técnico, MBA em Controladoria e Finanças e especializações em investimentos e educação financeira, atuou por 11 anos na mesma empresa, passando pela controladoria e tesouraria.
Porém, a pandemia mudou sua perspectiva e trabalho. O home office trouxe liberdade, qualidade de vida e a certeza de que não queria mais voltar ao modelo tradicional.
Em novembro de 2024, após ser dispensada, decidiu empreender e usar seu maior dom: ensinar pessoas a lidar com dinheiro. Nascia ali a Emily Rocha personal das finanças. Mesmo sendo nova no digital, mergulhou nos estudos de vendas, marketing e tecnologia para estruturar seu negócio.
“Ajudo empresários e pessoas físicas a organizarem finanças, criarem processos, controlarem indicadores e planejarem multiplicação do dinheiro.”
Em um ano, quase 100 pessoas já foram impactadas diretamente. Sua missão é clara: ajudar empresários a sair do endividamento e mostrar que organização financeira gera paz, crescimento e liberdade. Para ela, o sucesso começa com planejamento — porque somente um CPF forte sustenta um CNPJ de sucesso.
Para acompanhar o trabalho de Emily, siga o perfil no Instagram:
@emilyrocha.financas ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99793-8808.
Cristine Bonelli: transformando organização em liberdade para empreendedora
Formada em Administração de Empresas, Cristine Bonelli atuou por mais de 15 anos na administração de contratos até decidir empreender, movida por um propósito claro: ajudar pessoas por meio do seu trabalho
Dessa motivação nasceu a “Faço por Você”, um negócio criado para oferecer soluções personalizadas em organização, gestão e rotina para empreendedoras. Cristine é especialista em assistência virtual, organização de processos e criação de sistemas no Notion, sempre respeitando a realidade e o momento de cada cliente.
“Meu maior desafio foi estruturar um serviço flexível, fugindo de pacotes engessados, para entregar um atendimento baseado em confiança, parceria e transparência.”
Mais do que organizar tarefas, seu trabalho devolve tempo, clareza mental e segurança às mulheres que vivem sobrecarregadas pela rotina do negócio.
Ao estruturar processos e assumir demandas operacionais, Cristine permite que suas clientes retomem o controle da agenda, foquem no planejamento estratégico e voltem a viver com mais leveza. Para ela, organização não é rigidez, mas liberdade — e é isso que entrega todos os dias.
Para saber mais, entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99827-2905, acompanhe os perfis no Instagram @cristinebonelli e @facoporvoce1.1, acesse http://facoporvoce.com.br ou conecte-se pelo LinkedIn: Cristine Bonelli.
No meio liberal, quase metade dos casais considera o beijo uma forma de traição
Levantamento revela que, mesmo em dinâmicas mais livres, o beijo segue como um dos principais marcadores emocionais
Em um cenário em que encontros casuais e relações liberais ganham cada vez mais espaço, um gesto clássico de intimidade continua provocando dúvidas: o beijo. Embora o sexo já seja tratado com mais naturalidade dentro dessas dinâmicas, o beijo ainda ocupa um lugar ambíguo entre o físico e o emocional.
Um levantamento realizado pelo Sexlog, com mais de sete mil usuários, mostra que 50,3% consideram o beijo tão íntimo quanto o sexo, enquanto 12,8% o veem como ainda mais íntimo. Outros 27,43% afirmam que tudo depende da situação, um indicativo de que, nas relações contemporâneas, o significado do beijo passou a ser construído caso a caso.
De acordo com Gustavo Ferreira, head de marketing do Ysos, app de encontros casuais, os dados refletem uma mudança importante no comportamento.
“O que vemos hoje é uma tentativa de separar desejo de envolvimento emocional. Em muitos encontros casuais, as pessoas querem viver a experiência, mas ainda estabelecem limites sobre o que pode gerar vínculo e o beijo aparece para parte delas exatamente nesse lugar”, avalia.
Entre desejo e conexão: o papel do beijo nos encontros casuais
Mesmo em contextos sem compromisso, o beijo continua presente. Segundo o levantamento, 91,7% afirmam que beijam sempre ou na maioria das vezes em encontros casuais, mostrando que o gesto faz parte da experiência.
Ao mesmo tempo, ele não perdeu totalmente seu significado emocional. Para 74,69% dos entrevistados, o beijo está ligado ao desejo físico, mas quase metade ainda o associa à conexão emocional (47,4%) e ao carinho (55,2%).
Esse equilíbrio ajuda a explicar por que o beijo se tornou um ponto de atenção dentro de relações mais livres: ele pode ser apenas físico, ou não.
Sexo sem beijo: quando o limite é não se envolver
Um dos dados que mais chamam atenção é que 58,56% dos usuários já fizeram sexo sem beijar, algo cada vez mais comum em dinâmicas casuais.
Entre os motivos, aparecem fatores diretamente ligados ao controle emocional:
- 35,6% → pedido da outra pessoa
- 33,8% → dinâmica do encontro
- 30,3% → falta de conexão
- 20,4% → evitar envolvimento emocional
Para Gustavo, esse comportamento revela uma lógica cada vez mais presente nas relações contemporâneas. “O beijo, para muitas pessoas, é o que transforma uma experiência física em algo mais íntimo. Evitá-lo pode ser uma forma de manter a relação dentro do que foi combinado: algo leve, direto e sem expectativas emocionais.”
O beijo como último limite
Mesmo em relações abertas ou liberais, onde acordos mais flexíveis são comuns, o beijo ainda aparece como um ponto sensível. A pesquisa revela que, enquanto 48,76% dos entrevistados ainda consideram o beijo na boca uma forma de traição, esse limite se torna mais flexível na prática: em relações abertas, 51,31% afirmam que o beijo é totalmente permitido, enquanto outros dizem que ele depende da situação ou segue regras específicas.
Gustavo acredita que isso evidencia uma transformação importante. “Hoje, os relacionamentos são construídos a partir de acordos. E o beijo costuma ser um dos primeiros tópicos a gerar divergência, justamente por carregar um significado emocional que nem sempre está alinhado com a proposta do encontro.”
Um tema pouco falado e que gera desencontro
Apesar de sua relevância, o beijo ainda é pouco discutido de forma direta. O levantamento mostra que 38,34% das pessoas nunca abordam esse tema em aplicativos de encontro, mesmo em contextos onde outras preferências são combinadas com clareza.
Segundo Gustavo, esse é um dos principais pontos de atenção. “A objetividade tem sido um diferencial nas novas formas de se relacionar. Quando expectativas não são alinhadas, especialmente em temas mais subjetivos como o beijo, aumentam as chances de frustração.”
Sobre o Ysos
O Ysos é um aplicativo voltado a encontros casuais que permite casais e solteiros a encontrar outras pessoas com o mesmo objetivo. Lançado em 2018 pelo Sexlog, maior rede social adulta do país, a plataforma está disponível para Android e iOS e pode ser baixada na Play Store e na App Store.
Sobre o Sexlog
Com mais de 25 milhões de usuários, o Sexlog é a maior rede social de sexo e swing da América Latina. A plataforma oferece um ambiente seguro para quem deseja explorar a sexualidade com liberdade, respeito e muito prazer.
Mara Mendes: da força do empreendedorismo à realização na advocacia
Aos 19 anos, Mara Mendes abriu sua primeira empresa em Santa Catarina, atuando no ramo de estética, academia e salão de beleza
Empreendedora desde cedo, sempre buscou inovar e oferecer serviços completos aos clientes. Em 2000, mudou-se para o Rio de Janeiro, fixando residência no Recreio dos Bandeirantes, onde investiu novamente na área da estética por meio de uma sociedade. Após um período em Brasília, retornou ao Rio em 2013 decidida a recomeçar.
“Empreender me ensinou a ter coragem. O Direito me ensinou a lutar com propósito. Cada recomeço foi um passo firme rumo à realização de um sonho em que nunca deixei de acreditar.”
Em 2014, iniciou a faculdade de Direito, encarando o desafio com disciplina e determinação. Em 2023, conquistou a OAB e realizou o sonho de se tornar advogada. Hoje, atua ajudando pessoas a garantirem seus direitos.
Para acompanhar o trabalho da Mara Mendes, siga seu perfil no Instagram: @maramendes_advogada_ ou marque uma consultoria jurídica pelo WhatsApp: (21) 98372-7981.