Saúde & Bem-estar

O que a ciência já sabe sobre o uso da testosterona pelas mulheres

Especialista em menopausa, a médica e pesquisadora Fabiane Berta explica por que o hormônio, longe de ser um “atalho estético”, tem papel neuroativo essencial e quando seu uso realmente é indicado

 

A testosterona voltou ao centro do debate sobre saúde feminina. Nos consultórios e nas redes sociais, cresce o interesse pelo hormônio frequentemente associado, de forma equivocada, a mais energia, emagrecimento rápido ou ganho estético. Mas a ciência aponta para outro caminho.

 

Segundo a pesquisadora e especialista em menopausa Fabiane Berta, o efeito mais conhecido e comprovado está na modulação do desejo sexual, da motivação, da cognição e da clareza mental. Esses benefícios são especialmente relevantes no contexto da menopausa, quando os níveis séricos (quantidade de uma determinada substância no sangue), caem para cerca de 25% do pico observado aos 20 anos.

 

“Testosterona não é suplemento de disposição e não é atalho estético. É um hormônio neuroativo, com ação direta sobre desejo sexual, motivação, cognição e clareza mental”, explica a médica.

 

Berta acompanha os avanços no uso clínico do hormônio, enfatizando que a testosterona, quando usada em níveis fisiológicos, pode participar diretamente da regulação da chamada “névoa cerebral”, que é caracterizada por lapsos de memória, dificuldade de concentração, raciocínio mais lento e redução da fluência verbal, com substrato neurobiológico.

 

“Mulheres na peri e pós-menopausa frequentemente relatam melhora desses sintomas. Quando essa névoa melhora, melhora na dose certa, bem prescrita, monitorada e dentro da faixa fisiológica. Nunca em protocolos inflacionados vendidos como solução mágica”, reforça Fabiane.

 

Berta também destaca que a indicação do hormônio com consenso global trata do transtorno do desejo sexual hipoativo (HSDD) em mulheres pós-menopausa, utilizando formulações transdérmicas em doses fisiológicas e recomendação apoiada por um conjunto de 11 sociedades científicas internacionais.

 

“É evidência de nível I, grau A. Fora desse cenário, não há base sólida suficiente para recomendar o hormônio”, explica a médica. O que tem se popularizado nas redes, superdosagens, protocolos de performance, uso para emagrecimento ou ganho de massa sem critério preocupa a especialista.

 

“Nesses casos, o que aumenta não é o benefício, é o risco”, diz a médica. Entre os efeitos adversos documentados estão acne, hirsutismo, alteração de humor, labilidade emocional e, mais grave, modificações irreversíveis na voz. E ainda há impactos de longo prazo que a ciência simplesmente não conhece”, alerta.

 

Para Berta, a discussão precisa voltar ao eixo científico. “Hormônio não é tendência de consultório nem viralização de rede social. É decisão clínica que começa no diagnóstico, passa pela prescrição individualizada e se sustenta em monitorização e evidência, não em promessas”, finaliza.

Sobre Fabiane Berta:

 

Fabiane Berta é médica e pesquisadora (CRMSP 151.126), integrante do Science Medical Team – OB-GYN Specialist. É mestranda no setor de Climatério | Menopausa e pesquisadora adjunta no setor da Endometriose | Dor pélvica pela UNIFESP. Possui pós-graduação em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento.

 

É fundadora do MyPausa, iniciativa que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil para promover uma reforma na saúde feminina, com foco em acessibilidade a tratamentos atualizados e respeito à diversidade regional. Atua como PI sub e chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa (Science Valley) e como coordenadora da Saúde Feminina para a Arnold Conference 2026.

Saúde & Bem-estar

Menopausa: especialistas orientam como exames podem contribuir para o bem-estar feminino

  • Com abordagem humanizada e foco em prevenção, Fundação reforça o papel dos exames de imagem como aliados na jornada de bem-estar da mulher durante a menopausa

 

A menopausa é uma etapa natural na vida da mulher, marcada por transformações hormonais, físicas e emocionais. Ainda cercada de tabus e desinformação, essa fase exige atenção e conhecimento, e os exames de imagem podem ser grandes aliados para garantir uma transição mais equilibrada e saudável.

 

A Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), maior prestadora de diagnóstico por imagem do Brasil e referência em atendimento humanizado, reforça que o acompanhamento por exames é parte fundamental do autocuidado feminino. O ginecologista Dr. Ivaldo Silva, professor livre-docente pela EPM/Unifesp e membro do Conselho Curador da FIDI, explica que “a menopausa não é uma doença, mas um processo fisiológico que requer atenção. Quando a mulher se informa, realiza seus exames de rotina e entende o que está acontecendo, ela assume um papel ativo no cuidado com a própria saúde”.

 

Ele destaca que o corpo feminino passa por alterações significativas nessa fase como:  perda de massa óssea, mudanças metabólicas e maior vulnerabilidade cardiovascular e que os exames de imagem são ferramentas de apoio tanto na prevenção quanto no bem-estar.

 

“A densitometria óssea, por exemplo, é fundamental para identificar precocemente a osteoporose; a ultrassonografia transvaginal ajuda a monitorar o útero e os ovários; e a mamografia continua sendo o principal exame de rastreamento do câncer de mama”, reforça o médico.

 

A radiologista Dra. Vivian Milani, especialista em mama, complementa que “a mamografia é o exame mais eficaz para detectar alterações antes que se tornem palpáveis, garantindo diagnósticos precoces e aumentando as chances de tratamento bem-sucedido”. A FIDI, responsável pela gestão das unidades móveis do Programa Mulheres de Peito desde 2014, já realizou mais de 360 mil mamografias gratuitas em todo o Estado de São Paulo, impactando diretamente a vida de milhares de mulheres.

 

O Dr. Ivaldo também ressalta que o bem-estar nesta fase vai além da parte clínica: envolve autoconhecimento, equilíbrio emocional e uma nova relação com o corpo. Ele aconselha que as mulheres adotem uma rotina com atividade física regular, alimentação balanceada e acompanhamento médico contínuo.

 

“A menopausa é o momento de olhar para si com mais cuidado. Dormir bem, praticar exercícios e manter uma boa nutrição são atitudes que fazem diferença na longevidade e na autoestima”, orienta. Ele lembra ainda que é importante romper com a ideia de que desconfortos são inevitáveis. “Ondas de calor, irritabilidade e insônia não precisam ser aceitos como parte obrigatória da vida. Hoje existem tratamentos e acompanhamentos que devolvem a qualidade de vida. O conhecimento é a principal forma de empoderamento”, completa.

 

Com quase quatro décadas de atuação e presença em mais de 100 unidades de saúde, a FIDI alia tecnologia, pesquisa e humanização para promover um atendimento centrado no paciente e disseminar conhecimento confiável sobre saúde.

 

Para a Fundação, os exames de imagem são muito mais do que instrumentos diagnósticos: são ferramentas de cuidado contínuo e parte de uma jornada de bem-estar e autocuidado que começa com a informação.

 

“Falar sobre menopausa é falar sobre qualidade de vida. E os exames de imagem são aliados nessa trajetória porque cuidar da saúde é também cuidar da tranquilidade e da confiança de cada mulher”, conclui o ginecologista.

 

Sobre a FIDI

 

Fundada em 1986 por médicos professores integrantes do Departamento de Diagnóstico por Imagem da Escola Paulista de Medicina – atual Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) –, a FIDI é uma Fundação privada sem fins lucrativos que reinveste 100% de seus recursos em assistência médica à população brasileira, por meio do desenvolvimento de soluções de diagnóstico por imagem, realização de atividades de ensino, pesquisa e extensão médico-científica, ações sociais e filantrópicas. Com mais de 2.100 colaboradores e um corpo técnico formado por mais de 500 médicos parceiros, a FIDI está presente em mais de 100 unidades de saúde nos estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

 

É a maior empresa especializada em diagnóstico por imagem do Brasil. Em 2024, foram 5 milhões de exames realizados – 7% de crescimento em relação à 2023 -, entre ressonância magnética, tomografia computadorizada, ultrassonografia, mamografia, raios-X, densitometria óssea, hemodinâmica e medicina nuclear. Com soluções customizadas em diagnóstico por imagem, a FIDI oferece serviços de Telerradiologia, Gestão Completa, Consultoria, Educação Médica e Inteligência Artificial.

 

A Fundação também trabalha na proposição de soluções inovadoras para a saúde pública, como sistema de análise de imagens de tomografia computadorizada por inteligência artificial, e participou da primeira Parceria Público-Privada de diagnóstico por imagem na Bahia. Por duas vezes, a FIDI recebeu o prêmio Referências da Saúde 2019 e 2020, na categoria Qualidade Assistencial, e por três vezes foi medalhista em desafios internacionais de aplicação de inteligência artificial no diagnóstico por imagem, propostos na conferência anual da Sociedade Norte-Americana de Radiologia, considerado o maior congresso do setor no mundo.

 

Ao final de 2020, a Central de Laudos da FIDI obteve a certificação ISO 9001:2015 de Gestão da Qualidade e em 2023 renovou a certificação, pela International Organization for Standardization e, em 2021, recebeu o selo de “Excelente Empresa Para se Trabalhar” (GPTW). Em 2025, a FIDI ganhou o prêmio Líderes da Saúde, na categoria Laboratórios, reconhecimento do Grupo Mídia às empresas, indústrias, entidades setoriais e prestadores de serviço.

 

Desde 2014 a FIDI atua no projeto da carreta-móvel ‘Mulheres de Peito’, parceria com o Estado de São Paulo, que oferece exames gratuitos de mamografia. Já são mais de 300 municípios atendidos, mais de 360 mil mamografias, 19 mil ultrassonografias e 900 biópsias realizadas, além de 3.900 mulheres encaminhadas.

A Fundação amplia, a cada ano, sua atuação em iniciativas itinerantes que levam saúde e bem-estar e, neste sentido, em parceria com a Prefeitura de Guarulhos (SP), participa do projeto “Carreta da Saúde da Mulher”.

 

São realizados exames como mamografia bilateral, ultrassonografia mamária e ultrassonografia transvaginal.

Essas ações reforçam a força da Fundação em projetos de acesso à saúde, garantindo atendimento de qualidade e impactando positivamente a vida de milhares de pessoas.

 

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Saúde & Bem-estar

Exageros de fim de ano podem comprometer a fertilidade, alerta especialista

Ganho de peso, álcool e sedentarismo afetam hormônios e qualidade reprodutiva; obesidade já é um dos principais fatores de risco para quem deseja engravidar

 

Ceias fartas, consumo excessivo de álcool e semanas fora da rotina durante as festas de fim de ano podem ter um impacto maior do que muitos imaginam. Antes mesmo de se manifestar em doenças como diabetes ou problemas cardíacos, o ganho de peso associado a esses exageros já pode comprometer a fertilidade de homens e mulheres. O excesso de peso interfere no equilíbrio hormonal, afeta a ovulação e reduz a qualidade dos espermatozoides, tornando a gravidez mais difícil.

 

“O excesso de peso provoca alterações hormonais capazes de prejudicar a produção de espermatozoides e a ovulação, impactando diretamente as chances de fecundação”, explica o ginecologista e especialista em medicina reprodutiva Dr. Maurício Chehin, do Grupo Huntington.

 

De acordo com o Atlas Mundial da Obesidade, 68% dos brasileiros vivem hoje com excesso de peso; 31% têm obesidade e 37% estão com sobrepeso. No caso das mulheres, a obesidade pode gerar ciclos menstruais irregulares e diminuir a frequência de ovulação.

 

“Recomendamos que pacientes com obesidade ou sobrepeso busquem acompanhamento médico e nutricional antes de engravidar, seja de forma espontânea ou por Fertilização in Vitro. A perda de peso aumenta as chances de sucesso e reduz riscos importantes na gestação”, afirma Chehin.

 

Entre os homens, os impactos também são significativos. A obesidade afeta tanto a quantidade quanto a qualidade dos espermatozoides e pode comprometer a função sexual. “O acúmulo de gordura altera o equilíbrio hormonal reduzindo a testosterona e aumentando o risco de disfunção erétil. Isso repercute diretamente na motilidade e concentração dos espermatozoides”, acrescenta o especialista.

 

O crescimento da obesidade no país é impulsionado por padrão alimentar inflamatório, sedentarismo e longos períodos de exposição às telas. Para o médico, esse conjunto tem ampliado os desafios reprodutivos no Brasil. “Já vemos quase um terço da população vivendo com obesidade e isso tem consequências claras para a saúde reprodutiva”, observa.

 

Riscos durante a gestação

 

Além de dificultar a gravidez, o excesso de peso aumenta taxas de aborto e complicações obstétricas. “A obesidade eleva o risco de hipertensão, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, parto prematuro e problemas durante o parto. Controlar o peso antes da gestação é um fator de proteção fundamental para mãe e bebê”, destaca Chehin.

 

Estilo de vida e prevenção

 

Mudanças simples de rotina têm impacto direto na fertilidade. “Dormir bem, não fumar, manter peso saudável, praticar atividade física, moderar o consumo de álcool, adotar uma alimentação equilibrada e manter relações sexuais regulares cerca de três vezes por semana são medidas que favorecem a saúde reprodutiva”, orienta o especialista.

 

Chehin faz ainda dois alertas importantes: o uso de lubrificantes vaginais inadequados que podem comprometer a mobilidade dos espermatozoides e o risco das infecções sexualmente transmissíveis. “As ISTs são causas frequentes de infertilidade e muitas vezes só são percebidas quando já provocaram danos”, afirma.

 

O médico reforça que consultas periódicas com ginecologistas e urologistas são essenciais para monitorar a saúde reprodutiva. “O acompanhamento regular permite identificar e corrigir fatores de risco e preservar a fertilidade antes que ocorram danos irreversíveis”, finaliza.

Saúde & Bem-estar

Menopausa e Raça: evidências revelam desigualdades que afetam milhões de mulheres negras

Pesquisas mostram que mulheres negras enfrentam sintomas mais longos e intensos, uma transição mais precoce e barreiras de cuidado ainda pouco reconhecidas pela medicina

 

A transição menopausa não ocorre da mesma forma para todas as mulheres e, no caso das mulheres negras, estudos internacionais revelam um conjunto de desigualdades que inclui sintomas mais duradouros, início mais precoce e menor acesso a tratamentos especializados. É o que destaca a médica e pesquisadora Fabiane Berta, que vem reunindo e analisando evidências científicas sobre o tema.

 

Pesquisas como o SWAN (Study of Women’s Health Across the Nation) — estudo multicêntrico iniciado em 1994 nos Estados Unidos, que acompanha milhares de mulheres há mais de 25 anos para entender como fatores biológicos, raciais, sociais, culturais e econômicos influenciam a saúde feminina no climatério — revelam que 46% das mulheres negras relatam sintomas vasomotores, como fogachos, em comparação com 37% das mulheres brancas. Esses sintomas podem persistir por até dez anos, uma duração significativamente maior do que a observada entre mulheres asiáticas, brancas e hispânicas.

 

Para Berta, esses números não são isolados. “A ciência já demonstrou que a menopausa é vivida de maneiras distintas. Entre mulheres negras, vemos sintomas mais intensos e prolongados, e isso tem impacto direto na qualidade de vida, no sono, na cognição e no bem-estar”, explica.

 

Uma das explicações mais robustas para essa diferença é o fenômeno conhecido como weathering — o desgaste biológico causado pela exposição crônica ao estresse. Segundo o SWAN, mulheres negras apresentam níveis elevados de carga alostática já aos 45 anos, refletindo o efeito acumulado de fatores sociais, emocionais e ambientais. “Mesmo quando controlamos por renda e escolaridade, as mulheres negras continuam apresentando maior desgaste fisiológico. Isso mostra que estamos falando de fatores estruturais que atravessam gerações”, destaca a pesquisadora.

 

A literatura científica também aponta que mulheres negras e hispânicas tendem a entrar cerca de 1,2 anos mais cedo na menopausa e a vivenciar sintomas por períodos mais extensos. “Quando uma paciente negra chega ao consultório com queixas intensas por muitos anos, isso não é exceção, é um padrão documentado”, diz Berta.

 

No Brasil, com 30 milhões de mulheres na faixa do climatério e 54% da população composta por pessoas negras, o tema ganha importância populacional. Estudos nacionais e internacionais mostram que até 82% das brasileiras nessa fase referem sintomas que interferem na vida cotidiana.

 

“Reconhecer as diferenças raciais na menopausa é essencial para melhorar a escuta, o diagnóstico e a orientação clínica”, afirma.

 

Para Berta, ampliar o olhar é o primeiro passo. “As mulheres negras merecem uma abordagem que considere sua história de vida, seus marcadores biológicos e suas experiências. Equidade em saúde começa por enxergar essas diferenças.”

 

Ela reforça que o debate precisa estar no centro da agenda científica e clínica: “Menopausa tem sotaque brasileiro, tem sotaque regional, tem sotaque socioeconômico. E sim, tem sotaque racial. Reconhecer isso não é ser politicamente correto, é ser cientificamente correto. Não estamos falando de militância, mas de ciência. As desigualdades estão medidas, descritas e replicadas em estudos. Agora precisamos agir.”

 

Sobre Fabiane Berta

 

Fabiane Berta é médica e pesquisadora (CRMSP 151.126), integrante do Science Medical Team – OB-GYN Specialist. É mestranda no setor de Climatério | Menopausa e pesquisadora adjunta no setor da Endometriose | Dor pélvica pela UNIFESP. Possui pós-graduação em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento.

 

É fundadora do MyPausa, iniciativa que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil para promover uma reforma na saúde feminina, com foco em acessibilidade a tratamentos atualizados e respeito à diversidade regional. Atua como PI sub e chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa (Science Valley) e como coordenadora da Saúde Feminina para a Arnold Conference 2026.

Carreira & negócios

Campanha dos 30 anos da Utilità movimenta o Vogue Gallery com atrações e lançamentos

No dia 25 de novembro, a Barra da Tijuca foi ponto de encontro de mais uma celebração especial da campanha 30 anos da Utilità. O encontro, realizado no sofisticado Vogue Gallery, no Vogue Square, reuniu convidados para uma tarde repleta de novidades, inspiração e oportunidades de networking. Durante o evento, foi apresentada a edição de dezembro, que traz como capa a terapeuta e treinadora comportamental Emi Moraes, além do lançamento do HubLike CRM, plataforma idealizada por Tarsila Moratelli.

 

Campanha Utilità 30 anos

 

Em 2026, a marca completa 30 anos e, para celebrar esse momento histórico, está realizando uma série de ações que fazem parte da campanha “Utilità 30 anos divulgando negócios e conectando pessoas”. Entre as ações, serão realizados 15 eventos mensais e 15 edições da revista digital Utilità.

 

A anfitriã Daniela Andrade, idealizadora da Utilità, mentora, jornalista e publicitária, abriu a programação agradecendo a presença do público e ressaltando a força das histórias que transformam vidas.

 

A primeira delas foi a de Emi Moraes, capa da edição, que apresentou uma palestra sobre emagrecimento emocional. Após eliminar 36kg, a especialista compartilhou sua trajetória e reforçou seu princípio central: “Quando você se conecta com a alma, o corpo acompanha. Emagrecer é consequência do reencontro consigo mesma.”

 

 

Outro momento marcante foi a apresentação do HubLike CRM, idealizado por Tarsila Moratelli, CEO da TriLike Hub. A ferramenta tem a proposta de facilitar a vida de pequenos e médios empreendedores, oferecendo uma solução de gestão simples, eficiente e acessível. “Criei o HubLike porque empreendedores não precisam de ferramentas complicadas, precisam de clareza, organização e tempo para focar no que realmente importa”, diz Tarsila.

 

Novidades e interação

 

O evento também foi marcado por ações interativas que engajaram os convidados. Uma delas foi o Quiz Utilità, uma iniciativa de Alfredo Girolami, da Agência Grão de Mostarda, e Glenio Machado, da Digital Sharp. Os especialistas em marketing e inteligência artificial criaram um quiz com perguntas sobre a trajetória de Daniela Andrade e da Utilità, com o objetivo de reforçar a história da marca de forma divertida. Os três participantes com maior pontuação foram premiados com kits da Noa.

 

Outra novidade foi a ação “Repórter por um dia”, na qual convidados e parceiros tiveram a oportunidade de entrevistar outros participantes, gerando conteúdo autêntico e promovendo conexões. O objetivo, segundo Daniela, foi criar interações reais e dar destaque a parceiros, produzindo um material rico e espontâneo.

 

Mimos para os convidados

 

Todos os convidados receberam chocolates da Cacau Noir Ipanema na entrada. As participantes da revista foram presenteadas com uma embalagem personalizada da Dzy Artes, com brownies red velvet com recheio de limão siciliano preparados pela Dolce di Caliari.

 

Empreendedoras em destaque

 

A edição de dezembro da revista digital destaca a trajetória de diversas empreendedoras. Além da capa Emi Moraes (uma jornada de transformação), a publicação traz as histórias de Ana Matos (despertando o poder feminino), Andrea Menezes (experiências gastronômicas que marcam momentos), Andreia Fernandes (a missão que Deus transformou em negócio), Anna Luisa (compromisso com a transformação), Beth Dias (uma trajetória que une técnica, sensibilidade e propósito), a embaixadora Cátia Vita (liderança e transformação feminina), Claudia Arouche (autonomia e impacto na advocacia), Débora Dallia (pioneirismo, coragem e visão), Dzyane Chagas (momentos eternizados), Fernanda List (moda que eleva a autoestima), Grazielle Rosa (bastidores que geram mudanças reais), Josy Guimarães (quando a fotografia se torna memória viva), Karina Nunes Silvestre (força para se reinventar), Márcia Lima (coragem, estratégia e transformação), Michelle Souza (fazendo sonhos ganharem destino), MRX Soluções em Condomínios, Patrícia Azêdo (gestão que transforma), Salete Cabral (odontologia que acolhe), Tarsila Moratelli (organização descomplicada) e Vera Caliari (do voluntariado à confeitaria).
Ana Matos – @anamatos.make
Andrea Menezes – @andreamenezesbuffet
Andreia Fernandes – @afsemijoiasoficial
Anna Luisa – @latibereconsultoria
Beth Dias – @_bethdiass
Cátia Vita – @catiavita
Claudia Arouche – @claudiaarouche
Débora Dallia – @deboradallialima
Dzyane Chagas – @dzy.artees
Emi Moraes – @euemi_moraes
Fernanda List – @list.knit
Grazielle Rosa – @graziellerosaoficial
Josy Guimarães – @josyygospel / @mariposafotografia
Karina Nunes Silvestre – @knssolucoesadm / @karinacnunes2604
Márcia Lima – @mlima_digital
Michelle Souza – @michelletouragencia / @michellyysouza
Mariana (MRX Soluções em Condomínios) – @mrxsolucoesemcondominios
Patrícia Azêdo – @patriciacazedo
Salete Cabral – @drasaletecabral
Tarsila Moratelli – @tarsimoratelli / @trilikeoficial / @hublikeoficial / @contauma.oficial / @whatslikeoficial
Vera Caliari – @caliarivera / @dolcedicaliari

 

Expositores da Feira de Negócios

 

Adriana Vieira da Rocha / Aromas Luar / @perfumariaaromasluar
Christiane Canuto Lima / Confy / @confyrj
Claudia Rocha / Farmasi Brasil / @claudiacordeirorocha
Elizabeth Teixeira / Coketel do Amor Lingerie / @coketeldoamor
Fabia Moreira da Silva / VN Collettiva / @vn.collettiva
Fernanda Sampaio / List / @list.knit
Glenio Machado / Digital Sharp / @digitalsharp
Juliana Agostini / Juliana Agostini / @eujulianaagostini
Karla Cristina Carvalho de Figueiredo / Karlafig / @_karlafig
Luciana de Almeida / Loo Biquínis / @loobiquinis
Lúcia Monteiro / Cativa / @cativamoda_rj
Priscila Guimarães / Priscila Semijóias / @priscilaguimaraesacessorios
Regina Menezes / Regina Design Bijouterias / @regina.design.bijouterias
Rita de Cássia Almeida / Das Almeidas Crochê Moderno / @dasalmeidas
Silmeri Bolognani e Monique Gonçalves / @dramoniquegoncalves e @institutobolognani
Tarsila Moratelli / Trilike Hub / @trilikeoficial
Paula Henckel Schwan / Perruche Cosméticos / @perruchecosmeticos

 

Apoiadores da Feira de Sabores

 

Alessandra Cristina Pereira / Ale Xandy Bolos / @Alexandy_Bolos
Ana Paula Costa / Donna Cafeteira / @donnacafeteira
Andrea Menezes / Andrea Menezes Buffet / @andreamenezesbuffet
Andre Luiz Marinho de Toledo / Cacau Noir Ipanema / @cacaunoir_ipanema
Giselle Volino / Maria Docinho / @docesmariadocinho
Marli Silva / Amway e Nutrilite / @marlisilva388
Raquel Vieira / Delícias da Raquel / @raquelferreirachefpatisserie
Rayssa Vila Verde / Doceria Três Amores / @doceria.3tresamores
Sandra / Sam’s Club / @Sandra_SamsClub
Vera Caliari / Dolce Di Caliari / @dolcedicaliari

 

Serviço

 

Espaço do evento:

 

@voguegallerybr sob a curadoria de @simoesfatima

 

Fotografia/vídeos:

 

@mariposafotografia, @dzy.artees, @souisabellaoficial

 

Revista Digital

 

Projeto Gráfico:

 

Débora Dalia. @sevenprimecomunicacaointegrada

 

Revisão:

 

Maíra Ferreira @mairacomacento

 

Lançamento:

 

@hublikeoficial da Tarsila Moratelli

 

Produção:

 

Daniela Andrade

 

Cabelo e make:

 

@anamatos.make

 

Portal Utilità:

 

Cristiano (@kamuscombr), Maximino Perez (@maxpress_assessoria) e Silvia Bastiana (@silviabastianaassessoria)

 

Curadoria da feira de negócios e sabores

 

@silviabastianaassessoria

 

Apoio feira de sabores:

 

@rosangelagarcia7333 e @danimotafeminices

 

Mesa posta:

 

@andreamenezesbuffet, @raquelferreirachefpatisserie e @letable.eventosintimistas

 

Mimos para os convidados e homenageadas:

 

@dzy.artees, @dolcedicaliari e @cacaunoir_ipanema

 

Contatos Utilità

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Instagram:

@utilitaonline

 

Assessoria de imprensa:

 

@rafatayao

 

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