Saúde & Bem-estar

Quais são os melhores exercícios físicos para cada fase do ciclo menstrual?

Treino de força ou aeróbico? Qual estilo escolher? Especialistas em fitness e saúde feminina explicam a seguir

 

Na internet, há muitas informações sobre como adaptar o treinamento às fases do ciclo menstrual. “Embora algumas afirmações possam ser exageradas, é verdade que as mudanças hormonais podem influenciar o desempenho e como cada mulher se sente ao treinar”, afirma Kelly Sierra, nutricionista especializada em saúde hormonal e nutrição esportiva.

 

Contudo, ela ressalta: “Em mulheres com um ciclo hormonal saudável, não é estritamente necessário modificar o treinamento em todas as fases. Apenas em dias específicos, quando há mais desconfortos, como na fase menstrual ou lútea, pode ser útil ajustar a intensidade ou a carga”.

 

Existem opções de adaptação do treinamento (sempre sob supervisão de um especialista) que podem ser benéficas em casos específicos. Por exemplo, para lidar com sintomas como dor, alterações de humor, cansaço e insônia. A seguir, detalhamos as opções.

 

Conheça seu ciclo: registre sensações físicas e emocionais

 

Como saber em qual fase do ciclo estamos?

 

“Muitas mulheres têm dificuldade em identificar a fase do ciclo menstrual em que estão, pois não conseguem relacionar mudanças físicas e emocionais com as etapas do ciclo”, explica a treinadora Paula Godoy García, graduada em Ciências do Esporte.

 

Ela acrescenta: “O mais simples é observar mudanças no fluxo vaginal, maior sensibilidade nos seios ou alterações de humor. Para mulheres esportistas, pode haver mais indicadores, como sensação de cansaço ou fadiga precoce, especialmente durante a menstruação, devido à perda de sangue e, em algumas mulheres, sinais de anemia causados pela redução de ferro.”

 

Laura Carreño Fernández, treinadora especializada em mulheres, destaca: “A chave para entender seu corpo é aprender a ouvi-lo. Recomendo registrar sensações físicas e emocionais: nível de energia, emoções, resposta física ao treino, tipo de fluxo. Por exemplo, é comum sentir-se mais enérgica após a fase menstrual e menos disposta após a ovulação.”

 

Porém, é importante lembrar que nem todas as mulheres passam pelas mesmas mudanças. “Por isso, é essencial adotar um enfoque individualizado para monitorar a influência do ciclo menstrual no treinamento, sem generalizações, mas compreendendo características gerais de cada fase”, afirma Mario Cañizares, gerente de atividades no David Lloyd Málaga.

 

Fases do ciclo menstrual e os treinos mais indicados

 

• Fase folicular (antes da ovulação)

 

Características: Níveis de estrogênio e testosterona começam baixos, mas aumentam progressivamente, resultando em mais energia e força.
Treino recomendado
Priorize treinamento de força, com aumento gradual de volume e intensidade. Inclua exercícios de alta intensidade (HIIT) e tarefas coordenativas. Nesta fase, a capacidade de recuperação muscular é maior.

 

• Fase ovulatória (liberação do óvulo)

 

Características: Pico de estrogênio e testosterona, proporcionando força e explosividade.
Treino recomendado
Treinamento com pesos e cargas mais altas. Ajuste o volume caso sinta desconfortos, como inchaço ou sensibilidade. Mantenha consistência, mesmo que diminua a intensidade.

 

• Fase lútea (após a ovulação)

 

Características: Progesterona predomina, energia e força ainda elevadas, mas com tendência a redução na segunda metade da fase.
Treino recomendado
Foque em força-resistência e ajuste a intensidade conforme necessário. Inclua treinamento aeróbico (spinning, caminhadas, HIIT). Atividades leves como yoga ou pilates podem ajudar a equilibrar o corpo.

 

• Menstruação

 

Características: Níveis de estrogênio e progesterona são os mais baixos, sintomas variam entre mulheres.
Treino recomendado
Reduza a intensidade, mas mantenha alguma atividade, se sentir-se bem. Exercícios leves (caminhadas, yoga) podem aliviar sintomas como dor abdominal e inchaço. Escute seu corpo: descanse se necessário ou adapte as cargas.

Maternidade

Problemas envolvendo o salário-maternidade aumentaram 124% em cinco anos

As ações judiciais envolvendo o pagamento de salário-maternidade contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) cresceram 124% nos últimos cinco anos. Em 2020, foram 86.701 processos. E, em 2025, até novembro, o volume chegou a 194.363 ações, o equivalente a uma média de cerca de 580 novos processos todos os dias. É o que aponta levantamento inédito com base no BI (Business Intelligence) do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), por meio da consolidação dos dados e da verificação dos assuntos presentes nas tabelas de gestão processual do órgão.

 

Entre os principais motivos de o órgão federal negar o benefício estão exigências formais incompatíveis com a realidade dos segurados, especialmente em vínculos precários e no meio rural, além de interpretações restritivas sobre quem pode ser considerado titular do salário-maternidade. Como consequência, famílias que atendem aos requisitos legais acabam tendo o benefício negado na via administrativa e só conseguem o reconhecimento do direito por meio de ação judicial, mesmo se tratando de um benefício de natureza alimentar.

 

De acordo com especialistas, é comum que haja problemas na análise do direito dos benefícios por parte do órgão federal, enquanto peritos técnicos nomeados pela Justiça teriam mais especialização e acabariam por reverter decisões incorretas.

 

Para Raphael de Almeida, advogado especialista em Direito Público e sócio do escritório Duarte & Almeida, há uma combinação entre a evolução do entendimento dos tribunais e um sistema administrativo que não se atualizou na mesma velocidade.

 

“O direito se ampliou na Justiça, mas o INSS continuou aplicando filtros antigos. Hoje, o salário-maternidade deixou de ser visto como um benefício exclusivo do parto biológico e passou a ser compreendido como um instrumento de proteção à criança e à família”, afirma o especialista.

 

O Supremo Tribunal Federal já firmou, nos últimos anos, uma interpretação ampliada sobre benefícios e proteções ligados à maternidade, baseada na ideia de parentalidade e no melhor interesse da criança. A Corte reconheceu que o vínculo de filiação não se limita à origem biológica, abrangendo situações como adoção, guarda judicial, paternidade socioafetiva, uniões homoafetivas e casos em que o responsável pelo cuidado do recém-nascido não foi quem gestou.

 

Almeida também observa que o volume de ações poderia ser significativamente menor se os mecanismos já existentes fossem utilizados de forma mais eficiente. “Se o INSS incorporasse os entendimentos do STF aos seus sistemas e a Advocacia-Geral da União ampliasse a conciliação em temas recorrentes, boa parte dessas ações poderia ser resolvida administrativamente, com menos custo e mais previsibilidade para as famílias”, afirma.

 

Configurações familiares

 

Outro ponto abordado pelos especialistas está no fato de a legislação brasileira não ter sido desenhada para arranjos familiares que fogem do modelo tradicional. A lei foi construída a partir de um modelo familiar único, centrado no parto biológico e na maternidade tradicional. E, mesmo após a Constituição de 1988 ampliar a proteção social, o regramento infraconstitucional acabou por permanecer limitado e não acompanhar a pluralidade das famílias contemporâneas”.

 

Com isso, a adequação do direito acabou acontecendo primeiro na Justiça, tanto Federal, em ações contra o INSS, quanto do Trabalho. “O direito passou a reconhecer que a proteção previdenciária não pode depender apenas de quem gestou”, explica a advogada previdenciária Andrea Cruz, sócia do Andrea Cruz Advogados Associados.

 

“Hoje, o foco jurídico está na parentalidade exercida e no melhor interesse da criança, incluindo famílias homoafetivas, monoparentais, adotivas e situações em que um dos pais assume sozinho os cuidados”, complementa.

 

Recentemente, em Porto Alegre, a juíza federal Catarina Volkart Pinto determinou que o INSS concedesse o salário-maternidade a um pai após a morte da mãe no parto, ao considerar que o benefício deve priorizar a proteção da criança.

Já em Capão de Canoa (RS), o juiz federal Oscar Valente Cardoso condenou o INSS a pagar o salário-maternidade a um pai em união homoafetiva, cuja filha nasceu por meio de barriga solidária. Na decisão, ele reforçou que a interpretação de que o benefício se destinaria exclusivamente à mulher já foi superada.

 

Para o magistrado, o salário-maternidade não se destina apenas a compensar os efeitos físicos da gestação, “mas a garantir os cuidados necessários à criança nos primeiros meses de vida e a formação dos vínculos familiares”.

 

Possíveis mudanças

 

No Congresso, o debate começa a avançar. Em outubro de 2025, a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) apresentou um projeto de lei que propõe a criação da dupla licença-maternidade para casais formados por duas mulheres. A proposta garante 120 dias de licença individual tanto para a mãe gestante quanto para a não gestante, com os mesmos direitos trabalhistas e previdenciários.

 

O texto prevê a aplicação da dupla licença em casos de adoção, filiação afetiva, reprodução assistida e gestação compartilhada, priorizando o cuidado com a criança e a formação dos vínculos familiares.

 

Apesar dos avanços, a aplicação administrativa do benefício pelo INSS ainda encontra resistência. Para a previdenciarista Andrea Cruz, o problema está na lógica interna do órgão previdenciário, ainda estruturada em torno de uma ideia única de família, baseada no parto biológico e na maternidade tradicional.

 

“Quando a realidade foge desse padrão, como mães não gestantes ou pais em uniões homoafetivas, o sistema simplesmente não sabe como conceder o benefício”, afirma.

 

Esse descompasso impacta diretamente a igualdade no acesso ao direito. Andrea destaca que, quando o reconhecimento do salário-maternidade depende de uma decisão judicial, o acesso deixa de ser automático e universal, dependendo de informação, tempo e recursos financeiros.

 

“Cada uma dessas vitórias vem ao custo de tempo, honorários e desgaste emocional, quando o ideal seria que o INSS aplicasse de ofício as teses dos tribunais e evitasse que essas famílias precisassem bater na porta da Justiça”, afirma.

 

Em 2025, houve um avanço ainda tímido no plano legislativo e administrativo para reduzir a judicialização do benefício. A lei passou a prever expressamente a prorrogação da licença e do salário-maternidade em casos de internação prolongada da mãe ou do recém-nascido. O INSS também regulamentou o fim da exigência de carência mínima para a concessão do salário-maternidade a seguradas autônomas, facultativas e desempregadas.

 

Para os especialistas, embora representem avanços importantes, essas mudanças ainda não foram suficientes para reduzir, na prática, o volume de negativas pela via administrativa. Nesses casos, a orientação é atenção ao motivo do indeferimento. Raphael de Almeida explica que o primeiro passo é identificar exatamente por que o pedido foi negado e verificar se a exigência feita pelo INSS está alinhada com o entendimento atual dos tribunais.

 

“Em muitos casos, a via judicial tem se mostrado mais rápida e eficaz do que o recurso administrativo, especialmente quando o direito já está pacificado na Justiça”, afirma.

Carreira & negócios

Sâmela Cavalcanti: educação, inovação e o florescer de novos caminhos

A trajetória profissional de Sâmela Cavalcanti sempre foi marcada pela construção de caminhos, mesmo quando eles ainda não estavam claros. Em 2006, aos 18 anos, iniciou sua vida profissional nas Casas Bahia, onde aprendeu que vender vai muito além de produtos: é sobre escuta, confiança e entrega de soluções reais. Essa vivência moldou sua visão sobre pessoas e negócios.

 

Apesar da experiência no varejo, foi na educação que encontrou seu verdadeiro lugar. Em 2010, pediu demissão para realizar o sonho de ensinar e ingressou na sala de aula, acreditando no poder transformador da educação — uma escolha que também transformaria sua própria vida. Formou-se em pedagogia e aprofundou seus estudos com especializações em psicopedagogia,

 

Neurociência pedagógica e Gestão empresarial.

 

A virada de chave aconteceu na prática, no cotidiano escolar, na gestão e nos bastidores da educação. Foi ali que ela percebeu sua vocação para a articulação, estratégia, inovação e criação de projetos. Hoje, atua como Diretora de Inovações do Grupo Força Máxima Educação, desenvolvendo soluções pedagógicas, comerciais e estratégicas para escolas privadas do Rio de Janeiro, além de materiais didáticos, programas educacionais, formações para professores e projetos de vida para estudantes.

 

Entre a pedagogia e a visão de negócios, Sâmela floresce. “Desse encontro,nasceu também o Floresça, um movimento voltado ao desenvolvimento feminino, criado para acolher, provocar reflexões e incentivar mulheres a se reconectarem com sua própria essência.”

 

A mesma intenção guiou a criação do Planner 365 Dias com Propósito, um material pensado para inspirar organização, reflexão e escolhas conscientes no dia a dia. Seja na pedagogia ou nos negócios, a trajetória de Sâmela une educação, inovação e sensibilidade na criação de projetos que impactam pessoas e transformam realidades.

 

Para acompanhar o trabalho de Sâmela Cavalcanti, siga o Instagram:
@samelacavalcanti ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98507-1228.

Amor & Sexo

Iniciou o ano conhecendo alguém? Saiba quais cuidados ter antes de assumir cedo demais

Especialista em relacionamentos Henri Fesa alerta sobre decisões impulsivas no início do ano e explica por que acelerar vínculos pode gerar frustrações emocionais

 

O início do ano costuma trazer uma sensação coletiva de recomeço. Metas, promessas pessoais e o desejo de viver algo novo fazem com que muitas pessoas se abram emocionalmente com mais facilidade, inclusive para novos relacionamentos.

 

Não é raro que, logo nos primeiros meses do ano, alguém conheça uma pessoa especial e já sinta vontade de assumir algo sério. Mas será que esse impulso é sempre saudável? Qual o momento ideal?

 

O começo do ano, de acordo com o médium especialista em relacionamentos Henri Fesa, pode gerar uma falsa sensação de urgência emocional. “Existe uma expectativa inconsciente de que tudo precisa dar certo agora, como se o relacionamento fosse parte de um checklist do ano novo. Isso faz com que muitas pessoas pulem etapas importantes do vínculo”, explica.

 

Assumir cedo demais pode esconder riscos emocionais. Quando o envolvimento acontece de forma acelerada, o casal ainda não teve tempo suficiente para lidar com frustrações, diferenças de valores, limites pessoais e até conflitos cotidianos. “No início, tudo é novidade. A tendência é mostrar apenas o melhor lado e ignorar sinais que merecem atenção”, pontua Henri.

 

Outro ponto de alerta é confundir intensidade com profundidade. Conversas longas, muita troca emocional e planos rápidos não significam, necessariamente, que existe maturidade relacional. “Conexão emocional não se constrói apenas com frequência de contato, mas com constância, coerência e atitudes ao longo do tempo”, reforça o especialista.

 

Henri também destaca a importância do autoconhecimento nesse momento. Antes de assumir um compromisso, é essencial compreender se o desejo de se relacionar vem de um lugar de escolha ou de carência.

 

“Quando a pessoa entra em um relacionamento para preencher vazios emocionais ou para não começar o ano sozinha, a tendência é criar dependência afetiva”, alerta.

 

Por fim, o especialista orienta que não existe um tempo ‘certo’ universal para assumir um relacionamento, mas sim o tempo emocional de cada vínculo. “Ir com calma não significa desinteresse, mas respeito pela construção da relação. Relacionamentos saudáveis não precisam de pressa, precisam de consciência”, conclui Henri Fesa.

 

Sobre o Henri Fesa

O Médium Henri Fesa auxilia pessoas com problemas espirituais, principalmente, no campo amoroso. Especialista em relacionamentos, possui mais de 30 anos de experiência, criando soluções efetivas com um trabalho de qualidade e sem enrolação. A Casa de Apoio Espiritual Henri Fesa recebe pessoas de todas as religiões e, dentro da crença de cada um, realiza os Trabalhos, atuando com segurança e seriedade, sem a utilização de magias de baixa vibração. Saiba mais aqui!

Festas e eventos

O que levar para o bloquinho? Seis itens que você pode precisar

Já é Carnaval! Sim, a festa está começando cada vez mais cedo, com bloquinhos de rua fazendo o esquenta para a grande folia.

 

E, para quem gosta, os blocos entram para a lista dos eventos mais esperados do ano. Lá se criam memórias, conexões e, muitas vezes, surgem perrengues. Da falta de papel higiênico ao mau hálito, existem situações que podem quebrar a energia se você estiver despreparada.

 

Além do dinheiro físico e da garrafa de água, que são indispensáveis, confira abaixo os itens de beleza que podem aumentar a diversão.

 

Bastão 3 em 1 – Blush, batom e sombra

 

Combina cor e proteção solar em uma fórmula oil-free. Ácido hialurônico e vitaminas C e E oferecem ação hidratante e antioxidante.

 

Lenço removedor de oleosidade

 

Compacto, é perfeito para levar na bolsa mesmo quando o espaço for limitado. Ideal para um rápido refresh no look.

 

Melted Butter Lip Balm

 

Tem textura amanteigada, hidrata e colore os lábios.

Protetor solar facial

 

Um dos itens mais importantes que deve entrar na bolsa. O stick invisível é ótimo para retoques, resistente à água, ao suor, tem FPS 50 e é formulado com ativos que nutrem a pele.

Creme desodorante antitranspirante

 

Para não precisar ficar ‘conferindo’ as axilas, um desodorante vai bem. Bloqueia o odor, cuida da pele e tem uma embalagem que facilita para reaplicar o produto de forma prática e discreta.

Spray bucal zero álcool Ice Go!

 

 melhor opção para as beijoqueiras. Três espirradas e o hálito fica refrescante de novo.

Beleza

Delaine Cathoud: especialista em cuidados com cabelos loiros e colorimetria

A trajetória de Delaine Cathoud no universo da beleza começou ainda na adolescência, a partir de um episódio marcante com sua mãe. Conhecida pelo cabelo muito loiro, ela voltou do salão profundamente abalada após um procedimento que deu errado.

 

Sensibilizada, Delaine decidiu ajudar: comprou uma coloração, corrigiu a cor e conseguiu salvar as mechas. O resultado foi tão positivo que amigas e vizinhas passaram a procurá-la para cuidar dos cabelos.

 

Mesmo seguindo outro caminho profissional — como estudante de Direito e com oito anos de atuação na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro — Delaine nunca se afastou da área da beleza.

 

“Cuidava dos cabelos da minha mãe, de amigas e ajudava no salão de uma tia sempre que podia, até decidir me dedicar integralmente à profissão.”

 

Especializou-se e, em 2021, inaugurou o Cathoud Espaço de Beleza. Hoje, Delaine é especialista em cabelos loiros e colorimetria. O espaço oferece serviços como corte, coloração, maquiagem e tratamentos capilares, sempre com foco em cuidado, bemestar e excelência.

 

O Cathoud Espaço de Beleza funciona de terça a sábado, a partir das 9h, na Avenida das Américas, nº 15.000, sala 209 — Centro Comercial San Francisco Top Town.

 

Para acompanhar o trabalho de Delaine, siga os perfis no Instagram: @delaine.cathoud e @cathoud_espacodebeleza ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98287-7634.

Saúde & Bem-estar

Após diagnóstico de depressão, casal cria projeto que alia carreira e qualidade de vida

Os mentores Mauro e Fabiana Koch passaram por diagnósticos de depressão e burnout, o que os levou a viver uma experiência de um ano em dez países diferentes, enquanto continuaram trabalhando de forma remota

 

A depressão nem sempre surge depois de uma grande tragédia ou crise. Ela pode aparecer mesmo quando tudo parece estar no lugar — carreira consolidada, rotina saudável e sucesso financeiro. Foi exatamente nesse contexto que Mauro e Fabiana Koch receberam os diagnósticos de depressão e burnout em 2024, o que se transformou no ponto de partida para uma jornada por dez países em busca de saúde mental e reconexão.

 

Com a estrada, vieram aprendizados que já estão se transformando em temas de palestra e também em um canal no YouTube, para documentar não o roteiro, mas os aprendizados da viagem. O casal trabalha com mentoria de carreira e palestras há 17 anos, e sempre teve paixão por viajar e conhecer novas culturas.

 

Depois de muito planejamento, eles partiram em dezembro de 2024, sem saber ao certo quando voltariam. A maior parte dos móveis e pertences em Jaraguá do Sul, cidade onde moravam, foram vendidos, e os clientes da Fique Bem, empresa que tocam juntos, foram avisados de que o atendimento passaria a ser on-line.

 

“Os clientes entenderam e até mesmo as pessoas que compravam nossas coisas sentiam que estavam ajudando o projeto de alguma forma”, explica Fabiana.

 

Mauro conta que a ideia era fazer uma viagem estendida quando chegassem aos 60 anos, mas com a saúde mental em cheque, decidiram antecipar.

 

“Nós sempre tivemos essa vontade de viajar pelo mundo e conhecer lugares novos. Quando viajamos, nós gostamos de utilizar transporte público e conhecer restaurantes que os locais frequentam, justamente para estarmos inseridos na cultura. Com o diagnóstico, vimos que ainda estávamos com condições físicas aos 52 anos e sentimos que era o momento. Os nossos filhos já tinham saído de casa, o que também contribuiu para a decisão”, explica.

 

Cada país teve uma contribuição para a experiência. No Canadá, o casal pegou pela primeira vez temperaturas extremas de até -30ºC, o que os ajudou a curar da estafa e a dormir 10 horas por noite. Eles fizeram o caminho de Santiago de Compostela, na Espanha, onde levaram 31 dias para andar quase 800 km a pé. Passaram por lugares que sonhavam em visitar, como Grécia e Bali, e também foram para outros locais apenas para visitar amigos, fazendo com que a viagem também fosse pelas pessoas.

 

O casal decidiu que era hora de voltar no final de 2025, após um ano da partida. “O que fizemos não foi turismo, porque a gente foi com esse olhar de aprender, de vivenciar as culturas. O objetivo do canal no YouTube não era ser guia turístico, mas falar do que aprendemos com o caminho efetivamente”, conta Fabiana.

 

Hoje eles seguem tocando a empresa de forma presencial e on-line. “Percebemos cada vez mais que o material tem que nos servir e não nós servirmos ao material, sermos escravos dele. Fazer escolhas conscientes, essa é a grande mensagem que queremos passar para as pessoas”, finaliza Mauro.

Carreira & negócios

Empreendedora Íris Sena: quando a reinvenção vira profissão

A história empreendedora de Íris Sena começou em um dos períodos mais desafiadores dos últimos anos: a pandemia. Diante das incertezas, ela decidiu se reinventar e transformar uma paixão antiga — os cuidados com os cabelos e a maquiagem — em trabalho. O primeiro passo foi acreditar no próprio talento e começar com o que tinha, investindo aos poucos em produtos, estudo e divulgação.

 

As redes sociais se tornaram aliadas na construção da sua identidade profissional e na conquista da confiança das pessoas.

 

No dia a dia, os atendimentos a domicílio trouxeram desafios importantes, exigindo organização, flexibilidade e adaptação a diferentes realidades. Mais do que técnica, Íris aprendeu que o profissional da beleza precisa saber se comunicar e entregar excelência em qualquer cenário.

 

“O que me move diariamente é a busca pela liberdade financeira e pelas possibilidades que o empreendedorismo oferece.”

 

Seu trabalho vai além da estética: todo atendimento é uma oportunidade de elevar a autoestima, resgatar a confiança e valorizar a beleza única das clientes.

 

O aprendizado constante marca sua trajetória, celebrada a cada curso concluído e certificado conquistado, tornando-a uma profissional completa, que cuida dos cabelos, make, unhas, sobrancelha e também une técnica, sensibilidade e cuidado em cada detalhe.

 

Para acompanhar o trabalho de Íris, siga o perfil no Instagram: @iris_senaoficial ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 97281-9302.

Maternidade

Volta às aulas expõe falha estrutural: escolas ainda não estão prontas para crianças autistas

Com o crescimento contínuo de alunos autistas na rede regular, fevereiro escancara um problema que já não é exceção: falta preparo, apoio e articulação entre escola, saúde e família — e o impacto recai diretamente sobre a autoestima e a saúde emocional das crianças. Fevereiro não marca apenas o retorno às salas de aula. Para milhares de famílias brasileiras, especialmente as famílias atípicas, o início do ano letivo representa um momento crítico de reorganização emocional, pedagógica e institucional.

 

O que há pouco mais de uma década era tratado como exceção hoje é realidade cotidiana: crianças autistas estão presentes em praticamente todas as escolas regulares do país. Em muitas salas de aula, já são três ou quatro alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) dividindo o mesmo espaço, exigindo adaptações pedagógicas, sensibilidade institucional e preparo técnico — algo que ainda não acompanha o crescimento dessa população. Um contingente invisibilizado.

 

Dados atualizados do CDC (Centers for Disease Control and Prevention) indicam que uma em cada 31 crianças está no espectro autista

 

No Brasil, o IBGE estima cerca de 2,4 milhões de pessoas autistas, o equivalente a 1,2% da população. Os números ajudam a dimensionar o impacto real da volta às aulas: não se trata de poucas crianças retornando à escola, mas de um contingente expressivo que desafia o sistema educacional todos os anos. Ainda assim, muitas escolas iniciam o ano letivo sem planejamento específico, sem formação adequada para professores e com estruturas que transferem para a família — especialmente para as mães — a responsabilidade pela inclusão.

 

Sarita e sua filha Elisa de 7 anos autista não verbal

Quando a escola não acolhe, a dor aparece

 

Para Sarita Melo, mãe de Elisa, de 7 anos, autista não verbal, a volta às aulas sempre foi marcada pela insegurança. A filha já foi rejeitada por três escolas, não por incapacidade de aprender, mas pela falta de preparo institucional. “A exclusão não acontece só quando a matrícula é negada. Ela acontece quando a criança está na sala, mas não é compreendida”, afirma.

 

Segundo Sarita, a ausência de adaptações e de apoio adequado transforma o ambiente escolar em um espaço de sofrimento. “Não é apenas sobre conteúdo. É sobre sobreviver ao dia sem adoecer emocionalmente”, diz.

 

Idealizadora da Jornada do TEA, Sarita destaca que a falta de articulação entre escola, família e saúde faz com que a inclusão ainda dependa quase exclusivamente das mães.

 

Quando a dificuldade escolar vira ferida emocional

 

Para a pedagoga e psicopedagoga Talita Pazeto (na foto de capa), mestre e doutora em distúrbios do desenvolvimento e mãe atípica, as dificuldades de aprendizagem não tratadas precocemente não afetam apenas o desempenho acadêmico. Elas atingem diretamente a autoestima, a socialização e a saúde emocional da criança.

 

“Para uma criança, errar repetidamente, não acompanhar a turma ou ser comparada o tempo todo gera uma ferida emocional profunda. O desempenho escolar está diretamente ligado à construção da autoestima”, explica.

 

Segundo a especialista, ainda é comum que famílias busquem ajuda apenas no final do ano letivo, quando o cansaço se acumulou, as notas já estão comprometidas e o impacto emocional já está instalado.

 

“Nesse cenário, muitas intervenções chegam tarde demais para recuperar conteúdos — e tarde também para proteger a autoconfiança da criança”, pontua.

 

Quando o diagnóstico é realizado no início do ano, as dificuldades identificadas e as intervenções começam de forma estruturada, o cenário muda. Com acompanhamento adequado, orientações claras à escola e estratégias individualizadas, os prejuízos acadêmicos são reduzidos e, principalmente, evita-se que a criança associe aprender a fracassar.

 

A autoestima também se constrói na sala de aula

 

O prejuízo escolar contínuo mina a autoestima infantil de forma silenciosa. A criança passa a se perceber como “menos capaz”, evita desafios, se retrai socialmente e, muitas vezes, desenvolve ansiedade, desmotivação e sofrimento emocional.

 

O impacto não fica restrito à sala de aula. Ele se estende para o comportamento, para as relações sociais e para a forma como a criança se enxerga no mundo.

 

Débora Saueressig- jornalista, autista e mãe atípica do Benjamim de 7 anos

Para a jornalista Débora Saueressig, mãe de um menino de sete anos, autista e estudante da educação fundamental, minimizar a importância da autoestima em nome do formalismo acadêmico é perpetuar a exclusão.

 

“Ignorar o desenvolvimento emocional da criança ou tratá-lo como secundário é naturalizar a exclusão dentro da escola. Não existe aprendizagem possível quando a criança é constantemente colocada em posição de fracasso”, afirma.

 

AEE é direito, não concessão — e a conta recai sobre a família

 

De acordo com Talita Pazeto, um dos principais gargalos da inclusão escolar no Brasil está no descumprimento de uma obrigação legal básica: a oferta do Atendimento Educacional Especializado (AEE).

 

Ela lembra que o Decreto nº 12.686 determina que o AEE deve ser ofertado pelas próprias escolas, públicas e privadas, sendo a realização em centros externos uma possibilidade excepcional, e não regra.

 

“O AEE não é opcional e não pode ser tratado como um favor da escola. A legislação é clara ao afirmar que o Atendimento Educacional Especializado deve acontecer dentro da instituição de ensino e deve integrar o Projeto Político Pedagógico da instituição. Quando a escola apenas encaminha o aluno para fora, sem ofertar o serviço internamente, isso não é inclusão — é descumprimento de um direito garantido”, pontua.

 

Na prática, porém, a ausência desse suporte acaba recaindo sobre as famílias, especialmente aquelas em contextos de maior vulnerabilidade social.

 

Kátia e o marido com o filho Lael, autista de 8 anos

É o que relata Katia Kintino, mãe de Lael, de 8 anos, autista nível 3 de suporte e não verbal. Mulher preta e periférica, professora da Educação Infantil e de Educação Física, com pós-graduação em Educação Especial e Inclusiva e em Autismo, Katia afirma que a volta às aulas expõe um padrão recorrente.

 

“Na prática, a inclusão ainda depende da família. Muitas escolas não têm AEE estruturado, mediadores ou plano pedagógico adaptado. O que deveria ser responsabilidade institucional acaba sendo empurrado para os pais. Eu já precisei dar entrada na defensoria pública e no ministério público para garantir o básico para o Lael.”, diz.

 

Segundo ela, a falta de preparo impacta diretamente o bem-estar das crianças. “Quando a escola não está preparada, o ambiente deixa de ser um espaço de aprendizagem e passa a ser um lugar de sofrimento. Isso afeta a autoestima da criança e aprofunda desigualdades, principalmente para famílias periféricas”, afirma.

 

Talita reforça que a ausência do AEE compromete não apenas o desempenho escolar, mas todo o desenvolvimento da criança. “Não existe inclusão possível sem AEE efetivo. E não existe respaldo legal para a omissão disfarçada de encaminhamento. Quando esse serviço não é oferecido, quem paga o preço é a criança”, conclui.

 

Um debate que precisa sair do privado

 

A volta às aulas não é apenas um evento escolar. É uma questão de saúde pública, educação e desenvolvimento social. Ignorar essa realidade significa perpetuar um ciclo de frustrações que se repete ano após ano para milhares de crianças e famílias.

 

A orientação dos especialistas é clara: se a criança apresenta dificuldades na leitura, escrita, atenção, comportamento ou organização, buscar ajuda no início do ano pode evitar um ciclo de fracassos silenciosos.

 

No fim das contas, garantir aprendizado é importante. Mas garantir a autoestima é essencial e começa com diagnóstico, apoio estruturado e escolas preparadas para uma realidade que já chegou.

Saúde & Bem-estar

Entre a festa e a saúde: cuidados essenciais no Carnaval 2026

Especialistas do São Cristóvão Saúde ensinam a aproveitar a festa, sem riscos à saúde

 

O Carnaval é marcado por calor intenso, longas horas de festa, consumo de bebidas alcoólicas e mudanças na rotina alimentar. Esse cenário exige atenção especial à saúde, principalmente no que diz respeito ao coração, à hidratação e à alimentação. Especialistas alertam que alguns excessos comuns durante a folia podem trazer riscos sérios ao organismo.

 

Mistura de álcool e energéticos preocupa especialistas

 

O consumo de bebidas alcoólicas e energéticas cresce no Brasil, especialmente em períodos festivos. De acordo com o cardiologista do São Cristóvão Saúde, Dr. Fernando Barreto, a combinação dessas bebidas é especialmente perigosa. O consumo regular de energéticos aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial, elevando o risco de arritmias. Já o álcool em excesso está associado à hipertensão, insuficiência cardíaca e arritmias como a fibrilação atrial. Pequenas quantidades podem ser toleradas em pessoas saudáveis, mas não existe um consumo universalmente seguro”, explica.

 

As bebidas energéticas, ricas em cafeína e estimulantes, podem causar taquicardia, aumento da pressão arterial, ansiedade, irritabilidade, insônia e tremores. Em casos mais graves, há risco de arritmias e convulsões, especialmente em pessoas predispostas. 

Segundo o cardiologista, a associação entre álcool e energéticos é comum em festas e blocos, mas representa um risco adicional. “Os energéticos mascaram a sensação de embriaguez, levando a pessoa a beber além do limite sem perceber os sinais de intoxicação. Isso aumenta significativamente o risco de intoxicações graves e acidentes”, alerta. 

 

Alimentação adequada ajuda a manter energia e evitar a ressaca 

 

Durante o Carnaval, pular refeições ou optar por alimentos pouco nutritivos pode comprometer o bem-estar. A coordenadora de nutrição e dietética do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, reforça que manter uma alimentação equilibrada é essencial para garantir disposição ao longo da folia.

 

Nosso corpo precisa estar bem alimentado para fornecer energia suficiente durante os dias de festa, afirma. A orientação é evitar longos períodos de jejum e apostar em carboidratos integrais, proteínas e gorduras saudáveis. No café da manhã, combinações como pão, ovo, frutas e café com leite ou iogurte natural ajudam a começar o dia com energia. Já no almoço e no jantar, saladas, legumes e verduras são fundamentais para o aporte de vitaminas e minerais. 

 

O consumo de álcool também impacta diretamente a hidratação. Por isso, Cintya recomenda intercalar bebidas alcoólicas com água. “Recomendo beber 200 ml de água a cada 200 ml de bebida alcoólica, assim mantemos a hidratação e evitamos a embriaguez e a ressaca no dia seguinte”, orienta.

 

Para reduzir os efeitos do álcool, além da água, água de coco e isotônicos ajudam a repor sais minerais. Frutas ricas em água, como melancia, melão, morango e abacaxi, auxiliam na hidratação e na recuperação do organismo. Chás de hortelã ou gengibre e água com limão também favorecem a digestão e aliviam náuseas. “Com ingredientes naturais, todos têm seus benefícios e podem ser escolhidos de acordo com a preferência, explica. 

 

Desidratação: sinais de alerta durante a folia 

 

Com calor, suor excessivo e consumo de álcool, o risco de desidratação aumenta significativamente no Carnaval. Cintya Bassi, explica que a desidratação ocorre quando há baixa disponibilidade de água no organismo e pode trazer consequências graves, por isso, a recomendação é de 35 a 40ml por kg de peso.  

 

Entre os principais sinais estão: sede exagerada, boca e pele seca, olhos fundos, diminuição da sudorese, cansaço, dor de cabeça e tontura. Em casos mais graves, pode haver queda da pressão arterial, perda de consciência, convulsão, coma, falência de órgãos e até morte.

 

A especialista reforça ainda a importância de começar o dia se hidratando. Durante o sono, o organismo consome muita água e já acordamos desidratados. O ideal é ingerir pelo menos 500 ml de água ao acordar, orienta. 

Com atenção à hidratação, alimentação adequada e consumo consciente de bebidas, é possível aproveitar a folia com mais segurança e reduzir os riscos à saúde. 

 

Sobre o Grupo São Cristóvão Saúde 

 

Administrado pela Associação de Beneficência e Filantropia São Cristóvão, o Grupo São Cristóvão Saúde possui 10 Unidades de Negócio, que englobam: Hospital e Maternidade, Plano de Saúde, Centros Ambulatoriais, Centro Cardiológico, Centro Laboratorial (CLAV), Centro Endogástrico (CEGAV), Centro de Atenção Integral à Saúde (CAIS I e II), Instituto de Ensino e Pesquisa (IEP Dona Cica) e Filantropia.

 

Referência em saúde, na cidade de São Paulo, a Instituição completou 113 anos em dezembro de 2024. O Grupo promove uma grande modernização e expansão em sua estrutura física e tecnológica, investindo em equipamentos, certificações e profissionais qualificados. Atualmente, o complexo hospitalar conta com 309 leitos, além de oito Centros Ambulatoriais, que realizam milhares de consultas, proporcionando qualidade assistencial às mais de 165 mil vidas do Plano de Saúde e 28 mil vidas do Plano Odontológico.  

 

O Grupo São Cristóvão Saúde tem como Presidente/ CEO o Engº Valdir Pereira Ventura, responsável pelas Unidades de Negócio e, desde 2007, atuando à frente das decisões Institucionais.