Moda

Azul glacial: a cor tendência que está conquistando as fashionistas

A cartela fria ganha maturidade e consolida seu lugar entre os looks mais interessantes da estação

 

Durante muito tempo, os azuis claros ocuparam um território específico na moda: o do romantismo, da delicadeza previsível ou da estética juvenil. Mas esse cenário mudou — prova disso é a ascensão do azul glacial no street style. Ao adicionar uma nuance gélida ao tom pastel, a cor tendência se estabelece como uma alternativa menos doce e mais estratégica, complementando neutros clássicos com uma dose de frescor, livre de excessos. É um azul que dialoga com linhas retas, superfícies acetinadas, transparências sutis e volumes bem definidos.

 

Textura em evidência

O azul glacial ganha destaque no cardigã de textura felpuda. O truque aqui é a sobreposição: a base listrada quebra a uniformidade da cor, enquanto o suéter marinho sobre os ombros cria um contraste tonal dentro da mesma paleta.

 

Alfaiataria suave

O azul glacial ajuda a trazer leveza a peças com corte de alfaiataria, especialmente quando o material é fluido e a modelagem levemente ampla — o resultado ajuda a romper com a imponência formal do terno.

 

Azul + marrom

Uma das combinações mais interessantes da temporada, a dupla azul glacial + marrom escuro é a pedida perfeita para quem quer adicionar um toque de cor ao look sem abrir mão da praticidade dos neutros.

 

Peça-chave

Aqui, os acessórios pretos trazem sobriedade para o tom delicado. O detalhe do laço no pescoço adiciona um volume estratégico, mantendo a sofisticação do visual.

 

Paleta atualizada

No look, o azul glacial e o amarelo manteiga formam um match preciso, que tem tudo a ver com looks diurnos.

 

Dinamismo gráfico

O azul glacial funciona como base para o conjunto de estampa geométrica, criando um contraste entre a nuance pastel e o grafismo em P&B.

Fonte; Marie Claire

Colunistas

Governador sanciona lei que permite uso de spray de pimenta por mulheres no Rio

Com a sanção, o RJ passa a ser o primeiro estado do Brasil a regulamentar o uso civil do spray.

 

Mulheres agora têm garantido o acesso seguro ao spray de extratos vegetais como instrumento de legítima defesa no Estado do Rio. A determinação é da Lei 11.025/25, de autoria original dos deputados Sarah Poncio (SDD) e Rodrigo Amorim (União), aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), que foi sancionada e publicada no Diário Oficial do Poder Executivo, desta quarta-feira (26/11).

 

A norma garante que o spray de extratos vegetais, com concentração máxima de 20%, é um equipamento não letal, podendo, portanto, ser considerado instrumento de legítima defesa para mulheres em território fluminense. De acordo com Poncio, além de ser uma ferramenta de proteção, o equipamento ajudará a coibir casos de assédio, importunação e agressão.

 

“Espero que, a partir desta lei, as pessoas comecem a achar normal a mulher sair com um spray para poder se proteger. O que a gente quer é garantir o direito de defesa”, afirmou a parlamentar.

 

Amorim, por sua vez, acredita que a nova regra poderá servir de exemplo para todo o país. “A cada 10 minutos no Brasil uma mulher é atacada, e no Rio de Janeiro não é diferente. Essa lei é uma iniciativa de vanguarda que dá efetividade a uma luta para preservar e assegurar os direitos das mulheres”, comentou.

 

Regulamentação da venda

 

A venda do spray será restrita às mulheres maiores de 18 anos. No caso das maiores de 16 anos, elas poderão usar o equipamento de defesa desde que autorizadas pelos responsáveis legais. O Estado do Rio também poderá fornecer o spray gratuitamente às mulheres vítimas de violência doméstica protegidas por medida protetiva, com os custos sendo revertidos ao agressor.

 

A comercialização só poderá ser realizada em estabelecimentos farmacêuticos, mediante a apresentação de documento de identidade com foto. Não será necessária apresentação de receita médica e a venda será limitada a duas unidades por pessoa a cada mês. O spray de extratos vegetais para venda ao público deverá ser acondicionado em recipientes com, no máximo, 70g.

 

A lei ainda determina que os recipientes de mais de 50 ml contendo o spray de extratos vegetais, gás de pimenta ou gás OC (oleorresina capsicum) sejam classificados como de uso restrito às Forças Armadas, aos órgãos de segurança pública, às guardas municipais e outros órgãos de segurança do Estado. (Com informações da Alerj)

 

* Precisando de assistência jurídica envie uma mensagem pelo Instagram ou ligue para o telefone (021) 98372-7981.

 

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Mara Mendes, advogada especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário, consumidor, família e divórcio. Integrante da Comissão de diversidade religiosa e neurociência da OAB-Barra.

Beleza

“Halo lips” é efeito ideal para quem cansou dos lábios perfeitamente delineados

Crie lábios mais volumosos sem injeções ou gloss de efeito preenchedor

 

Em 2025, o mundo enlouqueceu com os lápis de contorno labial. E, embora o fim do reinado do delineado ultradefinido em favor de contornos muito mais naturais e imprecisos já estivesse no horizonte, os especialistas acabam de bater o martelo. 2026 é o ano em que vamos experimentar novos usos para o lápis de boca, segundo Katie Jane Hughes, maquiadora, fundadora da marca homônima KJH Brand e responsável por alguns dos looks mais espetaculares de Dua Lipa, Lily Allen e Hailey Bieber.

 

“Os lábios nítidos e com linhas marcadas vão sair de moda, e os lábios suaves, volumosos e esfumados serão tendência”. Mas não é só Hughes a responsável por essa virada: esse tipo de maquiagem labial batizado de halo lips é o que a beauty artist Nina Park recria repetidas vezes em todos os seus looks.

 

O que são os “halo lips”?

 

O começo de um novo ano traz mesmo um aroma de transformação, tanto interna quanto externa. Algumas metas precisam de tempo e dedicação a serem cumpridas, outras apenas uma boa dose de coragem. Se um corte de cabelo mais ousado está no seu radar ou você apenas deseja mudar um pouco o visual, as estrelas já apontaram a tendência da vez!

 

Quem tem estado atenta aos tapetes vermelhos nos últimos anos deve ter percebido que nenhum outro corte curto é tão popular entre as famosas quanto o bob, mas a versão de comprimento ainda menor, o mini bob, desponta como o próximo hit capilar. Em 2024, Zendaya e Kylie Jenner aderiram ao visual e nos primeiros dias do ano foi a vez de Millie Bobby Brown, Gigi Hadid e Ayo Edebiri surgirem com os fios mais curtos em diferentes finalizações.

 

Depois de se despedir oficialmente da série Stranger Things, Millie parece ter embarcado em um novo capítulo em termos de estética e surpreendeu a todos ao aparecer no Joy Awards, na Arábia Saudita com o cabelo na altura do queixo. Moderno, elegante, e casual, esse já é um dos visuais mais atuais de 2026. O corte, é claro, requer uma manutenção mais atenta, com visitas regulares ao salão para manter os fios no lugar e garantir uma finalização mais polida do visual.

 

A escolha de Ayo para o Globo de Ouro, por sua vez, foi apostar no mini bob com uma finalização mais clássica, com pontas penteadas para trás e uma pequena onda na franja, que nos lembra a era das “Garotas Flapper” dos anos 20, quando um corte de cabelo curto para mulheres ainda era um passo audacioso. Quer mudar de cor e corte? Faça como Gigi Hadid que trocou o seu tradicional loiro por um mini bob tão escuro quanto um preto. Na foto compartilhada pelo seu cabeleireiro, ela surgiu com o cabelo molhado, em uma finalização mais moderna mas ainda assim dentro da proposta do visual.

 

Fonte: Glamour

Beleza

Beleza e estilo: o seu primeiro corte de cabelo de 2026 pode estar aqui

O começo de um novo ano traz mesmo um aroma de transformação, tanto interna quanto externa. Algumas metas precisam de tempo e dedicação a serem cumpridas, outras apenas uma boa dose de coragem. Se um corte de cabelo mais ousado está no seu radar ou você apenas deseja mudar um pouco o visual, as estrelas já apontaram a tendência da vez!

 

Quem tem estado atenta aos tapetes vermelhos nos últimos anos deve ter percebido que nenhum outro corte curto é tão popular entre as famosas quanto o bob, mas a versão de comprimento ainda menor, o mini bob, desponta como o próximo hit capilar. Em 2024, Zendaya e Kylie Jenner aderiram ao visual e nos primeiros dias do ano foi a vez de Millie Bobby Brown, Gigi Hadid e Ayo Edebiri surgirem com os fios mais curtos em diferentes finalizações.

 

Depois de se despedir oficialmente da série Stranger Things, Millie parece ter embarcado em um novo capítulo em termos de estética e surpreendeu a todos ao aparecer no Joy Awards, na Arábia Saudita com o cabelo na altura do queixo. Moderno, elegante, e casual, esse já é um dos visuais mais atuais de 2026. O corte, é claro, requer uma manutenção mais atenta, com visitas regulares ao salão para manter os fios no lugar e garantir uma finalização mais polida do visual.

 

A escolha de Ayo para o Globo de Ouro, por sua vez, foi apostar no mini bob com uma finalização mais clássica, com pontas penteadas para trás e uma pequena onda na franja, que nos lembra a era das “Garotas Flapper” dos anos 20, quando um corte de cabelo curto para mulheres ainda era um passo audacioso.

 

Quer mudar de cor e corte? Faça como Gigi Hadid que trocou o seu tradicional loiro por um mini bob tão escuro quanto um preto. Na foto compartilhada pelo seu cabeleireiro, ela surgiu com o cabelo molhado, em uma finalização mais moderna mas ainda assim dentro da proposta do visual.

Fonte: Glamour

Moda

Colete é tendência em 2026: por que apostar na peça agora

Versátil e atualizado, o colete se firma como peça-chave de 2026 — do tricô à alfaiataria, com novas possibilidades de styling

 

O colete acaba de ganhar um novo fôlego na moda. Em 2026, a ideia de um item rígido, preso ao imaginário formal, abre espaço para o entendimento da peça como uma camada estratégica, que entra no look para dar acabamento, desenhar o tronco e criar contraste com bases mais frescas — especialmente durante a primavera e o verão. O ponto é que o colete atual não depende do conjunto completo para funcionar. Seja como top ou como terceira peça, ele aparece para complementar a produção de forma fácil e eficiente.

 

Composição fresh

O colete de tricô é uma alternativa interessante para quem quer usar bermuda de um jeito mais sofisticado, compondo um look que funciona até no escritório.

Conjunto que funciona

O colete de botões prova que também funciona como top, complementando a saia de linho com uma elegância descomplicada.

Texturas opostas

O tricô fechado traz aconchego visual, enquanto a saia de couro injeta atitude. Juntos, criam um look equilibrado, moderno e fácil de adaptar tanto ao dia quanto à noite.

Twist contemporâneo

A camisa traz estrutura, enquanto o colete de tricô suaviza o look e cria contraste de texturas. Já a saia xadrez atualiza a referência colegial, resultando em uma produção superatual.

Jogo de cores

A combinação aposta no jogo de cores inesperado para renovar a alfaiataria. O cinza, neutro e urbano, ganha força ao lado do verde vibrante: um jeito fácil de tornar o look menos óbvio.

Apelo funcional

O colete utilitário, com bolsos e apelo funcional, contrasta com o volume e a delicadeza da saia balonê. O resultado é um look que equilibra força e leveza sem esforço.

Silhueta destacada

O detalhe que transforma tudo é o cinto marcando a silhueta. Ao sobrepor o colete clássico, o look ganha proporção e intenção, enquanto a saia plissada garante o movimento.

Colunistas

O que seu dentista consegue ver antes mesmo de você sentir dor

Muita gente acredita que o dentista só deve ser procurado quando algo dói. Mas quando a dor aparece, o problema já está avançado. A odontologia moderna permite identificar alterações muito antes de qualquer sintoma — e esse é o grande objetivo da prevenção.

 

Durante uma consulta de rotina, o dentista consegue identificar inflamações iniciais, início de lesões de cárie, sinais de desgaste por bruxismo, retrações gengivais, alterações na mordida, pequenas fraturas, início de uma perda óssea.

 

Exames complementares — como tomografias, radiografias, testes de saliva, escaneamento digital 3D — revelam detalhes invisíveis a olho nu e ajudam no diagnóstico precoce. Esse olhar atento evita tratamentos longos, dolorosos e custosos, preserva estruturas naturais e garante mais conforto e saúde.

 

A dor é o último aviso do corpo. Cuidar antes dela aparecer é o caminho mais inteligente.

 

* Dra. Bárbara Galdeano é cirurgiã-dentista com mais de 20 anos de experiência clínica.

 

Fundadora da Galdeano Odontologia & Saúde, é idealizadora do Programa ECOA, um modelo de atenção odontológica focado na prevenção, acolhimento e educação do paciente. Reconhecida por sua atuação ética, humanizada e atualizada com as inovações da odontologia digital, acredita que a saúde bucal é parte essencial da saúde geral e deve ser promovida com proximidade, escuta e propósito.

 

Para conhecer você pode ligar para o Whatsapp: (21) 98135-0401

Acessar o Instagram: https://www.instagram.com/galdeanoodontologia ou o site www.galdeanoodontologia.com.br

Colunistas

Cerca de 62% dos brasileiros adultos estão acima do peso

Os números são alarmantes: 62% dos brasileiros adultos estão acima do peso, e cerca de um em cada quatro convive com a obesidade. Se você acha que isso é assustador, saiba que em apenas duas décadas, o Brasil praticamente dobrou seus índices de obesidade, tornando-se um dos países com maior crescimento dessa condição no mundo.

 

A pandemia de Covid-19 acelerou ainda mais essa crise silenciosa. Durante o isolamento social, o ganho de peso médio por brasileiro foi de 7 quilos, segundo dados da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO). E não, não foi apenas o sedentarismo ou o acesso facilitado à geladeira, foi algo muito mais profundo.

Para as mulheres entre 35 e 55 anos, esse cenário é ainda mais crítico. Dados recentes mostram que 70% das mulheres nessa faixa etária tentaram emagrecer nos últimos 12 meses. E aqui está o dado mais revelador: a vasta maioria falhou. Não por falta de esforço, mas porque tentaram da forma errada.

 

Os custos vão além da balança. A obesidade é hoje a principal causa evitável de morte no Brasil, superando até mesmo o tabagismo. Ela está diretamente relacionada a diabetes tipo 2, hipertensão, doenças cardiovasculares, diversos tipos de câncer e problemas articulares. O Sistema Único de Saúde (SUS) gasta bilhões anualmente tratando doenças relacionadas à obesidade.

Mas por trás desses números frios existe uma realidade devastadora: são 27,9 milhões de mulheres brasileiras com sobrepeso ou obesidade, cada uma carregando suas próprias histórias de frustração, culpa e dor. Mulheres que já gastaram entre R$ 5 mil e R$ 20 mil tentando emagrecer e ainda assim estão presas no ciclo interminável do efeito sanfona.

 

A epidemia é silenciosa porque o verdadeiro sofrimento acontece nos bastidores, longe dos holofotes. Acontece quando você evita espelhos e fotos. Quando guarda roupas de três tamanhos diferentes “para quando emagrecer”. Quando cancela viagens e eventos porque não quer ser vista assim. Quando o relacionamento íntimo esfria porque você não se sente desejável. Quando seus filhos comentam sobre seu peso e você morre por dentro.

 

O que não está funcionando

 

Se você já tentou emagrecer seguindo uma dieta restritiva, se já contou cada caloria obsessivamente, se já eliminou carboidratos ou gorduras completamente da sua vida, se já se matriculou naquela academia cara com promessa de “transformação em 90 dias” você não está sozinha.

E se esses métodos não funcionaram a longo prazo, você definitivamente não está sozinha.

 

A verdade inconveniente que a indústria bilionária do emagrecimento não quer que você saiba é esta: 95% das dietas restritivas falham em um prazo de 5 anos. Se 95% das pessoas falham, será que o problema está nas pessoas ou no método? Você não é fraca. Não é preguiçosa. Não tem “falta de força de vontade”. O método que está sendo vendido para você é que está falido.

 

O mercado de emagrecimento movimenta bilhões de reais anualmente vendendo a mesma promessa embalada de formas diferentes: “coma menos, exercite-se mais, tenha disciplina”. Shakes substitutos de refeição. Dietas com nomes chamativos (low carb, cetogênica, jejum intermitente, detox). Aplicativos que transformam a alimentação em matemática obsessiva. Planos alimentares que eliminam completamente o prazer de comer.

 

E o mais absurdo? Recentemente vimos a explosão dos “remédios milagrosos” para emagrecimento, injeções semanais que prometem perda de peso rápida e fácil. Ozempic, Wegovy, Mounjaro viraram quase moda nas rodas de conversa. E o que ninguém te conta é que assim que você para de tomar, o peso volta. Porque, mais uma vez, estamos tratando o sintoma e ignorando a causa. Tudo isso focado exclusivamente no corpo físico. Como se você fosse apenas um saco de carne que precisa de menos combustível.

 

O resultado? Um ciclo vicioso e doloroso que você conhece muito bem:

  • Você começa uma nova dieta cheia de motivação e esperança (outra vez)
    Segue as regras rigidamente, privando-se de alimentos que ama
  • Perde alguns quilos inicialmente (sim!) O corpo entra em modo de escassez, o metabolismo desacelera A vida acontece: estresse no trabalho, problema familiar, uma emoção difícil. Você “quebra” a dieta e come aquilo que estava proibidoVem a culpa avassaladora, a sensação de fracasso familiar.

 

O peso volta (às vezes com juros, o temido efeito sanfona)

  • Você se sente ainda pior do que antes
  • Espera um pouco e procura a próxima dieta milagrosa, pensando “desta vez será diferente”

 

Esse ciclo não é uma falha sua. É uma falha estrutural do método

 

Pesquisas mostram que mulheres entre 35 e 55 anos, em média, já tentaram entre 15 e 30 dietas diferentes ao longo da vida. Trinta tentativas. Trinta fracassos. Trinta vezes se sentindo culpada, incapaz, envergonhada.

E a cada tentativa, algo piora: o efeito sanfona não apenas te faz recuperar o peso, mas muitas vezes você ganha mais do que perdeu. Seu metabolismo fica cada vez mais confuso. Sua autoconfiança vai pro chão. E o pior: você começa a acreditar que o problema é você.

Quando tratamos a obesidade apenas como uma questão de calorias que entram versus calorias que saem, estamos simplificando brutal e perigosamente um problema complexo, multifatorial e profundamente humano.

 

Estamos ignorando décadas de pesquisas em neurociência, psicologia comportamental e ciência do trauma que nos mostram uma verdade incômoda: se a solução fosse apenas comer menos e se exercitar mais, por que tantas mulheres inteligentes, determinadas, bem-sucedidas em suas carreiras, capazes de gerenciar casa, filhos, trabalho e mil responsabilidades.

Por que essas mulheres ainda lutam ano após ano com seu peso? A resposta está justamente onde ninguém está olhando: dentro de você.

 

A verdade invisível

 

Deixe eu te contar algo que pode mudar completamente sua perspectiva sobre seu peso: você não tem um problema com comida. Você tem um problema que está tentando resolver com comida. Ao longo dos meus 4 anos trabalhando exclusivamente com emagrecimento comportamental e das mulheres que já atendi, descobri um padrão que se repete quase universalmente: a comida deixou de ser apenas alimento.

Ela virou conforto quando você se sentiu sozinha, recompensa quando ninguém reconheceu seu esforço, companhia quando a solidão doía demais. Pausa quando a vida estava caótica demais, Punição quando você se sentiu culpada, controle quando tudo ao redor parecia fora de controle, anestésico para emoções que você não sabia como processar.

 

A neurociência nos mostra algo fascinante: quando comemos alimentos altamente palatáveis (ricos em açúcar, gordura e sal), nosso cérebro libera dopamina, o mesmo neurotransmissor liberado por drogas como cocaína e heroína. Por isso a expressão “viciado em açúcar” não é metáfora. É literalmente o que acontece no seu cérebro.

Mas aqui está o ponto crucial: você não desenvolveu esse padrão porque é fraca ou sem controle. Você desenvolveu porque é humana, e seu cérebro encontrou uma forma rápida e acessível de aliviar dores emocionais que não sabia como processar de outra forma.

 

Pense em quando você come sem fome de verdade. O que normalmente está acontecendo

  • Você acabou de ter uma discussão com alguém?
  • Recebeu uma crítica no trabalho?
  • Está se sentindo invisível no relacionamento?
  • Passou o dia inteiro cuidando de todo mundo menos de você?
  • Está ansiosa com alguma situação futura?
  • Se sentiu rejeitada ou excluída de alguma forma?
  • Está exausta de carregar tantas responsabilidades sozinha?

É aí que mora a verdade: você não está com fome. Você está com uma ferida emocional aberta. Em meus anos trabalhando com essa dor, identifiquei cinco feridas emocionais principais que alimentam (literalmente) os padrões de compulsão e descontrole alimentar. Sáo elas:

 

1. A Ferida da Rejeição

 

Se você cresceu sentindo que não era boa o suficiente, que precisava ser diferente para ser aceita, a comida pode ter se tornado a única coisa que te “aceitava” sem julgamentos. Ela nunca te rejeitou. Estava sempre ali, disponível, sem fazer perguntas.

 

2. A Ferida do Abandono

 

Se você experimentou perdas significativas, separações dolorosas ou sentiu que as pessoas importantes saíram da sua vida, especialmente na infância, pode ter desenvolvido uma relação de dependência emocional com a comida.

 

3. A Ferida da Humilhação

 

Se você foi ridicularizada, envergonhada ou humilhada, especialmente em relação ao seu corpo, peso ou aparência, pode ter desenvolvido dois padrões opostos mas igualmente destrutivos:

Padrão 1: comer como forma de autopunição (“já que dizem que sou gorda mesmo, dane-se, vou comer tudo”).

Padrão 2: usar o peso como armadura protetora. Uma forma inconsciente de se tornar “invisível” ou menos sexual, para não correr o risco de ser machucada novamente.

 

4. A Ferida da Traição

 

Se você sentiu que sua confiança foi quebrada, que foi traída por pessoas em quem acreditava (pais, parceiros, amigos), pode ter desenvolvido dificuldade profunda em confiar, inclusive em si mesma. O padrão de “sabotar” repetidamente a própria dieta ou processo de emagrecimento está frequentemente ligado a essa ferida: “Se eu me decepciono primeiro, pelo menos não dou chance para ninguém me decepcionar.”

 

5. A Ferida da Injustiça

 

Se você cresceu em um ambiente rígido, com regras excessivas, onde seus sentimentos não eram validados e você precisava ser “perfeita”, pode ter desenvolvido uma relação de rigidez e rebeldia com a alimentação.

Cada uma dessas feridas cria padrões neurológicos específicos. Quando você experimenta uma emoção difícil relacionada a essas feridas, rejeição no trabalho, sensação de abandono em um relacionamento, humilhação em uma situação social, seu cérebro automaticamente busca a solução que já aprendeu e registrou como eficaz: comer.

Não é falta de força de vontade. É um padrão neurológico automático que foi criado para te proteger da dor emocional. E aqui está a parte mais importante: enquanto você continuar tratando apenas o sintoma (o peso, a comida), sem olhar para essas feridas emocionais, você vai continuar nesse ciclo infinito.

 

Você pode até perder peso temporariamente com dietas restritivas ou até mesmo com medicações, mas as feridas continuam ali, abertas, esperando o momento certo para serem “alimentadas” novamente. É por isso que tantas mulheres me procuram dizendo exatamente isto: “Eu sei o que preciso fazer, sei o que devo comer, mas simplesmente não consigo fazer.” Porque o problema nunca foi sobre saber. Foi sempre sobre sentir.

 

O caminho: emagrecer de dentro para fora

 

Se você chegou até aqui, provavelmente já está tendo alguns insights sobre sua própria jornada. Talvez esteja começando a conectar os pontos entre situações da sua vida e seus padrões com comida. E se isso está acontecendo, saiba que o processo de transformação mais importante já começou: a consciência.

 

O emagrecimento verdadeiro e sustentável, aquele que não volta mais, não começa na geladeira ou na academia. Começa quando você para de guerrear contra si mesma e começa a entender o que realmente está acontecendo. Começa quando você deixa de ver a comida como inimiga e passa a vê-la como mensageira, uma forma que seu corpo e mente encontraram de comunicar que algo precisa ser cuidado.

Emagrecer de dentro para fora significa tratar a causa raiz, não apenas o sintoma. Minha própria jornada é prova viva disso. Foram anos fazendo dietas, tentando todos os métodos, perdendo e ganhando peso repetidamente, até que finalmente olhei para dentro e entendi que meu peso era apenas a manifestação física de dores emocionais não curadas.

Quando finalmente transformei minha relação com a comida, quando aprendi a processar minhas emoções de formas saudáveis, quando parei de usar comida como anestésico foi aí que emagrecimento real aconteceu. E ela permanece até hoje.

 

Nos meus quatro anos trabalhando exclusivamente com emagrecimento comportamental para mulheres, desenvolvi uma metodologia que integra cinco pilares fundamentais:

 

1. Mentalidade

Antes de mudar o que você come, precisamos mudar como você pensa sobre comida, sobre seu corpo e sobre si mesma. Isso inclui identificar e desafiar crenças limitantes que você carrega há anos:

  • “Eu sempre fui gorda e sempre vou ser”
  • “Eu não tenho força de vontade”
  • “Emagrecer é sofrer”
  • “Meu metabolismo está destruído”
  • “Eu sou diferente, comigo não funciona”

Essas crenças criam sua realidade. Quando transformamos a mentalidade, transformamos as possibilidades.

 

2. Regulação emocional

Aqui está o coração da transformação. Você precisa aprender formas saudáveis de processar e regular suas emoções que não envolvam comida. Isso significa desenvolver repertório emocional: reconhecer o que está sentindo (muitas vezes nem sabemos nomear a emoção), validar essas emoções sem julgamento (“não sou fraca por sentir isso”), e ter ferramentas práticas baseadas em Terapia Cognitivo-Comportamental e neurociência para lidar com elas.

É sobre curar as feridas emocionais que alimentam os padrões compulsivos. Não dá para pular essa parte.

 

3. Estratégias praticas

Sim, a alimentação importa. O movimento importa. Mas não da forma punitiva e restritiva que você está acostumada. Trabalhamos com estratégias alimentares flexíveis, que respeitam suas preferências, sua rotina, sua humanidade e sua realidade de mulher com mil responsabilidades.

Nada de listas intermináveis de alimentos proibidos. Nada de pontos ou matemática obsessiva. Apenas orientações baseadas em evidências científicas que você consegue sustentar pelo resto da vida porque são compatíveis com a sua vida real.

 

4. Mudança de comportamento

Baseada na terapia cognitivo-comportamental, esta parte foca em identificar gatilhos, padrões automáticos e criar novos circuitos neurológicos. É aqui que o conhecimento vira prática. Onde você aprende a agir diferente mesmo quando a emoção está gritando para você agir da forma antiga. Onde construímos, tijolinho por tijolinho, novos hábitos que se tornam automáticos.

 

5. Espiritualidade

Não estou falando necessariamente de religião, mas de conexão com algo maior que você mesma. De encontrar propósito, significado e aceitação profunda. De entender que você é muito mais do que um número na balança.

 

Esse pilar traz a paz interior necessária para que a transformação seja gentil, amorosa e duradoura e não mais uma guerra brutal contra você mesma.

Quando integramos esses cinco pilares, algo quase mágico acontece: você para de fazer dieta e começa a viver de forma diferente. Naturalmente. Sem esforço excessivo. Sem sofrimento. A verdade libertadora é esta: quando você transforma sua relação com a comida, o emagrecimento acontece como consequência natural, não como objetivo forçado.

Você para de comer compulsivamente porque não precisa mais anestesiar emoções, você aprendeu a senti-las e processá-las de forma saudável. Você para de sabotar suas escolhas porque não está mais em guerra consigo mesma, você finalmente está do seu próprio lado.

 

Você para de oscilar entre restrição extrema e descontrole total porque encontrou equilíbrio, um caminho do meio que honra suas necessidades físicas e emocionais. E o mais importante: você para de ver emagrecimento como punição pelo corpo que tem e passa a ver como um ato de amor próprio, de cuidado, de honrar a mulher incrível que você é.

 

A epidemia não vai se resolver com mais dietas

 

Agora você entende por que essa epidemia é silenciosa: porque estamos olhando para o lugar errado. Estamos tratando corpos quando deveríamos estar cuidando de pessoas. Estamos contando calorias quando deveríamos estar validando emoções. Estamos prescrevendo dietas quando deveríamos estar olhando para as emoçôesl. Estamos vendendo remédios milagrosos quando deveríamos estar ensinando regulação emocional.

A epidemia de obesidade não vai se resolver com mais dietas restritivas, mais aplicativos de contagem de calorias, mais shakes substitutos de refeição, mais injeções semanais ou mais campanhas simplistas de “coma menos, mova-se mais”. Ela só vai começar a se resolver quando mudarmos completamente o paradigma.

 

Quando entendermos que obesidade não é uma falha moral, mas uma resposta adaptativa a um ambiente emocional e social desafiador. Quando pararmos de culpabilizar indivíduos e começarmos a oferecer ferramentas reais de transformação. Precisamos de uma mudança de paradigma que reconheça a complexidade do ser humano. Que integre corpo, mente e emoções. Que ofereça compaixão em vez de julgamento. Que cure feridas em vez de apenas prescrever privações.

Então, se você está lendo este artigo e reconheceu sua própria história nas palavras, quero que você pare por um momento. Respire fundo. E se faça estas perguntas:

 

Que emoções estou tentando evitar quando como compulsivamente? Qual ferida emocional pode estar por trás dos meus padrões com comida? O que meu corpo está tentando me dizer através do meu peso? Se minha relação com comida pudesse falar, o que ela estaria pedindo? As respostas a essas perguntas são infinitamente mais importantes do que quantas calorias você consumiu hoje ou quantos quilos a balança marcou esta manhã. Porque a verdade mais libertadora que posso te oferecer é esta: você não está com fome. Você está ferida. E feridas não se curam com restrição, privação ou punição. Elas se curam com cuidado, compreensão e compaixão. Quando você finalmente olha para elas com coragem e amor, quando você as acolhe em vez de negá-las, quando você busca a transformaçâo verdadeira é aí que o milagre acontece.

 

O corpo que você sempre quis, a paz que você tanto busca, a liberdade que parece impossível, nada disso está do outro lado de mais uma dieta restritiva ou de uma injeção semanal. Está do outro lado da cura emocional.
E essa jornada, apesar de desafiadora, é a mais libertadora que você pode fazer. Porque quando você finalmente emagrece de dentro pra fora, a transformação é permanente.

 

* Emi Moraes, psicoterapeuta especializada em emagrecimento comportamental, criadora da metodologia “Emagreça de dentro pra fora”.

Instagram: @euemi_moraes

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Colunistas

Trabalhadora grávida não pode ser demitida sem justa causa

Quando a demissão é ilegal?
A demissão sem justa causa da grávida é considerada ilegal quando a empresa não tem um motivo grave e a funcionária está grávida ou engravidou durante o contrato de trabalho, mesmo que a gravidez só seja descoberta depois da demissão.

O que acontece se a demissão ilegal da grávida ocorrer?

A trabalhadora pode buscar a reintegração ao trabalho ou o pagamento de uma indenização que cubra os salários e benefícios que teriam sido recebidos até o término do período de estabilidade, que vai até 5 meses após o parto. Exceções à regra

Demissão por justa causa
A única exceção é a demissão por justa causa, quando a trabalhadora comete uma falta grave prevista no artigo 482 da CLT. No entanto, a empresa precisa comprovar robustamente essa falta para que a demissão seja mantida pela justiça. 
Contratos temporários em empresas privadas
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o direito à estabilidade não se aplica a trabalhadoras em contratos temporários com empresas privadas.

Se você precisa de ajuda envie uma mensagem ou me chame no WhatsApp (021) 98372-7981. Para mais detalhes sobre o meu trabalho clique aqui! 

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  • * Dra. Mara Mendes, advogada especialista em Direito civil, cidadania, trabalhista,  previdenciário,  consumidor, família e divórcio.
Saúde & Bem-estar

Obesidade é hoje um dos maiores inimigos da fertilidade, alerta especialista

 

OMS estima que 17,5% dos adultos enfrentarão problemas para engravidar, cuidados simples de rotina ajudam a proteger a saúde reprodutiva

 

Antes mesmo de causar problemas cardíacos ou diabetes, a obesidade já pode afetar o sonho de ter filhos. O excesso de peso interfere em hormônios essenciais à ovulação e à produção de espermatozóides, dificultando a gravidez.

 

“O excesso de peso provoca alterações hormonais capazes de prejudicar a produção de espermatozoides e a ovulação tornando a fecundação mais difícil para os dois sexos”, explica Dr. Maurício Chehin, ginecologista e especialista em medicina reprodutiva do Grupo Huntington.

 

De acordo com o Atlas Mundial da Obesidade, 68% dos brasileiros vivem hoje com excesso de peso; 31% têm obesidade e 37% estão com sobrepeso. No caso das mulheres, a obesidade pode gerar ciclos menstruais irregulares e diminuir a frequência de ovulação.

 

“Recomendamos que pacientes com obesidade ou sobrepeso busquem acompanhamento médico e nutricional antes de engravidar, seja de forma espontânea ou por Fertilização in Vitro. A perda de peso aumenta as chances de sucesso e reduz riscos importantes na gestação”, afirma Chehin.

 

Entre os homens, os impactos também são significativos. A obesidade afeta tanto a quantidade quanto a qualidade dos espermatozoides e pode comprometer a função sexual. “O acúmulo de gordura altera o equilíbrio hormonal reduzindo a testosterona e aumentando o risco de disfunção erétil. Isso repercute diretamente na motilidade e concentração dos espermatozoides”, acrescenta o especialista.

 

O crescimento da obesidade no país é impulsionado por padrão alimentar inflamatório, sedentarismo e longos períodos de exposição às telas. Para o médico, esse conjunto tem ampliado os desafios reprodutivos no Brasil. “Já vemos quase um terço da população vivendo com obesidade e isso tem consequências claras para a saúde reprodutiva”, observa.

Riscos durante a gestação

 

Além de dificultar a gravidez, o excesso de peso aumenta taxas de aborto e complicações obstétricas. “A obesidade eleva o risco de hipertensão, diabetes gestacional, pré-eclâmpsia, parto prematuro e problemas durante o parto. Controlar o peso antes da gestação é um fator de proteção fundamental para mãe e bebê”, destaca Chehin.

 

Estilo de vida e prevenção

 

Mudanças simples de rotina têm impacto direto na fertilidade. “Dormir bem, não fumar, manter peso saudável pra, praticar atividade física, moderar o consumo de álcool, adotar uma alimentação equilibrada e manter relações sexuais regulares cerca de três vezes por semana são medidas que favorecem a saúde reprodutiva”, orienta o especialista.

 

Chehin faz ainda dois alertas importantes: o uso de lubrificantes vaginais inadequados que podem comprometer a mobilidade dos espermatozoides e o risco das infecções sexualmente transmissíveis.

 

“As ISTs são causas frequentes de infertilidade e muitas vezes só são percebidas quando já provocaram danos”, afirma.

 

O médico reforça que consultas periódicas com ginecologistas e urologistas são essenciais para monitorar a saúde reprodutiva. “O acompanhamento regular permite identificar e corrigir fatores de risco e preservar a fertilidade antes que ocorram danos irreversíveis”, finaliza.

Maternidade

Férias: cantinho de leitura é atividade divertida e educativa

Veja como montar um cantinho de leitura acolhedor e aproveite as férias para incentivar o interesse pelos livros desde cedo.

 

A leitura é um hábito saudável para a vida toda e quanto mais cedo for incentivado, melhor! Uma ótima forma de fazer isso é dedicar um espaço especial para os livros e para a hora das histórias. Por isso, separamos algumas dicas de como montar um cantinho da leitura em casa, uma atividade simples e educativa para fazer com as crianças durante as férias. Confira e saiba como deixar o cantinho da leitura do seu filho mais atrativo e acolhedor, além de aproveitarem esse momento juntos de forma leve e longe das telas!

 

1. Conforto é tudo!

 

Ao montar um cantinho da leitura, a palavra de ordem é conforto! Se não for possível criar um ambiente no próprio quartinho, escolha um local que seja sereno e bem iluminado e o torne o mais acolhedor possível para incentivar o amor pelos livros. E tem algo mais confortável do que pufes fofinhos, almofadões ou futons para se jogar na leitura?

 

Versátil e prático, o colchonete infantil tamanho master da Biramar Baby é uma ótima opção para quem tem um bom espaço disponível. Ele é perfeito, inclusive, para os momentos de leitura compartilhada. Sim, utilizar o cantinho da leitura com o seu filho será um grande incentivo para que ele tenha prazer com esse hábito, além de fazer com que esse tempo seja importante para fortalecimento do vínculo entre vocês.

 

2. Aposte no lúdico

 

Para espaços menores, abuse das almofadas e não se esqueça do tapete para decorar, proteger a criança do piso e ainda a delimitar o cantinho da leitura. As opções lúdicas podem ajudar a deixar o ambiente ainda mais divertido e atrativo para os pequenos.

 

“Outro item queridinho dos cantinhos de leitura são as cabaninhas de piso ou tipo dossel, aquelas presas no teto. Além do toque charmoso na decoração, elas mexem bastante com o imaginário das crianças”, afirma Thayane Ramalho, diretora de criação da Biramar Baby, tradicional fábrica de enxovais e artigos para bebês e crianças.

 

3. Decore com brinquedos e pelúcias

 

Para deixar o cantinho da leitura com a carinha do bebê ou criança, uma dica é decorar com alguns brinquedos e bichinhos de pelúcia que já fazem parte do dia a dia da família. Atenção apenas para não exagerar e tirar a atenção do objetivo principal que é ler!

 

Para além das prateleiras, cestos ajudam a organizar tantos os brinquedos quanto os livros e a manter tudo ao alcance das crianças. Outra vantagem é que eles não ficam restritos apenas ao ambiente destinado à leitura. Sim, a ideia é que a criança possa carregar os seus títulos favoritos para os mais diferentes locais onde deseje ler.

 

Outra alternativa ideal para tornar o cantinho da leitura confortável, lúdico e funcional são os pufes infantis confeccionados em pelúcia. Os motivos de animais são os mais comuns. “É uma peça versátil, que também pode servir para os momentos de descanso e brincadeiras ou até mesmo como mesinha de apoio para os livros. Também é fácil para transportar e transformar qualquer espaço da casa em um cantinho da leitura!”, afirma Ramalho.

 

Outras dicas que vão ajudar a criar uma história de amor entre as crianças e os livros:

 

– Incentive a autonomia e deixe os livros sempre ao alcance das mãos dos pequenos. Em prateleiras, mantenha as capas viradas para frente.

 

– Levar os livros à boca, rasgar e morder são comuns no caso dos bebês! Tudo isso faz parte do início da experiência de ler, relaxe!

 

– Capriche nas escolhas dos títulos infantis. Há, inclusive, opções de clubes de livros que oferecem essa curadoria, disponibilizando leituras de acordo com a idade do bebê.

 

Sobre a Biramar Baby

 

A Biramar Baby & Kids é uma tradicional fábrica de enxovais e artigos para bebês e crianças, com sede em Ibitinga, no interior de São Paulo. Há 40 anos no mercado, a empresa se destaca pela confecção de kits completos para berços, roupas de cama para solteiros, além de roupas e acessórios infantis.

 

A Biramar Baby é pioneira no segmento, oferecendo uma linha completa de roupinhas e complementos que coordenam perfeitamente com os enxovais, unindo qualidade, conforto e estilo em cada peça.