Categorias
Amor & Sexo (10) Beleza (34) Carreira & negócios (92) Colunistas (23) Comportamento (25) Cultura (9) Festas e eventos (24) Gastronomia (11) Maternidade (31) Moda (26) Saúde & Bem-estar (72) Sem categoria (7)Lucy Mélo: da gestão corporativa à transformação de vidas por meio da beleza e do empreendedorismo
Fisioterapeuta de formação, Lucy Mélo construiu uma carreira sólida no mundo corporativo, onde atuou como gerente geral e regional de grandes empresas, liderando equipes com mais de 140 colaboradores
Sempre guiada por uma visão estratégica e humana, acreditava que cuidar de pessoas ia além de metas e processos: envolvia experiências, autoestima e propósito.
“Foi em uma ação corporativa que a beleza entrou definitivamente na minha vida.”
Ao levar uma ação de beleza para o trabalho, oferecendo às suas clientes e funcionárias um plus no atendimento, conheceu a Mary Kay. Com isso, surgiu a oportunidade de iniciar uma nova trajetória profissional, despertando nela o olhar para um modelo de negócios flexível, com renda imediata e ótimo potencial de crescimento
Hoje, Lucy Mélo é diretora e empresária, com 12 anos de atuação no empreendedorismo. Reconhecida pela conquista do terceiro carro rosa, símbolo de resultados na empresa, lidera uma estrutura que desenvolve um grande time de mulheres.
Por meio da Mary Kay, atua no fortalecimento da autoestima, na formação empreendedora e na promoção da independência financeira feminina, unindo beleza, imagem pessoal e desenvolvimento humano com propósito e impacto social.
Para acompanhar o trabalho de Lucy e conhecer suas iniciativas no empreendedorismo feminino, siga o Instagram: @lucy.melo ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98301-6065
A Balança Mede o Seu Peso. Não Mede Quem Você É.
Emagrecer vai muito além do que qualquer número pode mostrar
Todo dia, milhares de mulheres acordam e, antes de qualquer coisa, pisam na balança
Em segundos, um número parece decidir o humor do dia. Decide se o café da manhã será vivido com prazer ou com culpa. Decide se aquela roupa vai vestir autoestima ou vergonha. Decide, muitas vezes, se a mulher que está ali vai se sentir digna, bonita, suficiente. Tudo isso por causa de um número.
Mas a balança mede massa. Mede a força da gravidade sobre o seu corpo naquele instante. Ela não mede a sua história, as noites mal dormidas, as renúncias silenciosas, o cansaço acumulado, as vezes em que você se levantou mesmo querendo desistir. Não mede o amor que você oferece, a força que você sustenta, a mulher inteira que você é.
E, ainda assim, quantas vezes você deixou que ela definisse o seu valor?
Emagrecer vai muito além do que qualquer número pode mostrar, porque o que trouxe você até aqui também vai além. Debaixo dos quilos que incomodam existe uma história. Existe uma mulher que aprendeu a usar a comida como alívio para emoções que nunca teve espaço para sentir. Que aprendeu a se cuidar por último. Que foi se tornando personagem, mãe, esposa, filha, profissional, e se afastando de si mesma.
O corpo não mente. Ele registra cada emoção engolida, cada limite ignorado, cada vez que você disse “estou bem” quando, na verdade, estava exausta. Não como castigo, mas como memória.
Por isso, mudar o número sem mudar a história quase sempre é só adiar o problema. O peso vai. O peso volta. Porque o que está por baixo continua lá, esperando ser olhado com coragem e verdade.
A transformação real começa quando você para de olhar apenas para o que a balança mostra e começa a ouvir o que ela nunca conseguirá revelar: sua identidade, seus desejos, sua dor, sua voz, seus limites, sua essência. Essa mulher não precisa se tornar menor para merecer mais amor, mais cuidado, mais presença. Ela só precisa ser encontrada. E talvez esse seja o verdadeiro emagrecimento: não desaparecer para caber, mas voltar para si.
Porque quando você se reencontra, o corpo deixa de ser inimigo e passa a se tornar casa, abrigo e expressão.
* Por Emi Moraes, psicoterapeuta especialista em emagrecimento comportamental, criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora. Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”.
WhatsApp: (21) 99512-2170
Instagram: @euemi_moraes
Áudios motivacionais gratuitos: https://chat.whatsapp.com/Jebjn8o174m8eUDN6uNBdX?mode=gi_t
Engravidar depois dos 50: até onde a maternidade pode ser adiada?
Cada vez mais mulheres adiam o sonho de ser mãe, mas o que realmente é possível depois dos 45 e quais são os riscos envolvidos?
Aos 56 anos, Margareth Mata voltou a viver algo que parecia pertencer a outra fase da vida: noites interrompidas e o cheiro inconfundível de bebê pela casa. Os três filhos já eram adultos, a rotina estava mais silenciosa e o casal começava a experimentar uma nova liberdade. Ainda assim, dentro dela, a maternidade não parecia encerrada.
“O desejo de ter mais um filho nunca foi completamente embora. Ele apenas ficou guardado, esperando o momento em que fosse impossível ignorá-lo”, afirma a funcionária pública, que vive no Espírito Santo.
Quando decidiu tentar novamente, Margareth sabia que não seria uma escolha simples. Sabia que envolveria conversas delicadas, avaliações médicas e, principalmente, coragem. “Meu marido achava que talvez não fosse o momento. Ele dizia que agora era a fase de aproveitar a vida a dois, já que os filhos já estavam criados. Mas, para mim, o sonho ainda estava vivo”, explica.
A gravidez aconteceu por meio da fertilização in vitro e transformou aquela etapa da família em algo inesperadamente intenso. E houve um detalhe que, para Margareth, tornou tudo ainda mais especial. “Antes de eu engravidar, minha mãe, que faleceu logo após o nascimento do meu bebê, sonhou com um menino de olhos azuis, exatamente como os do meu marido. Quando meu filho nasceu, com os olhos claros do pai, foi impossível não lembrar dela”, lembra Margareth.
Se por um lado a história emociona, por outro ela desperta curiosidade e questionamentos. Afinal, é mesmo possível engravidar depois dos 50? E quais são os limites do corpo feminino quando o desejo de maternar permanece?
Nos últimos anos, a maternidade tardia deixou de ser exceção isolada e passou a refletir uma transformação maior. Mulheres priorizam formação, carreira, estabilidade emocional, recomeçam relacionamentos, reorganizam planos. A decisão de ter filhos acontece mais tarde e, com isso, cresce também a busca por tratamentos de reprodução assistida.
Mas a medicina amplia possibilidades, não apaga os limites biológicos
Para a Dra. Thaís Domingues, especialista em reprodução humana da Huntington Medicina Reprodutiva, é fundamental que histórias inspiradoras venham acompanhadas de informação clara.
“Quando aparecem casos na mídia, pode parecer que é fácil engravidar depois dos 50, mas não é. De três a cinco anos antes da menopausa a chance de engravidar naturalmente já é menor que 5%, e após os 45 essa probabilidade pode ser inferior a 1% com óvulos próprios”, esclarece.
Além da dificuldade de engravidar, aumentam os riscos de alterações cromossômicas, aborto espontâneo e complicações como pressão alta na gestação, diabetes gestacional e parto prematuro. Por isso, após os 43 anos, a fertilização in vitro costuma ser a principal indicação médica e, acima dos 45, é comum que o tratamento envolva óvulos doados.
“Quando a paciente recebe um óvulo de uma mulher jovem, ela passa a ter a chance de gravidez daquela idade. Isso melhora as possibilidades, mas não elimina completamente os riscos relacionados à idade materna”, explica a Dra. Thaís.
Mesmo com acompanhamento especializado, cada caso precisa ser avaliado individualmente. No Brasil, a recomendação é que os tratamentos sejam realizados até os 50 anos, sempre com acompanhamento médico rigoroso.
Margareth sabe que sua história chama atenção. E sabe também que os olhares vêm acompanhados de suposições.
“Eu sabia que muita gente ia questionar, e isso acontece até hoje. Muitas vezes, quando estamos em lugares públicos, como no parque ou na praia, as pessoas ficam olhando, tentando entender se somos os avós da criança. Mas isso não interfere na minha escolha, não me importo. O que eu sei é que, se eu não tivesse tentado, ia carregar essa vontade para sempre”, revela.
Entre limites biológicos e avanços da ciência, a maternidade depois dos 50 continua sendo rara, exige acompanhamento e envolve riscos. Mas, para algumas mulheres, ela representa algo ainda maior: a possibilidade de não silenciar um desejo que resistiu ao tempo.
Lídia Angelo: transformando essência em estratégia
Lídia Angelo empreende desde que se entende por gente. Começou como boa parte dos empreendedores brasileiros:pela necessidade.
Mas sua virada de chave aconteceu em 2020, quando iniciou uma loja de lingeries com um único propósito: ajudar outras mulheres a se redescobrirem Foi ali que entendeu a potência feminina. Hoje, como social media, seu trabalho vai além de criar posts.
Nas redes, a empreendedora fala sobre posicionamento e criação de conteúdo porque acredita no poder de marcas que empreendem com alma.
“Posicionamento não é sobre aparência, mas sobre percepção, sobre o que sua marca faz as pessoas sentirem e lembrarem.”
Lídia entende que existem marcas que só aparecem e existem marcas que se posicionam. A diferença está na intenção, no que comunicam e no que escolhem transmitir, mesmo em silêncio.
Seu trabalho nasce nesse espaço: no intervalo entre quem a marca é e quem ela revela ser. Ela ajuda marcas, especialmente lideradas por mulheres, a transformarem presença em percepção, essência em estratégia e conteúdo em narrativa.
Para acompanhar o trabalho de Lídia, siga o perfil no Instagram: @lidiaangelo.sm e no TikTok: @real.angelolidia ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96726-1985.
Abril Marrom alerta para o cuidado com doenças que podem levar à cegueira
Equipe do Hospital Oftalmos apresenta detalhes sobre as causas e os sintomas do glaucoma, da catarata, da degeneração macular e do ceratocone
Anna Luisa: consultora de RH, especialista em Gestão Estratégica de pessoas tem compromisso com a transformação
Movida pela busca por propósito e coerência entre vida pessoal e profissional, Anna Luisa Silva encontrou na maternidade o ponto de virada que redefiniu sua trajetória
A partir desse momento, nasceu a Lati Bere Consultoria, empresa criada para apoiar pessoas e organizações no desenvolvimento de competências e na reorganização consciente de suas trajetórias
“A transformação começa quando entendemos quem somos e para onde queremos ir.”
A consultora de RH, especialista em Gestão Estratégica de pessoas, Anna atua com mapeamento comportamental, consultoria individual, programas de educação corporativa e projetos de diversidade e inclusão. Seu trabalho combina método, sensibilidade e estratégia, promovendo ambientes mais saudáveis e relações profissionais mais conscientes.
Um dos destaques de sua atuação é o Curso de Letramento Racial, iniciativa que reforça seu compromisso com a transformação social nas organizações de forma estratégica.
Para acompanhar o trabalho de Anna Luisa, entre em contato pelo WhatsApp (21) 97974-2567, pelo e-mail latibereconsultoria@gmail.com ou siga o perfil no Instagram: @latibereconsultoria
LinkedIn: Lati Bere Consultoria
Atacado da moda impulsiona novos negócios e contribui para fortalecimento da economia no Nordeste
O crescimento do empreendedorismo no Brasil tem encontrado na moda feminina um dos caminhos mais acessíveis para quem deseja iniciar um negócio próprio
Com médio investimento inicial, variedade de produtos e facilidade de revenda, o modelo de compra no atacado vem se consolidando como porta de entrada para milhares de brasileiros em busca de geração de renda e independência financeira.
Dados recentes do Sebrae, com base em informações da Receita Federal, reforçam esse movimento. Só no primeiro trimestre de 2025, mais de 1,4 milhão de pequenos negócios foram abertos no país, sendo 78% deles registrados como microempreendedores individuais (MEIs).
O setor também segue em expansão
Em 2024, a moda brasileira movimentou cerca de R$ 215 bilhões, com crescimento de 7% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), consolidando sua relevância na economia nacional e abrindo espaço para novos modelos de negócio, como a revenda de peças adquiridas diretamente de fabricantes.
Nesse contexto, a TLF Jeans, marca cearense com forte atuação no segmento de jeans, tem ganhado destaque ao estruturar operações voltadas não apenas para o consumidor final, mas também para lojistas e revendedores em todo o país.
Com presença consolidada no Nordeste, região estratégica para a empresa, a marca vem ampliando sua atuação nacional, conectando a produção local a diferentes mercados brasileiros e contribuindo para o fortalecimento da cadeia da moda fora apenas do eixo tradicional.
“O atacado permite que pequenos empreendedores tenham acesso a produtos com preço competitivo e bom giro de vendas, características essenciais para quem está começando. A diversidade de peças e a constante atualização das coleções também contribuem para manter o interesse do consumidor e estimular a recompra”, destaca a diretora financeira da marca, Lidyane Lemos.
Outro fator que impulsiona esse crescimento é o ambiente digital. Com o avanço das redes sociais e das plataformas de e-commerce, muitos empreendedores passaram a utilizar canais online como principal vitrine de vendas, ampliando seu alcance e reduzindo custos operacionais.
Levantamentos do setor indicam que 66% das lojas virtuais de moda no Brasil são lideradas por mulheres, reforçando o protagonismo feminino no empreendedorismo digital.
A estrutura logística das marcas acompanha esse ritmo. Investimentos em centros de distribuição, organização de estoque e agilidade na entrega têm permitido atender diferentes regiões com mais eficiência, garantindo que pequenos negócios consigam operar com regularidade e competitividade.
E assim, o setor de moda tem se consolidado como um motor de oportunidades. Ao facilitar o acesso ao atacado e fortalecer a cadeia produtiva, especialmente fora dos grandes centros, marcas brasileiras ajudam a transformar consumo em negócio e estilo em fonte de renda para milhares de empreendedores.
Ana Paula Santana: quando a viagem se transforma em recomeço e felicidade compartilhada
A Santtour nasceu do olhar sensível de uma viajante apaixonada por desafios e pela certeza de que conhecer o mundo pode transformar vidas.
Com formação em Direito, a fundadora da agência Ana Paula Santana decidiu mudar completamente sua trajetória após enfrentar um câncer de mama aos 33 anos.
A experiência foi decisiva para alinhar vida e propósito: trabalhar com o que realmente amava – viajar e proporcionar felicidade às pessoas.
Após se qualificar como agente de viagens e guia de turismo regional, nacional e internacional, em 2019 deu início à Santtour Agência de Viagens e Turismo.
Desde então, o negócio tem como missão levar entretenimento, cultura, lazer e experiências inesquecíveis às pessoas, sempre com atenção máxima aos detalhes e à excelência no atendimento.
“Cada viagem é cuidadosamente planejada, desde a criação de roteiros personalizados até os trâmites de embarque, hospedagem, passeios e recepção.”
A Santtour conta com parceiros locais em todos os destinos, garantindo tranquilidade aos viajantes. O crescimento do negócio é impulsionado pelo retorno emocional dos clientes. Empreender, para Ana Paula, é criar memórias, fortalecer conexões e transformar sonhos em novos destinos.
Para conhecer os roteiros e serviços da Santtour, entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99391-5378, pelo e-mail santtour.oficial@gmail.com,
ou siga o Instagram: @santtour.agencia.
Leite faz bem? Nutricionista explica os benefícios e pontos de atenção com a bebida
O leite está no centro de um dos maiores debates nutricionais da atualidade. Enquanto para alguns é um “alimento completo” e indispensável, para outros, é fonte de inflamação e desconforto. Porém, para a maioria das pessoas, o leite continua sendo uma fonte nutricional presente no dia a dia.
Esse alimento é rico em nutrientes como proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas do complexo B (como B2 e B12), vitaminas A e D, e minerais vitais como o cálcio. Segundo a nutricionista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Camila Alho, o leite pode auxiliar na saúde óssea, dental e muscular.
“Essa dicotomia surge porque os benefícios ou não do leite dependem da genética, da idade e da qualidade da dieta de cada indivíduo. A resposta do organismo ao consumo de leite não é universal, pois está ligada à capacidade de produzir a enzima lactase para digerir a lactose. Indivíduos com intolerância experimentarão efeitos negativos que não ocorrerão em quem a produz em quantidade suficiente”, comenta.
Além da genética, a idade deve ser considerada. Segundo a nutricionista, a produção de lactase tende a diminuir após a infância, o que explica por que algumas pessoas que consumiam leite sem problemas na juventude podem desenvolver intolerância ou sensibilidade na idade adulta.
“As necessidades nutricionais e a saúde óssea variam ao longo da vida. Por isso, o leite pode ser uma excelente fonte de cálcio, vitamina D e proteínas de alto valor biológico para uma pessoa cuja dieta é deficiente nesses nutrientes. Enquanto, para alguém que já consome uma dieta rica e balanceada, o leite pode adicionar calorias e gorduras desnecessárias”, ressalta Camila.
Em casos de consumo excessivo, a especialista explica que esse exagero pode até desequilibrar o quadro nutricional geral. Portanto, a avaliação se o leite é benéfico ou não deve sempre ser feita dentro do panorama de saúde e dos hábitos alimentares da pessoa.
Como consumir o leite sem exageros?
A recomendação geral se baseia na resposta individual do corpo. De acordo com a nutricionista, para quem digere bem e aprecia, 1 a 2 porções diárias são suficientes e contribuem significativamente para atingir as metas de cálcio e proteína.
“Para quem não gosta ou não pode consumir leite, é necessário compensar a ausência com outras fontes de cálcio, ou seja vegetais verde-escuros como couve, brócolis, etc., sementes, como a de gergelim, e sardinha”, explica Camila.
Além disso, é importante desmistificar o “perigo” do leite de caixinha. O processo UHT (Ultra High Temperature) elimina bactérias e preserva a maioria dos nutrientes. Para a especialista, o impacto do leite de caixinha, muitas vezes, é o açúcar adicionado ao copo, como nos achocolatados, e não o leite em si.
“Se você sente que o leite o deixa estufado ou pesado, seu corpo está dando um sinal de que é melhor buscar alternativas. Mas se você bebe e se sente bem, ele continua sendo um aliado prático e nutricionalmente positivo para a sua saúde,” conlcui a nutricionista.
Sobre a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo
No Brasil desde 1922, a São Camilo pertence à Ordem dos Ministros dos Enfermos, fundada por São Camilo de Lellis. Além de hospitais, conta com Centros de Educação Infantil, Colégios e Centros Universitários.
As Unidades Pompeia, Santana e Ipiranga fazem parte da Rede de Hospitais de São Paulo, que prestam atendimentos em mais de 60 especialidades e cirurgias de alta complexidade em neurologia, cardiologia, transplantes de fígado e musculoesquelético, cirurgias robótica e bariátrica. Por meio da atuação filantrópica, apoiam na manutenção das atividades de vários Hospitais administrados pela São Camilo no Brasil com atendimento ao SUS.
A Rede de Hospital São Camilo de São Paulo possui Centro de Oncologia e de Hematologia (Transplantes de Medula Óssea) e tratamento com CAR-T-CELL. Referência em urgência e emergência conta com PS Adulto, Infantil e 60+. Possui a Certificação em nível Diamante da Qmentum Internacional, o Selo Amigo do Idoso e as Certificações PALC e ABHH.
O piquenique voltou, e desta vez dentro de uma fazenda de 1750
Fazenda Bosque Belo realiza piquenique exclusivo com gastronomia “farm to table” no interior de SP para adultos e crianças
Para quem quer dar uma escapada de São Paulo e viver uma experiência exclusiva em meio à natureza, a Fazenda Bosque Belo, em Boituva, vai promover o “Piquenique da Bosque”, no dia 25 de abril. A experiência acontecerá em dois turnos, das 9h às 11h ou das 15h às 17h, dentro de uma propriedade histórica com mais de 300 anos, rodeada por reserva florestal, agrofloresta ativa e fauna nativa. O número de vagas é limitado, pois a proposta é intimista e cada detalhe é preparado com antecedência.
O que está incluído
O piquenique reunirá produtos artesanais produzidos na própria fazenda, com ingredientes colhidos na horta e no pomar da propriedade, o mesmo conceito farm to table que orienta a gastronomia da Bosque Belo. Durante o período escolhido, os participantes terão acesso livre à fazenda: mata preservada, paisagem aberta e o ritmo que só o interior oferece.
A experiência recebe crianças de todas as idades, tornando-se uma opção de lazer em natureza que funciona para diferentes gerações ao mesmo tempo, sem abrir mão do cuidado e da qualidade.
Por que vale a viagem
A Fazenda Bosque Belo fica a aproximadamente 120 km de São Paulo, em Boituva. A propriedade combina sede histórica construída entre 1700 e 1750, agrofloresta com 2.500 mudas de espécies frutíferas e medicinais, criação de Wagyu e o Projeto Bosque das Araras, um mantenedouro vinculado ao IBAMA onde psitacídeos resgatados do tráfico ilegal vivem em liberdade.
O piquenique de 25 de abril é uma das únicas oportunidades abertas ao público para conhecer a fazenda sem necessidade de locação completa do espaço, que a propriedade reserva para grupos que desejam personalizar integralmente sua experiência. A próxima data já tem tema: Dia dos Namorados.
Serviço:
Piquenique da Bosque – Fazenda Bosque Belo
Data: 25 de abril de 2026
Horários: 9h às 11h ou 15h às 17h
Investimento: R$ 300 por pessoa | R$ 150 crianças de 6 a 11 anos
Vagas limitadas e agendamentos: (11) 99259-8613
Endereço: Estrada da Santa Cruz, S/N — Km A8, Boituva (SP)
Site: bosquebelo.com.br | Instagram: @bosquebelo