Beleza

Miss Cosmo Brasil 2026 será realizado em agosto e votação popular já está aberta

Concurso reúne 53 candidatas de todo o Brasil e elegerá a representante brasileira para o Miss Cosmo International

 

O Miss Cosmo Brasil 2026 está chegando! No dia 27 de agosto, em uma grande casa de espetáculos, no Rio de Janeiro, 53 candidatas de diferentes estados brasileiros disputam o título nacional e a oportunidade de representar o Brasil no Miss Cosmo International, um dos concursos de beleza de maior crescimento e relevância no cenário internacional.

 

A miss Gabriela Borges (foto) será a responsável por passar a coroa. Mais do que um concurso de beleza, o Miss Cosmo Brasil é uma plataforma que busca valorizar mulheres que se destacam por sua comunicação, presença, inteligência emocional, propósito e capacidade de inspirar pessoas por meio de suas histórias e trajetórias.

 

A competição já está em contagem regressiva para sua etapa decisiva. Entre os dias 23 e 28 de agosto, nas cidades de Teresópolis e Rio de Janeiro, será realizada uma semana de experiências exclusivas que reunirão as candidatas classificadas em uma imersão completa de atividades, avaliações e experiências promovidas pela organização.

 

Durante o confinamento oficial, as participantes passarão por entrevistas individuais, ensaios de passarela, sessões fotográficas, desfiles preliminares, experiências com patrocinadores, atividades de desenvolvimento pessoal e avaliações técnicas conduzidas pela coordenação nacional e pelo corpo de jurados. A programação terá início em Teresópolis, onde serão realizadas as primeiras etapas da competição.

 

Em seguida, as classificadas seguem para o Rio de Janeiro, palco dos ensaios finais e da noite de coroação.

 

Miss Cosmo

Entre as atividades previstas estão aulas de inglês com o professor Navid Saleh, aula de passarela com o preparador Dan Castro, preparação de alta performance com os palestrantes Paulo Silveira, Júlia Horta, que foi Miss Brasil em 2019, e Flávia Cavalcante, que foi Miss Brasil em 1989.

 

A Grande Final do Miss Cosmo Brasil 2026 acontecerá no dia 27 de agosto de 2026, reunindo imprensa, patrocinadores, convidados especiais e representantes do universo Miss para a escolha da nova representante brasileira no cenário internacional. Além da faixa e da coroa, a vencedora ganhará um prêmio de 30 mil reais.

 

Miss Cosmo

Experiência, conteúdo e representatividade 

 

O Miss Cosmo Brasil 2026 foi concebido para ir além dos concursos tradicionais. A proposta da organização é proporcionar uma experiência completa para as participantes, unindo desenvolvimento pessoal, networking, turismo, entretenimento, posicionamento de marca e visibilidade nacional. Além disso, cada uma das candidatas deve estar envolvida com algum projeto social, mostrando que não é apenas um concurso de beleza, mas sim uma vitrine para projetos sociais ganharem mais visibilidade.

 

Miss Cormo

Votação popular já está no ar

 

Paralelamente às avaliações presenciais, o público terá participação direta na competição por meio da plataforma oficial de votação online. As votações acontecem através da plataforma Eventista Voting, um sistema especializado em gestão de eventos e votações digitais que garante segurança, transparência e acompanhamento em tempo real dos resultados. A votação popular está dividida em três etapas:

 

Best impression

 

Período: 08 de junho de 2026 (12h) até 01 de julho de 2026 (20h).

Nesta primeira fase, o público escolherá a candidata que causou a melhor primeira impressão. A candidata mais votada receberá o título de Best Impression. Além disso, as três participantes com maior pontuação conquistarão o reconhecimento especial de Hope Star.

 

Best of media

 

Período: 06 de julho de 2026 (20h) até 03 de agosto de 2026 (20h).

A segunda etapa destacará as candidatas com maior desempenho em comunicação, presença digital e relacionamento com o público. A candidata mais votada receberá o título de Best of Media. As três mais votadas também receberão o reconhecimento Hope Star, reforçando sua visibilidade dentro da competição.

 

Miss Cosmo

Miss Peoples Choice

 

Período: 30 de julho de 2026 (20h) até 27 de agosto de 2026 (18h).

Considerada a etapa mais aguardada da votação popular, ela definirá a favoritando público brasileiro.

 

A candidata que conquistar a maior pontuação receberá o título de Miss People’s Choice e garantirá uma vaga direta no TOP 7 da Grande Final do Miss Cosmo Brasil 2026, tornando-se uma das principais concorrentes ao título nacional.

 

A expectativa da organização é mobilizar milhares de votos durante os próximos meses e ampliar ainda mais o alcance do concurso em todo o território nacional.

 

Com uma proposta moderna, forte presença digital e foco na valorização da mulher contemporânea, o Miss Cosmo Brasil consolida-se como uma das principais plataformas de representatividade, entretenimento e conexão entre marcas, candidatas e público.

 

Miss Cosmo

Serviço

Miss Cosmo Brasil 2026

• Confinamento Oficial: 23 a 28 de agosto de 2026.

• Cidades: Teresópolis e Rio de Janeiro – RJ.

• 53 candidatas de todo o Brasil.

• Grande Final: 27 de agosto de 2026, em uma grande casa de espetáculos no Río de Janeiro.

 

Informações oficiais:

Plataforma Oficial de Votação:

https://misscosmobrazil.1voting.com/

 

Instagram: @misscosmobrasiloficial

Maternidade

Mãe que temia diagnóstico do filho se torna cuidadora e ajuda alunos a evoluir

No mês das mães, história de mulher que se tornou cuidadora para compreender o autismo do próprio filho mostra como o cuidado pode transformar não só uma casa, mas a experiência da inclusão nas escolas

 

Ser mãe é, muitas vezes, aprender um novo jeito de ver o mundo. E, no mês dedicado a elas, a história de uma mulher que transformou dúvidas em conhecimento e ação revela como a maternidade, vivida em sua plenitude, pode ir além dos limites de uma casa e transformar caminhos ao redor.

 

Quando recebeu o diagnóstico de autismo não verbal do filho, ainda pequeno, Kelly Cristina Oliveira dos Santos, hoje com 49 anos, sentiu o mundo parar.

 

“Eu achava que nosso mundo tinha acabado. Tinha muito medo do sofrimento que ele poderia passar”, lembra.

 

Mas, ao invés de paralisar, ela escolheu um caminho que mudaria não só a vida do filho, mas também a de muitas outras famílias: decidiu aprender na prática. E foi além.

 

Kelly tornou-se cuidadora de alunos com deficiência na rede estadual de ensino. No dia a dia da escola, passou a conviver com adolescentes autistas, observar comportamentos, entender sinais e, principalmente, descobrir que inclusão não está em fórmulas prontas, mas em gestos simples.

 

Foi assim que o aprendizado atravessou os muros da escola e chegou em casa.

 

Às vezes, o que parece birra ou chatice para muita gente é só uma forma de uma pessoa com autismo expressar desconforto. Quando a gente entende isso, tudo muda”, diz.

 

Mãe do pequeno Noah, de 8 anos, que além do autismo também convive com TDAH e déficit de atenção, Kelly passou a olhar para o filho com mais escuta, mais paciência, firmeza e menos medo.

 

E os resultados começaram a aparecer aos poucos, no tempo dele. “Eu passei a incentivar mais a autonomia e a independência dele. E comecei a ver mudanças. Em um dia, ele conseguiu levar e buscar o próprio prato de comida e, no outro,  já estava falando ‘batata frita’. Pode parecer bobeira, mas pra gente não é. Eu vibrei muito quando ouvi e vi aquilo”, conta ela, ressaltando uma frase que carrega um significado imenso para quem aprende a celebrar cada pequena conquista como um grande avanço.

 

“Hoje, eu entendo que cada dia é uma vitória com o autismo”, pontua Kelly.

 

Na escola estadual onde atua, em Guarulhos, Kelly também coleciona histórias que reforçam esse aprendizado.

 

Um dos alunos que ela acompanha, de 16 anos, tinha dificuldade em demonstrar afeto fora do ambiente familiar e resistia à rotina escolar. Com paciência e sensibilidade, ela construiu um vínculo.

 

“Com jeitinho, fui ganhando a confiança dele. Hoje, ele gosta de ir à escola e já teve momentos em que beijou minha mão. A mãe dele ficou emocionada quando soube”, lembra a cuidadora.

 

Histórias como essa fazem com que Kelly enxergue seu trabalho como algo maior.

 

“Eu encaro como se fosse os olhos das outras mães dentro da escola. Cuido dos meus alunos como se fossem meus filhos.”

 

Cuidado e inclusão

 

A trajetória dela reflete um movimento que cresce silenciosamente em escolas brasileiras. Kelly faz parte da equipe da Conviva Serviços, instituição que atende de forma terceirizada mais de 10 mil alunos com deficiência em escolas públicas paulistas, por meio de contratos com o Estado e prefeituras. E que também tem um dado revelador: 97% do quadro funcional é formado por mulheres, muitas delas mães.

 

Para a diretora-presidente da instituição, Maíra Pizzo, esse fenômeno mostra que o impacto da inclusão vai muito além da sala de aula.

 

“Temos muitas cuidadoras que são mães, tias ou irmãs de pessoas com deficiência e elas trazem uma sensibilidade muito grande e que ajuda no trabalho. O cuidador é peça essencial na inclusão, pois é responsável por auxiliar os estudantes com deficiência em atividades da rotina, como alimentação, locomoção e higiene, contribuindo também para a autonomia, a comunicação e a socialização”, explica Maíra.

 

“E isso tudo faz com que o aluno tenha acesso ao ambiente da escola regular de forma mais digna. E, muitas vezes, esse aprendizado todo até ultrapassa a escola e transforma também a dinâmica familiar, como vemos na história da Kelly e de tantas outras mães também cuidadoras”, finaliza a diretora-presidente da Conviva Serviços.

 

Sobre a Conviva

 

Com três décadas de atuação, a Conviva Serviços exerce importante papel para a educação inclusiva no Brasil. É considerada uma das principais entidades privadas a se especializar para atender aos alunos com deficiência na escola regular, através do cuidador, também chamado de Profissional de Apoio Escolar. A Conviva Serviços está presente em todo o território nacional com importantes atuações em São Paulo, Mato Grosso, Espírito Santo e outros estados. E, além do apoio escolar, oferece equipes multidisciplinares em seu quadro funcional.

Carreira & negócios

Café, Oratória & Negócios promove encontros exclusivos para mulheres líderes 

Mais do que um evento, o Café, Oratória & Negócios, conduzido por Karla Fassini, se consolida como um encontro presencial estratégico pensado para mulheres que decidiram evoluir sua forma de se posicionar, se comunicar e crescer nos negócios

 

A proposta parte de um conceito direto: comunicação que posiciona, presença que vende. Voltado para CEOs, empreendedoras e líderes, o evento reúne mulheres que desejam transformar experiência em resultado, autoridade e novas oportunidades. Nesse ambiente, ninguém ocupa o papel de espectadora — cada participante é protagonista do seu processo de desenvolvimento, entendendo na prática que o diferencial de uma líder não está apenas no que ela faz, mas em como ela comunica sua essência e sustenta sua presença.

 

A imersão propõe uma virada de chave importante ao evidenciar comportamentos comuns no mercado que limitam o crescimento profissional. Muitas mulheres ainda se apresentam sem clareza e não conseguem gerar conexão, falam sobre o que fazem, mas não comunicam valor, travam ao se posicionar em ambientes de negócios e acabam reduzindo seus preços por insegurança na comunicação, além de não sustentarem sua autoridade em conversas decisivas.

 

Em contraste, o encontro mostra, de forma prática, como mulheres que utilizam a oratória de maneira estratégica se posicionam com clareza e segurança, comunicam valor sem entrar em disputas por preço, conduzem conversas com intenção e estratégia, transmitem autoridade sem precisar se impor e, por isso, são lembradas, indicadas e chamadas para novas oportunidades.

 

Ao longo da experiência, Karla Fassini conduz as participantes em um processo de desenvolvimento que conecta oratória, liderança e posicionamento de marca a uma aplicação prática voltada para resultados. O objetivo é claro: fortalecer a presença para impactar a percepção, construir um posicionamento sólido e, como consequência, gerar resultados tangíveis e escaláveis nos negócios.

 

Além do conteúdo, o evento também se destaca pelo ambiente de conexão, promovendo networking qualificado entre mulheres que estão no mesmo nível de decisão e buscam relações estratégicas. O coffee break incluso reforça essa atmosfera de troca e aproximação, tornando o encontro ainda mais propício para o surgimento de parcerias e negócios.

 

A nova rodada de encontros acontece em diferentes cidades, com datas já confirmadas no Recreio, no dia 23 de maio, das 14h às 18h, no Café Sodiê, localizado na Avenida das Américas, 17000; em Maricá, no dia 18 de junho; e em Petrópolis, no dia 27 de junho. O investimento é de R$ 117,00 por encontro, com coffee break incluso.

 

Realizado pela Rede IMulheres, o Café, Oratória & Negócios reforça a importância de espaços exclusivos que incentivem o fortalecimento feminino no ambiente empresarial, conectando desenvolvimento pessoal, comunicação estratégica e geração de negócios.

 

A proposta é simples e potente: transformar presença em percepção, percepção em posicionamento e posicionamento em resultado — criando líderes mais seguras, estratégicas e preparadas para ocupar seu espaço com autoridade.

 

As interessadas em garantir sua vaga podem acessar o grupo exclusivo de informações e inscrições pelo link: clique aqui!

 

Para mais informações, envie mensagem pelo Whatsapp: (021) 2342-2750.

Amor & Sexo

Medicamento para aumentar a libido feminina na menopausa é aprovado nos EUA

Médica e pesquisadora Fabiane Berta explica que o prazer feminino é legítimo em qualquer idade

 

Por muito tempo, a narrativa foi repetida quase como um mantra nos consultórios de que depois dos 40 ou 50 anos, o desejo sexual feminino diminuiria naturalmente e caberia à mulher aceitar. Segundo a médica e pesquisadora Fabiane Berta, especialista em menopausa, essa explicação confortável nunca foi científica. Foi cultural.

 

“O que chamaram de normal era, na verdade, negligência médica”, afirma Fabiane. Enquanto homens tiveram acesso a múltiplas terapias para disfunção sexual ao longo de décadas, mulheres na pós-menopausa com perda de libido foram orientadas a lidar com o problema em silêncio. “Isso criou uma geração inteira convencida de que perder o desejo era parte obrigatória do envelhecimento”.

 

A ciência, porém, conta outra história. Existe um diagnóstico bem definido, o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (HSDD), caracterizado pela falta persistente de desejo que causa sofrimento real. De acordo com a pesquisadora, entre 40% e 55% das mulheres após a menopausa podem apresentar esse quadro. “Não é preguiça, não é fase, não é desinteresse afetivo. É neurobiologia.”

 

Até recentemente, o dado mais chocante não era a prevalência do problema, mas a ausência de tratamento. Nenhuma medicação havia sido aprovada especificamente para mulheres na pós-menopausa com HSDD. “Isso diz muito sobre quem a medicina escolheu escutar e quem ficou esperando”, analisa.

 

Esse cenário acaba de começar a mudar, quando a agência regulatória americana Food and Drug Administration (FDA) aprovou, no final do ano passado, a flibanserina (Addyi) para mulheres na pós-menopausa com menos de 65 anos. A decisão veio dez anos após a liberação do medicamento para mulheres na pré-menopausa.

 

“Demorou uma década para que a ciência institucional reconhecesse algo simples, mulheres depois da menopausa continuam sendo mulheres com desejo”, diz a especialista.

 

A médica explica que diferente do que muitos imaginam, a flibanserina não é um hormônio. Ela atua diretamente nos neurotransmissores cerebrais ligados ao desejo sexual, aumentando dopamina e norepinefrina e reduzindo o excesso de serotonina.

 

“É um ajuste fino do sistema que regula o querer. Não cria desejo do nada, mas reequilibra o que estava desorganizado”, destaca Fabiane.

 

Os estudos clínicos que embasaram a aprovação envolveram mais de 2.400 mulheres e mostraram melhora consistente com aumento no número de eventos sexuais satisfatórios, resposta a partir da quarta semana e mais da metade das participantes relatando melhora significativa do desejo.

 

“Não é solução mágica, nem funciona para todas. Mas é ciência aplicada onde antes só havia resignação”.

 

Ainda assim, o tabu persiste. Falar de sexualidade feminina após os 50 anos segue sendo desconfortável, social e medicalmente.

 

“A mulher madura é empurrada para um papel de cuidadora, avó, alguém que já ‘resolveu’ a vida. Como se isso incluísse arquivar a libido”, observa a médica.

 

Para ela, essa lógica ignora um ponto central de que desejo sexual é saúde, autoestima e qualidade de vida. A especialista faz um alerta:

 

“O tratamento não é indicado para qualquer queixa ocasional de diminuição de interesse sexual. Ele se aplica a casos bem diagnosticados de HSDD, quando há sofrimento e exclusão de outros fatores, como depressão não tratada, problemas de relacionamento ou efeitos colaterais de medicamentos. Também exige cuidados, como evitar o consumo de álcool e respeitar a posologia noturna”.

 

Além de uma nova opção terapêutica, Fabiane Berta vê a aprovação como um marco simbólico. “Não estamos falando apenas de uma pílula, mas do reconhecimento de que o prazer feminino é legítimo em qualquer idade.” Para ela, o maior avanço é tirar o desejo da categoria do “é assim mesmo”.

 

A reflexão final da pesquisadora é direta. “Se a menopausa não encerra a sexualidade, também não deveria encerrar o direito de escolha. As mulheres esperaram demais para serem ouvidas. Agora, precisam ocupar esse espaço no consultório, na ciência e na própria vida”, conclui.

 

Sobre Fabiane Berta

 

Fabiane Berta é médica e pesquisadora (CRMSP 151.126), integrante do Science Medical Team – OB-GYN Specialist. É mestranda no setor de Climatério | Menopausa e pesquisadora adjunta no setor da Endometriose | Dor pélvica pela UNIFESP. Possui pós-graduação em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento.

 

É fundadora do MyPausa, iniciativa que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil para promover uma reforma na saúde feminina, com foco em acessibilidade a tratamentos atualizados e respeito à diversidade regional. Atua como PI sub e chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa (Science Valley) e como coordenadora da Saúde Feminina para a Arnold Conference 2026.

Saúde & Bem-estar

Mapeamento genético avança como aliado na prevenção do câncer de mama e ganha força no debate público

Iniciativas da UNACCAM ampliam o acesso à informação e reforçam o papel da genética na detecção precoce e no cuidado personalizado da saúde da mulher

 

A discussão sobre o acesso a testes de mapeamento genético tem ganhado espaço no Brasil em meio à busca por estratégias mais eficazes de prevenção do câncer de mama. Embora o exame seja utilizado na prática clínica, sua disponibilidade ainda é limitada, especialmente no sistema público, o que mantém parte da população distante de uma ferramenta capaz de identificar riscos hereditários antes mesmo do surgimento da doença.

 

O câncer de mama segue como o tipo mais incidente entre mulheres no Brasil, com cerca de 73 mil novos casos por ano, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), órgão do Ministério da Saúde responsável pela prevenção, controle, pesquisa e tratamento do câncer em todo o país.

 

Nesse cenário, o mapeamento genético vem se consolidando como um recurso importante para orientar condutas médicas e ampliar as possibilidades de prevenção e diagnóstico precoce.

 

Mais do que identificar riscos, o teste genético permite personalizar o acompanhamento médico, antecipar exames e, em muitos casos, adotar medidas preventivas antes mesmo do surgimento da doença. Estima-se que entre 10% e 20% dos casos de câncer tenham origem hereditária, frequentemente associados a mutações como BRCA1 e BRCA2, o que reforça a importância da investigação genética, especialmente em pacientes com histórico familiar.

 

Nesse contexto, a União e Apoio no Combate ao Câncer de Mama (UNACCAM) tem ampliado sua atuação na conscientização sobre o tema e na disseminação de informações, com o objetivo de aproximar o mapeamento genético da população e estimular a busca por orientação médica adequada.

 

A entidade destaca que o exame pode contribuir não apenas para a detecção precoce do câncer de mama, mas também de outros tipos de tumores, como o de ovário, permitindo estratégias preventivas mais abrangentes.

 

“O mapeamento genético permite identificar se uma pessoa tem uma predisposição ao câncer antes mesmo da doença aparecer. Com isso, conseguimos atuar de forma muito mais preventiva e assertiva”, explica Dr. José Cláudio Casali, Oncogeneticista do A.C. Camargo Cancer Center e parceiro da UNACCAM.

 

“Quando identificamos uma variante genética, conseguimos adaptar o acompanhamento, antecipar exames e incluir métodos mais sensíveis para detectar lesões precoces. O objetivo é diagnosticar cedo e mudar o desfecho da doença.”

 

Segundo o especialista, o impacto do exame também se estende ao ambiente familiar. “Quando encontramos uma alteração genética, conseguimos avaliar outros familiares e agir antes que a doença apareça. Passamos a atuar de forma preventiva em um grupo inteiro.”

 

Na prática clínica, o resultado do mapeamento genético pode redefinir condutas médicas. Em casos negativos, o acompanhamento segue protocolos padrão. Já em resultados positivos, o rastreamento pode ser intensificado, com antecipação de exames e adoção de medidas preventivas específicas. Além disso, o teste também tem papel relevante na definição de terapias direcionadas a mutações específicas.

 

Estudos indicam que o mapeamento genético pode ser custo-efetivo ao possibilitar diagnósticos mais precoces e reduzir a complexidade dos tratamentos. Ainda assim, o acesso no Brasil permanece restrito, sobretudo na rede pública, que não disponibiliza amplamente o exame no SUS e enfrenta escassez de profissionais especializados em aconselhamento genético, etapa considerada essencial antes e depois da testagem.

 

A UNACCAM também chama atenção para a necessidade de ampliar o acesso e reduzir barreiras, por meio de iniciativas voltadas a públicos prioritários, como programas e mutirões. A recomendação é que mulheres com histórico familiar ou casos de diagnóstico precoce na família procurem avaliação médica para orientação adequada.

 

“Muitas pessoas ainda têm receio de descobrir um risco genético, mas a informação é justamente o que permite mudar a história. Existe uma cultura de que é melhor não saber, quando na verdade o conhecimento permite prevenir. É melhor enfrentar o risco do que enfrentar o câncer”, afirma Clarísia Ramos, presidente da UNACCAM.

 

De acordo com ela, ampliar o debate é um passo importante para fortalecer a conscientização sobre o tema. “Quando falamos de mapeamento genético, estamos falando de dar às mulheres a oportunidade de conhecer seu risco e agir antes. Informação de qualidade salva vidas e pode mudar o futuro de famílias inteiras”, completa.

 

Com a intensificação das discussões sobre a incorporação de testes genéticos no sistema público e a necessidade de estruturar o acompanhamento dos pacientes, o mapeamento genético se consolida como um dos caminhos para tornar a prevenção do câncer de mama mais precisa, eficiente e acessível no país.

 

Mais informações estão disponíveis em: https://unaccam.org.br/.

Sem categoria

Será que estamos prontas para o retorno da pelúcia nos looks?

Pelo, pelo e mais pelos; tendência fez sucesso nas passarelas e finalmente está chegando às ruas

 

As grandes marcas de luxo já se manifestaram, alertando nas últimas coleções que seremos transformados em bichos de pelúcia nesta temporada. Temos muitas provas: os casacos estruturados e maximalistas de Alexander McQueen, os casacos Yeti de Alaïa, também com lapelas maxi que cativam completamente.

 

Mais casacos de pele na Coperni, os conjuntos de duas peças peludas e as estolas de pele drapeadas sobre os ombros da Schiaparelli. Os cachecóis, estolas e ponchos de Marni (todos tamanho GG). Os boleros com ombreiras da Miu Miu. Mais peles e mais casacos na Valentino. Os tops e saias de Simone Rocha.

 

Mais: a jaqueta biker de Chloé. E todos os tipos de detalhes, das mangas aos acabamentos e golas, em diferentes tipos de peças. Os vestidos e bodies no desfile da Acne Studios. Até Demna incluiu essa tendência na Balenciaga, dos capuzes e moletons peludos ao impressionante casaco vermelho longo que poderia ter desfilado em qualquer tapete vermelho.

 

Tudo isso deixou bem claro que veremos os pelinhos. Então, está confirmado: a textura estrela das próximas temporadas será a pele. Ou melhor, qualquer coisa que evoque maciez, calor e um toque de felpa. O detalhe que faltava para definir isso como uma das verdadeiras tendências que chegam às ruas, mais pé no chão, foi visto no catálogo da flagship store da Inditex (Ou seja, a Zara), onde agora você pode comprar vários casacos de pele como aqueles de vison usados ​​pelas avós de antigamente, suéteres de tricô que imitam o efeito pele, até sandálias e sapatilhas revestidas do mesmo material, ou peças com golas de pele.

 

E os especialistas em estilo confirmaram isso durante seus passeios de street style naquela mesma temporada. Todos esses looks sugerem que nos vestiremos como se estivéssemos saindo de um conto de fadas. Ou como um ursinho de pelúcia, mas com muita atitude. Como esquecer Georgina Rodríguez no desfile da Valentino com aquele casaco longo, justo, trespassado e de inspiração retrô, com gola, bainha e punhos de pele, dando-lhe o ar luxuoso tão característico dos casacos dos anos setenta? Ou Alexa Chung no mesmo desfile usando um casaco mais curto e boêmio.

 

E sejamos francas: o retorno das peças peludas não é novidade, mas sim uma nova interpretação. Desta vez, vem de uma perspectiva mais urbana, com foco em peles artificiais e peças onde tradicionalmente não víamos esse material. Mais uma prova de que as novas peças peludas brincam com o contraste. Estamos falando de volume, estrutura, mas também de maciez. Um gesto dramático que já era esperado há muito tempo, depois de várias temporadas dominadas pela praticidade e pelo minimalismo, porque não podemos negar que quando um casaco parece um cobertor (elegante), sonhamos em não tirá-lo. Um pouco do glamour e do estilo mafioso que vimos em Rosalía ou Kim Kardashian.

 

Fonte: Glamour México

Beleza

Ana Matos: o poder da maquiagem transformando o despertar feminino

A trajetória de Ana Matos começou aos 15 anos, movida pela paixão por cuidar da beleza feminina.

 

Nordestina, enfrentou desafios e preconceitos até chegar ao Rio de Janeiro, onde encontrou oportunidades e descobriu que empreender é agir, evoluir e acreditar no próprio valor.

 

“Quando uma mulher se reconhece bonita por dentro e por fora, ela transforma a própria história.”

 

Resiliente, aprendeu a se adaptar sem perder sua essência, transformando obstáculos em força. Hoje, inspira mulheres ao mostrar que autoestima é potência: quando uma mulher se sente bonita e conectada consigo mesma, ela é capaz de irradiar confiança e mudar sua própria história.

 

Sua missão vai além da estética — é sobre acolher, elevar e despertar o brilho que cada mulher carrega. Para Ana, o equilíbrio emocional é a base de qualquer conquista.

 

Para acompanhar o trabalho de Ana, siga o perfil no Instagram @anamatos.make ou entre em contato pelo número (21) 97222-0720

Saúde & Bem-estar

Por que as arritmias cardíacas podem aumentar depois da menopausa e como se proteger delas

Queda hormonal altera o equilíbrio elétrico do coração, aumenta a chance de fibrilação atrial e exige atenção a sintomas, hábitos de vida e acompanhamento médico

 

A menopausa marca uma mudança importante na saúde cardiovascular das mulheres. A queda dos hormônios sexuais, especialmente do estrogênio, altera o funcionamento de diferentes sistemas do organismo e favorece o surgimento de problemas cardíacos, incluindo as arritmias.

 

Em condições normais, o órgão bate de forma sincronizada, cerca de 100 mil vezes por dia, seguindo o chamado ritmo sinusal. As arritmias são uma alteração nesse padrão, quando os batimentos podem se tornar mais rápidos, mais lentos ou irregulares.

 

Entre elas, a mais comum é a fibrilação atrial, na qual os impulsos elétricos do coração ficam desorganizados, fazendo com que o órgão bata de maneira irregular. Esse quadro pode favorecer a formação de coágulos no interior do coração, que eventualmente podem migrar para o cérebro e provocar um acidente vascular cerebral (AVC). De acordo com dados de 2020 divulgados pela American Heart Association, 1 em cada 4 mulheres pode desenvolver fibrilação atrial após o fim da vida reprodutiva.

 

Parte dessa mudança está ligada à queda hormonal característica dessa fase. Durante o período reprodutiva, o organismo feminino conta com um efeito protetor dos hormônios sexuais sobre o sistema cardiovascular. Com a menopausa, essa proteção diminui.

 

“A menopausa está associada a uma disfunção no sistema nervoso autonômico, responsável por regular funções automáticas do corpo, como frequência cardíaca e pressão arterial”, afirma a cardiologista Thais Aguiar do Nascimento, coordenadora de Cardiopatia na Mulher da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac).

 

A redução hormonal pode provocar maior ativação do sistema adrenérgico, ligado à adrenalina, e interferir na estabilidade elétrica das células cardíacas, bagunçando o tum-tum-tum.

Beleza

Futurismo pop: tudo o que você precisa saber sobre a próxima tendência de make

Tecnologia, cores vibrantes e uma visão otimista do futuro: essa combinação promete gerar a próxima tendência de maquiagem que vai dominar o mercado

 

Estamos falando do futurismo pop. “O futurismo pop traduz muito bem o meu momento atual. Eu gosto dessa estética que mistura glow, acabamentos luminosos e cores que fogem do óbvio. No dia a dia, trago essa vibe com uma pele fresh, pontos de luz estratégicos e lábios com brilho”, conta a influenciadora Nah Cardoso.

 

Antecipando o visual em alta, ela se juntou à Quem Disse, Berenice? para lançar Peptide Lips, um híbrido de balm e gloss que entrega hidratação imediata e prolongada, além de brilho com efeito espelhado e uma paleta de quatro cores vívidas, mas muito versáteis – Cotton Candy, Guava Glaze, Cocoa Melt e Berry Mousse. Sua fórmula combina peptídeos, ácido hialurônico e óleo de jojoba, combinação que garante boa pigmentação e textura confortável – na hora de aplicar, o produto desliza facilmente, sem perder a precisão no contorno dos lábios.

 

Para a diretora de categoria de make do Grupo Boticário, Ariela Bonemer, a fórmula é o grande trunfo da novidade: “Hoje, criatividade e performance caminham juntas. É preciso trazer a ciência para o centro da conversa sobre estética. Não se trata apenas de cor, textura ou tendência, mas da tecnologia por trás das fórmulas, da inovação nos acabamentos e da inteligência aplicada no desenvolvimento dos produtos”.

 

Nah Cardoso não apenas assina a linha como participou de todo o processo de criação e desenvolvimento dos produtos. À Glamour, ela conta como criaria um look futurista completo: “Blush cremoso para um viço natural, olhos com dimensão e brilho metálico moderno e, por fim, lábios bem definidos. É versátil, moderno, fresh e cheio de personalidade”, sugere.

 

Fonte: Glamour

Carreira & negócios

Wandréa Braga: transformando essência em estratégia

Motivada pelo desejo de conciliar maternidade e carreira, Wandréa Braga iniciou sua trajetória empreendedora há 23 anos, abrindo seu primeiro negócio no setor de beleza.

 

“Gerenciar duas lojas e uma equipe de mais de 100 pessoas por 15 anos foi meu maior desafio, exigindo resiliência,planejamento e constante atualização.”

 

Hoje, Wandréa se dedica a consultorias e mentorias, ajudando empresárias do segmento de festas a prosperarem com autonomia, confiança e segurança nas decisões. Cada mulher que conquista independência financeira e fortalece sua carreira reforça o propósito da sua jornada.

 

Conheça o trabalho de Wandréa Braga e descubra como viver sua liberdade empreendedora e construir seu próprio caminho de sucesso. Para acompanhar o trabalho de Wandréa Braga, siga o perfil no Instagram: @wandreabragamkt ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99844-1414.