Beleza

Dai Xavier: acolhimento e cuidado integral para mães

Com o nascimento de seu segundo filho, Theo, em 2024, Dai Xavier viveu um momento simples, mas profundamente transformador

 

Durante uma sessão de drenagem linfática — que deveria ser um tempo só para ela — foi interrompida duas vezes. Não conseguiu relaxar, nem aproveitar aquele momento de cuidado tão necessário. Então, veio um insight. Algo que já rondava sua mente há tempos, mas que nunca havia se mostrado com tanta clareza.

 

Dai se perguntou: e se existisse um espaço de bem-estar pensado especialmente para mães? Um lugar onde elas pudessem receber cuidado integral — corpo, mente e alma — sem precisar se preocupar se o bebê está bem. Um espaço onde a maternidade não fosse um obstáculo ao autocuidado, mas parte dele.

 

Ela começou a imaginar cada detalhe. Um ambiente com massagem, spa, terapia, aromaterapia, florais, nutricionista, manicure, cabeleireira, depilação… Tudo voltado às mães, com uma estrutura acolhedora e segura para que os bebês — sejam recém-nascidos ou já na primeira infância — também estivessem amparados.

 

Visualizou um espaço com brinquedos que estimulam o desenvolvimento psicomotor, um ambiente monitorado, vivo, pensado para os pequenos, enquanto a mãe se reconecta consigo mesma. Um lugar onde ela pudesse olhar seu filho sempre que desejasse — sem culpa, sem pressa. Pensou também nas mães que ainda não conseguem sair de casa com facilidade, especialmente no puerpério, e imaginou um serviço de transporte com todo o cuidado e segurança.

 

“Um espaço onde mãe e filho fossem vistos e cuidados. Onde o tempo da mulher voltasse a ter lugar. Assim, nasce um novo sonho”, explica.

 

O que antes era dor, enfim, floresceu como propósito. Uma transformação que convida outras mulheres a também se reconhecerem e renascerem. Porque foi no fundo da dor que nasceu a semente. E agora ela floresce, abrindo caminho para outras mulheres que também carregam histórias semelhantes no peito. Du Temps Pour Moi quer dizer “Um tempo para mim” .

 

E é exatamente essa a proposta do espaço idealizado por Dai. Para acompanhar o Du Temps Pour Moi, siga o perfil no Instagram: @dutempspourmoi.br, ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99503-8866.

Moda

Moda que transforma: autoestima, estilo e autenticidade depois dos 50

A moda depois dos 50 não é sobre seguir regras. É sobre se reconhecer no espelho e vestir a mulher que você se tornou: madura, segura, elegante e cheia de história

 

Durante muito tempo, disseram às mulheres o que era “adequado” para cada idade. Mas a verdadeira elegância nasce quando entendemos que estilo não tem prazo de validade. Pelo contrário: ele amadurece junto com a nossa essência.

 

Hoje, a mulher 50+ busca muito mais do que tendências. Ela deseja roupas que valorizem seu corpo, traduzam sua personalidade e tragam conforto sem perder a sofisticação.

 

Elegância está nos detalhes

 

Peças bem cortadas, tecidos de qualidade e modelagens inteligentes fazem toda diferença. Um blazer estruturado, uma calça de alfaiatariaimpecável ou um vestido fluido podem transmitir força, feminilidade e presença.

 

Menos excesso, mais identidade

 

Ter estilo não significa ter um armário lotado. Significa fazer escolhas conscientes e entender o que realmente favorece você. A moda madura é refinada justamente porque prioriza autenticidade.

 

Cores que iluminam

 

Tons neutros, terrosos, off-white, nude, preto e azul-marinho são clássicos atemporais. Mas um ponto de cor estratégica também pode trazer modernidade e personalidade ao visual.

 

A imagem comunica

 

Antes mesmo de falarmos, nossa imagem já transmite mensagens. Ela comunica autoestima, cuidado, posicionamento e até credibilidade. Por isso, vestir-se bem é também uma forma de respeito consigo mesma.

Chegar aos 50 é entender que beleza não está em parecer mais jovem, mas em se sentir plenamente você. Porque elegância verdadeira não tem idade. Ela tem presença.

 

Atendo com horário agendado na Clínica Ellis, Av. das Américas, 1155, sala 608 – Barra Space Center, Barra da Tijuca.

 

Acompanhe minha trajetória e inspire-se com esse movimento transformador.

 

@andreacaminha.modas
@vozeseconexoesfemininas

Festas e eventos

Vozes Experience: quando a experiência encontra a intencionalidade

Em um mundo cada vez mais acelerado e superficial, criar experiências que tocam, conectam e transformam tornou-se não apenas um diferencial — mas uma necessidade

 

Foi com esse olhar que nasceu o Vozes Experience, um encontro pensado nos mínimos detalhes para proporcionar mais do que um evento: uma vivência.

 

A proposta foi clara desde o início: unir ambiente, conteúdo e emoção em um mesmo espaço. A escolha do Shopping Village Mall, na Barra da Tijuca, refletiu exatamente esse posicionamento — sofisticação, conforto e uma atmosfera propícia para conexões verdadeiras.

 

Dentro desse cenário, o encontro aconteceu no restaurante Gruta do Fado, cuja identidade sensorial trouxe ainda mais significado à experiência.

 

A boa gastronomia se aliou à música ao vivo, com o som delicado do violino, criando um ambiente que convidava à presença e à contemplação. Mas o Vozes Experience vai além da estética. Ele carrega propósito.

 

As participantes foram conduzidas por dinâmicas que estimularam reflexão e autopercepção, seguidas por uma palestra essencial sobre oratória — um tema que impacta diretamente a forma como a mulher se posiciona no mundo, nos negócios e nas relações.

 

Comunicar-se bem é, hoje, uma ferramenta de poder. E como toda experiência memorável precisa de um fechamento à altura, o evento foi finalizado com um momento de celebração: as aniversariantes do mês foram surpreendidas com bolo e um emocionante “parabéns” ao som de um solo de violino ao vivo — um gesto simples, mas carregado de significado.

 

A realização de um evento com esse nível de entrega só é possível graças a uma rede de profissionais comprometidos com excelência. A filmagem e edição ficaram sob responsabilidade de @leticiak.mkt, garantindo o registro sensível de cada detalhe vivido.

 

O Vozes Experience também contou com agradecimentos especiais a @vivianesalmeprof, @kaio_violin e @fabiano.brasil.125, que contribuíram diretamente para a construção dessa atmosfera única.

 

As expositoras @malupacienza.mk, @crisindy.acessorios, @ilarinacessoriosss e @lifequalitymed enriqueceram ainda mais o encontro, trazendo diversidade, beleza e oportunidades de conexão.

 

Entre os parceiros, destacam-se @quiosquedasimone, @djg_3d, @fonsecasdoces, @danielaandradecomunicacao e novamente @leticiak.mkt, fortalecendo o ecossistema de colaboração que sustenta o projeto.

 

 

A coordenação esteve sob o olhar atento e cuidadoso de @neidecaminha (na foto principal), peça fundamental para que cada detalhe se concretizasse com excelência.

 

O Vozes Experience reafirma uma verdade que defendo como consultora de imagem, não existe imagem forte sem vivência coerente. Mais do que um evento, o Vozes é um movimento.

 

E experiências como essa são o que sustentam conexões reais e transformações duradouras.

 

* Por Andréa Caminha, consultoria de imagem e idealizadora do Projeto Vozes e Conexões Femininas.

@andreacaminha.modas
@vozeseconexoesfemininas

Carreira & negócios

Mães que produzem: fortalecendo o empreendedorismo feminino

Desde 2019, a rede Mães que Produzem vem se destacando por sua atuação no fortalecimento de negócios liderados por mulheres

 

Focado em alavancar empreendimentos, gerar networking e criar conexões estratégicas, o grupo promove um ambiente pautado na sororidade, união e apoio mútuo.

 

À frente dessa iniciativa, estão duas mulheres movidas pelos seus propósitos. Janine Alcure, 46 anos, mãe de Arthur e Luiza, é turismóloga e apaixonada por pessoas e conexões. Lidera a rede desde 2019, conectando e fortalecendo mães empreendedoras.

 

Ao seu lado, está Andreia Xavier, 49 anos, mãe de Ana Sofia, comunicóloga e especialista em gestão de pessoas, formação de líderes e gestão pública (em curso). Servidora pública federal desde 2007, Andreia tem como missão fazer a diferença na vida das pessoas e encontra na rede um espaço diário de troca, união e crescimento.

 

Também é embaixadora e escritora da Editora Imulheres e coautora do livro Universo Mulher.

 

“A iniciativa oferece às participantes espaço para divulgação de marcas, produtos e conhecimentos, incentivando o crescimento coletivo e a valorização do empreendedorismo feminino.”

 

A rede também atua como embaixadora da Editora Imulheres, ampliando a visibilidade de histórias que inspiram. A proposta reforça que é possível transformar sonhos em realidade, conciliando carreira e maternidade.

 

Para acompanhar o Mães que Produzem, siga o perfil no Instagram: @redemaesqueproduzem, e para participar, basta enviar a sua história, foto e contatos para: maesqueproduzem@gmail.com

Maternidade

Ovodoação permite engravidar mesmo depois dos 50

Especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington explica como técnica amplia as chances de gestação e destaca que idade da doadora, e não da receptora, é o principal fator de sucesso

 

Uma geração de mulheres que adiou a maternidade para investir na carreira, em projetos pessoais ou simplesmente por ainda não se sentir pronta está chegando ao climatério com o desejo de ser mãe ainda vivo. Para muitas, a notícia da menopausa soa como uma sentença,  mas os avanços da medicina reprodutiva mostram que não precisa ser. No Brasil, cerca de 30 milhões de mulheres vivem essa fase, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas o acesso à informação sobre alternativas reprodutivas ainda é restrito: apenas 238 mil foram diagnosticadas pelo Sistema Único de Saúde, o que revela falhas no cuidado com a saúde feminina e amplia a urgência do debate sobre maternidade tardia.

 

A menopausa costuma ocorrer entre os 45 e 55 anos e é caracterizada pela interrupção definitiva da menstruação e da função ovariana. Ainda assim, os avanços da reprodução assistida têm ampliado as possibilidades para mulheres que desejam engravidar após essa fase da vida.

 

Entre essas alternativas, a ovodoação vem ganhando espaço como uma opção segura e eficaz para mulheres em idade mais avançada. Nesse modelo, óvulos doados são fertilizados em laboratório e o embrião é transferido para o útero da paciente, que pode levar a gestação normalmente, mesmo já estando na menopausa.

 

De acordo com a especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington, Dra. Thaís Domingues, o processo é viável porque, apesar da interrupção da produção de óvulos, o útero continua apto para receber uma gestação com o preparo hormonal adequado. “Mesmo sem menstruar, a mulher pode engravidar com óvulos doados. A medicina hoje permite que o útero seja preparado para receber esse embrião com segurança”, explica.

 

A idade da doadora, não da receptora, define as chances de sucesso

 

Um dos aspectos mais relevante (e menos conhecido) do tratamento é que as chances de sucesso não estão relacionadas à idade da mulher que irá gestar, mas sim à idade da doadora no momento da coleta dos óvulos. Esse fator muda completamente as perspectivas para pacientes em idade mais avançada.

 

“Costumamos dizer que é um gesto de empatia profunda, que possibilita a realização do sonho da maternidade para quem já não tem mais óvulos viáveis”, afirma a Dra. Thaís.

 

A técnica surge, assim, não apenas como uma alternativa médica, mas como resposta concreta a uma transformação social em curso: mulheres que chegaram ao climatério com projetos de vida ainda em aberto encontram na ciência uma possibilidade real de realizá-los.

 

Sobre a Huntington Medicina Reprodutiva

 

Com 30 anos de história e tradição, a Huntington Medicina Reprodutiva é uma das principais referências em reprodução assistida no Brasil. Ao longo de sua trajetória, construiu reconhecimento nacional pela excelência médica, rigor científico e pelo cuidado humano oferecido a pacientes e famílias que buscam realizar o sonho da parentalidade.

 

A clínica atua com um portfólio completo de tratamentos em reprodução assistida, contemplando infertilidade feminina, masculina e do casal, congelamento de óvulos, fertilização in vitro, inseminação intrauterina, doação de gametas, oncofertilidade, aconselhamento genético e tecnologias avançadas de laboratório, como o sistema time-lapse, sempre com uma abordagem individualizada e acolhedora.

 

Atualmente, a Huntington integra o Grupo Eugin, uma das maiores e mais respeitadas redes de reprodução assistida do mundo, presente em nove países. Essa conexão internacional fortalece o intercâmbio científico, a inovação contínua e o compromisso da Huntington com a evolução da medicina reprodutiva, mantendo o paciente no centro de todas as decisões.

Saúde & Bem-estar

Autismo em mulheres: diagnóstico costuma chegar apenas na vida adulta

Especialista em psicologia da UNIASSELVI explica como fatores sociais e comportamentais como pressão e adaptação do ambiente no entorno, contribuem para o subdiagnóstico, gerando consequências para vida adulta

 

No Brasil, onde se estima que a população com TEA possa chegar a 2 milhões de pessoas de acordo com último levantamento da Agência IBGE. Esse cenário de subdiagnóstico feminino tem se agravado de forma remanescente. O problema é que fatores sociais e comportamentais, como a pressão para que meninas sejam mais quietas e sociáveis, criam uma cortina de fumaça que esconde os sinais, levando a uma vida inteira de dificuldades não diagnosticadas, como ansiedade e depressão.

 

De acordo com a professora de psicologia da UNIASSELVI, Gabriela Inthurn, a explicação para essa lacuna está na forma como os traços autistas se manifestam socialmente no público feminino. “O grande desafio no diagnóstico feminino é que ele é frequentemente mais sutil e camuflado por um enorme esforço de adaptação social, conhecido como ‘masking’. Muitas mulheres aprendem a imitar comportamentos para se encaixar, o que mascara os traços clássicos do autismo e engana até mesmo avaliadores menos experientes”, pontua a especialista.

 

Esse fenômeno, portanto, é um dos principais responsáveis por uma legião de mulheres que chegam à vida adulta sem respostas. Já o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria, aponta que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é diagnosticado de três a quatro vezes mais no sexo masculino do que no feminino. Essa disparidade ocorre mesmo que os critérios diagnósticos, ou seja, os sinais observados e os sintomas informados pela pessoa, sejam os mesmos para todos os gêneros, e que o diagnóstico em mulheres tende a ser mais tardio.

 

O peso do “masking”

 

Desde cedo, meninas no espectro aprendem a observar e imitar comportamentos neurotípicos para se encaixarem, tornando-se verdadeiras “atrizes sociais”. Esse processo, muitas vezes inconsciente, envolve um conjunto de estratégias exaustivas: forçar o contato visual mesmo que seja desconfortável, ensaiar conversas mentalmente, suprimir movimentos repetitivos (stims) e imitar expressões faciais de colegas. Embora seja uma tática de sobrevivência para evitar o isolamento e o preconceito, essa performance constante desconecta a mulher de sua identidade autêntica e drena sua energia mental e emocional.

 

“O masking é a tentativa da pessoa autista, especialmente as mulheres, de mascarar os comportamentos autistas. É um conjunto de estratégias que a pessoa utiliza para tentar ocultar ou minimizar comportamentos do transtorno, muitas vezes para evitar julgamentos, e isso pode dificultar o diagnóstico”, pontua Gabriela.

 

Sinais sutis e os impactos na saúde mental

 

Uma das razões para essa dificuldade no diagnóstico está na natureza dos interesses restritos, ou hiperfocos. Enquanto em meninos é comum o foco em temas como dinossauros ou meios de transporte, em meninas, esses interesses podem se voltar para assuntos considerados mais “comuns”, como literatura, artes ou animais, passando despercebidos.

 

O esforço contínuo para se adaptar, somado à falta de um diagnóstico que explique suas dificuldades, tem um custo elevado para a saúde mental. “Um diagnóstico tardio traz prejuízos, independente do gênero, porque em muitos casos a intervenção só acontece após o diagnóstico. A importância da intervenção precoce é sempre comentada na literatura, e quando ela não ocorre pode trazer prejuízo na aprendizagem, nos relacionamentos, na vida profissional do adulto e principalmente na autoestima”, explica a professora.

 

Diagnóstico e seus desafios   

 

O modelo de diagnóstico do autismo foi, por muito tempo, construído a partir de um protótipo masculino. Como consequência, muitos profissionais de saúde não foram treinados para reconhecer as manifestações mais internalizadas ou socialmente camufladas do transtorno em meninas e mulheres. Com isso, os sinais que não se encaixam no estereótipo clássico são frequentemente descartados ou atribuídos a outras condições, como ansiedade, depressão ou transtorno de personalidade, reforçando o ciclo do subdiagnóstico.

 

“Na história do próprio transtorno, os conhecimentos e critérios de diagnóstico estiveram sempre baseados no gênero masculino, que era aquele mais prevalente, levando para que muitos sinais e sintomas sejam ainda baseados no comportamento conhecido como masculino”, afirma a psicóloga.

 

Como buscar ajuda

 

A jornada para o diagnóstico em mulheres adultas geralmente começa com a autoidentificação, muitas vezes impulsionada por relatos e conteúdo em redes sociais. Embora esse movimento de reconhecimento seja um passo inicial importante e validador, a etapa seguinte é crucial: buscar uma avaliação clínica estruturada. O objetivo vai além de confirmar um rótulo; um profissional especializado poderá fazer o diagnóstico diferencial, ou seja, distinguir o TEA de outras condições com sintomas sobrepostos, como TDAH ou transtornos de ansiedade e, principalmente, traçar um plano de suporte terapêutico personalizado.

 

“O diagnóstico de autismo pode ser realizado por um psicólogo ou médico. É recomendado que, ao suspeitar, o adulto ou os pais (no caso de crianças) procurem um profissional da Psicologia para realizar uma avaliação. É importante ressaltar que não existe autodiagnóstico em saúde mental, é preciso que a pessoa passe por uma avaliação de um profissional qualificado”, finaliza a professora.

 

Sobre a UNIASSELVI

 

A UNIASSELVI é uma das maiores instituições de ensino superior do Brasil, com mais de 500 cursos entre Graduação, Pós-Graduação, Técnicos e Profissionalizantes, ofertados nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD). Presente em todos os estados brasileiros, conta com mais de 1,3 mil polos e 16 unidades presenciais. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional com nota máxima no Recredenciamento Institucional concedido pelo Ministério da Educação (MEC).

Colunistas

O “Ano do Sim”: o dia em que dizer “sim” deixou de ser leve e virou necessário

Existe um momento na vida em que você percebe que não está mais dizendo “não” para o mundo. Você está dizendo não para si mesma.

 

E foi exatamente desse lugar que nasceu a vivência “O Ano do Sim”. Ela não surgiu como uma ideia de evento. Ela surgiu como um chamado. Eu e Rose Vieira nos encontramos no mesmo ponto interno: era hora de abrir um campo de cura que não cabia mais só na teoria.

 

Criamos juntas. Sentindo. Escutando. Sendo guiadas.

E o que aconteceu ali… não foi comum.

Não foi um evento. Foi um campo.
Não era sobre assistir. Era sobre se atravessar.

Cacau. Rapé. Apometria. Hipnose. Meditações. Dança.

Mas nenhuma dessas práticas, sozinha, explica.

O que aconteceu foi um encontro com tudo aquilo que estava sendo evitado há anos.

 

E quando isso acontece não existe como sair igual.

A intenção nunca foi “curar”.

Mostrar onde cada pessoa ainda se negava.

Onde repetia padrões.

 

Onde dizia “não” para a própria vida.

Porque o verdadeiro “sim” só nasce quando o “não” é visto e integrado.

O momento em que tudo mudou.

O ponto de virada.

Durante a condução, eu falei de um lugar que não era racional.

Era profundo. Cru. Verdadeiro.

Ali, eu não estava conduzindo.

Eu estava sendo atravessada junto com o grupo.

Na hipnose, acessamos traumas que já estavam no corpo.

E o que veio não foi desespero. Foi liberação.

 

Quando o campo fala, quem conduz também é atravessado

 

Rosi descreve o evento “O Ano do Sim” como uma experiência profunda de transformação e expansão de consciência, que impactou todos os participantes antes, durante e depois do encontro. Ela destaca a liberação emocional, a cura de padrões e a força do trabalho energético vivido no evento.

 

Também ressalta a importância da presença do sagrado masculino, tornando a experiência ainda mais especial, e o impacto das práticas terapêuticas como a apometria e o rapé na reconstrução emocional.

 

Por fim, ela reflete que o encontro trouxe aprendizados essenciais: quem cura também é curado, é fundamental estar em ambientes que fortaleçam a essência, e dizer “sim” para a vida exige reconhecer e sustentar os próprios “nãos”.

 

Quando a resistência é o portal

 

E talvez um dos relatos mais fortes tenha vindo antes mesmo da vivência começar. A participante Camila Paula, 42 anos, compartilhou:

 

“Na semana que antecedeu o retiro, senti medo, ansiedade e até pânico de viajar — o que não é comum pra mim, porque sou tranquila e adoro viajar. Mas permaneci firme e entendi que era algo que eu precisava atravessar para acessar o próximo patamar da minha vida. E foi exatamente isso que aconteceu. O evento me proporcionou vivenciar minha própria medicina em mim — algo que eu já acessava, mas ainda não tinha vivido com profundidade. A cura foi revelada. Meus mentores se fizeram presentes com toda a orientação necessária para o meu crescimento profissional. Saio com amor, gratidão e a certeza de que tudo é exatamente como tem que ser. Os sinais mostram o caminho. Basta acreditar”, disse Camila Paula.

 

A transformação que ninguém esperava

 

Não foi sobre aparência. Foi sobre presença. No início do dia: corpos tensos, olhares cansados, energia retraída.

Ao final: leveza, expansão, olhos brilhando. Mas, acima de tudo: verdade.

Sem máscaras.

Sem performance.

Sem necessidade de se esconder.

 

Então… o que é dizer “sim” para a vida?

Não é sobre aceitar tudo.

Não é sobre positividade.

 

Dizer “sim” para a vida é: parar de fugir do que precisa ser visto
sustentar os próprios “nãos” com maturidade e escolher, conscientemente, viver a própria verdade.

 

Mesmo quando isso exige atravessar desconfortos. Porque, no fim o verdadeiro “sim” não é leve. Ele é honesto. E é isso que liberta.

Quem viveu não volta para o mesmo lugar interno.

 

* Por Emi Moraes – psicoterapeuta especializada em emagrecimento comportamental e criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora”.

Instagram: @euemi_moraes.  Áudios motivacionais gratuitos: clique aqui!

Amor & Sexo

Medicamento para aumentar a libido feminina na menopausa é aprovado nos EUA

Médica e pesquisadora Fabiane Berta explica que o prazer feminino é legítimo em qualquer idade

 

Por muito tempo, a narrativa foi repetida quase como um mantra nos consultórios de que depois dos 40 ou 50 anos, o desejo sexual feminino diminuiria naturalmente e caberia à mulher aceitar. Segundo a médica e pesquisadora Fabiane Berta, especialista em menopausa, essa explicação confortável nunca foi científica. Foi cultural.

 

“O que chamaram de normal era, na verdade, negligência médica”, afirma Fabiane. Enquanto homens tiveram acesso a múltiplas terapias para disfunção sexual ao longo de décadas, mulheres na pós-menopausa com perda de libido foram orientadas a lidar com o problema em silêncio. “Isso criou uma geração inteira convencida de que perder o desejo era parte obrigatória do envelhecimento”.

 

A ciência, porém, conta outra história. Existe um diagnóstico bem definido, o Transtorno do Desejo Sexual Hipoativo (HSDD), caracterizado pela falta persistente de desejo que causa sofrimento real. De acordo com a pesquisadora, entre 40% e 55% das mulheres após a menopausa podem apresentar esse quadro. “Não é preguiça, não é fase, não é desinteresse afetivo. É neurobiologia.”

 

Até recentemente, o dado mais chocante não era a prevalência do problema, mas a ausência de tratamento. Nenhuma medicação havia sido aprovada especificamente para mulheres na pós-menopausa com HSDD. “Isso diz muito sobre quem a medicina escolheu escutar e quem ficou esperando”, analisa.

 

Esse cenário acaba de começar a mudar, quando a agência regulatória americana Food and Drug Administration (FDA) aprovou, no final do ano passado, a flibanserina (Addyi) para mulheres na pós-menopausa com menos de 65 anos. A decisão veio dez anos após a liberação do medicamento para mulheres na pré-menopausa.

 

“Demorou uma década para que a ciência institucional reconhecesse algo simples, mulheres depois da menopausa continuam sendo mulheres com desejo”, diz a especialista.

 

A médica explica que diferente do que muitos imaginam, a flibanserina não é um hormônio. Ela atua diretamente nos neurotransmissores cerebrais ligados ao desejo sexual, aumentando dopamina e norepinefrina e reduzindo o excesso de serotonina.

 

“É um ajuste fino do sistema que regula o querer. Não cria desejo do nada, mas reequilibra o que estava desorganizado”, destaca Fabiane.

 

Os estudos clínicos que embasaram a aprovação envolveram mais de 2.400 mulheres e mostraram melhora consistente com aumento no número de eventos sexuais satisfatórios, resposta a partir da quarta semana e mais da metade das participantes relatando melhora significativa do desejo.

 

“Não é solução mágica, nem funciona para todas. Mas é ciência aplicada onde antes só havia resignação”.

 

Ainda assim, o tabu persiste. Falar de sexualidade feminina após os 50 anos segue sendo desconfortável, social e medicalmente.

 

“A mulher madura é empurrada para um papel de cuidadora, avó, alguém que já ‘resolveu’ a vida. Como se isso incluísse arquivar a libido”, observa a médica.

 

Para ela, essa lógica ignora um ponto central de que desejo sexual é saúde, autoestima e qualidade de vida. A especialista faz um alerta:

 

“O tratamento não é indicado para qualquer queixa ocasional de diminuição de interesse sexual. Ele se aplica a casos bem diagnosticados de HSDD, quando há sofrimento e exclusão de outros fatores, como depressão não tratada, problemas de relacionamento ou efeitos colaterais de medicamentos. Também exige cuidados, como evitar o consumo de álcool e respeitar a posologia noturna”.

 

Além de uma nova opção terapêutica, Fabiane Berta vê a aprovação como um marco simbólico. “Não estamos falando apenas de uma pílula, mas do reconhecimento de que o prazer feminino é legítimo em qualquer idade.” Para ela, o maior avanço é tirar o desejo da categoria do “é assim mesmo”.

 

A reflexão final da pesquisadora é direta. “Se a menopausa não encerra a sexualidade, também não deveria encerrar o direito de escolha. As mulheres esperaram demais para serem ouvidas. Agora, precisam ocupar esse espaço no consultório, na ciência e na própria vida”, conclui.

 

Sobre Fabiane Berta

 

Fabiane Berta é médica e pesquisadora (CRMSP 151.126), integrante do Science Medical Team – OB-GYN Specialist. É mestranda no setor de Climatério | Menopausa e pesquisadora adjunta no setor da Endometriose | Dor pélvica pela UNIFESP. Possui pós-graduação em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento.

 

É fundadora do MyPausa, iniciativa que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil para promover uma reforma na saúde feminina, com foco em acessibilidade a tratamentos atualizados e respeito à diversidade regional. Atua como PI sub e chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa (Science Valley) e como coordenadora da Saúde Feminina para a Arnold Conference 2026.

Carreira & negócios

Lucy Mélo: da gestão corporativa à transformação de vidas por meio da beleza e do empreendedorismo

Fisioterapeuta de formação, Lucy Mélo construiu uma carreira sólida no mundo corporativo, onde atuou como gerente geral e regional de grandes empresas, liderando equipes com mais de 140 colaboradores

 

Sempre guiada por uma visão estratégica e humana, acreditava que cuidar de pessoas ia além de metas e processos: envolvia experiências, autoestima e propósito.

 

“Foi em uma ação corporativa que a beleza entrou definitivamente na minha vida.”

 

Ao levar uma ação de beleza para o trabalho, oferecendo às suas clientes e funcionárias um plus no atendimento, conheceu a Mary Kay. Com isso, surgiu a oportunidade de iniciar uma nova trajetória profissional, despertando nela o olhar para um modelo de negócios flexível, com renda imediata e ótimo potencial de crescimento

 

Hoje, Lucy Mélo é diretora e empresária, com 12 anos de atuação no empreendedorismo. Reconhecida pela conquista do terceiro carro rosa, símbolo de resultados na empresa, lidera uma estrutura que desenvolve um grande time de mulheres.

 

Por meio da Mary Kay, atua no fortalecimento da autoestima, na formação empreendedora e na promoção da independência financeira feminina, unindo beleza, imagem pessoal e desenvolvimento humano com propósito e impacto social.

 

Para acompanhar o trabalho de Lucy e conhecer suas iniciativas no empreendedorismo feminino, siga o Instagram: @lucy.melo ou entre em contato pelo WhatsApp: (21) 98301-6065

Colunistas

A Balança Mede o Seu Peso. Não Mede Quem Você É.

Emagrecer vai muito além do que qualquer número pode mostrar
Todo dia, milhares de mulheres acordam e, antes de qualquer coisa, pisam na balança

 

Em segundos, um número parece decidir o humor do dia. Decide se o café da manhã será vivido com prazer ou com culpa. Decide se aquela roupa vai vestir autoestima ou vergonha. Decide, muitas vezes, se a mulher que está ali vai se sentir digna, bonita, suficiente. Tudo isso por causa de um número.

 

Mas a balança mede massa. Mede a força da gravidade sobre o seu corpo naquele instante. Ela não mede a sua história, as noites mal dormidas, as renúncias silenciosas, o cansaço acumulado, as vezes em que você se levantou mesmo querendo desistir. Não mede o amor que você oferece, a força que você sustenta, a mulher inteira que você é.

 

E, ainda assim, quantas vezes você deixou que ela definisse o seu valor?
Emagrecer vai muito além do que qualquer número pode mostrar, porque o que trouxe você até aqui também vai além. Debaixo dos quilos que incomodam existe uma história. Existe uma mulher que aprendeu a usar a comida como alívio para emoções que nunca teve espaço para sentir. Que aprendeu a se cuidar por último. Que foi se tornando personagem, mãe, esposa, filha, profissional, e se afastando de si mesma.

 

O corpo não mente. Ele registra cada emoção engolida, cada limite ignorado, cada vez que você disse “estou bem” quando, na verdade, estava exausta. Não como castigo, mas como memória.

 

Por isso, mudar o número sem mudar a história quase sempre é só adiar o problema. O peso vai. O peso volta. Porque o que está por baixo continua lá, esperando ser olhado com coragem e verdade.

 

A transformação real começa quando você para de olhar apenas para o que a balança mostra e começa a ouvir o que ela nunca conseguirá revelar: sua identidade, seus desejos, sua dor, sua voz, seus limites, sua essência. Essa mulher não precisa se tornar menor para merecer mais amor, mais cuidado, mais presença. Ela só precisa ser encontrada. E talvez esse seja o verdadeiro emagrecimento: não desaparecer para caber, mas voltar para si.

 

Porque quando você se reencontra, o corpo deixa de ser inimigo e passa a se tornar casa, abrigo e expressão.

 

* Por Emi Moraes, psicoterapeuta especialista em emagrecimento comportamental, criadora do método “Emagreça de Dentro pra Fora. Se eu consegui, você também consegue, mas não da forma que te ensinaram”.

 

WhatsApp: (21) 99512-2170

 

Instagram: @euemi_moraes

 

Áudios motivacionais gratuitos: https://chat.whatsapp.com/Jebjn8o174m8eUDN6uNBdX?mode=gi_t