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Os brasileiros que estão prestes a se aposentar podem se deparar com novas regras do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS), já vigentes em 2024. Desde 2019, com a reforma da Previdência aprovada, todos os anos mudanças graduais são implementadas para ter acesso ao benefício. As mulheres possuem algumas opções de aposentadoria. Veja as principais regras:
• Por idade (minino 58 anos)
• A mulher precisa ter 62 anos e pelo menos 15 anos de contribuição
• Por tempo de contribuição
Existem quatro 4 possibilidades:
– Pontos progressivos (90 pontos para 30 anos de contribuição)
– Idade mínima progressiva (30 anos de contribuição e 58 anos de idade)
– Pedágio de 50% (só vale para quem em 13/11/2019 tinha pelo menos 28 anos de contribuição)
– Pedágio de 100% (57 anos de idade e 30 anos de contribuição)
• A aposentadoria especial contempla aquelas expostas a ruídos ou substâncias químicas. Os requisitos variam de acordo com o risco.
Quer saber mais sobre o assunto? Precisa de assistência jurídica? Envie uma mensagem ou ligue para (21) 98372-7981.
Siga: @maramendes_advogada
Terapeuta lança livro para quem busca despertar o amor-próprio
“Eu sou meu Sol”, de Marcia Bittencourt, une teoria, prática e autoconhecimento em uma leitura transformadora
A literatura espiritual possui, em dias atuais, papel essencial busca por autoconhecimento e exploração do universo interior. Fazer o leitor questionar a própria essência e mergulhar em si é tarefa árdua, mas não para a terapeuta Marcia Bittencourt, especialista em curas emocionais e energéticas. Seu livro “Eu sou meu Sol – Um guia sensível para sua jornada de despertar e amor-próprio” promete jogar luz no caminho do leitor e, assim, fazer com que ele consiga se reconectar consigo mesma.
Em tempos de pressa e desconexão, “Eu sou meu Sol” surge como um convite à pausa e ao reencontro com a própria essência. Com linguagem poética, sensível e acessível, Marcia Bittencourt une experiências pessoais, práticas terapêuticas, estudos e canalizações espirituais recebidas de sua egrégora para guiar o leitor em uma jornada de cura emocional e expansão de consciência.
“O chamado para escrever me acompanha desde a infância e ganhou força quando percebi, no meu caminho e nos atendimentos, o valor de registrar as transformações que testemunhava. O livro nasceu do desejo de partilhar esses processos de expansão de consciência e cura emocional, oferecendo acolhimento e orientação a quem atravessa caminhos semelhantes”, afirma Marcia Bittencourt, terapeuta e escritora
A obra aborda temas como ego e alma, feridas emocionais, ancestralidade, energia feminina e masculina, autocompaixão e reconexão interior, propondo um caminho de espiritualidade prática e amorosa. Mais do que um livro, “Eu sou meu Sol” é uma travessia guiada por sabedoria espiritual e humana — um lembrete de que o verdadeiro despertar nasce do amor-próprio e da gentileza consigo mesmo.
“Eu sou meu Sol” é um guia sensível sobre despertar espiritual e amor-próprio. Unindo vivências, práticas terapêuticas e canalizações de sua egrégora espiritual, Marcia Bittencourt conduz o leitor por um caminho de cura, reconexão e expansão de consciência. Com linguagem acolhedora e inspiradora, a autora nos lembra que a luz que buscamos nunca se apagou — apenas espera ser lembrada.
“Quero mostrar que, embora todos enfrentemos desafios profundos ao longo da vida, é possível atravessá-los com mais equilíbrio quando acolhemos nossas sombras com a mesma amorosidade que acolhemos nossa luz. O livro não propõe regras nem caminhos fixos, mas lembra que cada jornada é única e que o essencial é encontrar uma forma própria de caminhar com gentileza e presença. Meu desejo é que essa leitura ofereça companhia e suavidade, sem afastar ninguém da alegria de viver a matéria enquanto se expande em consciência.” – Marcia Bittencourt, terapeuta e escritora.
Sobre a autora:
Marcia Bittencourté terapeuta holística especializada em curas emocionais e energéticas através da Nutrição Holística, Florais de Bach, Tarot Terapêutico, Meditações e práticas de cura espiritual canalizadas.
Após uma carreira de dez anos no mercado financeiro, seguiu o chamado da alma para dedicar-se integralmente ao caminho da espiritualidade e do autoconhecimento.
Estudou e se especializou em Estados Unidos, Itália, Índia e França, e hoje compartilha seu trabalho com milhares de pessoas através das redes sociais, jornadas de cura e retiros presenciais.
Serviço:
Livro: Eu sou meu Sol
Autora: Marcia Bittencourt
Instagram @eusoumarciabittencourt
Também no YouTube e em seu Site Oficial
Adquira o livro através do link
Unhas de poá são a tendência de manicure perfeita para o verão
Pegando emprestada a estampa mais marcante da estação, esse design fará toda a diferença no seu visual para a estação mais quente do ano
As tendências de verão costumam ser leves, divertidas e descomplicadas — e, felizmente, as unhas de poá cumprem todos esses requisitos. Inspiradas na tendência de moda mais quente do verão, as unhas de poá são divertidas e estilosas na mesma medida. Vimos celebridades como Kaia Gerber e Kylie Jenner usando vestidos e capris com poás, então era apenas questão de tempo até que a trend chegasse também às nossas unhas.
E agora que as unhas com poás apareceram, não há mais como parar. Dua Lipa, Sabrina Carpenter e Hailey Bieber (que já usou duas vezes!) são apenas algumas das muitas estrelas que foram flagradas com manicures de poá neste verão. Se você gosta de um visual retrô e vintage na nail art, os poás são perfeitos para você. A melhor parte? Existem inúmeras formas de usá-los: em unhas curtas ou longas no formato amêndoa, com poás preto e branco ou multicoloridos, em todas as unhas ou apenas em algumas como destaque.
A seguir, tudo o que você precisa saber sobre a tendência das unhas de poá, incluindo como criar o visual em casa e muitas imagens inspiradoras para salvar e mostrar à sua nail artist na próxima ida ao salão. Além disso, reunimos dicas e truques diretamente de Evelyn Lim, educadora-chefe do estúdio Paintbox da MiniLuxe, em Nova York.
O que são unhas de poá?
De glass nails e milk bath nails a soap nails e jelly gloss nails, existem muitas tendências de manicure para acompanhar. Embora a maioria delas esteja mais minimalista ultimamente, a popularidade surpreendente (e muito bem-vinda) das unhas de poá traz exatamente o toque de nail art que estávamos desejando. Elas surgem na esteira da enorme tendência de moda dos poás, com vestidos, capris, biquínis e muito mais dominando o verão. Amamos quando beleza e moda se encontram.
Unhas de poá são, como o próprio nome indica, exatamente isso. A manicure apresenta uma base de qualquer cor (ou até uma base de francesinha), com poás aplicados por cima. A beleza está na versatilidade: eles podem ser alinhados ou distribuídos de forma aleatória, multicoloridos ou de uma única cor, do mesmo tamanho ou em tamanhos variados — e as possibilidades são infinitas. Você pode estilizar como quiser, mas Lim destaca algumas combinações favoritas: “preto e branco, vermelho cereja e branco, coral e pink vibrante, ou azul-marinho com verde honeydew”, conta.
Por que as unhas de poá são tão populares?
Além de os poás serem a estampa do momento na moda, por que essa tendência de manicure ganhou tanta força tão rápido neste verão? “Acho que os poás se tornaram populares porque trazem um ar mod à manicure clássica”, explica Lim. Eles remetem aos anos 1960, entregando uma energia divertida e sofisticada ao mesmo tempo — algo que todas nós podemos aproveitar um pouco.
Como criar unhas de poá?
As unhas de poá só ficam melhores. Nosso detalhe favorito? Elas são incrivelmente fáceis de fazer, seja você uma profissional ou alguém que faz as unhas em casa. Até iniciantes conseguem entrar nessa. “Os poás são amigáveis para quem está começando, mas você pode elevar o nível aperfeiçoando o posicionamento de cada bolinha”, diz Lim. Se você não se sentir confortável criando sua própria nail art, também pode optar por unhas postiças (press-on).
Para criar o visual, tudo o que você precisa é de uma ferramenta própria para pontilhar unhas. Depois de aplicar a cor de base desejada, “mergulhe a ferramenta no esmalte e pressione levemente sobre a unha”, orienta Lim. “Repita o processo para garantir poás do mesmo tamanho.” Se quiser poás de tamanhos diferentes, use ferramentas de tamanhos variados.
Não tem a ferramenta? Sem problema. “Se você não tiver um pontilhador, experimente a ponta de um grampo de cabelo ou de uma caneta esferográfica”, recomenda Lim. Funciona perfeitamente em situações de emergência! Você também pode criar poás em 3D, aplicando strass redondos ou pérolas nas unhas para uma versão ainda mais criativa da tendência.
Larissa Rodrigues: coragem, reinvenção e o poder de inspirar mulheres
Em 2019, com apenas 19 anos e uma mala cheia de sonhos, Larissa Rodrigues deixou sua cidade natal, Goiânia, a família e tudo o que lhe era familiar para recomeçar do zero no Rio de Janeiro.
Morou em Botafogo, depois no Centro, no Recreio e, atualmente, vive na Barra da Tijuca. Cada bairro marcou uma fase diferente da sua trajetória, com desafios, descobertas e muita superação.
No meio do caos e da adaptação, nasceu um sonho concreto: empreender. Larissa abriu seu próprio negócio na área de estética e se tornou empresária no Rio. Durante três anos, viveu intensamente o cuidado com o outro e foi nesse período que entendeu que havia nascido para empreender — embora algo maior ainda a esperasse.
“Quando decidi me ouvir de verdade, descobri que meu propósito era ajudar outras mulheres a fazerem o mesmo.”
Ao ouvir as histórias de outras mulheres, Larissa conseguiu também se ouvir de verdade. Foi assim que criou o @empreende.mulherd e o Pod Empreender, espaços de fala, troca e transformação. Ali encontrou sua verdadeira vocação: ajudar mulheres a se enxergarem com clareza e poder.
Hoje, Larissa Rodrigues é empresária, mentora e consultora de imagem e estilo. Redesenhou sua trajetória e escolheu inspirar mulheres a se posicionarem com verdade, leveza e autoridade.
Quem quiser acompanhar de perto sua jornada e conhecer mais sobre seus projetos pode segui-la no Instagram: @larissagrodriguess e @empreende.mulherd.
Dengue em crianças: sintomas que os pais não podem ignorar
Evolução rápida do quadro clínico torna a doença mais perigosa para os pequenos; pediatra alerta para sintomas que exigem atenção imediata
A dengue em crianças de até cinco anos exige um olhar atento, pois o quadro clínico pode variar com mais frequência e o risco de letalidade é consideravelmente mais alto, chegando a ser três vezes superior ao observado na faixa etária de 10 a 14 anos, segundo pesquisa da Fiocruz. Outro fator que preocupa muitos pais nesse cenário é a semelhança entre os sintomas da dengue e do resfriado comum. Porém, a pediatra da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Vivian Pereira, aponta que uma das diferenças entre a doença e um resfriado é que a dengue raramente apresenta sintomas respiratórios como coriza ou tosse.
“Dentre os sinais que os pais devem estar atentos está o estado de prostração, no qual a criança perde o interesse por brincadeiras, fica bastante sonolenta ou, no caso de bebês, apresenta uma irritabilidade difícil de ser acalmada. Outro sintoma mais característico da doença nos pequenos é o início súbito de uma febre alta, que geralmente oscila entre 39°C e 40°C”, explica a médica.
A doença em crianças, especialmente nas menores de cinco anos, é considerada mais perigosa. De acordo com Vivian, isso acontece devido a uma combinação de fatores biológicos e dificuldades no diagnóstico precoce.
“O corpo das crianças é composto por uma proporção maior de água e elas possuem uma reserva de líquidos menor do que os adultos. Isso faz com que a desidratação e o extravasamento de plasma, que ocorre em casos graves de dengue – ocasionando dificuldades respiratórias e sangramento –, aconteça de forma muito mais rápida”, comenta a pediatra.
Enquanto em adultos os sinais de gravidade costumam aparecer de forma gradual, em crianças o quadro pode evoluir de maneira repentina, muitas vezes logo após a febre baixar. Além disso, a imunidade das crianças ainda está se desenvolvendo.
“O sistema imunológico da criança, ainda em formação, pode reagir de maneira intensa à infecção. Em bebês menores de dois anos, a presença de anticorpos maternos pode, curiosamente, aumentar o risco de uma reação inflamatória mais grave em caso de infecção por certos sorotipos da dengue”, reforça Vivian.
Quais sintomas observar em crianças?
À medida que a doença progride, é comum o surgimento de dores musculares e articulares. Segundo a pediatra, como os pequenos nem sempre conseguem localizar a dor, eles podem manifestar esse desconforto através da recusa em andar e se movimentar.
“Outro sinal frequente é a falta de apetite, muitas vezes acompanhada de náuseas e vômitos. Entre o segundo e o quinto dia de febre, também podem aparecer manchas avermelhadas pelo corpo, que às vezes coçam e podem ser confundidas com outras viroses exantemáticas (doenças infecciosas caracterizadas por erupções cutâneas)”, ressalta.
O ponto de maior atenção ocorre justamente quando a febre começa a ceder. Este período, que muitos pais interpretam como o início da melhora, é quando podem surgir os sinais de gravidade.
“Nesse momento, é necessário monitorar a presença de dor abdominal intensa, vômitos que não param e qualquer tipo de sangramento, seja no nariz ou nas gengivas. A hidratação rigorosa com água, soro e sucos é o principal cuidado, mas o acompanhamento médico é indispensável para evitar complicações”, explica Vivian.
A pediatra indica que os pais fiquem atentos à quantidade de fraldas molhadas. “Se a criança estiver urinando menos que o habitual, é um sinal claro de que a hidratação não está sendo suficiente e o médico deve ser consultado novamente com urgência”, conclui a especialista.
Sobre a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo
No Brasil desde 1922, a São Camilo pertence à Ordem dos Ministros dos Enfermos, fundada por São Camilo de Lellis. Além de hospitais, conta com Centros de Educação Infantil, Colégios e Centros Universitários.
As Unidades Pompeia, Santana e Ipiranga fazem parte da Rede de Hospitais de São Paulo, que prestam atendimentos em mais de 60 especialidades e cirurgias de alta complexidade em neurologia, cardiologia, transplantes de fígado e musculoesquelético, cirurgias robótica e bariátrica.
Por meio da atuação filantrópica, apoiam na manutenção das atividades de vários Hospitais administrados pela São Camilo no Brasil com atendimento ao SUS.
A Rede de Hospital São Camilo de São Paulo possui Centro de Oncologia e de Hematologia (Transplantes de Medula Óssea) e tratamento com CAR-T-CELL. Referência em urgência e emergência conta com PS Adulto, Infantil e 60+. Possui a Certificação em nível Diamante da Qmentum Internacional, o Selo Amigo do Idoso e as Certificações PALC e ABHH.
O que há por trás do retorno do naked dress usado pelas famosas?
Impulsionadas pela autoaceitação, celebridades apostam cada vez mais na transparência, até mesmo para bater de frente com a sociedade patriarcal em que vivemos
Atenção, fashionista! Se depender das celebridades, o naked dress está de volta, mas vamos combinar, que ele nunca saiu de moda. Só nos últimos meses, quatro celebridades cruzaram os tapetes vermelhos mundo afora mostrando a peça que customa ganhar forças em momentos mais conservadores quando os assuntos são os corpos e liberdade feminina.
Dakota Johnson apostou em um vestido transparente com renda preta exibindo a lingerie no mesmo tom, assinado pela Gucci. Mais cedo, no mesmo dia, Margot Robbie, que retornou às promoções do filme após nascimento do primeiro filho, escolheu um vestido em tom rosado bordado com pedrarias da Giorgio Armani para divulgar “A Grande Viagem de Sua Vida”.
A canadense Tate McRae e a artista sueca Zara Larsson cruzaram o tapete vermelho do Video Music Awards (VMA) com vestidos exibindo a silhueta. A primeira com um vestilo longo estilo lingerie de Ludovic de Saint Sernin e a segunda com um mini vestido com bordados florais de Sorcha O’Raghallaigh.
Naked dress: a transparência como símbolo de autoaceitação no red carpet
Dua Lipa, Rihanna, Jane Birkin, Madonna, Kendall Jenner, Sabrina Sato, entre outras celebridades, já concentraram os flashes dos fotógrafos ao cruzarem os red carpets das premiações e eventos mundo afora evidenciando os seios a partir dos looks escolhidos. A tendência do naked dress não é novidade, mas segue cada vez mais em alta com a emancipação e autoaceitação do corpo feminino alavancadas por movimentos feministas — aqui, podemos citar a famosa frase “meu corpo, minhas regras” — em contrapartida à censura das redes sociais, que derrubam imagens e vídeos com os mamilos das mulheres à mostra, e das ideias mais conservadoras, tradicionais e ultrapassadas da sociedade ainda patriarcal.
“O avanço do feminismo inspira e sustenta esse movimento do corpo mais à mostra. Ao mesmo tempo, mostrar tem a ver com autoestima, liberdade de escolha, praticar o belo e, para completar, servir de inspiração de moda. O feminismo está cuidando de outras pautas dentro da luta pela equidade. Essa força e essa evolução constante nos fazem sentir potentes para escolher: um dia estar de alfaiataria oversized, no outro, de transparência. Não é diretamente relacionado, mas influencia, sim”, diz Manu Carvalho, especialista em moda e comportamento.
Um dos vestidos com transparência mais comentados é o que Marilyn Monroe escolheu para cantar “Happy Birthday, Mr. President” para John F. Kennedy, em 1962. A mesma peça causou burburinho nas redes sociais ao ser usada novamente por Kim Kardashian durante o Met Gala, em 2022. Jane Birkin, que morreu em julho deste ano, ainda é dona de uma das imagens mais compartilhadas pelos fashionistas: a da première do filme Slogan, em que aparece de mãos dadas com Serge Gainsbourg usando um minivestido preto transparente, sem sutiã.
“O corpo feminino sempre foi o protagonista quando falamos na evolução da moda e da própria mulher. Só lembrar o destaque para os ombros e decotes nos seios dos séculos 15 ao 18. Se formos mais longe, chegamos em Cleópatra e Maria Antonieta, com vários acessórios em lugares estratégicos. Desde os anos1920, quando passamos a ver tornozelos e, nas décadas seguintes, com a Revolução Industrial, a criação do prêt-à-porter e a massificação das peças, o corpo da mulher ganhou cada vez mais holofote. Eu diria que a força do corpo feminino como protagonista do século passado começa em 1920, estourando no fim dos anos 1940 para a década de1950, devido às pinups. Uma década depois, veio a revolução com a minissaia e, nos anos 1970, vieram as transparências”, analisa Manu, que também trabalha como stylist de famosas.
Nos anos 1990, Jean Paul Gaultier retornou com a transparência na moda. É ele, inclusive, o responsável pelo look que Madonna usou e ficou conhecido como “topless filantrópico”. Em setembro de 1992, a rainha do pop fechou o desfile do estilista francês que aconteceu em Los Angeles, nos Estados Unidos. Para arrecadar mais fundos em prol da Fundação Americana de Pesquisa da AIDS (amfAR), a artista abriu o blazer risca–de-giz que usava, deixando os seios à mostra e os convidados chocados com a atitude.
“Imagino que cause mais desejo do que estranhamento. O estranhamento deve vir quando o desejo soar estranho, o que pode ser pessoal e também coletivo”, detalha.
Trinta anos depois, o naked dress ganhou ainda mais fôlego nas mãos do próprio Gaultier, que esgotou uma criação que remete à forma da silhueta feminina, principalmente com ênfase nos seios, após três anos com roupas mais básicas por conta das restrições em torno da Covid-19.
“A tendência do sexy se estabeleceu depois do ‘ciclo pijama’, devido aos moletons, tricôs e utilitários que usamos na pandemia.”
Se o corpo feminino esteve quase sempre no holofote da história e do comportamento da moda, por que quando as mulheres apostam nas transparências, seja com mamilos à mostra ou com tecidos mais leves por cima do corpo, elas viralizam nas redes sociais sob escrutínio do público?
“As plataformas digitais tendem a potencializar tudo devido ao alcance e ao poder de multiplicação. Quando o corpo da mulher está à mostra, a sociedade patriarcal ainda o vê como um produto, o contrário do que acontece com o corpo dos homens”, finaliza.
Fonte: Glamour
Entre dentes e dados: a história da Dra. Bárbara Galdeano
Da cadeira do paciente à cadeira do gestor: essa é a trajetória da Dra. Bárbara Galdeano. Com mais de 20 anos de experiência, atuou na Força Aérea Brasileira e no SUS, aprendendo a aliar técnica a empatia e criatividade diante de recursos limitados.
Em 2007, fundou a Galdeano Odontologia & Saúde, baseada em ética, escuta e excelência. Criou o Programa ECOA, que transforma o paciente em protagonista da própria saúde bucal, combinando tecnologia e acompanhamento contínuo.
“Quando unimos técnica, empatia e propósito, a odontologia deixa de ser apenas um tratamento — e se torna transformação.”
Para enfrentar o desafio da gestão financeira, desenvolveu, em parceria com a Dtec, o CliniPrice, software de precificação pensado por quem conhece a rotina do consultório. Com propósito, disciplina e paixão, Bárbara prova que é possível conciliar sonho e resultado, inspirando outros a fazer o mesmo.
Para saber mais, entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99483-0687 ou e-mail: drabarbara.galdeano@gmail.com.
Peito murcho e bebê “brigando” para mamar. Será que isso é falta de leite?
Especialista em amamentação Bruna Ramos explica que com o tempo a produção se ajusta à demanda do bebê e essa mudança, que assusta muitas mães, é totalmente fisiológica. Entenda!
Entre as muitas inseguranças que surgem nos primeiros meses de vida do bebê, uma das mais comuns é a suspeita de baixa produção de leite. O peito deixa de vazar, parece mais “murcho” e o bebê começa a mamar mais rápido ou até a “brigar” no peito. Para muitas mulheres, isso soa como um alerta de que o leite está acabando.
Mas, segundo a especialista em sono infantil e amamentação Bruna Ramos, criadora do perfil @obebe_chegou, essa mudança é esperada — e, na maioria dos casos, não indica problema algum.
“Quando o bebê nasce, o corpo da mulher ainda não sabe quanto ele mama. Então produz leite em abundância. É comum o peito ficar cheio, dolorido, vazando. Só que, conforme o bebê mama em livre demanda, o organismo entende qual é a necessidade real e ajusta a produção”, explica.
Esse ajuste costuma acontecer entre a 6ª e a 12ª semana de vida. Nessa fase, cerca de 80% do leite passa a ser produzido durante a própria mamada e não antes dela. “O peito deixa de ficar constantemente cheio, mas isso não significa falta de leite”, reforça Bruna.
A chamada “crise dos 3 meses”
Por volta do terceiro mês, é comum que o bebê fique mais impaciente no peito: mama por poucos minutos, se distrai, larga e volta ou demonstra irritação.
“É uma fase em que o bebê está mais curioso, quer explorar o ambiente e também precisa fazer um pouco mais de esforço para mamar, já que o leite agora é produzido principalmente durante a sucção. E isso é normal”, explica a especialista.
Segundo Bruna, esse esforço é, inclusive, benéfico. “A sucção ativa fortalece a musculatura da face e contribui para o desenvolvimento oral.”
O ganho de peso também pode gerar insegurança. “O bebê passa a gastar mais energia porque está mais ativo. É esperado que o ritmo de ganho de peso diminua em comparação aos primeiros meses. Isso não significa que há pouco leite.”
Quando é preciso atenção?
A preocupação deve surgir apenas em situações específicas. “Se o bebê mama em livre demanda, não usa chupeta ou mamadeira, está crescendo, se desenvolvendo, fazendo bastante xixi e ganhando peso, não há motivo para pensar em baixa produção”, orienta.
O uso de bicos artificiais pode interferir. “Chupeta e mamadeira podem gerar confusão de fluxo e de sucção, o que impacta a dinâmica da amamentação.”
Para evitar intervenções desnecessárias, como a introdução precoce de fórmula, Bruna reforça: “Peito murcho não é sinônimo de pouco leite. Vazamento não é termômetro de produção. E bebê que mama rápido não significa que está passando fome. Muitas vezes, é apenas o corpo funcionando como deveria.”
E conclui: “Essa fase passa. Entender o que está acontecendo traz segurança e ajuda a mãe a viver a amamentação com mais leveza e menos culpa.”
Sobre Bruna Ramos:
Bruna Ramos é especialista em amamentação e certificada em sono infantil com extensão universitária pela Universidade de Brasília. Graduada em Biologia pela UNICAMP, também concluiu doutorado e pós-doutorado em Genética e Biologia Molecular na mesma instituição.
Criadora do perfil @obebe_chegou,
Bruna alia conhecimento científico à prática educativa e compartilha conteúdos sobre sono infantil e amamentação que já impactaram mais de 200 mil pessoas, entre famílias, educadores e profissionais da saúde. Oferece orientação baseada em evidências para promover noites de sono mais tranquilas, sonecas de qualidade e bem-estar das crianças. Além disso, desenvolve materiais educativos e cursos voltados para pais e cuidadores, sempre com abordagem humanizada, prática e embasada na ciência do desenvolvimento infantil.
Jornalista Rafa Tayão: transformando vozes em autoridade
A jornalista Rafaela Tayão, mais conhecida como Rafa Tayão, sempre acreditou no poder da informação para transformar vidas. Hoje, tem sua própria assessoria de imprensa e oferece também produção de conteúdo, ajudando pessoas, marcas e negócios a ganharem espaço na grande mídia e a multiplicarem essa presença nas redes sociais. Sua missão é clara: ampliar vozes e transformá-las em autoridade.
Mas nem sempre foi assim. Até chegar aqui, percorreu diferentes caminhos dentro da comunicação, cada um trazendo desafios e aprendizados que moldaram a profissional que se tornou.
A virada para a assessoria de imprensa
Em 2023, Rafa Tayão decidiu empreender, após encerrar um ciclo de oito anos como oficial temporária de Comunicação Social na Marinha do Brasil. No início, acreditava que seguiria pelo caminho do planejamento e da gestão de redes sociais, área em que também tinha experiência. Fez cursos, buscou mentoria, mas algo faltava. Sua bagagem como jornalista, acumulada desde os tempos de redação, parecia n
Foi então que encontrou na assessoria de imprensa o ponto de virada. Descobriu que podia unir o melhor dos dois mundos: a tradição da imprensa com a força do marketing digital. Mais do que divulgar, sua missão passou a ser ampliar vozes e transformá-las em autoridade, conectando histórias reais a um público que busca credibilidade e relevância.
Maternidade e profissão: força que se multiplica
Se empreender já é desafiador, empreender enquanto mãe é um capítulo à parte. Rafa Tayão vive esse equilíbrio (ou tentativa) todos os dias. Entre brinquedos espalhados pelo chão, choros, fraldas e reuniões on-line, entrega resultados expressivos, provando para si mesma que limites podem e devem ser superados.
Durante muito tempo, acreditou que mostrar sua maternidade para o grande público poderia arranhar sua imagem profissional. Hoje, vê exatamente o contrário: é dessa experiência que tira ainda mais força, porque pensa que se consegue trazer resultados nestas condições, ela trará muitos outros e melhores em situações mais adequadas.
Experiências que a moldaram
Formada em Jornalismo pela Universidade Federal Fluminense (UFF), iniciou a carreira em 2007. Ao longo do tempo, foi repórter, editora, assessora de imprensa, relações públicas, estrategista e operadora de redes sociais. Passou por veículos como Folha Dirigida (atual Folha Q Concursos), o saudoso Yahoo!, portal Utilità (onde considera que foi muito realizada por ser valorizada na sua essência) e serviu a Marinha do Brasil como oficial de comunicação social durante oito anos.
Fez pós em marketing digital e mestrado com pesquisa em comportamento do consumidor, no campo do marketing. “Acredito que todas as histórias merecem ser ouvidas, meu propósito é transformá-las em autoridade e conexão real”, afirma.
Para Rafa Tayão, ninguém trabalha sozinho. Ela acredita que conexões verdadeiras são o que sustentam qualquer trajetória de sucesso. É por isso que, além de atender clientes e projetos, mantém presença nas redes e é idealizadora da revista digital Elas & Fatos (@revistaelasefatos), um espaço de produção de conteúdo para dar voz a histórias que merecem ser contadas.
• Instagram: @rafatayao
• LinkedIn: Rafaela Tayão
• Revista digital: www.revistaelasefatos.com.br
Advogada Cátia Vita: liderança e transformação feminina
Determinação e propósito sempre foram marcas de Cátia Vita, advogada que há mais de uma década transforma vidas dentro e fora dos tribunais.
Especialista em Direito do Consumidor, Família, Previdenciário, Trabalhista e Imobiliário, é fundadora do CRV Advogados, escritório que se consolidou pela excelência e pela humanização no atendimento jurídico. Mais do que uma profissional do Direito, Cátia é uma mulher movida por vocação. Sua atuação vai além da advocacia tradicional — ela uniu sua formação em coaching ao conhecimento jurídico e criou um método próprio de advogar, voltado ao desenvolvimento humano, à clareza emocional e à busca por soluções assertivas.
Presidente do Instituto Cátia Vita e idealizadora da comunidade Mulheres que Faturam, Cátia tem como missão capacitar, inspirar e conectar mulheres empreendedoras, promovendo a troca de experiências e a geração de oportunidades..O instituto nasceu com o propósito “unidos pela igualdade”, com pilares sólidos que refletem sua essência: defender, capacitar, acolher e incluir. Essa filosofia norteia todos os projetos sociais e ações de impacto que buscam transformar realidades e ampliar o acesso à informação.
Desde 2014, Cátia também lidera um projeto social de orientação jurídica na AMUNICON – Cidade de Deus, oferecendo atendimento gratuito e acesso à justiça para comunidades em vulnerabilidade social. Mãe de Pedro e Antônio, Cátia equilibra maternidade e carreira com leveza, mostrando que é possível exercer múltiplos papéis com dedicação e propósito.
Diretora da Associação de Negócios do Brasil (ANB) Barra, ela segue ampliando sua atuação, criando pontes entre o Direito, o empreendedorismo e a transformação pessoal.
“Transformar vidas é o verdadeiro propósito da minha trajetória.”
Com um olhar sensível e estratégico, Cátia Vita representa a força de uma geração de mulheres que constroem sucesso com ética, empatia e propósito.
Para acompanhar a trajetória de Cátia, siga os perfis no Instagram: @catiavita, @crvadvogadosrj e @mulheres.quefaturam, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 96404-7800