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A moda depois dos 50 não é sobre seguir regras. É sobre se reconhecer no espelho e vestir a mulher que você se tornou: madura, segura, elegante e cheia de história
Durante muito tempo, disseram às mulheres o que era “adequado” para cada idade. Mas a verdadeira elegância nasce quando entendemos que estilo não tem prazo de validade. Pelo contrário: ele amadurece junto com a nossa essência.
Hoje, a mulher 50+ busca muito mais do que tendências. Ela deseja roupas que valorizem seu corpo, traduzam sua personalidade e tragam conforto sem perder a sofisticação.
Elegância está nos detalhes
Peças bem cortadas, tecidos de qualidade e modelagens inteligentes fazem toda diferença. Um blazer estruturado, uma calça de alfaiatariaimpecável ou um vestido fluido podem transmitir força, feminilidade e presença.
Menos excesso, mais identidade
Ter estilo não significa ter um armário lotado. Significa fazer escolhas conscientes e entender o que realmente favorece você. A moda madura é refinada justamente porque prioriza autenticidade.
Cores que iluminam
Tons neutros, terrosos, off-white, nude, preto e azul-marinho são clássicos atemporais. Mas um ponto de cor estratégica também pode trazer modernidade e personalidade ao visual.
A imagem comunica
Antes mesmo de falarmos, nossa imagem já transmite mensagens. Ela comunica autoestima, cuidado, posicionamento e até credibilidade. Por isso, vestir-se bem é também uma forma de respeito consigo mesma.
Chegar aos 50 é entender que beleza não está em parecer mais jovem, mas em se sentir plenamente você. Porque elegância verdadeira não tem idade. Ela tem presença.
Atendo com horário agendado na Clínica Ellis, Av. das Américas, 1155, sala 608 – Barra Space Center, Barra da Tijuca.
Acompanhe minha trajetória e inspire-se com esse movimento transformador.
Vozes Experience: quando a experiência encontra a intencionalidade
Em um mundo cada vez mais acelerado e superficial, criar experiências que tocam, conectam e transformam tornou-se não apenas um diferencial — mas uma necessidade
Foi com esse olhar que nasceu o Vozes Experience, um encontro pensado nos mínimos detalhes para proporcionar mais do que um evento: uma vivência.
A proposta foi clara desde o início: unir ambiente, conteúdo e emoção em um mesmo espaço. A escolha do Shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, refletiu exatamente esse posicionamento — sofisticação, conforto e uma atmosfera propícia para conexões verdadeiras.
Dentro desse cenário, o encontro aconteceu no restaurante Gruta do Fado, cuja identidade sensorial trouxe ainda mais significado à experiência.
A boa gastronomia se aliou à música ao vivo, com o som delicado do violino, criando um ambiente que convidava à presença e à contemplação. Mas o Vozes Experience vai além da estética. Ele carrega propósito.
As participantes foram conduzidas por dinâmicas que estimularam reflexão e autopercepção, seguidas por uma palestra essencial sobre oratória — um tema que impacta diretamente a forma como a mulher se posiciona no mundo, nos negócios e nas relações.
Comunicar-se bem é, hoje, uma ferramenta de poder. E como toda experiência memorável precisa de um fechamento à altura, o evento foi finalizado com um momento de celebração: as aniversariantes do mês foram surpreendidas com bolo e um emocionante “parabéns” ao som de um solo de violino ao vivo — um gesto simples, mas carregado de significado.
A realização de um evento com esse nível de entrega só é possível graças a uma rede de profissionais comprometidos com excelência. A filmagem e edição ficaram sob responsabilidade de @leticiak.mkt, garantindo o registro sensível de cada detalhe vivido.
O Vozes Experience também contou com agradecimentos especiais a @vivianesalmeprof, @kaio_violin e @fabiano.brasil.125, que contribuíram diretamente para a construção dessa atmosfera única.
As expositoras @malupacienza.mk, @crisindy.acessorios, @ilarinacessoriosss e @lifequalitymed enriqueceram ainda mais o encontro, trazendo diversidade, beleza e oportunidades de conexão.
Entre os parceiros, destacam-se @quiosquedasimone, @djg_3d, @fonsecasdoces, @danielaandradecomunicacao e novamente @leticiak.mkt, fortalecendo o ecossistema de colaboração que sustenta o projeto.

A coordenação esteve sob o olhar atento e cuidadoso de @neidecaminha (na foto principal), peça fundamental para que cada detalhe se concretizasse com excelência.
O Vozes Experience reafirma uma verdade que defendo como consultora de imagem, não existe imagem forte sem vivência coerente. Mais do que um evento, o Vozes é um movimento.
E experiências como essa são o que sustentam conexões reais e transformações duradouras.
* Por Andréa Caminha, consultoria de imagem e idealizadora do Projeto Vozes e Conexões Femininas.
Mães que produzem: fortalecendo o empreendedorismo feminino
Desde 2019, a rede Mães que Produzem vem se destacando por sua atuação no fortalecimento de negócios liderados por mulheres
Focado em alavancar empreendimentos, gerar networking e criar conexões estratégicas, o grupo promove um ambiente pautado na sororidade, união e apoio mútuo.
À frente dessa iniciativa, estão duas mulheres movidas pelos seus propósitos. Janine Alcure, 46 anos, mãe de Arthur e Luiza, é turismóloga e apaixonada por pessoas e conexões. Lidera a rede desde 2019, conectando e fortalecendo mães empreendedoras.
Ao seu lado, está Andreia Xavier, 49 anos, mãe de Ana Sofia, comunicóloga e especialista em gestão de pessoas, formação de líderes e gestão pública (em curso). Servidora pública federal desde 2007, Andreia tem como missão fazer a diferença na vida das pessoas e encontra na rede um espaço diário de troca, união e crescimento.
Também é embaixadora e escritora da Editora Imulheres e coautora do livro Universo Mulher.
“A iniciativa oferece às participantes espaço para divulgação de marcas, produtos e conhecimentos, incentivando o crescimento coletivo e a valorização do empreendedorismo feminino.”
A rede também atua como embaixadora da Editora Imulheres, ampliando a visibilidade de histórias que inspiram. A proposta reforça que é possível transformar sonhos em realidade, conciliando carreira e maternidade.
Para acompanhar o Mães que Produzem, siga o perfil no Instagram: @redemaesqueproduzem, e para participar, basta enviar a sua história, foto e contatos para: maesqueproduzem@gmail.com
Silêncio corporal de crianças: a infância que desaprendeu a se mover
Entendemos o silêncio corporal de crianças como sinônimo de ordem, mas o cérebro infantil não foi desenhado para aprender em imobilidade prolongada. Ao contrário, ele se estrutura na ação
Adele Diamond demonstrou que funções executivas, o grande “gerente organizacional do nosso cérebro”, encarregado por gerenciar informações diferentes, entender o momento de parar e recalcular a rota, emergem de circuitos que não operam isoladamente no córtex pré-frontal. A interação entre cerebelo e córtex pré-frontal indica que movimento e cognição compartilham bases neurais. Não há um cérebro “pensante” separado de um corpo “executante”. Há um sistema integrado que aprende fazendo.
Essa integração aparece de forma consistente na literatura empírica. Marleen Oudgenoeg-Paz e colaboradores identificam que habilidades motoras nos primeiros anos de vida se associam a desfechos cognitivos posteriores. Em português claro, isso significa que ao explorar o ambiente com o corpo, a criança constrói hipóteses, testa limites e organiza informações.
Na mesma linha, Gesa Libertus evidencia que o desenvolvimento motor está relacionado não apenas à cognição, mas também à percepção e à interação social. Já Hui Shi destaca que atividades motoras que exigem adaptação, estratégia e tomada de decisão tendem a favorecer a eficiência cognitiva. Movimento não é bagunça, excesso de energia ou “hiperatividade”, é investimento neural.
Diante desse corpo teórico, a infância contemporânea apresenta um paradoxo instigante. Segundo a TIC Kids Online Brasil, crianças e adolescentes passam várias horas diárias em ambientes digitais. E o ponto central vai além do tempo de tela, mas na natureza da experiência. A maior parte dessas interações exige pouco deslocamento, pouca coordenação, pouca variação sensório-motora. O corpo participa pouco. O cérebro recebe muito. Essa assimetria pode ser devastadora.
Sem experiências corporais diversificadas, reduz-se a ativação de circuitos que sustentam o desenvolvimento das funções executivas. E, como consequência, surgem dificuldades que costumam ser interpretadas de forma isolada: desatenção, impulsividade, baixa tolerância à frustração. Sintomas que, muitas vezes, são tratados como falhas individuais, quando podem refletir uma arquitetura cotidiana que restringe o agir.
Convém reconhecer: não é a tecnologia, por si só, o problema. A literatura é cautelosa ao evitar relações causais simplistas. O ponto mais consistente é outro, o desenvolvimento depende da qualidade das experiências oferecidas à criança. E experiências corporais são insubstituíveis.
Quando o cotidiano infantil é organizado majoritariamente por telas, perde-se a oportunidade de integrar percepção, ação e pensamento em um mesmo fluxo. Perde-se a chance de aprender com o erro físico, com o ajuste do corpo, com a negociação espacial e social que nenhuma interface digital consegue reproduzir plenamente.
Em um cotidiano cada vez mais mediado por experiências digitais, e, não raro, com restritas oportunidades de ação corporal, é importante reposicionar o movimento como elemento estruturante da aprendizagem. Programas educativos que articulam movimento, autorregulação e habilidades socioemocionais, como práticas de psicomotricidade, dança, artes marciais e jogos em equipe, não configuram apenas atividades complementares, mas contextos de integração funcional entre corpo e cérebro.
Ao exigirem coordenação, tomada de decisão, controle inibitório e interação social, essas experiências favorecem o refinamento de circuitos associados às funções executivas, contribuindo para a organização cognitiva de modo coerente com o que a literatura neurodesenvolvimental tem descrito. Elas são oportunidade de integração e desenvolvimento cerebral para avanço cognitivo. Aqui fica a reflexão: se o cérebro aprende com o corpo, o que estamos oferecendo quando mantemos a infância sentada?
*Sheron Mendes é bióloga, especialista em neurociência do comportamento e professora dos cursos de pós-graduação em educação na UNINTER.
Alessandra Barros: a trajetória de resiliência por trás da genial medical
Empreender no setor da saúde exige mais do que conhecimento técnico: pede visão estratégica, sensibilidade humana e capacidade de adaptação
Há 14 anos, Alessandra da Silva Barros construiu sua trajetória à frente da Genial Medical, enfrentando desafios financeiros, aprendendo com cada obstáculo e transformando dificuldades em oportunidades de crescimento.
Ao longo dessa jornada, a empreendedora entendeu que atenção aos detalhes, inovação constante e sobretudo resiliência são pilares indispensáveis para quem deseja prosperar. Para Alessandra, desistir nunca foi uma opção. A paciência e a persistência tornaram-se aliadas na consolidação de um negócio que hoje contribui diretamente para o fortalecimento financeiro de médicos, clínicas e consultórios.
“O que me move diariamente é a certeza de que meu trabalho transforma realidades e gera impacto positivo na vida das pessoas”, explica.
Como prestadora de serviços especializada em soluções financeiras para a área da saúde, a Genial Medical atua na melhoria da gestão financeira e na redução de perdas, oferecendo estratégias personalizadas que proporcionam mais segurança e eficiência. À frente da equipe, Alessandra se destaca por uma gestão humanizada, que prioriza o bem-estar dos colaboradores e um ambiente de trabalho saudável.
Para acompanhar o trabalho da Genial Medical e conhecer mais sobre a atuação de Alessandra, entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98050-2953 ou siga os perfis no Instagram: @genialmedical e LinkedIn: genialmedical.
Ovodoação permite engravidar mesmo depois dos 50
Especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington explica como técnica amplia as chances de gestação e destaca que idade da doadora, e não da receptora, é o principal fator de sucesso
Uma geração de mulheres que adiou a maternidade para investir na carreira, em projetos pessoais ou simplesmente por ainda não se sentir pronta está chegando ao climatério com o desejo de ser mãe ainda vivo. Para muitas, a notícia da menopausa soa como uma sentença, mas os avanços da medicina reprodutiva mostram que não precisa ser. No Brasil, cerca de 30 milhões de mulheres vivem essa fase, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas o acesso à informação sobre alternativas reprodutivas ainda é restrito: apenas 238 mil foram diagnosticadas pelo Sistema Único de Saúde, o que revela falhas no cuidado com a saúde feminina e amplia a urgência do debate sobre maternidade tardia.
A menopausa costuma ocorrer entre os 45 e 55 anos e é caracterizada pela interrupção definitiva da menstruação e da função ovariana. Ainda assim, os avanços da reprodução assistida têm ampliado as possibilidades para mulheres que desejam engravidar após essa fase da vida.
Entre essas alternativas, a ovodoação vem ganhando espaço como uma opção segura e eficaz para mulheres em idade mais avançada. Nesse modelo, óvulos doados são fertilizados em laboratório e o embrião é transferido para o útero da paciente, que pode levar a gestação normalmente, mesmo já estando na menopausa.
De acordo com a especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington, Dra. Thaís Domingues, o processo é viável porque, apesar da interrupção da produção de óvulos, o útero continua apto para receber uma gestação com o preparo hormonal adequado. “Mesmo sem menstruar, a mulher pode engravidar com óvulos doados. A medicina hoje permite que o útero seja preparado para receber esse embrião com segurança”, explica.
A idade da doadora, não da receptora, define as chances de sucesso
Um dos aspectos mais relevante (e menos conhecido) do tratamento é que as chances de sucesso não estão relacionadas à idade da mulher que irá gestar, mas sim à idade da doadora no momento da coleta dos óvulos. Esse fator muda completamente as perspectivas para pacientes em idade mais avançada.
“Costumamos dizer que é um gesto de empatia profunda, que possibilita a realização do sonho da maternidade para quem já não tem mais óvulos viáveis”, afirma a Dra. Thaís.
A técnica surge, assim, não apenas como uma alternativa médica, mas como resposta concreta a uma transformação social em curso: mulheres que chegaram ao climatério com projetos de vida ainda em aberto encontram na ciência uma possibilidade real de realizá-los.
Sobre a Huntington Medicina Reprodutiva
Com 30 anos de história e tradição, a Huntington Medicina Reprodutiva é uma das principais referências em reprodução assistida no Brasil. Ao longo de sua trajetória, construiu reconhecimento nacional pela excelência médica, rigor científico e pelo cuidado humano oferecido a pacientes e famílias que buscam realizar o sonho da parentalidade.
A clínica atua com um portfólio completo de tratamentos em reprodução assistida, contemplando infertilidade feminina, masculina e do casal, congelamento de óvulos, fertilização in vitro, inseminação intrauterina, doação de gametas, oncofertilidade, aconselhamento genético e tecnologias avançadas de laboratório, como o sistema time-lapse, sempre com uma abordagem individualizada e acolhedora.
Atualmente, a Huntington integra o Grupo Eugin, uma das maiores e mais respeitadas redes de reprodução assistida do mundo, presente em nove países. Essa conexão internacional fortalece o intercâmbio científico, a inovação contínua e o compromisso da Huntington com a evolução da medicina reprodutiva, mantendo o paciente no centro de todas as decisões.
Mães narcisistas: o reflexo distorcido e construção da autoestima
A relação entre mães e filhos é frequentemente idealizada pela sociedade como um vínculo de amor incondicional e acolhimento absoluto
No entanto, quando a figura materna apresenta traços marcantes de narcisismo, essa dinâmica familiar sofre uma profunda distorção, deixando marcas silenciosas, porém muito profundas no desenvolvimento emocional da criança. Para a psicanálise, a mãe atua como o primeiro “espelho” do bebê e primeiro lugar de amor.
É através do olhar e da resposta materna que a criança começa a reconhecer a si mesma, a dar contorno às suas próprias emoções e a construir o seu valor no mundo. Mas o que acontece quando esse espelho não reflete a criança, e sim a própria mãe?
Uma mãe com comportamento narcisista tem uma grande dificuldade em enxergar os filhos como indivíduos próprios, dotados de desejos, opiniões e necessidades. Em vez disso, ela os enxerga como extensões de si mesma. O papel da criança, muitas vezes de forma inconsciente, passa a ser o de alimentar o ego materno.
Isso pode ocorrer de duas formas: seja alcançando um sucesso irreal para que a mãe possa se exibir perante os outros, seja mantendo-se totalmente submissa para jamais ofuscar o brilho e o controle que a mãe exige possuir.
Nesse cenário de exigências, o desenvolvimento emocional do filho é severamente prejudicado. As emoções genuínas da criança são frequentemente invalidadas, minimizadas ou ignoradas. Se ela demonstra tristeza ou frustração, a mãe pode interpretar isso como uma afronta pessoal ou um ataque, em vez de acolher o sofrimento. Como consequência, a criança aprende desde muito cedo uma lição dolorosa: para receber algum afeto (ou simplesmente para evitar a rejeição), ela precisa esconder quem realmente é.
Para sobreviver a esse ambiente de desamparo, a criança cria o que a psicanálise chama de “falso self” (um falso eu). Trata-se de uma máscara de proteção emocional. O filho passa a agir exclusivamente de acordo com o que a mãe espera, abafando suas próprias vontades e sua espontaneidade. Ele se torna um verdadeiro especialista em monitorar o humor materno para evitar conflitos, vivendo em um estado de alerta constante.
Esse apagamento afeta diretamente a construção da autoestima. Uma autoestima saudável nasce da experiência de ser amado e aceito pelo que se é, com falhas e virtudes. Quando o amor materno é condicional e focado apenas na utilidade da criança para a imagem da mãe, o filho cresce com uma sensação crônica de inadequação e vazio. Ele carrega a crença silenciosa de que “nunca é bom o bastante”.
Na vida adulta, isso pode se traduzir em relacionamentos afetivos abusivos, dificuldade em impor limites, autocrítica implacável e uma busca incessante por aprovação externa. A pessoa continua procurando no mundo o olhar de aceitação que lhe faltou na infância.
Reconhecer que se cresceu sob a sombra de uma mãe narcisista é um processo muito doloroso, pois exige enfrentar a dura realidade do vazio emocional vivenciado no passado. Contudo, essa tomada de consciência é o primeiro passo para a libertação. O processo terapêutico oferece um espaço seguro e sem julgamentos para que o indivíduo possa, finalmente, dar voz àquela criança que foi silenciada.
Ao elaborar essas feridas na análise, é perfeitamente possível quebrar o ciclo de dor, resgatar a própria identidade e reconstruir a autoestima, aprendendo a se olhar com compaixão e libertando-se definitivamente do reflexo distorcido do passado.
* Elizandra Souza é psicanalista, escritora, palestrante e docente com mais de 20 anos de experiência em atendimento clínico e formação de profissionais. Atua com cursos, palestras e atendimentos voltados a psicólogos, psicanalistas, profissionais do Direito e pessoas interessadas em saúde mental, comportamento e relações humanas.
É especialista em Psicanálise e Linguagem e em Magistério do Ensino Superior pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, a PUC-SP. Possui Mestrado em Educação pela Universidade São Francisco, em Itatiba, e atualmente é doutoranda em Psicologia pela Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales, em Buenos Aires.
Ao longo da carreira, tornou-se professora convidada em diversas instituições de ensino pelo Brasil e passou a abordar temas como crime e psicanálise, misoginia, feminicídio, ansiedade, depressão, infância hiperconectada, violência, transtornos emocionais e os impactos da saúde mental nas relações pessoais e profissionais
Crianças endividadas? O alerta silencioso do consumo precoce na era do Pix e dos jogos online
Clariana Barcelos, especialista em educação financeira, alerta para o avanço do consumo digital entre crianças e defende que o problema não é o acesso ao dinheiro, mas a ausência de diálogo e orientação dentro de casa
O acesso cada vez mais facilitado ao dinheiro, agora a poucos cliques de distância via Pix, cartões digitais e compras dentro de jogos, está transformando a forma como crianças e adolescentes se relacionam com o consumo. O que antes dependia da mediação direta dos pais, hoje acontece de maneira rápida, silenciosa e, muitas vezes, invisível.
Nesse cenário, cresce um fenômeno ainda pouco discutido: o consumo precoce e desassistido, que pode levar crianças a desenvolver comportamentos impulsivos, dificuldade de lidar com frustrações e uma relação pouco consciente com o dinheiro.
Para a educadora financeira Clariana Barcelos, o problema não está na tecnologia em si, mas na forma como ela vem sendo incorporada à rotina familiar. “A gente não está falando de crianças com dívidas formais, mas de um comportamento de consumo que começa muito cedo e sem orientação. Isso tem impacto direto na forma como esse indivíduo vai lidar com dinheiro na vida adulta”, explica.
Segundo a especialista, a lógica dos jogos online, que estimulam compras rápidas, recompensas imediatas e o uso de moedas virtuais, pode confundir a percepção de valor das crianças. “Quando o dinheiro deixa de ser físico, ele também deixa de ser concreto. Para uma criança, gastar em um clique não tem o mesmo peso de entregar uma nota ou ver o dinheiro acabar”, afirma.
Além disso, o uso do Pix e de cartões vinculados às contas dos pais reduz ainda mais a barreira entre desejo e consumo. “Hoje, a criança não precisa esperar, juntar ou escolher. Isso elimina etapas fundamentais do aprendizado financeiro, como planejamento, paciência e tomada de decisão”, diz Clariana.
A especialista também chama atenção para o papel das emoções nesse processo. “Muitos pais, por falta de tempo ou por culpa, acabam cedendo com mais facilidade aos pedidos. O consumo vira uma forma de compensação emocional e isso é muito perigoso quando se torna um padrão”, alerta.
Abaixo, Clariana compartilha dicas práticas para ajudar aos pais na orientação do consumo digital:
1. Torne o dinheiro visível
Mesmo no digital, ajude a criança a entender o valor real das compras. Sempre traduza: “isso custa X reais” e não apenas moedas do jogo.
2. Crie combinados claros
Defina regras para compras online, como limites de valor e frequência. O importante é que a criança saiba o que pode e o que não pode.
3. Evite o “sim automático”
Nem todo pedido precisa ser atendido. A frustração também faz parte do aprendizado financeiro.
4. Inclua a criança nas decisões
Mostre escolhas do dia a dia: “vamos gastar com isso ou guardar para aquilo?”. Isso desenvolve consciência e prioridade.
5. Fale sobre dinheiro sem tabu
Quanto mais natural for o tema dentro de casa, maior a chance de a criança desenvolver uma relação saudável com o consumo.
Para Clariana, o caminho não está na proibição, mas na construção de uma relação mais consciente com o dinheiro desde cedo. Isso inclui conversas abertas sobre consumo, a participação das crianças em decisões financeiras simples do dia a dia e a criação de combinados claros sobre gastos digitais.
A especialista compartilha abaixo os 5 erros mais comuns dos pais na educação financeira digital de seus filhos:
1. Achar que “é só um joguinho”
Compras dentro de jogos são consumo real e, muitas vezes, recorrente. Ignorar isso é subestimar o impacto financeiro.
2. Liberar o Pix sem supervisão
Facilidade sem orientação acelera o consumo impulsivo e impede o aprendizado sobre limites.
3. Não falar sobre dinheiro
O silêncio não protege, só faz com que a criança aprenda sobre consumo com o mercado.
4. Usar o consumo como recompensa ou compensação
Presentear para aliviar culpa ou emocionar pode criar uma associação perigosa entre dinheiro e afeto.
5. Evitar dizer “não”
Sem frustração, não existe aprendizado financeiro. O “não” também educa.
“Educação financeira não é quanto a criança tem, mas como ela entende o dinheiro. Se a gente não ensina, o mercado ensina e normalmente da pior forma possível”, conclui.
Sobre Clariana Barcelos
Clariana Barcelos é pedagoga, administradora e empreendedora à frente do Poderoso Cofrinho, projeto referência nacional em educação financeira infantil que já impacta milhares de crianças e famílias no Brasil com livros, cursos, materiais didáticos, projetos para escolas e mentorias.
Autora de obras como Meu Poderoso Cofrinho, Minha Mesada Pode Mais e O Valor das Coisas, Clariana combina sua formação acadêmica e mais de 18 anos de experiência no mercado financeiro para tornar a educação sobre dinheiro acessível, prática e lúdica desde os primeiros anos de vida.
Além disso, ela atua como palestrante, colunista e influenciadora digital, defendendo uma abordagem transformadora e democrática para o desenvolvimento da inteligência financeira das novas gerações.
Sobre a Poderoso Cofrinho:
A Poderoso Cofrinho é uma empresa brasileira de educação financeira infantil que tem como missão formar crianças emocional e financeiramente mais conscientes, preparando-as para decisões mais saudáveis ao longo da vida. Fundada por Clariana Barcelos, a marca desenvolve livros, cursos, jogos, materiais pedagógicos e projetos educacionais para famílias, escolas e empresas, utilizando uma linguagem lúdica, acessível e alinhada ao desenvolvimento infantil.
Referência no tema no Brasil, a Poderoso Cofrinho atua para democratizar o diálogo sobre dinheiro desde a infância, contribuindo para uma relação mais equilibrada, ética e responsável com as finanças nas próximas gerações.
Karen Carvalho: ajudando empresários a transformar números em decisões estratégicas
Aos 14 anos, Karen Carvalho deu os primeiros passos na contabilidade, no escritório fundado por sua mãe
Começou realizando tarefas simples: entregava envelopes com guias aos clientes, atendia telefonemas e dava sinal do fax. O que parecia apenas o início de uma experiência se transformou em uma trajetória sólida dedicada ao universo empresarial.
Karen se formou em Direito e, posteriormente, concluiu Ciências Contábeis pela Universidade Cândido Mendes, consolidando sua atuação na área em que sempre esteve presente. Hoje, à frente da Objetiva
Contábil, ela conduz uma contabilidade estratégica que vai além das obrigações fiscais.
“Meu trabalho ajuda empresários a entender seus números, economizar impostos e tomar decisões mais seguras para o crescimento de seus negócios.”
Com mais de 200 clientes ativos, Karen une tecnologia, estratégia e um atendimento próximo e personalizado. Quer organizar melhor sua empresa e tomar decisões com mais segurança? Entre em contato agora mesmo.
Para acompanhar o trabalho de Karen Carvalho, siga os perfis no Instagram: @acontadorakaren e @contabilobjetiva, acesse o site:
www.objetivacontabilbrasil.com.br
ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99533-5620.
Jordana do BBB 26 revela procedimento nos lábios apenas para hidratação e levanta debate
Especialista explica cuidados e técnicas para a região
A busca por resultados naturais na estética labial ganhou ainda mais evidência após o relato da participante Jordana do reality show BBB 26, que afirmou, em conversa com as participantes Milena e Ana Paula, ter utilizado menos de 1 ml de ácido hialurônico nos lábios, com foco exclusivo na hidratação, sem intenção de projeção ou aumento significativo de volume. O episódio reforça uma tendência crescente da preferência por intervenções mais sutis, que priorizam a saúde, a textura e a aparência natural dos lábios.
De acordo com a dermaticista e esteticista Patrícia Elias, que reúne quase 8 milhões de inscritos no seu canal do YouTube, o conceito de beleza atual está diretamente ligado ao equilíbrio.
“O preenchimento labial não deve transformar o rosto, mas valorizar a beleza natural, respeitando a anatomia e a simetria de cada paciente. Hoje, o ácido hialurônico é a substância mais indicada para esse tipo de procedimento, justamente por sua compatibilidade com o organismo e pelo fato de ser absorvível e reversível, o que garante mais segurança”, afirma.
A especialista também destaca o papel do ativo na hidratação profunda da região. “O ácido hialurônico também tem a capacidade de atrair água, o que melhora significativamente a textura dos lábios, deixando-os mais macios e saudáveis. Esse efeito vai além do volume, sendo especialmente indicado para quem sofre com ressecamento frequente, fissuras ou perda de viço”, explica.
Para manter os lábios hidratados no dia a dia, a especialista recomenda o uso contínuo de balms (hidratantes labiais) com ingredientes nutritivos, como manteigas vegetais e vitamina E, além da aplicação de protetor labial com filtro solar. A esfoliação leve, realizada semanalmente, também contribui para remover células mortas e potencializar a absorção dos hidratantes.
Nos casos de envelhecimento, como o surgimento das rugas ao redor da boca, conhecidas como “código de barras”, a abordagem deve ser combinada. “Não é apenas preencher. É preciso tratar a qualidade da pele, estimular colágeno e trabalhar a flacidez muscular para um resultado realmente natural”, pontua Patrícia.
“Entre os procedimentos realizados em clínica, técnicas como o microagulhamento com tecnologia nano, conhecido como “Estética Lips”, têm ganhado espaço por promover melhora da textura, estímulo de colágeno e leve volumização de forma não invasiva. Além disso, práticas simples também podem ajudar: exercícios faciais, como segurar uma caneta entre os lábios por alguns segundos, são indicados para fortalecer a musculatura e melhorar o contorno”, destaca a profissional.
Outro alerta importante feito por Patrícia Elias é sobre o uso de substâncias permanentes. “Materiais como o PMMA devem ser evitados, pois não são absorvidos pelo corpo e podem trazer complicações. Para resultados de preenchimento, a orientação é sempre procurar profissionais qualificados para evitar excessos e complicações vasculares. A segurança deve estar sempre em primeiro lugar”, finaliza.
Sobre Patrícia Elias
Patrícia Elias é bacharel em Estética e Cosmetologia e pós-graduada em Dermaticista pela Faculdade IBECO. Especialista em tratamento de Melasma, hipercromias, flacidez cutânea e saúde da pele em geral, Patrícia é sócia fundadora da Clínica de Estética e comanda o maior canal do YouTube brasileiro para este ramo com 7,74 milhões de inscritos. O sucesso na internet aconteceu pelo desejo que ela tinha de levar as informações verdadeiras e seguras para as pessoas que procuram por cuidados da pele.
Mais informações: https://patriciaelias.com.br/
YouTube: Patrícia Elias
Instagram: @esteticapatriciaelias