Carreira & negócios

Tarsila Moratelli: para quem deseja uma organização mais descomplicada

Durante muito tempo, Tarsila Moratelli — criadora, desenvolvedora do projeto e CEO da TriLike Hub — acompanhou de perto as dores de seus clientes. Via negócios incríveis perdendo tempo com planilhas improvisadas, informações espalhadas e ferramentas que prometiam facilitar, mas só geravam frustração.

 

Muitos empreendedores acumulavam funções e viviam apagando incêndios, sem uma solução clara para organizar processos, dados e oportunidades.

 

“Eu criei o HubLike porque empreendedores não precisam de ferramentas complicadas — precisam de clareza, organização e tempo para fazer o que realmente importa”, explicou.

 

Não um sistema complexo ou limitado, mas um CRM na medida certa — simples, poderoso, intuitivo e acessível. Um CRM feito para o dia a dia, para eliminar ruídos, organizar informações e devolver tempo ao empreendedor. Assim nasceu o HubLike CRM.

 

O projeto começou com propósito e escuta ativa. Tarsila queria transformar a experiência dos clientes da TriLike Hub e de milhares de micro e pequenos empreendedores no Brasil. O objetivo era claro: trazer facilidade e agilidade ao controle de dados, oferecendo clareza, visão estratégica e crescimento real — tudo de forma leve e sem exigir conhecimento técnico.

 

Pensado para pessoas, o HubLike CRM nasceu das necessidades reais de quem acumula tarefas e precisa de uma ferramenta que realmente faça a diferença. Cada funcionalidade foi criada com intenção, estratégia e cuidado.

 

O HubLike não é apenas um software, é uma resposta. Uma resposta para quem está cansado de sistemas complicados. Uma resposta para quem deseja organização antes de crescer. Uma resposta para quem sabe que clareza transforma resultados. Entregando organização e agilidade, o HubLike CRM simplifica rotinas e aumenta produtividade.

 

Para saber mais sobre o HubLike, acesse: http://hublike.com.br/, siga o perfil no Instagram @hublikeoficial ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98721-6474.

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Saúde & Bem-estar

Mulher mais influente do momento lidera pesquisa inédita contra tetraplegia

Descoberta da polilaminina coloca a UFRJ no centro da medicina regenerativa e abre caminho para testes clínicos no SUS

 

Após mais de 25 anos de dedicação à pesquisa científica, a Dra. Tatiana Coelho de Sampaio, professora e chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, tornou-se um dos principais nomes da medicina regenerativa no país. À frente de uma equipe multidisciplinar, ela desenvolveu a polilaminina, um biomaterial que vem sendo apontado como promissor no tratamento de lesões na medula espinhal.

 

A substância é um polímero criado a partir da laminina, proteína naturalmente presente no organismo humano, especialmente na placenta. Diferentemente de abordagens exclusivamente paliativas, a polilaminina atua como uma malha regenerativa no local da lesão, estimulando a reconexão de neurônios e protegendo células ainda viáveis após o trauma.

 

A trajetória da pesquisadora começou em 1998, marcada por desafios estruturais comuns à ciência brasileira, como a busca contínua por financiamento. Ao longo de quase três décadas, Tatiana Sampaio consolidou estudos experimentais que avançaram da bancada de laboratório para pesquisas aplicadas. O projeto contou com parcerias institucionais, incluindo o laboratório Cristália, além de apoio da FAPERJ e da CAPES.

 

Os resultados preliminares chamaram atenção da comunidade científica ao indicarem melhora funcional em pacientes submetidos ao tratamento experimental. Um dos casos divulgados é o do bancário Bruno Drummond de Freitas, que sofreu lesão medular após um acidente em 2018. Ele recebeu a aplicação de polilaminina durante cirurgia de descompressão e apresentou recuperação progressiva de movimentos ao longo dos meses seguintes.

 

Em janeiro de 2026, o Ministério da Saúde e a Anvisa anunciaram o início dos estudos clínicos de fase 1 para tratamento de Trauma Raquimedular Agudo no âmbito do SUS. A etapa é considerada fundamental para avaliar segurança e eficácia do método antes de eventual disponibilização em larga escala.

 

Especialistas ressaltam que o tratamento ainda está em fase experimental e que os resultados precisam ser confirmados em estudos mais amplos. Ainda assim, a pesquisa liderada por Tatiana Sampaio representa um avanço relevante no campo da regeneração neural. Reconhecida por colegas como referência em biologia da matriz extracelular, a cientista afirma que sua motivação vai além do reconhecimento acadêmico.

 

O foco, segundo ela, é contribuir para devolver autonomia e qualidade de vida a pacientes que enfrentam limitações severas após lesões medulares.Com a polilaminina em fase de testes clínicos, o Brasil passa a ocupar posição estratégica nas pesquisas globais sobre regeneração da medula espinhal, alimentando expectativas cautelosas e renovando a esperança de milhares de pessoas.

Beleza

Cinco perfumes confortáveis com cashmere para superar o fim do feriado

Se você andou dizendo que o ano só iria começar depois do Carnaval, bem-vinda à 2026

 

Todo Carnaval tem seu fim. Depois de dias repletos de folia — ou descanso, no caso de alguns — não é fácil voltar à rotina. Trabalho, agenda cheia e responsabilidades se aproximam. E, para começar tudo de novo, nada melhor que uma energia confortável alinhada a uma fragrância.

 

Na perfumaria, essa é a sensação do cashmere. Obtido a partir da molécula sintética cashmeran, que traduz a textura luxuosa do tecido homônimo para o olfato. A nota transita entre o calor e a suavidade, conferindo uma assinatura sensorial aveludada e acolhedora que evoca sofisticação e conforto.

 

Aqui, nossa seleção das fragrâncias que entregam:

• Nostalgia, Granado

Notas cítricas e especiadas abrem a fragrância de forma vibrante, mas logo revelam a elegância das flores brancas e rosas. O fundo, com musk, âmbar e cashmeran, é profundo e elegante.

• 2.11, Amyi

Começa fresco e leve, como um buquê delicado. Com a evolução, fica mais aconchegante; uma mistura de lã e cashmere traz aquela sensação macia e deliciosa.

• Kashan, Lattafa Perfumes

A abertura é marcante, cítrica e especiada. O cashmere está no coração, misturado às notas de framboesa para um frescor confortável. No fundo, sândalo e vetiver compõem o acorde amadeirado.

• Pure Musc For Her, Narciso Rodriguez

O musk do coração chega com delicadeza, enquanto uma mistura de flores brancas e cashmere conferem profundidade e abraçam a pele sem exageros.

• Breath Of The Infinite, The House of Oud

Com frasco e fragrância luxuosos, o topo combina frésia e peônia com um suculento pêssego no coração. O fundo traz almíscar e cashmere.

Colunistas

Por que continuamos engordando numa era de canetas milagrosas?

Vamos falar sobre aquilo que todas nós sabemos, mas ninguém tem coragem de dizer em voz alta?

 

Você já perdeu os mesmos 10 quilos várias vezes. Conhece cada dieta pelo nome. Sabe de cor quantas calorias tem tudo. É praticamente uma nutricionista autodidata. E ainda assim, o peso volta. Sempre volta. Agora chegaram as canetas emagrecedoras. Ozempic, Wegovy, Saxenda, a salvação finalmente. Sua prima emagreceu. Sua colega não para de falar dos resultados.

 

E você pensa: “Dessa vez vai ser diferente.” Mas deixa eu te contar algo: a caneta pode até emagrecer seu corpo. Mas ela não vai mudar a razão pela qual você engordou. Estudos mostram que entre 8 e 20 semanas após parar essas medicações, o peso volta. Um estudo com 800 mulheres descobriu que elas recuperaram dois terços do peso perdido em um ano.

 

A questão é: por que você acha que emagreceu? Você emagreceu porque a caneta bloqueou sua fome. Ponto. Mas o que mudou de verdade dentro de você? Você continua sendo a mesma mulher que abre a geladeira quando está ansiosa. Continua compensando frustração com comida, celebrando conquistas com comida, anestesiando dor com comida.

 

A única diferença é que agora você tem um remédio fazendo o trabalho que deveria ser feito por você. E quando o remédio acaba? Você já sabe o que acontece.

 

O problema não é peso, é emoção 

 

Aquela fome das 23h depois de um dia estressante? Não é fome. É ansiedade procurando alívio. Aquele impulso de comer chocolate quando se sente sozinha? Não é fome. É solidão procurando companhia. Aquela compulsão de devorar tudo quando “já comeu besteira mesmo”? Não é fome. É perfeccionismo quebrado procurando punição.

 

Para você, a comida nunca foi apenas nutrição. É amor que você não recebeu. É raiva que não expressou. É controle quando tudo parece caótico. E sabe qual é a parte mais importante? Isso não é culpa sua. Ninguém te ensinou a sentir raiva sem culpa. Ninguém te ensinou que você pode estar ansiosa e não fazer nada além de respirar e esperar passar.

 

O que te ensinaram foi: “Está triste? Toma um doce que passa.” Comida virou solução para tudo. O problema é que você usa comida para resolver problemas que a comida não resolve. E a caneta emagrecedora também não resolve.

 

“Eu não tenho controle.”

 

“Eu sempre falho.”

 

“Todo mundo consegue, menos eu.”

 

Essas crenças foram construídas em cada dieta abandonada. Em cada promessa de segunda quebrada na quarta. Em cada vez que você não gostou do que viu no espelho. E sabe o problema? Elas se tornam profecias autorrealizáveis.

 

Você acredita que vai falhar, então nem tenta de verdade. E quando o peso volta depois da caneta, essas crenças são reforçadas. “Viu? Eu sabia. Nada funciona comigo.” Mas e se eu te disser que você está apenas usando as ferramentas erradas para resolver o problema certo?

 

Um estudo da Universidade de Copenhague dividiu mulheres em dois grupos: um só usou medicação, outro combinou com exercícios. Um ano depois de parar a medicação? O grupo que só usou medicação recuperou quase todo o peso. O grupo que fez exercícios manteve a maior parte da perda.

 

Mas não é só sobre exercício. É sobre mudança real de estilo de vida. Criação de novos hábitos. Construção de nova identidade. Aquelas mulheres haviam mudado por dentro.

 

A transformação que faz diferença

 

Se você está usando canetas, use com suporte médico. Mas não ache que a química vai resolver o que só a regulação emocional resolve. Comida não é amor. Não é recompensa. Não é punição. Não é solução para problema emocional.

 

Comida é comida. Nutrição. Prazer consciente quando você tem fome de verdade. Quando você internaliza isso de verdade, tudo muda. Sabe a diferença entre mulheres que mantêm o peso e mulheres no efeito sanfona?

 

Não é genética. Não é metabolismo. Não é sorte. É a transformação interna.

 

As mulheres que mantêm o peso fizeram trabalho profundo de:

 

• Reconhecer e processar emoções sem usar comida

 

• Desconstruir crenças limitantes

 

• Desenvolver compaixão própria ao invés de autocrítica

 

• Ressignificar o papel da comida

 

Isso não acontece com injeção semanal. Acontece com trabalho consciente, consistente e, às vezes, doloroso. Segredo: você não precisa ser perfeita. Não precisa nunca mais comer por emoção.

 

Você só precisa ser melhor do que era ontem. Reconhecer quando está comendo por emoção e, ao invés de se punir, perguntar: “O que está acontecendo comigo agora?”

 

O processo não é linear. Você vai ter dias incríveis. E dias em que desaba. Ambos são válidos.

 

A diferença é que agora você está consciente. Não está no piloto automático. Está aprendendo, processando, evoluindo. Você não precisa de mais uma dieta. Você não precisa de mais uma promessa milagrosa. Você precisa de transformação. O problema nunca foi você. Nunca foi falta de força de vontade. Nunca foi preguiça. A caneta pode emagrecer o corpo. Mas só você pode alimentar a alma. E quando você alimenta a alma, o corpo segue.

 

* Emi Moraes é psicoterapeuta, especialista em emagrecimento comportamental e criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”. Perdeu 40kg e mantém o peso há anos através das técnicas que ensina. Sua missão é ajudar mulheres a se libertarem do ciclo de dietas.

 

Instagram: @euemi_moraes

 

Áudios motivacionais gratuitos: clique aqui!

 

“Programa Além da Balança”: 21 dias de transformação comportamental.

Moda

Do místico ao medieval: por que a moda está resgatando o passado para encarar o presente?

Entre rendas vitorianas, armaduras medievais e símbolos místicos, a temporada atual transforma referências históricas em contemporânea — e faz do vestir uma forma de encarar tempos instáveis

 

Há uma razão para o imaginário medieval reaparecer com tanta insistência: ele concentra símbolos e metáforas visuais que têm força até hoje. Em um momento atravessado por instabilidade, a moda recorre a imagens de proteção — armaduras, metais, malhas que evocam escudos — e de devoção e mistério — véus, capuzes, cruzes, rosários. Esses signos levam a uma dramatização da silhueta, que ganha ainda golas altas, mangas amplas, amarrações e saias volumosas.

 

Não se trata de reconstituir uma época, mas de acionar um repertório estético capaz de condensar ideias de poder, corpo, controle e fantasia em uma única imagem. As referências percorrem a Idade Média (entre os séculos V e XV) até o período vitoriano (1837-1901), marcando a transição de um ideal místico para o urbano.

 

Nas passarelas, esse retorno ganhou densidade no inverno 2025, quando a ideia de armaduras, brocados, veludos e volumes estruturados apareceu com força no circuito internacional e invadiu também o estilo das ruas. Mesmo sem a palavra “medieval” declarada como tema central, as coleções trouxeram peças que evocavam couraças, tecidos densos, capuzes e uma ênfase em superfícies que pareciam proteger o corpo.

 

Paralelamente, o vocabulário saltou das passarelas e ganhou tração na cultura pop. O que antes era recurso de desfile passou a aparecer em premiações, pré-estreias e tapetes vermelhos, filtrado pelo olhar de celebridades e stylists que transformam referências históricas em imagens virais.

 

A cantora Chappell Roan, por exemplo, ajudou a trazer o medieval para o centro da pauta recente ao eleger o hennin, aquele chapéu cônico, para um look de red carpet — um gesto que vai além do teatral, e mostra um desejo de subverter os códigos de vestimenta atuais.

Na mesma órbita, Charli XCX reforça a ideia de romance dramático com um vestido volumoso, coberto por tule dourado e babados em um look que evoca a estética barroca para a première do filme O Morro dos Ventos Uivantes.

 

Lady Gaga entra por outro caminho: o da iconografia religiosa como ferramenta de construção de imagem. Em vez do gótico genérico, o que aparece é um catolicismo com toque pop — pense em cruzes, ferragens e uma sensualidade que alterna cobertura e revelação — tudo isso com acabamento de alta-costura e a ajuda de peças de arquivo.

 

Quando Rosalía encosta no mesmo imaginário — véu, branco quase sacro, referências de santidade e êxtase — em sua nova era com o álbum Lux, ela explicita algo importante: o místico hoje não diz respeito apenas a uma estética sombria, é também brilho, pureza, devoção e performance.

 

Também na divulgação de O Morro dos Ventos Uivantes, a protagonista da adaptação, Margot Robbie, tem aparecido com uma série de produções com referências medievais e tempero contemporâneo, como os looks com corset assinados por Dilara Fındıkoglu e os itens John Galliano vintage — escolhas certeiras do stylist Andrew Mukamal.

 

No fundo, o que costura tudo isso é uma mudança de humor: depois de anos em que a ideia de discrição virou sinônimo de elegância, a moda voltou a permitir ornamento, teatralidade e símbolos. O medieval e o vitoriano entregam isso de forma instantânea – e ainda carregam o atrativo de parecerem deslocados do tempo, o que dá a essas referências um tipo de autoridade estética difícil de obter com códigos puramente contemporâneos.

Maternidade

Cinco ideias para criar um quarto infantil mais seguro, funcional e estimulante

Criar um quarto infantil seguro vai muito além da estética. O ambiente precisa favorecer o desenvolvimento da criança, permitir autonomia e reduzir riscos no dia a dia.

 

A seguir, especialistas em desenvolvimento infantil e design apontam cinco ideias que ajudam famílias a transformar o quarto em um espaço mais protegido, funcional e adequado a cada fase da infância.

  1. Priorizar móveis com cantos arredondados e materiais atóxicos
    Móveis sem quinas vivas e produzidos com materiais certificados ajudam a reduzir riscos de acidentes e evitam a exposição a substâncias nocivas. Essa escolha é especialmente importante nos primeiros anos, quando a criança explora o ambiente de forma mais intensa e espontânea.
  2. Apostar em móveis montessorianos para estimular autonomia
    Camas baixas, estantes acessíveis e módulos que a criança consegue usar sozinha favorecem a independência e o aprendizado prático. A proposta montessoriana respeita o ritmo infantil e incentiva decisões simples do cotidiano, como guardar brinquedos ou escolher livros, sempre em um ambiente seguro. Nesse contexto, a Little Duck vem ganhando destaque ao criar móveis de espuma montessorianos que combinam design modular, materiais seguros e uma proposta clara: apoiar o desenvolvimento infantil por meio do brincar e da autonomia no dia a dia.
  3. Criar áreas de brincar com superfícies macias
    Tapetes, módulos de espuma e pisos acolchoados ajudam a absorver impactos e tornam o espaço mais confortável para brincar no chão. Além da segurança, superfícies macias estimulam o movimento livre e a criatividade, especialmente em atividades físicas e sensoriais.
  4. Manter o ambiente organizado e com circulação livre
    A disposição dos móveis influencia diretamente a segurança. Ambientes com circulação desobstruída reduzem quedas e facilitam a supervisão dos adultos. Soluções modulares e multifuncionais ajudam a adaptar o quarto conforme a criança cresce, sem sobrecarregar o espaço.
  5. Pensar o quarto como um espaço que evolui com a criança
    Ambientes infantis precisam acompanhar as mudanças de interesse, mobilidade e rotina ao longo do crescimento. Escolher móveis flexíveis e soluções que se adaptem a diferentes fases permite que o quarto continue funcional por mais tempo, evitando trocas constantes e garantindo um espaço sempre adequado à idade.

 

Ao pensar o quarto infantil como um espaço de aprendizado, movimento e segurança, famílias conseguem criar ambientes mais acolhedores e alinhados às necessidades reais das crianças, unindo cuidado, funcionalidade e estímulo ao desenvolvimento desde cedo.

Carreira & negócios

Greyce Anne Tardelli: maturidade emocional como base para empreender e cuidar

Com mais de 30 anos de atuação, Greyce Anne construiu uma trajetória dedicada ao cuidado emocional e ao fortalecimento de mulheres. Psicóloga, empreende com propósito, ajudando profissionais, especialmente mulheres bem-sucedidas, a atravessarem crises, transições e rupturas com mais clareza, autonomia e dignidade emocional.

 

“O maior desafio ao longo do caminho foi aprender a não se abandonar enquanto cuidava dos outros”, afirma a psicóloga.

 

Durante muitos anos, sustentou responsabilidades e estruturas que exigiam força constante, mas pouco espaço para acolher as próprias emoções.

 

Desse processo, nasceu um aprendizado essencial: não existe sucesso verdadeiro sem coerência emocional. Hoje, ela empreende com mais consciência, limites claros e escolhas alinhadas aos seus valores.

 

Greyce Anne se inspira em mulheres que aparentam força, mas chegam emocionalmente exaustas. Com uma abordagem que integra a Terapia Sistêmica e a Terapia Cognitivo Comportamental, oferece suporte em momentos de crise e transição.

 

Sua própria história, com todas as dores vividas, transformou-se em recurso terapêutico e instrumento de cura para outras mulheres.

 

Para acompanhar o trabalho de Greyce Anne, siga o perfil no Instagram: @psicologa.greyceanne ou entre em contato pelo telefone/WhatsApp: (21) 98124-0116.

Amor & Sexo

Linguagens do amor: entenda quais são e como elas podem melhorar seu relacionamento

Tudo mudou quando aprendi sobre o conceito de linguagens do amor. Confira aqui qual das cinco é a sua!

 

Brigar com meu marido é uma das coisas que menos gosto de fazer. Pode não parecer uma surpresa, mas, com meu temperamento um pouco explosivo, as brigas nem sempre me incomodaram tanto. Na verdade, em relacionamentos anteriores, eu até gostava de uma boa discussão como forma de aliviar tensões, expor diferenças e, inevitavelmente, fazer as pazes depois. Mas agora é diferente.

 

Não porque estou mais ocupada ou mais frágil, ou porque não gosto do que meu parceiro diz durante as brigas (embora geralmente não goste mesmo), mas porque – mesmo depois de uma década – ainda não dominamos a arte de esfriar a cabeça.

 

Nossas brigas, embora raras, aumentam a ponto de eu inevitavelmente sair de cena para evitar que um de nós diga algo que vá se arrepender. Infelizmente, somos teimosos demais para dar o primeiro passo de reconciliação. Esses momentos de “ombros frios” podem durar horas e, não tenho dúvidas, dias, se minha insistência em não ir para a cama brigados não fosse um pouco mais forte que minha teimosia.

 

Eu fico remoendo, esperando que ele faça o primeiro movimento – venha pedir desculpas, me abrace ou até ria da nossa situação absurda para quebrar a tensão. Ele, por outro lado, agradece pelo momento de calmaria, acreditando ingenuamente que isso vai nos ajudar a esfriar a cabeça, e pega o controle do PS5. Vou te dizer: se eu já não estava furiosa, a trilha sonora do FIFA com certeza garante isso.

 

O que são as linguagens do amor?

 

Enquanto eu inicialmente achava que essas longas e dolorosas tardes eram causadas pela minha teimosia inabalável e pela recusa dele de pedir desculpas ou baixar a guarda, ao descobrir o conceito de “Linguagens do Amor”, conseguimos entender e justificar facilmente nossos comportamentos opostos.

 

“O conceito de linguagens do amor foi criado por Gary Chapman”, explica a coach de saúde emocional e autora best-seller Roxie Nafousi. “Ele definiu 5 linguagens do amor que representam diferentes formas de expressarmos e recebermos amor. Todos temos uma ou duas linguagens predominantes. Descobrir qual é a sua e a do seu parceiro ajuda a entender melhor as necessidades de cada um e a comunicar o amor de forma mais eficaz.”

 

Meu marido e eu somos praticamente idênticos em gostos, interesses, senso de humor e planos para o futuro, mas sempre soubemos que somos opostos em termos de comportamento emocional.

 

Eu penso e analiso demais tudo, enquanto ele é irritantemente relaxado. Chego à estação de trem com pelo menos uma hora de antecedência, enquanto ele pula no trem no último segundo e torce para conseguir comprar a passagem a bordo. Eu remo algo que disse semanas atrás, enquanto ele provavelmente nem ouviu na época.

 

Não é surpresa, portanto, que nossos desejos e necessidades no relacionamento sejam diferentes. Isso sempre foi óbvio, mas eu nunca havia entendido que a forma como gosto de ser amada não é necessariamente a mesma que ele prefere, e, portanto, o amor que quero receber não é, necessariamente, o melhor tipo de amor para dar, e vice-versa.

 

Aprender e compreender isso não apenas fortaleceu nosso relacionamento nos bons momentos, mas também facilitou as reconciliações após as brigas, já que sabemos o que significa mais para cada um. Eu gosto de “desculpas” e abraços, enquanto ele prefere gestos práticos (geralmente que eu faça o jantar ou tire o lixo) ou algo mais tangível.

“Por exemplo”, explica Roxie, “se você sabe que a linguagem do amor do seu parceiro é tempo de qualidade e a sua são palavras de afirmação, você pode garantir que dedica tempo diariamente para dar a ele atenção total e pedir, em troca, que ele faça um esforço extra para expressar verbalmente seu amor e apreciação.”

 

As cinco linguagens do amor e como atender às necessidades de quem é diferente de você

1. Palavras de afirmação

Pessoas cuja linguagem do amor são palavras de afirmação valorizam expressões verbais ou escritas de amor e apreciação. Elas tendem a demonstrar afeto através de palavras e se sentem amadas quando recebem o mesmo em troca.

  • • Gostam de: cartas de amor, ouvir “eu te amo”, receber elogios, mensagens frequentes.
  • • Não gostam de: mensagens implícitas transmitidas por olhares ou toque, má comunicação, falta de validação verbal.

 

2. Toque físico

Para quem tem o toque físico como linguagem do amor, o afeto físico é a principal forma de se sentir amado. Abraços, beijos e carícias são poderosos conectores emocionais para essas pessoas.

  • • Gostam de: abraçar, segurar as mãos, sentar perto, beijar.
  • • Não gostam de: ausência de toque, ficar muito tempo sem contato físico, parceiros que não gostam de demonstrações públicas de afeto.

 

3. Atos de serviço

Pessoas cuja linguagem do amor são atos de serviço valorizam gestos úteis e demonstrações de cuidado. Elas tendem a expressar amor ajudando os outros e apreciam quando isso é retribuído.

  • • Gostam de: ajuda com tarefas domésticas, refeições preparadas, encher o tanque do carro.
  • • Não gostam de: parceiros que precisam ser lembrados de fazer as coisas, promessas não cumpridas.

 

4. Tempo de qualidade

Para quem tem o tempo de qualidade como linguagem do amor, estar presente e dedicar atenção total é mais importante do que palavras ou presentes.

  • • Gostam de: contato visual, conversas significativas, atenção total.
  • • Não gostam de: distrações com o celular, planos cancelados, pessoas distraídas.

 

5. Receber presentes

Quem tem essa linguagem do amor vê os presentes como símbolos significativos de amor, apreciando o gesto e o esforço por trás deles.

  • • Gostam de: celebrar datas especiais, pequenos presentes atenciosos.
  • • Não gostam de: aniversários esquecidos, falta de gestos simbólicos.

 

Por fim, cada pessoa é única, e todos temos necessidades diferentes em nossos relacionamentos. “Trate os outros como gostaria de ser tratado” é uma boa regra para evitar ser cruel ou negligente, mas, em relacionamentos – românticos ou não –, pode ser mais eficaz tratar as pessoas como elas querem ser tratadas.

 

Fonte: Glamour

Gastronomia

Andrea Menezes: experiências gastronômicas que marcam momentos

Há 15 anos como chef de cozinha, Andrea Menezes transformou sua paixão pela culinária no Andrea Menezes Buffet, criando experiências que unem sabor, emoção e memórias afetivas.

 

Entre eventos corporativos, casamentos e celebrações familiares, ela aprendeu a adaptar menus com flexibilidade e autenticidade, sempre respeitando a diversidade de paladares.

 

“Cozinhar é transformar sabores em memórias que acompanham a vida inteira.”

 

O que a inspira diariamente é ver como um prato bem feito aproxima pessoas e eterniza momentos especiais. Cada evento entregue é uma conquista que reforça seu propósito: transformar refeições em vivências únicas.

 

Para Andrea, a parceria com a Utilità amplia sua presença e fortalece o empreendedorismo local.

 

Sua trajetória é de dedicação e excelência — cozinhar, para ela, criar memórias.

 

Para acompanhar o trabalho de Andrea, siga o perfil no Instagram:

@andreamenezesbuffet ou entre em contato pelo número (21) 99671-7299

Beleza

Qual é o melhor protetor solar de cabelos? Dicas para encontrar o seu aliado do verão

Protetor solar de cabelo é item indispensável para quem quer manter os fios saudáveis, brilhantes e protegidos do sol, do mar e da piscina.

 

Quando falamos em cuidados de verão, a pele costuma levar toda a atenção. Mas os cabelos também sofrem (e muito!) com a exposição ao sol, ao sal e ao cloro. O protetor solar de cabelo funciona como um verdadeiro escudo, criando uma barreira contra os raios UV, evitando o ressecamento, protegendo a cor e reduzindo danos estruturais que só aparecem meses depois, na forma de quebra, frizz e opacidade.

 

O melhor protetor solar de cabelo, no entanto, é aquele que se adapta à sua rotina e às necessidades dos seus fios, seja em textura, ativos ou nível de proteção. A boa notícia é que o mercado oferece opções para todos os tipos de cabelo e bolsos. A seguir, listamos alguns dos mais interessantes protetores solares capilares do momento, com fórmulas que vão além da proteção básica e entregam tratamento, brilho e praticidade.

 

Natura Tododia

 

Ideal para quem busca proteção acessível e multifuncional, o Spray Multi da Natura Tododia protege os fios contra os danos causados pelo sol, mar e piscina, enquanto nutre profundamente. A fórmula ajuda a combater o ressecamento típico do verão e mantém o cabelo alinhado mesmo em dias quentes. Com tecnologia prebiótica, o produto cuida do cabelo da raiz às pontas, oferecendo efeito antinó, redução do frizz e aquele visual de fios naturalmente finalizados. A fragrância refrescante, com notas de manga rosa e água de coco, é um bônus que combina perfeitamente com a estação.

 

Phyto

 

Mais do que um protetor solar de cabelo, o óleo Plage é um tratamento de luxo para os fios expostos ao sol. Com textura leve e acabamento de efeito molhado, ele nutre a fibra capilar e entrega brilho imediato, sem pesar. A fórmula contém extrato de calêndula, que suaviza e nutre, e óleo de karanja, conhecido por suas propriedades antioxidantes. Protege contra raios UV, sal, cloro e areia, além de preservar a cor. Sem silicones e corantes, é resistente à água e perfeito para carregar na bolsa de praia.

 

Wella Professionals

 

Desenvolvido especialmente para cabelos expostos ao sol, o Invigo Sun Leave-in atua como um escudo diário contra raios UV, cloro e sal. Sua fórmula com Sun Blend, Vitamina E e Pró-Vitamina B5 ajuda a manter os fios macios, hidratados e visivelmente mais saudáveis. Além da proteção solar capilar, o produto previne o desbotamento da cor, reduz pontas duplas e controla o frizz. O destaque fica por conta da fragrância de flor de laranjeira, que traz uma sensação fresca e sofisticada.

 

Hidratei

 

Com filtro UV e proteção térmica, o Hidratei Solar é um spray multifuncional que combate o ressecamento causado por sol, mar, piscina e calor de ferramentas térmicas. A fórmula é rica em ativos reparadores, como creatina, óleo de coco, proteína de trigo hidrolisada e aminoácidos. O resultado são fios mais fortes, com menos frizz, brilho restaurado e toque macio. É uma excelente opção de protetor solar de cabelo para quem busca tratamento intensivo sem abrir mão da leveza.

 

Dermage

 

Com alta performance, o Photoage Protetor Capilar KPF 50+ cria uma película protetora ao redor dos fios, protegendo tanto do calor solar quanto do térmico. A textura leve garante brilho, maciez e redução do frizz, sem deixar resíduos. Outro ponto forte é a prevenção do desbotamento da cor, tornando-o ideal para cabelos tingidos ou quimicamente tratados. Um verdadeiro aliado para quem busca proteção elevada no dia a dia urbano ou na praia.

 

Laces

 

Multifuncional, o hidratante capilar com filtro solar Summer Must Have, da Laces, hidrata e protege os fios contra raios UVA e UVB. Com FPS 02, oferece uma proteção leve, indicada para cabelos sensíveis à queimadura solar. O produto ajuda a prevenir o envelhecimento precoce dos fios, mantendo-os mais saudáveis ao longo da exposição solar. É ideal para quem prefere fórmulas mais naturais e uma abordagem preventiva no cuidado capilar.

 

Pink Cheeks

 

Pensado para quem pratica esportes aquáticos ou passa longos períodos na piscina, este leave-in reúne quatro tipos de proteção: térmica, química, mecânica e solar (UVA/UVB). Forma um filme protetor que reduz os danos causados pelo sol, cloro e sal. Além de proteger, hidrata, facilita o desembaraço, melhora a penteabilidade e ajuda a preservar a cor dos fios. Um protetor solar de cabelo funcional e resistente, ideal para rotinas intensas.

 

Amend

 

Com excelente custo-benefício, o protetor solar capilar da Amend protege contra radiação UV, vento, mar e piscina. A fórmula cria uma barreira protetora que evita o ressecamento, preserva a cor dos cabelos tingidos e mantém o brilho natural. Contém filtros solares específicos para cabelos, além de agentes hidratantes e condicionantes que facilitam o desembaraço e o controle do frizz no uso diário.