Moda

A saia rodada é a nova favorita para tirar o look do básico

Com movimento e leveza, a saia rodada retorna ao street style como peça-chave para produções nada óbvias.

 

A saia rodada garante espaço no guarda-roupa contemporâneo por um motivo simples: ela transforma qualquer visual sem exigir esforço. A modelagem volumosa cria um impacto instantâneo e adiciona elegância, funcionando até quando combinada com peças básicas. É possível encontrá-la em diferentes versões (da longa à míni), e tal variedade, permite que ela transite entre propostas minimalistas, urbanas e fashionistas. Abaixo, trazemos inspirações que provam sua versatilidade.

 

Preto em movimento

 

Na versão mídi e preta, a saia rodada pode ser integrada a diferentes tipos de produções. Para um look profissional, uma boa opção é combiná-la com uma regata de gola alta e um salto de bico fino.

 

Branco com estrutura

 

A saia rodada também garante o look profissional ao lado de um colete de alfaiataria e sandálias de tiras. A combinação de cores claras traz leveza e serve como uma base neutra e versátil, que aceita acessórios de diferentes tonalidades. Aqui, o ponto de cor ficou para bolsa vermelha.

 

Mimi com atitude

 

A saia rodada curtinha também pode render produções sofisticadas. Para isso, experimente usá-la em conjunto com blazers ou jaquetas de cortes retos, confeccionados em tecidos típicos da alfaiataria. A mistura resulta em uma leitura moderna e fashionista. Pode apostar!

 

Xadrez urbano 

 

Aqui, a saia rodada aparece em um styling urbano e colorido. A camisa xadrez amarela adiciona vida à equação, e a tonalidade reaparece em outros pontos do visual, como nos pés e na bolsa. O contraste fica por conta do suéter azul, amarrado na cintura.

 

Casual fresh

 

A saia rodada longa e leve é perfeita para a temporada de verão. Para um mood casual e urbano, vale repetir a combinação acima e finalizar a peça com uma regata listrada e tênis confortáveis.

 

Fonte: Elle

Moda

Azul glacial: a cor tendência que está conquistando as fashionistas

A cartela fria ganha maturidade e consolida seu lugar entre os looks mais interessantes da estação

 

Durante muito tempo, os azuis claros ocuparam um território específico na moda: o do romantismo, da delicadeza previsível ou da estética juvenil. Mas esse cenário mudou — prova disso é a ascensão do azul glacial no street style. Ao adicionar uma nuance gélida ao tom pastel, a cor tendência se estabelece como uma alternativa menos doce e mais estratégica, complementando neutros clássicos com uma dose de frescor, livre de excessos. É um azul que dialoga com linhas retas, superfícies acetinadas, transparências sutis e volumes bem definidos.

 

Textura em evidência

O azul glacial ganha destaque no cardigã de textura felpuda. O truque aqui é a sobreposição: a base listrada quebra a uniformidade da cor, enquanto o suéter marinho sobre os ombros cria um contraste tonal dentro da mesma paleta.

 

Alfaiataria suave

O azul glacial ajuda a trazer leveza a peças com corte de alfaiataria, especialmente quando o material é fluido e a modelagem levemente ampla — o resultado ajuda a romper com a imponência formal do terno.

 

Azul + marrom

Uma das combinações mais interessantes da temporada, a dupla azul glacial + marrom escuro é a pedida perfeita para quem quer adicionar um toque de cor ao look sem abrir mão da praticidade dos neutros.

 

Peça-chave

Aqui, os acessórios pretos trazem sobriedade para o tom delicado. O detalhe do laço no pescoço adiciona um volume estratégico, mantendo a sofisticação do visual.

 

Paleta atualizada

No look, o azul glacial e o amarelo manteiga formam um match preciso, que tem tudo a ver com looks diurnos.

 

Dinamismo gráfico

O azul glacial funciona como base para o conjunto de estampa geométrica, criando um contraste entre a nuance pastel e o grafismo em P&B.

Fonte; Marie Claire

Colunistas

Governador sanciona lei que permite uso de spray de pimenta por mulheres no Rio

Com a sanção, o RJ passa a ser o primeiro estado do Brasil a regulamentar o uso civil do spray.

 

Mulheres agora têm garantido o acesso seguro ao spray de extratos vegetais como instrumento de legítima defesa no Estado do Rio. A determinação é da Lei 11.025/25, de autoria original dos deputados Sarah Poncio (SDD) e Rodrigo Amorim (União), aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que foi sancionada e publicada no Diário Oficial do Poder Executivo, desta quarta-feira (26/11).

 

A norma garante que o spray de extratos vegetais, com concentração máxima de 20%, é um equipamento não letal, podendo, portanto, ser considerado instrumento de legítima defesa para mulheres em território fluminense. De acordo com Poncio, além de ser uma ferramenta de proteção, o equipamento ajudará a coibir casos de assédio, importunação e agressão.

 

“Espero que, a partir desta lei, as pessoas comecem a achar normal a mulher sair com um spray para poder se proteger. O que a gente quer é garantir o direito de defesa”, afirmou a parlamentar.

 

Amorim, por sua vez, acredita que a nova regra poderá servir de exemplo para todo o país. “A cada 10 minutos no Brasil uma mulher é atacada, e no Rio de Janeiro não é diferente. Essa lei é uma iniciativa de vanguarda que dá efetividade a uma luta para preservar e assegurar os direitos das mulheres”, comentou.

 

Regulamentação da venda

 

A venda do spray será restrita às mulheres maiores de 18 anos. No caso das maiores de 16 anos, elas poderão usar o equipamento de defesa desde que autorizadas pelos responsáveis legais. O Estado do Rio também poderá fornecer o spray gratuitamente às mulheres vítimas de violência doméstica protegidas por medida protetiva, com os custos sendo revertidos ao agressor.

 

A comercialização só poderá ser realizada em estabelecimentos farmacêuticos, mediante a apresentação de documento de identidade com foto. Não será necessária apresentação de receita médica e a venda será limitada a duas unidades por pessoa a cada mês. O spray de extratos vegetais para venda ao público deverá ser acondicionado em recipientes com, no máximo, 70g.

 

A lei ainda determina que os recipientes de mais de 50 ml contendo o spray de extratos vegetais, gás de pimenta ou gás OC (oleorresina capsicum) sejam classificados como de uso restrito às Forças Armadas, aos órgãos de segurança pública, às guardas municipais e outros órgãos de segurança do Estado. (Com informações da Alerj)

 

* Precisando de assistência jurídica envie uma mensagem pelo Instagram ou ligue para o telefone (021) 98372-7981.

 

Para mais informações, clique aqui!

 

Mara Mendes, advogada especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário, consumidor, família e divórcio. Integrante da Comissão de diversidade religiosa e neurociência da OAB-Barra.

Beleza

“Halo lips” é efeito ideal para quem cansou dos lábios perfeitamente delineados

Crie lábios mais volumosos sem injeções ou gloss de efeito preenchedor

 

Em 2025, o mundo enlouqueceu com os lápis de contorno labial. E, embora o fim do reinado do delineado ultradefinido em favor de contornos muito mais naturais e imprecisos já estivesse no horizonte, os especialistas acabam de bater o martelo. 2026 é o ano em que vamos experimentar novos usos para o lápis de boca, segundo Katie Jane Hughes, maquiadora, fundadora da marca homônima KJH Brand e responsável por alguns dos looks mais espetaculares de Dua Lipa, Lily Allen e Hailey Bieber.

 

“Os lábios nítidos e com linhas marcadas vão sair de moda, e os lábios suaves, volumosos e esfumados serão tendência”. Mas não é só Hughes a responsável por essa virada: esse tipo de maquiagem labial batizado de halo lips é o que a beauty artist Nina Park recria repetidas vezes em todos os seus looks.

 

O que são os “halo lips”?

 

O começo de um novo ano traz mesmo um aroma de transformação, tanto interna quanto externa. Algumas metas precisam de tempo e dedicação a serem cumpridas, outras apenas uma boa dose de coragem. Se um corte de cabelo mais ousado está no seu radar ou você apenas deseja mudar um pouco o visual, as estrelas já apontaram a tendência da vez!

 

Quem tem estado atenta aos tapetes vermelhos nos últimos anos deve ter percebido que nenhum outro corte curto é tão popular entre as famosas quanto o bob, mas a versão de comprimento ainda menor, o mini bob, desponta como o próximo hit capilar. Em 2024, Zendaya e Kylie Jenner aderiram ao visual e nos primeiros dias do ano foi a vez de Millie Bobby Brown, Gigi Hadid e Ayo Edebiri surgirem com os fios mais curtos em diferentes finalizações.

 

Depois de se despedir oficialmente da série Stranger Things, Millie parece ter embarcado em um novo capítulo em termos de estética e surpreendeu a todos ao aparecer no Joy Awards, na Arábia Saudita com o cabelo na altura do queixo. Moderno, elegante, e casual, esse já é um dos visuais mais atuais de 2026. O corte, é claro, requer uma manutenção mais atenta, com visitas regulares ao salão para manter os fios no lugar e garantir uma finalização mais polida do visual.

 

A escolha de Ayo para o Globo de Ouro, por sua vez, foi apostar no mini bob com uma finalização mais clássica, com pontas penteadas para trás e uma pequena onda na franja, que nos lembra a era das “Garotas Flapper” dos anos 20, quando um corte de cabelo curto para mulheres ainda era um passo audacioso. Quer mudar de cor e corte? Faça como Gigi Hadid que trocou o seu tradicional loiro por um mini bob tão escuro quanto um preto. Na foto compartilhada pelo seu cabeleireiro, ela surgiu com o cabelo molhado, em uma finalização mais moderna mas ainda assim dentro da proposta do visual.

 

Fonte: Glamour

Beleza

Beleza e estilo: o seu primeiro corte de cabelo de 2026 pode estar aqui

O começo de um novo ano traz mesmo um aroma de transformação, tanto interna quanto externa. Algumas metas precisam de tempo e dedicação a serem cumpridas, outras apenas uma boa dose de coragem. Se um corte de cabelo mais ousado está no seu radar ou você apenas deseja mudar um pouco o visual, as estrelas já apontaram a tendência da vez!

 

Quem tem estado atenta aos tapetes vermelhos nos últimos anos deve ter percebido que nenhum outro corte curto é tão popular entre as famosas quanto o bob, mas a versão de comprimento ainda menor, o mini bob, desponta como o próximo hit capilar. Em 2024, Zendaya e Kylie Jenner aderiram ao visual e nos primeiros dias do ano foi a vez de Millie Bobby Brown, Gigi Hadid e Ayo Edebiri surgirem com os fios mais curtos em diferentes finalizações.

 

Depois de se despedir oficialmente da série Stranger Things, Millie parece ter embarcado em um novo capítulo em termos de estética e surpreendeu a todos ao aparecer no Joy Awards, na Arábia Saudita com o cabelo na altura do queixo. Moderno, elegante, e casual, esse já é um dos visuais mais atuais de 2026. O corte, é claro, requer uma manutenção mais atenta, com visitas regulares ao salão para manter os fios no lugar e garantir uma finalização mais polida do visual.

 

A escolha de Ayo para o Globo de Ouro, por sua vez, foi apostar no mini bob com uma finalização mais clássica, com pontas penteadas para trás e uma pequena onda na franja, que nos lembra a era das “Garotas Flapper” dos anos 20, quando um corte de cabelo curto para mulheres ainda era um passo audacioso.

 

Quer mudar de cor e corte? Faça como Gigi Hadid que trocou o seu tradicional loiro por um mini bob tão escuro quanto um preto. Na foto compartilhada pelo seu cabeleireiro, ela surgiu com o cabelo molhado, em uma finalização mais moderna mas ainda assim dentro da proposta do visual.

Fonte: Glamour

Colunistas

No verão, cuidar da pele, do cabelo e da saúde não é frescura, é responsabilidade

No verão, proteger-se começa antes de sair de casa. Consultar o nível de radiação UV no aplicativo do tempo do celular é uma estratégia simples, prática e eficaz

 

Índice UV acima de 6 exige atenção redobrada, acima de 8, a exposição sem proteção torna-se perigosa. Em dias com índice elevado, é prudente reforçar o protetor solar, usar chapéu, camiseta UV e evitar o sol entre 10h e 16h, quando o sol é mais agressivo. Não é preciso deixar de aproveitar a estação, basta reorganizar os momentos ao ar livre, priorizando o início da manhã e o final da tarde.

 

A cada temporada, os índices de radiação UV aumentam, e com eles cresce o risco de danos cumulativos à saúde. Um ponto importante é o impacto das queimaduras solares na infância: ter cinco ou mais queimaduras com bolhas antes dos 20 anos pode dobrar o risco de melanoma ao longo da vida, conforme apontam pesquisas da American Cancer Society e do National Cancer Institute. Isso acontece porque a radiação UV danifica o DNA das células da pele, e repetidos ciclos de dano e reparo aumentam a chance de mutações malignas.

 

Mas afinal, o que é o melanoma? O melanoma é o tipo mais agressivo de câncer de pele. Ele se origina nos melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina, que dá cor à pele. Diferente dos carcinomas basocelular e espinocelular, o melanoma tem alto potencial de metástase, podendo se espalhar rapidamente. Quando diagnosticado cedo, tem altas taxas de cura, quando descoberto tardiamente, o prognóstico se torna muito mais complexo. Daí a importância da prevenção e da vigilância.

 

A saúde dos cabelos também sofre com o calor. A radiação UV degrada proteínas como a queratina, aumenta o ressecamento e desbota fios tingidos. O sal do mar e o cloro da piscina intensificam a perda de água, deixando os fios mais frágeis. Hidratações semanais, produtos com filtro UV e o hábito de enxaguar o cabelo logo após o mergulho fazem toda a diferença nos cuidados.

 

Outra aliada importante para se cuidar no verão é a alimentação, que pode reforçar a defesa natural da pele. Antioxidantes presentes em frutas vermelhas, cenoura, mamão, folhas verde-escuras, além de alimentos ricos em ômega-3, ajudam a combater radicais livres produzidos pela exposição solar. Manter a hidratação adequada também é essencial para preservar a saúde.

 

E quando se fala em verão, não podemos ignorar o cuidado com as crianças, que são as mais vulneráveis aos efeitos nocivos do sol e também às situações de risco nas praias e piscinas. Além do protetor, chapéu e roupas com proteção UV, uma dica simples que salva vidas é vestir os pequenos com cores vibrantes ao entrar no mar. Estudos de engenharia marítima e salvamento mostram que amarelo neon, laranja e rosa-choque são detectados com mais facilidade mesmo em águas agitadas. Isso aumenta a visibilidade e agiliza o resgate em situações de correntezas ou distração rápida dos adultos.

 

Vale também orientar sobre não ficar de costas para o mar, respeitar bandeiras de segurança e manter supervisão constante de “braço estendido”, ou seja, perto o suficiente para alcançar a criança imediatamente, e nunca apenas “no campo de visão”.

 

O verão é, sem dúvida, uma das épocas mais gostosas do ano. Porém, aproveitar a estação não significa se expor sem responsabilidade. Significa cuidar do corpo hoje para colher saúde e tranquilidade amanhã. Proteger a pele, o cabelo e, acima de tudo, a vida deve ser sempre prioridade.

 

* Patrícia Rondon Gallina Menegassa é farmacêutica, especialista em farmácia estética, mestre em ciências farmacêuticas e professora da Uninter.

 

Saúde & Bem-estar

Menopausa: especialistas orientam como exames podem contribuir para o bem-estar feminino

  • Com abordagem humanizada e foco em prevenção, Fundação reforça o papel dos exames de imagem como aliados na jornada de bem-estar da mulher durante a menopausa

 

A menopausa é uma etapa natural na vida da mulher, marcada por transformações hormonais, físicas e emocionais. Ainda cercada de tabus e desinformação, essa fase exige atenção e conhecimento, e os exames de imagem podem ser grandes aliados para garantir uma transição mais equilibrada e saudável.

 

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), maior prestadora de diagnóstico por imagem do Brasil e referência em atendimento humanizado, reforça que o acompanhamento por exames é parte fundamental do autocuidado feminino. O ginecologista Dr. Ivaldo Silva, professor livre-docente pela EPM/Unifesp e membro do Conselho Curador da FIDI, explica que “a menopausa não é uma doença, mas um processo fisiológico que requer atenção. Quando a mulher se informa, realiza seus exames de rotina e entende o que está acontecendo, ela assume um papel ativo no cuidado com a própria saúde”.

 

Ele destaca que o corpo feminino passa por alterações significativas nessa fase como:  perda de massa óssea, mudanças metabólicas e maior vulnerabilidade cardiovascular e que os exames de imagem são ferramentas de apoio tanto na prevenção quanto no bem-estar.

 

“A densitometria óssea, por exemplo, é fundamental para identificar precocemente a osteoporose; a ultrassonografia transvaginal ajuda a monitorar o útero e os ovários; e a mamografia continua sendo o principal exame de rastreamento do câncer de mama”, reforça o médico.

 

A radiologista Dra. Vivian Milani, especialista em mama, complementa que “a mamografia é o exame mais eficaz para detectar alterações antes que se tornem palpáveis, garantindo diagnósticos precoces e aumentando as chances de tratamento bem-sucedido”. A FIDI, responsável pela gestão das unidades móveis do Programa Mulheres de Peito desde 2014, já realizou mais de 360 mil mamografias gratuitas em todo o Estado de São Paulo, impactando diretamente a vida de milhares de mulheres.

 

O Dr. Ivaldo também ressalta que o bem-estar nesta fase vai além da parte clínica: envolve autoconhecimento, equilíbrio emocional e uma nova relação com o corpo. Ele aconselha que as mulheres adotem uma rotina com atividade física regular, alimentação balanceada e acompanhamento médico contínuo.

 

“A menopausa é o momento de olhar para si com mais cuidado. Dormir bem, praticar exercícios e manter uma boa nutrição são atitudes que fazem diferença na longevidade e na autoestima”, orienta. Ele lembra ainda que é importante romper com a ideia de que desconfortos são inevitáveis. “Ondas de calor, irritabilidade e insônia não precisam ser aceitos como parte obrigatória da vida. Hoje existem tratamentos e acompanhamentos que devolvem a qualidade de vida. O conhecimento é a principal forma de empoderamento”, completa.

 

Com quase quatro décadas de atuação e presença em mais de 100 unidades de saúde, a FIDI alia tecnologia, pesquisa e humanização para promover um atendimento centrado no paciente e disseminar conhecimento confiável sobre saúde.

 

Para a Fundação, os exames de imagem são muito mais do que instrumentos diagnósticos: são ferramentas de cuidado contínuo e parte de uma jornada de bem-estar e autocuidado que começa com a informação.

 

“Falar sobre menopausa é falar sobre qualidade de vida. E os exames de imagem são aliados nessa trajetória porque cuidar da saúde é também cuidar da tranquilidade e da confiança de cada mulher”, conclui o ginecologista.

 

Sobre a FIDI

 

Fundada em 1986 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI é uma Fundação privada sem fins lucrativos que reinveste 100% de seus recursos em assistência médica à população brasileira, por meio do desenvolvimento de soluções de diagnóstico por imagem, realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão médico-científica, ações sociais e filantrópicas. Com mais de 2.100 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos parceiros, a FIDI está presente em mais de 100 unidades de saúde nos estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

 

É a maior empresa especializada em diagnóstico por imagem do Brasil. Em 2024, foram 5 milhões de exames realizados – 7% de crescimento em relação à 2023 -, entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X, densitometria óssea, hemodinâmica e medicina nuclear. Com soluções customizadas em diagnóstico por imagem, a FIDI oferece serviços de Telerradiologia, Gestão Completa, Consultoria, Educação Médica e Inteligência Artificial.

 

A Fundação também trabalha na proposição de soluções inovadoras para a saúde pública, como sistema de análise de imagens de tomografia computadorizada por inteligência artificial, e participou da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia. Por duas vezes, a FIDI recebeu o prêmio Referências da Saúde 2019 e 2020, na categoria Qualidade Assistencial, e por três vezes foi medalhista em desafios internacionais de aplicação de inteligência artificial no diagnóstico por imagem, propostos na conferência anual da Sociedade Norte-Americana de Radiologia, considerado o maior congresso do setor no mundo.

 

Ao final de 2020, a Central de Laudos da FIDI obteve a certificação ISO 9001:2015 de Gestão da Qualidade e em 2023 renovou a certificação, pela International Organization for Standardization e, em 2021, recebeu o selo de “Excelente Empresa Para se Trabalhar” (GPTW). Em 2025, a FIDI ganhou o prêmio Líderes da Saúde, na categoria Laboratórios, reconhecimento do Grupo Mídia às empresas, indústrias, entidades setoriais e prestadores de serviço.

 

Desde 2014 a FIDI atua no projeto da carreta-móvel ‘Mulheres de Peito’, parceria com o Estado de São Paulo, que oferece exames gratuitos de mamografia. Já são mais de 300 municípios atendidos, mais de 360 mil mamografias, 19 mil ultrassonografias e 900 biópsias realizadas, além de 3.900 mulheres encaminhadas.

A Fundação amplia, a cada ano, sua atuação em iniciativas itinerantes que levam saúde e bem-estar e, neste sentido, em parceria com a Prefeitura de Guarulhos (SP), participa do projeto “Carreta da Saúde da Mulher”.

 

São realizados exames como mamografia bilateral, ultrassonografia mamária e ultrassonografia transvaginal.

Essas ações reforçam a força da Fundação em projetos de acesso à saúde, garantindo atendimento de qualidade e impactando positivamente a vida de milhares de pessoas.

 

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Saúde & Bem-estar

Como o climatério afeta o corpo da mulher e o que fazer para manter a saúde

Essa fase deve ser vista como uma oportunidade de cuidar ainda mais do corpo. Alimentação, exercícios e um bom sono são aliados poderosos

 

Vamos falar da relação entre o climatério e ganho de peso.  Primeiro é importante lembrar que o climatério é a fase de transição que leva à menopausa. Geralmente se dá entre os 40 e 50 anos, onde os ovários reduzem gradualmente a produção de estrogênio e progesterona. E como isso afeta a saúde da mulher? Começa pelo metabolismo, que pode ficar mais lento.

 

Com isso, pode acontecer maior perda de massa muscular, queda da densidade óssea e mudanças no padrão de distribuição de gordura corporal, favorecendo a gordura visceral. Essas são algumas das consequências no corpo da mulher. Porém, é possível diminuir esses sintomas com uma estratégia baseada em três pilares: alimentação balanceada, exercícios físicos regulares e sono de qualidade.

 

Dr. Thiago Viana, médico do esporte e nutrólogo, com foco no emagrecimento, reforça essa mensagem. “Vale lembrar que com a queda do estrogênio ocorre uma redistribuição da gordura. No climatério e na menopausa, ela passa a acumular principalmente no abdômen. Mas também pode aumentar na região do dorso, a chamada gordura nas costas e braços”, explica.

 

Estudos mostram que essa queda está ligada à alteração na sensibilidade à insulina e ao metabolismo lipídico. A North American Menopause Society aponta que mulheres podem ganhar até 5 cm de circunferência abdominal nos primeiros anos pós-menopausa, mesmo sem grandes alterações de peso.

 

Isso demonstra que o acúmulo de gordura no abdômen pode trazer riscos à saúde da mulher. “A gordura visceral, que fica entre os órgãos, aumenta a chance de desenvolver síndrome metabólica, diabetes tipo 2, hipertensão, colesterol alto e até doenças cardiovasculares. Também há associação com maior risco de alguns tipos de câncer, como o de mama”, alerta o médico.

 

Estratégias para manter a saúde e o peso

 

Thiago considera que mesmo com o metabolismo mais lento, não significa que emagrecer seja impossível. “Estratégias que unem nutrição adequada, exercícios, principalmente musculação e aeróbicos combinados. E, em alguns casos, suplementação ou medicamentos, podem trazer excelentes resultados. A chave está na personalização do plano”, afirma. Ele destaca três pilares como estratégia nesse momento:

 

Alimentação balanceada: consumo de proteínas adequadas, fibras, vegetais e menor de ultra processados.

 

Exercício físico regular: especialmente treino de força para preservar massa muscular.

 

Sono de qualidade e manejo do estresse: ambos influenciam hormônios como o cortisol, que impacta diretamente no peso.

 

Dicas para quem está entrando no climatério

  • • O climatério não deve ser visto como uma sentença de ganho de peso e perda de saúde. É uma oportunidade de cuidar ainda mais do corpo.
  • • Consultas regulares para checar saúde óssea, cardiovascular e metabólica são fundamentais.
  • • Apoio psicológico pode ser importante, já que essa fase muitas vezes traz impacto emocional.
  • • Hábitos saudáveis adotados nesse período podem aumentar a expectativa de vida e qualidade de vida.
  • Envelhecer é inevitável, mas envelhecer com saúde é uma escolha que passa por disciplina, acompanhamento profissional e mudança de hábitos.
  • Sobre Dr. Thiago Viana (CRM nº 144.585. Médico do Esporte e Nutrólogo: RQE 121770-118488).
  • Dr. Thiago Viana, médico do esporte e nutrólogo com foco no emagrecimento. Formado pela Universidade Federal de São Paulo – Escola Paulista de Medicina (UNIFESP-EPM), em 2010. Atualmente, ele atende em sua clínica na cidade de Bauru e com trabalho especializado na medicina esportiva, qualidade de vida, com foco em emagrecimento e melhora de performance.
  • O Dr. Thiago é pós-graduado em medicina esportiva pela faculdade BWS, nutrologia pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Ele ainda é membro da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE) e da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) e de Cirurgia de Ombro e Cotovelo (SBCOC), membro da Sociedade Brasileira de Medicina da Obesidade (SBEMO), membro da European Board of Obesity Medicine e membro associado da Sociedade Brasileira de Andropausa e Menopausa (SBAM).
  1. www.instagram.com/drthiagoviana/
  2. www.doutorthiagoviana.com.br
Saúde & Bem-estar

Menopausa e Raça: evidências revelam desigualdades que afetam milhões de mulheres negras

Pesquisas mostram que mulheres negras enfrentam sintomas mais longos e intensos, uma transição mais precoce e barreiras de cuidado ainda pouco reconhecidas pela medicina

 

A transição menopausa não ocorre da mesma forma para todas as mulheres e, no caso das mulheres negras, estudos internacionais revelam um conjunto de desigualdades que inclui sintomas mais duradouros, início mais precoce e menor acesso a tratamentos especializados. É o que destaca a médica e pesquisadora Fabiane Berta, que vem reunindo e analisando evidências científicas sobre o tema.

 

Pesquisas como o SWAN (Study of Women’s Health Across the Nation) — estudo multicêntrico iniciado em 1994 nos Estados Unidos, que acompanha milhares de mulheres há mais de 25 anos para entender como fatores biológicos, raciais, sociais, culturais e econômicos influenciam a saúde feminina no climatério — revelam que 46% das mulheres negras relatam sintomas vasomotores, como fogachos, em comparação com 37% das mulheres brancas. Esses sintomas podem persistir por até dez anos, uma duração significativamente maior do que a observada entre mulheres asiáticas, brancas e hispânicas.

 

Para Berta, esses números não são isolados. “A ciência já demonstrou que a menopausa é vivida de maneiras distintas. Entre mulheres negras, vemos sintomas mais intensos e prolongados, e isso tem impacto direto na qualidade de vida, no sono, na cognição e no bem-estar”, explica.

 

Uma das explicações mais robustas para essa diferença é o fenômeno conhecido como weathering — o desgaste biológico causado pela exposição crônica ao estresse. Segundo o SWAN, mulheres negras apresentam níveis elevados de carga alostática já aos 45 anos, refletindo o efeito acumulado de fatores sociais, emocionais e ambientais. “Mesmo quando controlamos por renda e escolaridade, as mulheres negras continuam apresentando maior desgaste fisiológico. Isso mostra que estamos falando de fatores estruturais que atravessam gerações”, destaca a pesquisadora.

 

A literatura científica também aponta que mulheres negras e hispânicas tendem a entrar cerca de 1,2 anos mais cedo na menopausa e a vivenciar sintomas por períodos mais extensos. “Quando uma paciente negra chega ao consultório com queixas intensas por muitos anos, isso não é exceção, é um padrão documentado”, diz Berta.

 

No Brasil, com 30 milhões de mulheres na faixa do climatério e 54% da população composta por pessoas negras, o tema ganha importância populacional. Estudos nacionais e internacionais mostram que até 82% das brasileiras nessa fase referem sintomas que interferem na vida cotidiana.

 

“Reconhecer as diferenças raciais na menopausa é essencial para melhorar a escuta, o diagnóstico e a orientação clínica”, afirma.

 

Para Berta, ampliar o olhar é o primeiro passo. “As mulheres negras merecem uma abordagem que considere sua história de vida, seus marcadores biológicos e suas experiências. Equidade em saúde começa por enxergar essas diferenças.”

 

Ela reforça que o debate precisa estar no centro da agenda científica e clínica: “Menopausa tem sotaque brasileiro, tem sotaque regional, tem sotaque socioeconômico. E sim, tem sotaque racial. Reconhecer isso não é ser politicamente correto, é ser cientificamente correto. Não estamos falando de militância, mas de ciência. As desigualdades estão medidas, descritas e replicadas em estudos. Agora precisamos agir.”

 

Sobre Fabiane Berta

 

Fabiane Berta é médica e pesquisadora (CRMSP 151.126), integrante do Science Medical Team – OB-GYN Specialist. É mestranda no setor de Climatério | Menopausa e pesquisadora adjunta no setor da Endometriose | Dor pélvica pela UNIFESP. Possui pós-graduação em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento.

 

É fundadora do MyPausa, iniciativa que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil para promover uma reforma na saúde feminina, com foco em acessibilidade a tratamentos atualizados e respeito à diversidade regional. Atua como PI sub e chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa (Science Valley) e como coordenadora da Saúde Feminina para a Arnold Conference 2026.