O peeling do Mar Morto (ou Rose de Mer) está em alta e consolidou-se como uma grande tendência na estética brasileira, especialmente pela busca por tratamentos naturais e eficazes
Sua popularidade cresceu devido aos resultados visíveis de renovação celular e por ser uma alternativa sem ácidos, muito divulgada por influenciadores e celebridades.
Aqui estão os principais motivos pelos quais ele está “na moda”.
• 100% Natural: diferente dos peelings químicos tradicionais, este procedimento utiliza corais, sais minerais, algas e plantas do Mar Morto para promover a descamação.
• Ação “Rose de Mer”: o tratamento é famoso pela sua alta capacidade de clarear manchas (inclusive melasma), tratar acne e estrias, e rejuvenescer a pele.
• Segurança: pode ser realizado em diversos tipos de pele, incluindo peles negras, e tem menos restrições do que os peelings químicos.
• Resultados rápidos: a descamação ocorre geralmente após o terceiro dia, revelando uma pele renovada em cerca de uma semana.
O que considerar:
Apesar de natural, o procedimento causa uma sensação de “microagulhas” arranhando a pele durante a aplicação, gerando vermelhidão e calor imediato. Por ser um peeling que age profundamente, deve ser realizado por um profissional habilitado.
Sua pele merece esse cuidado especial! Agende seu horário e descubra o poder desse procedimento.
WhatsApp: (21) 98372-7981
• Esteticista Mara Mendes, especialista em massagem anti estresse e relaxante, tratamento de celulite, gordura localizada, flacidez, peeling diamante, microagulhamento, peeling do mar morto, drenagem linfática, massagem revitalizante e facial.
Isabelle Batista é psicóloga, formada pela PUC-Rio, com interesse especial no universo infantojuvenil e nos contextos que o atravessam: a escola e a família
Para ela, embora algumas pessoas consigam cuidar de si sozinhas, o cuidado não precisa ser um processo solitário. Todos precisam de uma rede de apoio — e o processo psicoterapêutico pode ser um caminho importante para fortalecer vínculos e, muitas vezes, construir novas formas de relação consigo e com o outro.
Na clínica, Isabelle já teve a oportunidade de acolher adolescentes, adultos, famílias, casais e crianças.
“Ao longo dessa experiência, compreendi que um dos aspectos mais significativos do trabalho terapêutico é acompanhar de perto a forma singular como cada pessoa encontra a própria maneira de existir no mundo.”
É nesse espaço de escuta que, junto ao paciente, busca abrir caminhos para novos modos de expressão e para que cada um possa se ouvir com mais clareza.
No ambiente escolar, aprendeu a trabalhar com a intensidade e a vitalidade próprias da infância. Como mediadora escolar e auxiliar de turma, ocupou um lugar privilegiado de escuta e observação dos processos infantis — processos densos, mas que, com acolhimento e acompanhamento especializado, favorecem o desenvolvimento de sujeitos mais conscientes de si e do outro.
Sua inspiração, tanto pessoal quanto profissional, é pensar no impacto desses encontros, dos quais ela acredita que ninguém sai ileso. Atualmente, Isabelle realiza atendimentos clínicos para adolescentes e adultos e também atua com mediação e psicologia escolar.
Com ética, compromisso, técnica e humanidade, acredita que o trabalho psicológico pode abrir espaço para transformações importantes e necessárias — e é nesse movimento que reside a força da psicologia.
“Transformações exigem coragem, algo que só pode emergir quando há tempo e espaço para que o processo aconteça” , comenta Isabelle.
Para acompanhar o trabalho dela, siga o perfil no Instagram: @psi.isabellebatista ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98195-1278.
A RPG é um método fisioterapêutico manual, ativo e progressivo, voltado para a avaliação e tratamento das alterações musculoesqueléticas e posturais
Seu principal objetivo é reorganizar o alinhamento corporal por meio do alongamento global das cadeias musculares encurtadas, promovendo equilíbrio biomecânico, melhora funcional e redução da dor.
O método considera que os músculos trabalham de maneira interdependente, formando “cadeias musculares”. Assim, uma retração muscular em determinada região pode gerar compensações e sintomas em outras partes do corpo. Dessa forma, a RPG busca tratar a causa do problema e não apenas os sintomas apresentados pelo paciente.
O tratamento utiliza posturas específicas de alongamento global sustentado, associadas ao controle respiratório e à correção progressiva do alinhamento corporal. O fisioterapeuta conduz microajustes constantes durante a sessão, respeitando os limites do paciente.
A RPG é amplamente utilizada no tratamento e prevenção de disfunções musculoesqueléticas. Entre as principais indicações estão:
• Lombalgia
• Cervicalgia
• Hérnia de disco
• Escoliose
• Hipercifose
• Hiperlordose
• Alterações posturais
• Dores miofasciais
• Encurtamentos musculares
• Disfunções temporomandibulares
• Lesões articulares
• Alterações respiratórias
• Sequelas neurológicas espásticas.
Agende uma avaliação em casa. Envie uma mensagem pelo Instagram ou Whatsapp.
Existe uma ideia que atravessa a maternidade contemporânea de forma quase invisível, mas extremamente potente: a de que a mãe precisa dar conta de tudo, e dar conta bem
Não é só cuidar. É cuidar com presença, com paciência, com leveza, com consistência emocional. É estar disponível, mas também produtiva. É educar, trabalhar, amar, organizar, nutrir, acompanhar… sem falhar. E, se possível, fazendo tudo isso com um sorriso no rosto. O problema é que essa conta não fecha.
Na clínica, isso aparece de forma recorrente. Mulheres exaustas, mas que não se permitem reconhecer o próprio cansaço. Mães que chegam dizendo: “eu sei que não posso reclamar”, “tem gente em situação pior”, “eu escolhi isso”. Como se o sofrimento precisasse de autorização moral para existir.
A autocobrança na maternidade não nasce do nada. Ela é construída socialmente. Vivemos uma época que reforça ideais quase inalcançáveis: a mãe que trabalha como se não tivesse filhos e cria filhos como se não trabalhasse. Esse padrão não é humano é idealizado.
Do ponto de vista psicológico, essa dinâmica costuma gerar um estado constante de inadequação. Porque, inevitavelmente, em algum lugar, a mãe sente que está falhando. E isso alimenta um ciclo: quanto mais ela sente que não está sendo suficiente, mais ela se cobra. E quanto mais se cobra, mais distante fica de qualquer sensação real de suficiência.
Existe também um ponto importante que muitas vezes passa despercebido: a dificuldade de sustentar limites internos. A maternidade convoca entrega, mas não deveria exigir anulação. Winnicott, um pediatra e psicanalista inglês, já apontava que a “mãe suficientemente boa” não é a que acerta sempre, mas é aquela que cuida, falha, repara e, nesse processo, permite que o filho se desenvolva e se torne quem é.
Já acompanhei pacientes que, mesmo extremamente sobrecarregados, não conseguiam delegar tarefas simples. Não por falta de ajuda, mas por uma crença rígida de que “se não for eu, não vai ser bem feito”. Isso não é sobre controle, é sobre valor pessoal atrelado ao desempenho.
E aqui entra uma reflexão fundamental: quando o valor de uma mãe passa a depender do quanto ela consegue dar conta, qualquer limite passa a ser vivido como fracasso. E a consequência disso é silenciosa, mas profunda. A mulher começa a se desconectar de si. Perde a referência do próprio limite, da própria necessidade, do próprio tempo.
E, muitas vezes, só se percebe quando o corpo ou a mente começam a dar sinais mais claros: ansiedade, irritabilidade, culpa constante, sensação de estar sempre atrasada na própria vida.
É importante dizer: a maternidade não precisa ser vivida nesse lugar de exaustão permanente para ser válida. Existe um caminho mais saudável, que passa por reconhecer que dar conta de tudo não é um indicador de competência, é, muitas vezes, um sinal de sobrecarga.
Passa também por aceitar que falhas existem, que cansaço é legítimo e que pedir ajuda não diminui ninguém.
Talvez o ponto central seja esse: sair da lógica da perfeição e entrar na lógica do possível. Porque filhos não precisam de mães perfeitas. Precisam de mães reais. E uma mãe real é aquela que, inclusive, reconhece seus próprios limites, e, ao fazer isso, ensina algo muito mais valioso do que qualquer ideal de desempenho: ensina humanidade.
* Michele Silveira é Psicóloga (CRP 05/26445), mestre em Psicologia pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP), Logoterapeuta, especialista em transtornos de ansiedade e autora do livro “Ansiedade do Nosso Tempo: do Mecanismo de Sobrevivência ao Adoecimento Silencioso”.
Ao longo de mais de 25 anos, construiu um olhar próprio sobre a ansiedade na contemporaneidade, desenvolvendo, assim, um modelo de compreensão clínica denominado “Ansiedade Pré-Conquista”. Atende em sua clínica, no Vogue Square, Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Há 33 anos, a odontologia entrou na vida de Luciene Carvalho com um propósito simples, mas transformador: cuidar de pessoas e devolver sorrisos
Desde os primeiros atendimentos em diferentes clínicas do Rio de Janeiro, ela entendeu que sua missão ia muito além da técnica: era sobre escuta, acolhimento e confiança.
Com o tempo, nasceu o sonho do próprio consultório. Em Irajá, deu início a uma nova fase, construindo não apenas uma carreira sólida, mas relações verdadeiras com seus pacientes. Anos depois, um convite especial mudaria tudo: assumir a Planeta Dente, no Recreio dos Bandeirantes. O que começou como um desafio se tornou uma extensão da sua vida — uma clínica que carrega história, dedicação e propósito.
Ao longo de mais de três décadas, Luciene nunca parou de evoluir. Investiu em especializações, tecnologia e inovação para oferecer tratamentos cada vez mais modernos e eficazes.
Hoje, é referência em reabilitação oral, implantes e estética dental, ajudando milhares de pessoas a recuperarem não só o sorriso, mas a autoestima e a qualidade de vida. Um dos grandes marcos dessa trajetória foi a criação de um laboratório de prótese dentro da própria clínica, permitindo resultados mais precisos e personalizados. Ao lado do marido, que atua como artista na construção dos sorrisos, Luciene une ciência e sensibilidade em cada tratamento.
“Mais do que resultados estéticos, meu trabalho transforma vidas. Pacientes que antes escondiam o sorriso hoje voltam a se olhar com confiança.”
É isso o que a move todos os dias: ver o impacto real do seu cuidado. Se você também deseja transformar o seu sorriso, entre em contato
Duas fisioterapeutas, Tamires Sessa e Bruna Cunha, amigas e apaixonadas pelo cuidado ao próximo, fundaram a Live Home Care em 2021 após perceberem a dificuldade de encontrar um serviço de fisioterapia domiciliar sério, humanizado e de qualidade.
Com mais de 20 anos de experiência, criaram uma empresa voltada para oferecer atendimento personalizado no conforto de casa, proporcionando mais praticidade, segurança e atenção individualizada aos pacientes.
A fisioterapia domiciliar é ideal para idosos, pacientes em recuperação pós-cirúrgica, pessoas com dificuldade de locomoção ou que buscam um cuidado mais próximo e eficiente.
A Live Home Care conta com uma equipe especializada para atender todo o Rio de Janeiro, sempre priorizando bem-estar, recuperação funcional, alívio das dores e qualidade de vida.
Agende uma avaliação pelo Instagram ou WhatsApp: (21) 97140-9262.
A acupuntura é uma técnica utilizada para aliviar dores, acelerar a recuperação muscular e melhorar a qualidade de vida. Integrada ao tratamento fisioterapêutico, ela estimula pontos específicos do corpo para promover equilíbrio, relaxamento e redução de sintomas físicos e emocionais.
A técnica utiliza agulhas muito finas aplicadas em pontos estratégicos do corpo, com objetivo de melhorar a circulação de energia e liberar substâncias naturais, como endorfina e serotonina, responsáveis pelo bem-estar e alívio da dor.
Durante a sessão, o fisioterapeuta avalia o paciente e define os pontos ideais para aplicação das agulhas, que permanecem por alguns minutos de forma praticamente indolor.
Benefícios da acupuntura:
• Redução dores musculares e articulares;
• Relaxamento muscular;
• Auxilia na recuperação de lesões;
• Reduz ansiedade e estresse.
– melhora do sono e bem estar
Ela pode ser indicada para casos como dor lombar, cervicalgia, tendinite, hérnia de disco, fibromialgia, enxaquecas, lesões esportivas e dores crônicas. Muitos pacientes relatam relaxamento durante e após a sessão.
A quantidade de sessões varia conforme cada caso, mas muitos pacientes percebem melhora já nas primeiras aplicações. A acupuntura na fisioterapia é uma opção segura, natural e eficaz para auxiliar no tratamento da dor e na recuperação funcional do corpo.
Quer saber mais? Nosso atendimento é domiciliar. Entre em contato pelo Instagram ou WhatsApp: (21) 97140-9262.
• Bruna Cunha, fisioterapeuta osteopata com 23 anos de experiência clínica, sócia na Live Home Care.
No Dia Nacional do Livro Infantil, especialista destacau como o hábito de ler desde cedo contribui para o desenvolvimento cognitivo, autonomia e equilíbrio emocional das crianças, mesmo diante da forte presença digital no cotidiano infantil
No dia 18 de abril foi celebrado o Dia Nacional do Livro Infantil, data que reforça a importância da leitura na infância e a formação de um hábito de leitura que transcende a obrigação escolar
Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, realizada pelo Instituto Pró-Livro, as crianças entre cinco e 10 anos leram em média 7,2 livros por ano e 62% delas são consideradas leitoras pelo critério da pesquisa (ler um livro inteiro ou em partes nos últimos três meses que antecedem a realização do estudo).
A diretora-pedagógica do ensino infantil da Rede Alfa CEM Bilíngue, Mariane Araújo, explica que a leitura na infância atua não só no processo de alfabetização, mas também no desenvolvimento da autonomia, senso crítico e saúde emocional da criança.
“A leitura na infância precisa ser construída com base no prazer de ler e na curiosidade de aprender. É importante permitir que a criança associe o livro a um momento de descoberta e escolha, e não a uma tarefa imposta, tornando-o uma necessidade orgânica em sua rotina ao invés de uma tarefa imposta”, comenta Mariane.
Ainda de acordo com o panorama feito pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, 68% das crianças nessa faixa etária usam a internet durante o seu tempo livre, 70% assistem televisão, 26% usam o WhatsApp ou Telegram e 10% usam Facebook, Twitter ou Instagram.
Em um mundo dominado por telas e vídeos curtos, a diretora ressalta que o livro físico mantém sua relevância devido à sensorialidade e ao ritmo que impõe, funcionando como um contraponto necessário à aceleração das telas.
“O livro físico exige que a criança pause, toque o papel e use a imaginação para completar a cena, enquanto as ilustrações funcionam como as ‘primeiras galerias de arte’ que a criança visita, favorecendo o foco e a regulação da ansiedade gerada pelo bombardeio digital”, reforça a diretora-pedagógica.
Para que o hábito se fortaleça, o envolvimento familiar também é necessário. Enquanto a escola age desmistificando a leitura e retirando-a do campo da avaliação técnica, projetos que incentivam rituais de leitura em casa, focados no compartilhamento, incentivam os pequenos a criarem gosto pelos livros.
“Atividades de leitura para serem feitas em família que priorizam a escuta são importantes para as crianças criarem uma memória afetiva com o livro, que será carregada por toda a vida”, explica Mariane.
Professor como mediador
O papel da literatura infantil é criar um ambiente divertido e interativo, mas também ir além do entretenimento. Diante das discussões contemporâneas sobre o conteúdo de obras clássicas, o papel dos educadores é atuar como mediadores críticos.
“O educador precisa atuar como um mediador que contextualiza o tempo em que o autor viveu ao invés de apagar o passado. A mediação crítica transforma a leitura em um diálogo, onde a criança é incentivada a questionar visões datadas e a identificar injustiças. Essa abordagem permite que o leitor desenvolva o senso ético”, explica a educadora.
Mariane explica que a capacidade da literatura de lidar com temas densos de forma acessível é essencial para o aprendizado do aluno. Por meio de metáforas e outras ferramentas gramaticais, os livros transformam conceitos abstratos, como emoções, diversidade e inclusão, em narrativas universais.
“Através de personagens que enfrentam o medo, a perda ou a exclusão, o pequeno leitor consegue vivenciar essas emoções de forma segura. Ao apresentar a diversidade como parte natural da trama, a literatura educa pelo afeto e serve tanto de espelho para a própria identidade quanto de janela para o mundo do outro”, conclui a educadora.
Sobre a Rede Alfa CEM Bilíngue
A Rede Alfa CEM Bilíngue foi idealizada através do sonho de uma professora de História e tem uma Filosofia Educacional que impulsiona a percepção do aluno, fazendo-o refletir, questionar e principalmente transformar.
Hoje, a Rede mantém uma sólida premissa de que o conhecimento humano é o maior tesouro a ser legado para as próximas gerações e que, ao mesmo tempo, a autonomia intelectual oferecerá ao estudante a capacidade de manusear o conhecimento, adquirido e/ou produzido, de maneira única e autêntica.
A Rede Alfa CEM Bilíngue aposta na diversificação metodológica para gerar o prazer da aprendizagem, seguida pelo desenvolvimento de múltiplas formas de aprender durante toda a vida, o que permite obter resultados em primeiro lugar nos últimos anos do ENEM em toda a Rede e manter a taxa de 100% de aprovação das Provas de Proficiência de Cambridge. Saiba mais em: alfacembilingue.com.br.
As calcinhas absorventes deixaram de ser apenas uma tendência para se tornarem uma alternativa prática, confortável e sustentável durante o período menstrual
Entre as marcas que mais ganharam destaque nesse mercado está a Pantys, pioneira no Brasil em desenvolver roupas íntimas tecnológicas com foco em absorção, conforto e sustentabilidade.
O que é a Pantys?
A Pantys é uma marca brasileira especializada em calcinhas absorventes reutilizáveis. Criada com o objetivo de oferecer mais liberdade e praticidade para as mulheres durante a menstruação, a empresa combina tecnologia têxtil, design moderno e preocupação ambiental.
As peças funcionam como uma alternativa aos absorventes descartáveis tradicionais, podendo ser utilizadas sozinhas ou como complemento para outros métodos menstruais.
Como funcionam as calcinhas absorventes?
As calcinhas absorventes possuem camadas tecnológicas capazes de absorver o fluxo menstrual sem causar sensação de umidade. O tecido é desenvolvido para:
• Absorver o sangue menstrual;
• Evitar vazamentos;
• Neutralizar odores;
• Manter a pele seca e confortável.
Após o uso, a peça pode ser lavada e reutilizada diversas vezes, tornando-se uma opção econômica e sustentável no longo prazo.
Principais benefícios das calcinhas Pantys
Conforto no dia a dia
Um dos grandes diferenciais da Pantys é o conforto. As peças possuem tecidos macios, modelagens modernas e diferentes opções para cada tipo de fluxo e corpo.
Sustentabilidade
Os absorventes descartáveis geram toneladas de lixo todos os anos. Ao optar por calcinhas reutilizáveis, é possível reduzir significativamente o impacto ambiental causado pelos produtos descartáveis.
Economia
Apesar do investimento inicial ser maior, as peças possuem longa durabilidade. Isso reduz os gastos mensais com absorventes tradicionais ao longo do tempo.
Tecnologia e segurança
As calcinhas da Pantys utilizam tecidos tecnológicos desenvolvidos para oferecer proteção sem comprometer a respirabilidade da pele.
Para quem as calcinhas absorventes são indicadas?
As calcinhas absorventes podem ser utilizadas por adolescentes, adultas e mulheres em diferentes fases da vida. Elas também são indicadas para:
• Fluxo menstrual leve, moderado ou intenso;
• Pequenos escapes urinários;
• Pós-parto;
• Uso noturno;
• Prática de atividades físicas.
A variedade de modelos permite que cada pessoa escolha a opção mais adequada para sua rotina e necessidade.
A importância da inovação no cuidado íntimo
A popularização das calcinhas absorventes representa uma mudança importante na forma como a menstruação é encarada. Marcas como a Pantys ajudam a promover mais conforto, autonomia e consciência ambiental, incentivando escolhas mais sustentáveis e modernas para o cuidado íntimo feminino.
Vale a pena investir em calcinhas absorventes?
Para muitas mulheres, sim. Além da praticidade e do conforto, as calcinhas absorventes oferecem uma alternativa mais ecológica e econômica no longo prazo. A escolha ideal depende do fluxo menstrual, da rotina e das preferências pessoais de cada pessoa.
Com inovação e tecnologia, a Pantys se consolidou como uma das principais referências brasileiras no segmento, transformando a experiência menstrual de milhares de mulheres.
Emily Ewell e Maria Eduarda Camargo são as visionárias por trás da Pantys. Conheça mais sobre essa parceria:
Emily, uma engenheira química norte-americana com MBA/MPH, traz consigo uma vasta experiência no setor farmacêutico e no e-commerce; Maria Eduarda, por sua vez, é uma brasileira formada em administração pelo INSPER, com vivência em uma empresa familiar do setor de lingerie, além de experiência em uma boutique de investimentos e consultoria financeira em São Paulo.
Em 2019 surgiu a linha dedicada à primeira menstruação, fornecendo suporte e confiança às jovens mulheres em uma fase de transição importante.
Fundadora da Pantys, Emily Ewell conta como a inovação é essencial para o negócio
Executiva fala sobre como contato com a comunidade ajudou a empresa a desenvolver produtos inéditos no mercado
A executiva Emily Ewell conta como sempre esteve interessada na indústria da saúde. Americana da Virgínia, migrou ao Brasil há 10 anos quando ainda trabalhava na Novartis. “Pra quem está trabalhando em qualquer corporação, é um grande pulo começar a empreender. Foi um pulo de coragem e também inocência, porque eu não sabia como o Brasil era complicado em relação à burocracia.”
Com vontade de mudar o mundo através da saúde, fundou a Pantys com o propósito de mudar o relacionamento das mulheres com a menstruação. “Como empreendedora, você nunca sabe o que vai dar certo, então é preciso criar experimentos controlados para entender” conta.
Engenheira Química por formação, Emily conta sobre a história da Pantys, como a marca foi se consolidando no mercado e a importância da aproximação com a comunidade para entender as reais necessidades do público-consumidor. “A gente viu que tinham muitas dúvidas sobre nosso produto, por ser algo inovador no mercado. Nos perguntavam se a calcinha absorvente funciona, se é higiênica, será que é uma fralda?”.
“Por conta da nossa conexão com a comunidade, conseguimos criar um dos maiores portfólios de produtos do mercado internacional. […] Primeiro sutiã absorvente para a amamentação, cueca para homens trans, linha praia, absorvente impermeável, linha teens para atender a primeira menstruação, entre outros produtos”, contou Emily no podcast Women to Watch.
A Casa DB abriga a marca Duplamente Brasil, liderada por Amanda Vilas Boas, que apresenta uma curadoria de roupas femininas de diferentes estilos e também reúne grandes nomes da moda brasileira.
Mais do que um espaço de moda, a Casa DB tem como propósito ser um ponto de encontro para mulheres que desejam compartilhar experiências, fortalecer parcerias e gerar novas oportunidades.
Ao lado de Amanda, Nayara Ancel, seu braço direito, também contribuiu para o sucesso do negócio, cuidando de cada detalhe com dedicação.
“Essa casa tem esse propósito: encorajar e fortalecer mulheres que escrevem suas próprias histórias” , ressaltou Amanda.
Para conhecer as coleções da Duplamente Brasil e a Casa DB, entre em contato e marque um atendimento personalizado.
WhatsApp: (21) 96407-6380 @casaduplamentebrasil e @duplamentebrasil