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Segundo dados da UNICEF, cerca de 1 em cada 5 crianças e adolescentes brasileiros entre 12 e 17 anos sofreu algum tipo de violência sexual facilitada pela tecnologia em apenas um ano
Isso representa aproximadamente 3 milhões de jovens expostos a aliciamento, chantagem, coerção para envio de imagens íntimas ou circulação de conteúdo sexual sem consentimento. Houve um tempo em que os pais temiam a rua.
A bicicleta sem freio, o tombo no meio-fio, o joelho ralado, a bola que atravessava a avenida, o estranho parado na esquina. A infância tinha poeira nos pés, suor no cabelo e uma liberdade vigiada pelo grito da mãe no portão. Hoje, o perigo não precisa mais estar na rua. Ele entra pelo Wi-Fi.
A criança permanece no quarto, sentada no sofá, dentro de casa, às vezes ao lado dos próprios pais. Mas, pela tela, atravessa portas que nenhum adulto abriu, entra em comunidades que a família desconhece e assiste a cenas que antes pertenciam aos porões mais escuros da vida adulta. Enquanto a infância parece protegida entre quatro paredes, muitos meninos e meninas estão sendo apresentados a uma violência que chega sem bater, sem fazer barulho e sem deixar marcas visíveis no corpo.
É nesse cenário que plataformas mais fechadas, como Reddit e Discord, passaram a preocupar autoridades, pesquisadores e investigadores. Diferentemente das redes sociais tradicionais, esses ambientes funcionam em fóruns anônimos, servidores privados e comunidades de difícil monitoramento. Muitos pais sequer sabem como funcionam. Outros nunca ouviram falar. O palco perfeito para a violência extrema sem monitoramento e, pior, sem ninguém para responsabilizar, totalmente anônima. Os pais nem imaginam, mas seus filhos já estão lá.
Em 2026, um relatório do Núcleo de Observação Digital da Polícia Civil de São Paulo revelou o monitoramento de mais de 1,2 mil alvos ligados a crimes digitais envolvendo crianças e adolescentes. As investigações apontam circulação de pornografia extrema, automutilação, incentivo ao suicídio, violência sexual, humilhações coletivas e transmissões violentas em tempo real. Aproximadamente 359 crianças e adolescentes precisaram ser resgatados de situações classificadas como risco iminente.
O problema é que a violência digital não chega mais como exceção. Ela aparece diluída e compartilhada como entretenimento. Um vídeo de humor leva a outro. Um meme leva a um fórum. Um link leva a um servidor privado. E, quando os adultos percebem, a infância já foi atravessada por imagens, linguagens e estímulos que o cérebro infantil ainda não possui maturidade emocional para compreender. E posso afirmar com convicção, muitos adultos também não teriam estômago para encarar o conteúdo desses canais, eu não tive.
Mas o cérebro humano não diferencia completamente aquilo que é vivido daquilo que é assistido repetidamente. A neurociência já demonstrou que exposição contínua à violência altera circuitos ligados à empatia, regulação emocional e percepção de ameaça, especialmente durante a infância e adolescência, períodos em que o cérebro ainda está em intensa reorganização neural.
Estamos falando de crianças crescendo em contato diário com conteúdos que nenhuma geração anterior teve acesso tão cedo. O que antes era impensável para uma criança tornou-se rotina: assistir agressões; acompanhar humilhações públicas; consumir pornografia violenta; ver desafios autodestrutivos; presenciar estupros transformados em espetáculo digital. E talvez exista algo ainda mais grave acontecendo: isso tudo está sendo normalizado.
A infância brasileira está crescendo em um ambiente onde a violência deixou de interromper o entretenimento para se tornar parte dele. O abominável virou resultado do algoritmo para retenção de atenção. E plataformas digitais descobriram que medo, erotização e violência mantêm usuários conectados por mais tempo. A discussão vai muito além de apenas “tempo de tela”, ela ficou pequena demais diante da dimensão do problema.
*Sheron Mendes é Bióloga, especialista em Neurociência do Comportamento e professora dos cursos de pós-graduação em Educação na UNINTER.
Dyanna Kellyn: transformação, empoderamento e estilo
A história de Dyanna Kellyn nasceu do desejo de transformar a forma como as mulheres se veem
Foi com esse propósito que ela criou a Day Boutique, começando de forma simples, com uma loja física dentro de uma comunidade, mas com uma visão muito maior: valorizar a autoestima feminina por meio da moda.
Desde o início, sua motivação foi clara — mostrar que é possível sonhar, crescer e conquistar espaço, independentemente do ponto de partida. Ao longo de sua trajetória, os desafios foram inevitáveis. Limitações financeiras, estrutura reduzida e a necessidade de conquistar credibilidade no mercado exigiram força e persistência.
Foi nesse processo que Dyanna desenvolveu resiliência, estratégia e confiança no propósito da sua marca, entendendo que constância e fé são pilares fundamentais para evoluir. O que a move diariamente é o impacto direto na vida das suas clientes.
“Cada mulher que se sente mais confiante ao vestir uma peça da Day Boutique reforça que meu trabalho vai além da moda, é sobre transformação.”
Seu negócio se tornou um espaço de acolhimento, onde autoestima, empoderamento e identidade caminham juntos. Um dos marcos mais importantes de sua jornada foi a expansão da marca. Sair de uma loja dentro da comunidade e conquistar espaço em regiões como o Recreio dos Bandeirantes, além de shoppings como o Norte Shopping e o Rio Sul, simboliza não apenas crescimento, mas a confirmação de que ela estava no caminho certo.
Hoje, Dyanna define sua trajetória como uma jornada de fé, coragem e propósito. Mais do que empreender, ela constrói diariamente uma história que inspira outras mulheres a acreditarem em si mesmas. À frente da Day Boutique, ela entrega mais do que roupas: oferece uma experiência que une estilo, elegância e identidade, fortalecendo a confiança de cada cliente.
Para acompanhar a Day Boutique, siga o perfil no Instagram: @dayboutique.oficial, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99940-2406
Celular na adolescência: mediação ativa e ‘detox’ são as estratégias reais de proteção
Especialista da UniCesumar defende a presença dos responsáveis no ambiente virtual e pondera que uso diário do aparelho; proibição agrava os riscos
Pesquisas recentes apontam que o aumento intenso do uso de celulares entre os jovens está diretamente ligado à queda no desempenho escolar e ao crescimento de relatos de solidão. No Brasil, o acesso também é massivo: de acordo com o estudo TIC Kids Online 2025, a internet faz parte da rotina de 92% da população de 9 a 17 anos. Diante da exposição diária e, muitas vezes, sem filtros, adolescentes ficam vulneráveis a abusos, pressões digitais e danos diretos à formação da identidade.
“Proibir totalmente o uso de telas atualmente é quase impossível, porque a vida gira em torno da internet, que é uma infraestrutura essencial para educação e socialização. Quando os pais tentam proibir o acesso, a relação se desgasta. Os adolescentes começam a esconder o que estão fazendo, tentam recuperar a conexão a qualquer custo e passam a usar a rede em locais sem nenhuma supervisão”, afirma Leonardo Pestillo de Oliveira, doutor em Psicologia e professor Programa de Pós-Graduação em Promoção da Saúde da UniCesumar de Maringá (PR).
O cenário impõe um desafio prático para as famílias e a resposta imediata de muitos responsáveis é o bloqueio do acesso, estratégia que os dados e a análise comportamental demonstram ser obsoleta. Em vez de simplesmente retirar o aparelho da mão dos adolescentes, a abordagem correta exige estabelecer estratégias reais para dosar o uso e garantir a segurança.
Os desafios das redes sociais
Oliveira explica que a superexposição em redes sociais afeta de forma mensurável a saúde mental e as plataformas são desenvolvidas para fornecer recompensas neurológicas imprevisíveis, operando em um cérebro adolescente que ainda não possui maturidade plena para controlar impulsos. “Os adolescentes estão expostos a conteúdos irrealistas que afetam diretamente a identidade e a autoestima. Com a exposição constante, a ausência de validação imediata, como curtidas e comentários, passa a ser interpretada como uma rejeição social”, complementa o docente.
Esse ambiente também abre portas para riscos práticos de segurança, como o cyberbullying e o aliciamento digital, nos quais adultos se aproximam de jovens para fins de exploração. O compartilhamento impulsivo de conteúdos aumenta o risco de chantagens e vazamentos de imagens íntimas.
Estratégias aplicáveis: detox digital e presença virtual
A proteção da nova geração requer que os responsáveis estejam tão presentes no mundo virtual quanto no físico. Isso não significa vigilância hostil, mas a implementação de ferramentas de controle aliadas ao diálogo. Estratégias como limites de tempo de uso e filtros de classificação etária devem compor a rotina familiar. “Essas ferramentas são um suporte importante na mediação. O objetivo não é exatamente monitorar 100% do tempo, mas preparar os adolescentes para uma capacidade de autorregulação e maturidade no ambiente digital. É preciso ter transparência sobre o uso dessas tecnologias”, orienta o psicólogo.
O “detox digital” programado também surge como ação corretiva para a dinâmica familiar. O afastamento pontual e planejado das telas reduz a hiperestimulação. “As pausas devem ser implementadas não como uma punição, mas como uma estratégia de saúde. Esse tipo de situação ajuda na recuperação da atenção e melhora a saúde mental, pois reduz os sintomas de ansiedade frente à necessidade constante de checar as telas. É importante que todos se permitam reconectar pessoalmente e melhorar a percepção sobre o mundo real”, acrescenta.
Construção de confiança: mediação ativa
A base para a eficácia dessas medidas é a construção de confiança. A mudança passa pela estruturação de uma rotina de mediação ativa. “Os pais devem participar desse momento, perguntar como os filhos jogam e como se comunicam, aprendendo sobre o universo deles. É preciso ensinar sobre os conteúdos consumidos e explicar os riscos reais. A manutenção de uma comunicação positiva e constante sempre é mais eficiente do que punições imediatas tomadas no calor de uma discussão”, conclui o professor da UniCesumar.
Sobre a UniCesumar
Com 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de mais de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com mais de 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.
Conheça vinhos acessíveis para festas de casamento
A escolha por rótulos nacionais e chilenos com excelente custo-benefício reforça a tendência de celebrações mais personalizadas
Em tempos de casamentos cada vez mais autorais, ao ar livre e focados na experiência dos convidados, cresce a busca por soluções que equilibrem qualidade e custo-benefício — e os vinhos se destacam como um dos principais aliados nesse movimento. Mais do que apenas uma escolha complementar de cardápio, as bebidas disponibilizadas em festas passam a ser pensadas como parte da estética e da narrativa da celebração.
Nesse cenário, rótulos acessíveis e com excelente relação custo-benefício, vêm ganhando espaço por sua versatilidade e facilidade de adaptação a diferentes momentos do evento — do dia à noite, do brinde à pista de dança. Com isso, entre os exemplares mais procurados pelos noivos no portfólio da Wine, o maior clube de assinatura de vinhos do mundo, ganham destaque vinhos nacionais e chilenos.
“Para cerimônias diurnas e ao ar livre, em geral, a preferência recai sobre vinhos leves e refrescantes. Espumantes da linha Maraví, bem como os vinhos Kaipú Chardonnay ou Kaipú Rosé, aparecem como escolhas naturais para recepções e welcome drinks, enquanto o rótulo Metropolitano Chardonnay se destaca pelo perfil aromático e pela acidez vibrante, ideal para climas mais quentes e menus leves”, destaca Cibele Siqueira, embaixadora das marcas autorais do Grupo Wine.
Ao entardecer, quando a celebração ganha novos tons e o serviço evolui, entram em cena tintos mais macios e equilibrados. Rótulos como o Red Blend e Carménère de Metropolitano oferecem estrutura na medida e agradam os mais diferentes paladares, acompanhando bem pratos como massas, risotos e carnes.
Já à noite, a proposta se intensifica, mas sem perder a proposta de acessibilidade. O Metropolitano Cabernet Sauvignon surge como uma opção versátil para harmonizar com menus mais robustos e sustentar a experiência ao longo da festa. Um vinho mais encorpado, com taninos firmes e marcantes que combina com carnes e massas recheadas.
Rótulos Chilenos
Exemplares elaborados pela Viña Undurraga, uma das vinícolas líderes no segmento de espumantes no Chile, também têm protagonizado as celebrações de casamento dos brasileiros. “A U by Undurraga é uma linha de espumantes sempre em destaque no portfólio da Wine. A linha tem um estilo leve, festivo e muito refrescante. Para festas de casamento, a indicação que faz mais sucesso é o Espumante U By Undurraga D.O. Región del Valle Central Brut”, aponta Thamirys Schneider, sommelière da Wine.
Este brut é um blend das uvas Chardonnay, Sauvignon Blanc e Syrah elaborado pelo Método Charmat, com a segunda fermentação em tanques de aço inox para preservar todo o frescor e a vivacidade da uva. Entrega leveza, com notas frutadas e florais, que agradam nos aromas e conquistam o paladar. Um espumante que tem tudo a ver com os petiscos à beira mar.
Para fechar, vale a pena também considerar o rótulo U By Undurraga Sauvignon Blanc Suave 2024, que tem potencial para deixar todos os convidados com água na boca. Sua doçura está muito bem equilibrada com a acidez elevada, e isso é ótimo no momento de harmonizar os mais diversos cardápios de pratos e petiscos, pois a acidez chega atuando para limpar o paladar, enquanto a doçura do vinho soma à doçura da pipoca e enriquece a experiência.
Outro fator que impulsiona o consumo desses vinhos é sua flexibilidade no serviço. Além de funcionarem bem em formatos tradicionais, também vêm sendo utilizados como base para drinks, como sangrias, clericots e spritz, tendência que traz leveza, aumenta a rotatividade de consumo e conversa com o perfil descontraído dos casamentos atuais.
A personalização também ganha protagonismo — e o vinho entra diretamente nessa estética. Uma das tendências recentes é a pintura de taças e garrafas para deixar o evento com a cara dos noivos e até mesmo como lembrança. Além de reforçar o caráter único da celebração, essa proposta dialoga com a escolha de vinhos mais acessíveis, que permitem maior liberdade criativa sem comprometer o orçamento.
Assim, mais do que acompanhar o menu, os vinhos passam a integrar a identidade do casamento, mostrando que é possível construir uma experiência completa, sofisticada e personalizada a partir de escolhas inteligentes — onde acessibilidade e estilo caminham lado a lado.
Sobre a Wine
A Wine foi fundada em 2008. A empresa, que já nasceu online há 15 anos, ousou investir em vinho no país da cerveja e, hoje, é o maior clube de assinatura de vinhos do mundo.Com a missão de conectar mais pessoas por meio da paixão pelo vinho e tornar o vinho um produto hiper disponível no mercado brasileiro, além do Clube Wine, a marca atua com o e-commerce www.wine.com.br, o app Wine Vinhos (disponível para download na AppStore e Google Play) e possui 13 lojas físicas no Brasil.
São duas unidades na capital paulista, uma no Rio de Janeiro e 10 em cidades como Ribeirão Preto, Campinas, Salvador, Natal, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Vitória e Porto Alegre. Além disso, a Wine está presente no México, com o clube de assinatura “Vino como quieras”.Ao lado da Cantu Grupo Wine e da Bodegas Grupo Wine, marcas que atuam com foco no B2B, a empresa compõe o Grupo Wine, que ocupa o primeiro lugar no ranking de importação e se consolidou como o grupo número 1 de vinhos no Brasil.
Amamentação sem romantização: os desafios reais do início da jornada materna
Especialista explica as principais dificuldades enfrentadas por mães no início da amamentação e como pequenas soluções podem ajudar nesse processo
Apesar de frequentemente associada a um momento natural e instintivo, a amamentação pode ser desafiadora para muitas mulheres, especialmente nos primeiros dias após o parto. Dor, fissuras nos seios, dificuldade na pega do bebê e até o vazamento de leite estão entre as principais queixas relatadas por mães no início dessa jornada.
De acordo com especialistas em amamentação, o processo exige adaptação, tanto do corpo da mulher quanto do bebê, e nem sempre acontece de forma imediata ou sem desconfortos. “Existe uma idealização muito forte em torno da amamentação, mas é importante falar sobre a realidade. Muitas mulheres enfrentam dificuldades físicas e emocionais nesse período, e isso precisa ser acolhido”, explica Mariana Kirst, gerente de marketing do Grupo Moas, empresa responsável pela Buba, marca brasileira reconhecida por desenvolver produtos que acompanham as diferentes fases da infância.
Entre os desafios mais comuns estão o ingurgitamento mamário (quando as mamas ficam excessivamente cheias e doloridas), a sensibilidade nos mamilos e o desperdício de leite causado por vazamentos involuntários ao longo do dia. Para lidar com essas situações, além de orientação profissional, alguns itens podem contribuir para tornar o processo mais confortável e funcional.
Com foco em acompanhar as diferentes fases da maternidade, a Buba desenvolve produtos que unem funcionalidade e conforto, contribuindo para tornar a rotina das mães mais prática e acolhedora, especialmente em momentos desafiadores como o início da amamentação.
As conchas coletoras de leite, por exemplo, ajudam a evitar o desperdício ao armazenar o leite que vaza naturalmente entre as mamadas. Já as rosquinhas protetoras auxiliam na proteção dos seios, especialmente em casos de fissuras ou sensibilidade, reduzindo o atrito com roupas e proporcionando mais conforto no dia a dia.
Outro aliado importante são as bolsas térmicas para os seios, que podem ser utilizadas tanto para aliviar dores quanto para estimular a descida do leite, dependendo da temperatura aplicada. “São recursos simples, mas que fazem diferença na rotina da mãe, principalmente nesse período de adaptação”, complementa Mariana.
Mais do que um ato instintivo, a amamentação é um processo que envolve aprendizado, paciência e, sobretudo, suporte. Trazer esse olhar mais realista contribui para reduzir frustrações e reforça a importância de uma rede de apoio para a mulher no pós-parto.
Sobre a Buba
Desde 2003 no mercado brasileiro, a Buba é referência em puericultura e produtos para a primeira infância até os 4 anos. Com foco em funcionalidade, segurança e inovação, a marca é uma parceira essencial das famílias, acompanhando momentos especiais do dia a dia: hora do soninho, do banho, da papinha, de cuidar, de passear e de brincar.
Gráfica Cindy: construindo marcas com impacto e dedicação
A história de Cinthia Silva, à frente da Gráfica Cindy, começou cedo, aos 18 anos, após trabalhar como designer em uma gráfica e descobrir ali sua verdadeira paixão
Com apenas R$ 700, um computador e uma impressora emprestada, decidiu tirar o sonho do papel e abrir o próprio negócio. Hoje, são 16 anos de trajetória, marcados por coragem, dedicação e crescimento constante.
“Ao longo do caminho, enfrentei desafios financeiros e estruturais, mas aprendi que a força de vontade e a fé são essenciais para seguir em frente.”
Seu trabalho se tornou peça fundamental na jornada de outros empreendedores, ajudando a transformar ideias em identidades visuais e dando vida a marcas por meio de materiais como cartões, letreiros, uniformes e muito mais.
Cinthia se sente realizada ao ver o impacto do seu trabalho na construção de negócios e na concretização de sonhos. Para ela, uma empresa sem identidade é como uma história sem nome, e é isso o que a move todos os dias.
Quer tirar sua ideia do papel e fortalecer a identidade do seu negócio? Entre em contato. Para acompanhar a Gráfica Cindy, siga o perfil no Instagram: @graficacindy, acesse o site www.graficacindy.com.br, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97384-1877.
Vozes Cast: um novo espaço para histórias que inspiram
No dia 28 de maio, o projeto Vozes & Conexões Femininas deu mais um importante passo em sua missão de conectar, inspirar e valorizar mulheres empreendedoras e profissionais de diversas áreas
Foi realizada a gravação do Vozes Cast, um novo formato de comunicação que chega com a proposta de um verdadeiro talk show, promovendo conversas enriquecedoras, troca de experiências e histórias capazes de impactar positivamente outras vidas.
As gravações aconteceram na produtora Portal do Gida, em um ambiente acolhedor e profissional, proporcionando a estrutura ideal para receber convidadas especiais que compartilharam suas trajetórias, desafios, conquistas e aprendizados.
O Vozes Cast nasceu para dar visibilidade a histórias reais, destacar talentos femininos e criar um espaço onde conhecimento, inspiração e conexões acontecem de forma leve e autêntica.
Gostaria de registrar meu carinho e gratidão às queridas participantes que nos prestigiaram:
• Wâniah (@efataalugueis)
• Rosa Moreno (@mentorarosamoreno)
• Vanessa Sbano (@vanessasbano)
• Carolina Ribeiro (@rribeirocarol)
Agradecemos também aos patrocinadores que acreditam neste projeto:
• Efatá Aluguéis (@efataalugueis)
• Andréa Caminha Modas (@andreacaminha.modas)
Agradecimentos especiais a todos que contribuíram para tornar este momento possível:
• Letícia K. Marketing (@leticiak.mkt)
• DJG 3D (@djg_3d)
• Portal do Gida (@portaldogida)
Realização: Vozes & Conexões Femininas (@vozeseconexoesfemininas)
Coordenação: Neide Caminha (@neidecaminha)
Direção: Andréa Caminha (@andreacaminha.modas).

Convido todos os leitores a acompanharem os episódios e prestigiarem esse novo projeto. Sigam o canal Vozes & Conexões Femininas no YouTube, inscrevam-se, ativem as notificações e compartilhem os conteúdos para que mais pessoas possam ter acesso a histórias inspiradoras, conteúdos transformadores e conexões que fazem a diferença.
Porque toda mulher tem uma voz, e toda voz merece ser ouvida.
empreendedoras.
* Eu sou Andréa Caminha, mulher 50+, mãe de um homem de 29 anos, com formação acadêmica em Pedagogia e Direito. Sou empreendedora, à frente da loja virtual Andréa Caminha Modas, e atuo como consultora de imagem, estrategista de imagem e branding.
Sou membro da AICI (Associação Internacional de Consultoria de Imagem) e idealizadora do projeto Vozes e Conexões Femininas, uma iniciativa que conecta e inspira mulheres por meio do autoconhecimento, da autoestima e do fortalecimento de vínculos.
Para acompanhar a minha trajetória e se inspirar com esse movimento transformador, sigam nossos perfis:
@andreacaminha.modas e @vozeseconexoesfemininas.
Patrícia Guimarães: “O meu trabalho vai além da estética”
A trajetória de Patrícia Guimarães como empreendedora foi construída ao longo de 14 anos de atuação no cuidado com mulheres no Rio de Janeiro
Especialista em harmonização, ela percebeu, ao longo desse caminho, que muitas mulheres não se enxergavam como realmente são. Foi ali que nasceu seu propósito: ir além dos procedimentos e trabalhar o resgate da autoestima, revelando a beleza única de cada paciente com respeito à sua individualidade.
Seu maior desafio foi ter coragem de recomeçar. Mesmo com uma carreira sólida e estável, decidiu abrir mão da segurança para empreender com propósito. Essa transição trouxe um aprendizado essencial: crescer exige confiança e coragem.
“Hoje, meu trabalho vai além da estética. Com técnicas faciais, corporais e terapia capilar, valorizo a naturalidade e entrego resultados reais, sempre respeitando a essência de cada pessoa”, afirma.
Entre tantos desafios, o que a motiva a seguir em frente é a possibilidade de resgatar o brilho no olhar de quem volta a se reconhecer.
Para acompanhar o trabalho de Patrícia ou agendar um horário, siga o perfil no Instagram: @drapatriciaguimaraesclinic, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96607-2882. Endereço: Le Monde Office, Barra da Tijuca.
Do berço para a cama: o que considerar nessa transição
Especialista ensina como adaptar o enxoval nessa fase
A transição do berço para a cama é um dos marcos mais importantes do desenvolvimento infantil e exige cuidado e atenção. Esse momento representa o início de uma nova fase de autonomia da criança e pede adaptações no ambiente e no enxoval para garantir conforto, segurança e praticidade no dia a dia, conforme explica Thayane Ramalho, especialista em decoração e enxovais infantis.
Segundo Thayane, diretora criativa da Biramar Baby, uma das marcas mais tradicionais de enxoval, não existe uma idade exata para realizar essa mudança, mas é preciso prestar atenção no comportamento da criança. “O aumento da autonomia, a curiosidade para sair do berço e o incômodo com o espaço limitado são sinais importantes. Mas o principal é observar se a criança já consegue se organizar fora daquele limite físico. Se ela ainda não tem essa regulação, a mudança pode gerar mais desorganização do que evolução”, explica.
A mudança do berço para a cama também transforma a função do enxoval. Itens típicos de berço, como protetores laterais e acessórios de contenção, deixam de ser necessários. Em contrapartida, peças mais funcionais ganham importância, como jogos de cama confortáveis e itens que sejam fáceis de trocar e lavar. Colchas leves e mantas versáteis de linhas infantis contribuem para deixar essa adaptação mais agradável.
Uma opção que vem ganhando força é a escolha de enxovais pensados para acompanhar o crescimento da criança. Um bom caminho é optar por produtos que permitam o reaproveitamento de peças utilizadas no berço em fases posteriores, como na mini cama ou na cama de solteiro infantil, garantindo uma transição prática e sustentável.
O estilo montessoriano também segue sendo uma forte tendência na montagem do quarto dos bebês. O método, desenvolvido pela médica e educadora Maria Montessori, prioriza desenvolvimento, autonomia e liberdade de escolha. Além da proposta educativa, o estilo montessoriano possibilita a montagem de quartos versáteis e funcionais, sendo uma boa escolha para famílias que valorizam a praticidade e o lúdico. “O quarto montessoriano tem uma relevância que é duradoura. É comum mesclar esse estilo com o atemporal, partindo de bases neutras e unindo a autonomia e o desenvolvimento da criança com a funcionalidade e a durabilidade do espaço”, aponta Thayane.
Um ponto importante nessa fase é evitar mudanças bruscas, mantendo elementos conhecidos e de valor afetivo. “A criança saiu de um espaço de contenção para um ambiente aberto. Se tudo muda, ela sente. Manter texturas, cheiros e cores semelhantes ao que ela já conhece deixa essa transição mais leve. Aproveitar peças do berço traz familiaridade e ajuda a criança a não sentir que perdeu aquele espaço”, comenta Thayane.
Vale lembrar que a segurança continua sendo prioridade nesse momento, mas passa a envolver todo o ambiente do quarto. A altura da cama e o espaço para circulação devem ser observados com atenção, assim como os itens que ficam ao redor. A praticidade, a resistência e o conforto das roupas de cama também são importantes.
Mais do que uma mudança física do espaço, a passagem do berço para a cama representa uma etapa simbólica do desenvolvimento infantil. “A transição não é só do berço para a cama, é da contenção para a autonomia. E o ambiente precisa acompanhar esse movimento”, conclui Thayane.
Sobre a Biramar Baby
A Biramar Baby & Kids é uma tradicional fábrica de enxovais e artigos para bebês e crianças, com sede em Ibitinga, no interior de São Paulo. Há 40 anos no mercado, a empresa se destaca pela confecção de kits completos para berços, roupas de cama para solteiros, além de roupas e acessórios infantis. A Biramar Baby é pioneira no segmento, oferecendo uma linha completa de roupinhas e complementos que coordenam perfeitamente com os enxovais, unindo qualidade, conforto e estilo em cada peça.
Andreia Xavier: promovendo conexões e ajudando a fortalecer o empreendedorismo feminino
Andreia Xavier é comunicóloga e servidora federal do INSS há 18 anos. Com MBAs em Gestão de Pessoas e Gestão Pública, uniu método e propósito para cuidar de gente
Casada com Washington e mãe da Ana Sofia, aprende diariamente a ser melhor para o mundo. Sua família se completa com a Diva, uma cachorrinha adotada.
Movida pelo desejo de impactar, aceitou em 2019 o convite para ser uma das líderes da @redemaesqueproduzem, e desde então atua como empreendedora social no projeto, impulsionando negócios maternos.
“Minha missão é conectar histórias e fortalecer o protagonismo feminino.”
Recentemente, a escrita entrou na sua vida quando se tornou coautora do livro Universo Mulher (Editora Imulheres), no qual narra sua trajetória da infância ao empreendedorismo social.
Na escrita, Andreia encontrou ainda a oportunidade de honrar sua história e auxiliar outras mulheres em suas caminhadas.
Para acompanhar o trabalho de Andreia, siga os perfis no Instagram: @redemaesqueproduzem e @xavier.andreia, ou entre em contato através do WhatsApp: (21) 98104-2602.
LinkedIn: andreiaxavier / maesqueproduzem