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É ali, entre gestos cotidianos, que surgem os estímulos que ajudam no desenvolvimento motor, emocional e social desde os primeiros meses de vid
A MAM Baby, especialista em cuidados infantis, reforça que esses momentos acontecem espontaneamente ao longo do ano, em ações simples que fortalecem presença, segurança e vínculo entre adultos e crianças — sempre de acordo com o ritmo e a realidade de cada família.
Ao acompanhar de perto o cotidiano das famílias, a marca observa como interações aparentemente pequenas exercem grande impacto no desenvolvimento infantil. Explorar texturas, brincar, segurar objetos ou repetir movimentos são experiências que ampliam a curiosidade do bebê e estimulam suas descobertas. Em fases específicas, como a dentição, estímulos adequados contribuem tanto para aliviar desconfortos quanto para incentivar o processo natural de aprendizagem.
“O desenvolvimento do bebê envolve também a evolução de quem o acompanha. Ao valorizar a rotina familiar, reconhecemos que pequenas ações diárias sustentam vínculos e equilíbrio emocional. A adaptação de cada integrante fortalece o ambiente que acolhe o bebê. Por isso, para a MAM, o nascimento de um bebê marca o início de uma nova família” afirma Livia Coelho, gerente de Marketing da MAM Baby.
A MAM Baby reforça ainda que acompanhar o desenvolvimento infantil significa acolher diferentes formações familiares e modos de viver o cuidado. A proposta da marca é oferecer soluções que dialoguem com a rotina real, diversa, imperfeita e afetuosa, contribuindo para ambientes mais seguros, presentes e acolhedores para bebês e cuidadores ao longo de todo o ano.
Sobre a MAM Baby
Fundada em 1976, na Áustria, e com presença em mais de 60 países, a MAM Baby é reconhecida mundialmente por sua dedicação à saúde, segurança, qualidade e design, em puericultura leve. Com um novo posicionamento focado em apoiar ativamente o desenvolvimento emocional e psicológico de mães, pais e cuidadores, a marca reforça que o crescimento do bebê e a evolução da família acontecem lado a lado, da gestação aos primeiros dentes, dos passos iniciais à introdução alimentar e em cada nova descoberta.
Para isso, a MAM combina design inovador e cuidado médico comprovado para facilitar o dia a dia e proporcionar o que há de melhor para o desenvolvimento dos bebês, sendo referência global em chupetas, mamadeiras, bicos e bombas extratoras de leite, ao mesmo tempo em que oferece um olhar sensível ao bem-estar de quem cuida.
Em 2019, a marca recebeu a Menção Honrosa pela Comissão Europeia do EU Product Safety Awards por definir e exceder as normas de segurança. Em 2023, reafirmou seu compromisso com a sustentabilidade ao utilizar o PP Biocircular (polipropileno biocircular), uma alternativa mais sustentável ao plástico de origem fóssil. A MAM colabora ativamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) das Nações Unidas. Com o olhar voltado para o bem-estar das próximas gerações, a MAM reforça o compromisso de seguir “Juntos a cada nova fase”, caminhando lado a lado com as famílias em seus diferentes momentos.
Baralhos se tornam ferramenta de apoio em dinâmicas de integração no ambiente corporativo
- Jogos de cartas ganham espaço em programas de inclusão e desenvolvimento de equipes, estimulando raciocínio estratégico, empatia e colaboração
Comumente associados a momentos de lazer, os jogos de cartas têm se mostrado versáteis até mesmo em ambientes corporativos. Segundo a COPAG, referência em baralhos, jogos de tabuleiro e colecionáveis, cada vez mais empresas estão incorporando dinâmicas gamificadas em treinamentos, workshops e eventos.
A estratégia se mostra eficaz não apenas para engajar equipes e aprimorar a comunicação interna, mas também desenvolver competências essenciais, como tomada de decisão e pensamento estratégico. Assim, atividades rotineiras ganham mais participação, colaboração e criatividade.
“O baralho, em especial, estimula o raciocínio lógico e o trabalho em equipe, já que exige atenção às regras, planejamento e leitura do outro. Além de unir e divertir, jogos como este também podem revelar perfis de liderança”, explica Mariana Dall’Acqua, VP de Marketing LATAM da COPAG.
Com as festas de final de ano se aproximando, o momento torna-se oportuno para utilizar baralhos como ferramentas de conexão durante confraternizações corporativas. Nesta época, as empresas buscam alternativas mais leves para fortalecer vínculos entre os times.
“Mais do que uma tendência pontual, o uso de jogos e baralhos em eventos empresariais reflete uma mudança de mentalidade: a valorização de experiências humanas como motor de engajamento e produtividade”, reforça a executiva.
Assim, as confraternizações deixam de ser apenas momentos de celebração e passam a se tornar oportunidades valiosas para reforçar propósito, incentivar inclusão e aproximar ainda mais as equipes.
Sobre a COPAG
Com 117 anos de experiência em baralhos e jogos, a COPAG é uma empresa brasileira reconhecida por sua expertise, inovação e criatividade. Em 2005, a empresa foi incorporada ao grupo internacional Cartamundi, produzindo e distribuindo baralhos, jogos e TCGs (Trading Card Games) nos cinco continentes. A COPAG também se destaca pelo compromisso com a diversidade e inclusão, promovendo ambientes que valorizam a pluralidade cultural e social, além da responsabilidade ambiental.
Mais informações: http://www.copag.com.br
Empreendedora aposta na produção de vinhos na Serra da Canastra e cria novo conceito de enoturismo autoral
Daniela Freitas integrou vinho, queijo, natureza e hospedagem em um projeto que reposiciona a região como destino de experiências completas
Enxergar a Serra da Canastra além do queijo foi o ponto de partida para a empreendedora Daniela Heloisa Andrade de Freitas estruturar a Vinícola Moradas da Serra, em São João Batista do Glória, no Sudoeste de Minas. Na gestão do empreendimento em parceria com o marido, Thiago Freitas, ela desenvolveu um modelo de negócio que conecta produção de vinhos de inverno, turismo de experiência e hospedagem em meio à natureza.
“A proposta de valor da Vinícola Moradas da Serra está enraizada no terroir da Canastra. Oferecemos gastronomia mineira, queijos da região e o vinho produzido na vinícola. Buscamos proporcionar uma experiência enoturística que valorize a produção da vinícola e celebre o patrimônio cultural e natural da região”, explica. Localizada às margens da estrada Glória/Quilombo, Km 39, a vinícola funciona em ritmo contínuo, acompanhando o dia a dia do campo.
A produção do vinhedo segue a técnica da dupla poda, prática que permite a colheita no período do inverno, quando o clima seco e frio favorece a concentração de açúcar e a qualidade da fruta. “Esta técnica otimiza a produção, eleva a qualidade da uva e confere um caráter único aos nossos vinhos”, afirma. Durante as visitas guiadas, os processos são apresentados aos visitantes. “Explicamos o processo de cultivo e como ele impacta diretamente no perfil sensorial dos vinhos, promovendo frescor e complexidade característicos dos nossos rótulos”, detalha.
Identidade na taça
A experiência enoturística foi desenhada para ser completa e imersiva. O percurso inclui os vinhedos, a adega e a degustação, além da possibilidade de hospedagem em três casas situadas na vinícola. “Desde a visita aos vinhedos até a degustação na adega, passando pela hospedagem confortável e com vista para o vinhedo e a Serra, buscamos criar um ambiente acolhedor e que estimula a conexão com a natureza e com o vinho. O diferencial está na simplicidade da estrutura e na proximidade com o terroir”, conta.
O primeiro rótulo da Moradas da Serra é um Syrah – uva tinta de origem francesa – ,que traduz as características da região. “Ele é uma verdadeira expressão do terroir da Serra da Canastra, com notas de frutas vermelhas e escuras, e um toque característico de especiarias e mineralidade típica da região”, descreve.
No portfólio para 2026, além do Syrah, estão previstos os rótulos Tannat, Pinot Noir, Marselan, Sauvignon Blanc, e Blends variados. Na safra 2027, a vinícola inclui dois rótulos: Malbec e Carbenet Franc. “Estamos em processo de construção do nosso portfólio, buscando explorar variedades que se adequem ao nosso terroir, e sempre priorizando excelência e autenticidade”, acrescenta.
Percepção de mercado
A empreendedora lembra que a ideia de adquirir a vinícola, há dois anos, contou com o papel do Sebrae Minas como apoio decisivo para estruturar o negócio. “O suporte oferecido em termos de orientação técnica, capacitação em gestão de negócios e na elaboração de estratégias de marketing foi crucial para estruturarmos a Moradas da Serra de maneira sólida”, reforça.
Em um mercado de vinhos finos ainda em consolidação em Minas Gerais, o negócio surge como parte de novas possibilidades de empreendimentos na Canastra.
“A parceria com o Sebrae nos ajudou a entender melhor o mercado e as oportunidades de enoturismo na região, fortalecendo nossa atuação e garantindo que a vinícola estivesse alinhada às demandas e expectativas do público”, conclui.
Escuta e diálogo nas férias: caminhos para se conectar com crianças e adolescentes
Segundo especialista, diálogo aberto e planejamento conjunto de atividades pode contribuir para redução de conflitos e acidentes
A convivência familiar entre pais e filhos aumenta no período de férias escolares, representando uma oportunidade para o fortalecimento de laços, mas também um desafio para o planejamento de atividades e da boa convivência. O aumento do convívio e a quebra da rotina podem elevar o nível de estresse e o atrito entre pais e filhos, muitas vezes intensificados pela pressão por proporcionar lazer e pela sobrecarga de responsabilidades.
É fundamental que, mesmo durante o descanso, seja mantida uma rotina. Ainda que haja um pouco mais de flexibilidade, é importante estabelecer horários de sono e de descanso, refeições balanceadas e atividades diversas sem uso de telas, isso auxilia no bem-estar e no desenvolvimento saudável. Além de beneficiar a saúde geral, acordos pré-estabelecidos – ainda que mais flexíveis – facilitam o retorno às atividades escolares no início do ano letivo.
“Durante o período de férias, é fundamental preservar uma rotina que contemple momentos de lazer, mas também horários regulares. A manutenção de horários para dormir e acordar contribui para a preservação do ritmo biológico das crianças, refletindo diretamente em seu desenvolvimento físico, mental e emocional. Além disso, envolver os filhos em algumas decisões, como a definição da programação das atividades, pode favorecer o sentimento de participação e reduzir situações de frustração”, destaca Leia de Almeida, doutora em educação e Gerente Socioeducacional do Marista Brasil.
Leia destaca também que a comunicação e o planejamento participativo são essenciais para mitigar o risco de conflitos. Confira algumas dicas para conseguir um período de descanso seguro e harmonioso.
Sobrecarga e a importância da rotina
Este período pode gerar o aumento dos conflitos familiares, muitas vezes intensificados pela sobrecarga de responsabilidades e pela pressão por proporcionar lazer. Uma pesquisa de 2023 da IWG, uma rede de coworking, revelou que 62% dos pais consideram estressante conciliar trabalho e cuidados com os filhos nas férias escolares. Consequentemente, mais da metade usa suas folgas anuais para cumprir essas responsabilidades pessoais, enquanto apenas 10% aproveitam integralmente seus dias de férias nesse período.
Uma alternativa é recorrer às colônias de férias, contar com o apoio da rede familiar ou, ainda, organizar um rodízio entre os pais da escola para acompanhar as crianças. Eles costumam querer visitar os amigos e se envolver com eles em atividades diferentes. Estimular isso, pode ampliar o vínculo que ajudará no retorno depois.
Leia também explica que “muitas vezes, devido ao aumento do convívio familiar com os filhos, algumas preocupações já existentes com certos comportamentos, tais como birras, agressividade, apatia, isolamento, rebeldia ou problemas relacionados ao sono e à alimentação acabam se acentuando, o que pode gerar conflitos. É importante desenvolver ainda mais a sensibilidade para buscar compreender as causas e os motivos disso estar acontecendo. A escuta atenta, o diálogo é sempre a melhor alternativa. Busque se conectar com a criança, com o adolescente, com seu filho ou sua filha. Desligue também das suas telas por algum momento e olhe no olho deles e delas, explique o motivo de suas preocupações ou curiosidades com afeto e empatia”, afirma.
Programação leve e variada
É importante limitar o tempo de uso de telas pelas crianças e adolescentes durante as férias escolares. O aumento do uso de dispositivos eletrônicos é comum nesse período, mas o excesso pode afetar negativamente o sono, a concentração e a interação social. Uma sugestão é estabelecer horários específicos para o uso da tecnologia, equilibrando-os com brincadeiras e atividades físicas.
Além disso, uma programação leve e variada pode estimular o aprendizado e o desenvolvimento dos jovens. Opções como passeios ao ar livre, visitas a museus ou bibliotecas, oficinas artísticas e jogos educativos em família. “São momentos importantes para formação das crianças e dos adolescentes, não só fortalecem os laços afetivos, mas também criam memórias duradouras”, completa a gerente.
Envolver todos os integrantes no planejamento
Que tal fazer algo diferente da rotina? Atividades como passar o dia em um familiar, viajar, conhecer um lugar novo ou encontrar os amigos podem envolver todos os participantes. É importante que todos compartilhem seus desejos e expectativas, seja para atividades em grupo, novas aventuras ou experiências gastronômicas. Da mesma forma, é crucial estabelecer limites claros e horários de sono e refeições.
“Uma comunicação familiar aberta, envolvendo crianças e adolescentes nas decisões sobre viagens ou rotinas pode aumentar a autonomia dos membros e diminuir a chance de frustrações”, comenta Leia.
Promover ambientes seguros e protetivos
O período de recesso escolar costuma trazer um aumento significativo nos riscos para as crianças. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), durante as férias há um crescimento de até 25% nos acidentes envolvendo esse público, sendo a maioria dentro de casa. As ocorrências mais comuns incluem quedas, afogamentos, queimaduras e intoxicações.
Para reduzir esses riscos, é essencial que haja uma conversa clara com as crianças sobre os perigos e que a vigilância seja constante por parte de um adulto responsável. Entre as recomendações estão: nunca deixar crianças sozinhas em ambientes aquáticos; manter medicamentos e produtos de limpeza em suas embalagens originais, guardados em locais altos e trancados, fora do alcance infantil; e garantir o uso de equipamentos de proteção individual — como capacete, joelheiras e cotoveleiras —, em atividades como skate ou bicicleta.
Além da prevenção de acidentes, promover ambientes seguros e protetivos também significa cuidar das relações sociais das crianças. É importante que estejam sempre acompanhadas por pessoas confiáveis, evitando situações de constrangimento ou exposição a riscos emocionais. A atenção dos adultos deve incluir a observação de possíveis mudanças de comportamento, que podem sinalizar desconforto ou experiências negativas. Dessa forma, a proteção vai além do físico, abrangendo também o bem-estar emocional e social, assegurando que as férias sejam vividas com segurança, alegria e tranquilidade.
Sobre os Maristas no Brasil
Os Maristas no Brasil integram uma rede global presente em mais de 80 países em todos os continentes. Presentes há 128 anos no país, hoje atuam em mais de 94 cidades, em 25 estados brasileiros e no Distrito Federal. São 97 unidades de educação básica, 34 unidades sociais, instituições de ensino superior: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul – PUCRS, Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR e Católica de Santa Catarina, o Hospital Cajuru e Marcelino Champagnat, no Paraná, e Hospital São Lucas, em Porto Alegre, além de editoras, como a FTD Educação. Suas 5 frentes principais – Educação Básica, Ensino Superior, Editoras, Saúde e Centros de Defesas – ofertam educação de qualidade e promovem direitos humanos, engajamento solidário e preservação do patrimônio histórico, espiritual e socioambiental brasileiros.
Bebês por encomenda: o preço da perfeição e o risco de uma sociedade massificada
A empresa Nucleus Genomics chamou atenção em Nova York ao espalhar anúncios no metrô prometendo ajudar pais a terem o melhor bebê possível. A promessa, vendida quase como um produto de prateleira, inclui comparar embriões por mais de duas mil previsões genéticas e escolher características como altura, cor dos olhos, QI e até probabilidade de desenvolver transtornos, como o do espectro autista.O serviço custa cerca de 700 dólares e, apesar de não ser um valor exorbitante, ainda está distante da realidade da maioria da população.
O mais preocupante não é o valor, mas o que essa tecnologia anuncia: o nascimento de um mercado de seleção humana. Para além da barreira financeira, reside uma profunda inquietação ética. Historicamente, a concepção da vida é vista como um evento de acaso, complexidade e, para muitos, como um “presente divino” que resulta em seres singulares, portadores de uma ancestralidade irrepetível. Transformar a formação de um filho em uma decisão de consumo, quase um produto de prateleira, desvaloriza essa singularidade e aproxima a vida humana de um item de fast-food.
No Brasil, a legislação impede que pais escolham embriões por traços estéticos ou cognitivos, a lei é regida principalmente por normas éticas do Conselho Federal de Medicina (CFM), resolução CFM nº 2.320/2022. O processo de fertilização in vitro é regulamentado para garantir que apenas aspectos de saúde sejam considerados. E ainda bem. Afinal, a lógica de “encomendar” um bebê ao gosto do cliente não é apenas uma questão ética; é um projeto social que pode reforçar padrões estéticos, capacitistas e excludentes.
Transformar a concepção de um filho em uma decisão de consumo aproxima a vida humana de um produto de fast-food: basta escolher o pedido e esperar o que sai do outro lado. E o que isso diz sobre nós? Sobre a ideia de imperfeição, diversidade e singularidade? Por que parece tão difícil aceitar que seres humanos são únicos, imprevisíveis e, sobretudo, não moldáveis?
Práticas como as anunciadas pela Nucleus Genomics empurram a sociedade para um perigoso processo de massificação — um mundo em que todos tendem a ser moldados a partir de um ideal de perfeição criado, vendido e controlado pelo mercado.
Essa inquietação já foi retratada inúmeras vezes na cultura contemporânea: em Admirável Mundo Novo, onde seres humanos são produzidos em série; em O Doador de Memórias, onde a diferença é apagada; em Feios, que transforma o corpo em objeto de correção; e, claro, em Gattaca – A Experiência Genética, que imagina um futuro distópico em que o valor de uma pessoa é medido pelo seu código genético.
Será a vida imitando a arte, ou é apenas ficção? A sensação é que essas obras, antes tão distantes, estão cada vez mais próximas da realidade. E isso deveria nos fazer refletir profundamente sobre o tipo de sociedade que estamos, consciente ou inconscientemente, construindo.
Além disso, trata-se de uma tecnologia elitizada. Por enquanto, somente quem pode pagar tem acesso à promessa do “bebê perfeito”. Assim, as desigualdades sociais se amplificam: alguns terão filhos projetados para o sucesso, enquanto outros continuarão a depender do acaso, ou seja, do próprio valor da diversidade humana.
Viver no piloto automático gera estagnação na vida pessoal e profissional
Para alterar esse tipo de comportamento que alimenta um ciclo de frustração e sofrimento, o especialista em PNL Kleiton Franciscatto sugere a reprogramação mental, a fim de que o indivíduo adquira uma m mais consciente das próprias intenções e ações
Muitos profissionais vivem suas carreiras no piloto automático. Ou seja, exercem as atividades laborais de maneira mecânica, sem refletir de maneira consciente sobre quais caminhos desejam seguir e quais objetivos almejam alcançar. Depois de muito tempo agindo dessa forma não é raro que um dia percebam que por mais que tenham buscado uma melhor posição dentro da empresa não fizeram lá muita coisa de diferente para que pudessem progredir. Ficam estagnados e frustrados.
De acordo com o advogado, escritor, especialista em Programação Neurolinguística (PNL) e neurociência e autor do livro “Do caos à consciência – Reprogramando a mente para o sucesso pessoal“, Kleiton Franciscatto, tais indivíduos se caracterizam por ter uma mentalidade estática, cuja falta de reflexão crítica faz com que suas decisões sejam frequentemente influenciadas por circunstâncias externas, em vez de pautadas por objetivos internos claros.
“Algumas características desses profissionais são: reatividade, falta de autoconhecimento, conformidade social, medo de mudança, estagnação de habilidades, falta de propósito claro, inércia emocional e ausência de fé na vida ou em si mesmo”, afirma.
Prejuízos de se viver no piloto automático
As consequências de se viver no automático, diz o especialista em neurociência, são nefastas à carreira e à vida pessoal. Conforme Franciscatto, a rotina insatisfatória acaba por alimentar mais dores emocionais como a de não suportar a própria rotina de trabalho e irritar-se demais com os próprios colegas. Além disso, quem tem mentalidade estática, geralmente possui medo de arriscar e não conseguir sustentar a família e falta de clareza e de direção nos projetos pessoais, o que gera crises, inclusive financeira. “Relações superficiais; companhias que não agregam; ligações afetivas que se sustentam apenas por hábito; desconexão com o eu interior são outros fatores presentes em uma vida estagnada”, diz.
Indivíduos com esse tipo de comportamento, destaca Franciscatto, estão presos a padrões mentais que os impede de atingir seu verdadeiro potencial. “Ao viverem no piloto automático, utilizam sempre os mesmos circuitos do cérebro, geram as mesmas emoções, não pensam em nada diferente para suas vidas e dessa forma não conseguem mudar”, explica.
A mudança de padrão comportamental passa, então, segundo o especialista em PNL, por uma transformação de mentalidade: do protagonismo estático para o protagonismo consciente, que é “a prática de assumir uma posição de destaque no trabalho, na família e nas conquistas pessoais, com plena consciência das suas escolhas e ações, assim como do impacto que elas têm sobre si mesmo e sobre o mundo ao seu redor”.
Quem tem mentalidade de protagonismo consciente, explica o advogado e escritor, vive de modo intencional, responsável e com propósito, reconhecendo seu poder de influenciar e de mudar a própria realidade. “Dessa forma, sabe e acredita que pode desenvolver as habilidades que quiser por meio do tripé, esforço, aprendizado e perseverança”, diz.
Além disso, é resiliente diante das dificuldades, compreendendo-as como aprendizados para o crescimento. “Assim, encara os erros não como falhas, mas como oportunidade de melhoria. Portanto, não teme se desafiar regularmente, envolvendo-se em atividades fora de sua zona de conforto”, complementa.
Empreendedora goiana lista fatores que contribuíram para sucesso nos negócios
Estar atenta às oportunidades ao seu redor foi determinante para case em Goiânia
De acordo com a mais recente edição do Monitor Global de Empreendedorismo (Global Entrepreneurship Monitor – GEM 2024), no Brasil feita pelo Sebrae em parceria com a Associação Nacional de Estudos e Pesquisas em Empreendedorismo (Anegepe), a taxa de empreendedorismo no país atingiu o maior patamar dos últimos quatro anos, saltando de 31,6% para 33,4% em 2024. Entre os fatores que favoreceram esse incremento está o aumento na Taxa de Empreendedores Estabelecidos, aqueles com mais de 3,5 anos de operação. Esse indicador saltou de 8,7%, em 2020, para 13,2% no ano passado.
Em Goiânia, a empresária Daianni Rezende é um exemplo de empreendedorismo que deu certo. Há 16 anos ela fundou a ViaNut, uma loja especializada em dieta hospitalar. “Eu sou nutricionista, e por ser completamente da minha área, foi possível fundar e administrar a empresa todos esses anos. Nós atuamos em todo o estado de Goiás e agora também, mais recentemente, no Mato Grosso do Sul”, pontua. Na capital goiana há uma unidade no Setor Bueno e outra no Shopping Órion, no Setor Marista.
A empreendedora conta que essa área de nutrição hospitalar é muito antiga, mas pouco conhecida, porque é muito específica, e que a escolha foi uma oportunidade que viu surgir. “Logo que me formei tive a oportunidade de trabalhar numa empresa semelhante ao que a ViaNut faz, mas essa empresa acabou saindo do mercado e eu percebi que tinha oportunidade, foi quando eu fundei a ViaNut, em 2009”.
Faro de empreendedorismo
Daianni Rezende relembra que a primeira opção para quem forma em nutrição é abrir um consultório, mas ela quis tentar um caminho diferente. “Há 16 anos eu sabia que provavelmente o mercado ia ficar cada vez mais concorrido, então, eu já buscava, desde recém-formada, algo que eu pudesse fazer diferente. E como essa é uma área muito específica, que não era muito sobrecarregada, resolvi focar nisso”, conta.
Ela ainda cita os desafios de se trabalhar com algo tão específico. “Muitos profissionais de saúde não conhecem bem sobre a nutrição hospitalar. É muito importante ter um trabalho técnico muito forte, pois nas faculdades quase não é ensinado sobre os produtos que trabalhamos. Então, a equipe técnica da empresa tem que levar aos profissionais (médicos, nutricionista, etc) as informações dos produtos, forma de utilização e benefícios aos pacientes. O segundo ponto é que não conseguimos aumentar nossa demanda com campanhas, por exemplo, Natal ou alguma data comemorativa, porque a minha demanda é muito característica à necessidade do paciente”.
De olho em oportunidades
Mais uma vez Daianni Rezende antecipou uma oportunidade para seu negócio ao escolher colocar uma unidade no Órion Complex. “A ideia de ir para o Órion surgiu quando percebi que lá seria um empreendimento com área médica hospitalar, primeiro em Goiânia nesse sentido. Desde o início da construção do Órion, eu já comecei a ficar atenta e pensar na possibilidade de abrir uma filial ali”, diz.
A ideia, explicou, foi ter uma loja de mais fácil acesso para esses pacientes, por que os médicos ou demais especialistas que já atendem no hospital podem indicar nossos produtos – facilitando a vida dos pacientes. Para os próximos anos, a empresária destaca que os desafios são consolidar cada vez mais a marca, tanto da ViaNut quanto das linhas de produtos com os quais atuam.
“Divulgar a marca e deixar a população cada vez mais consciente, quando se trata de nutrição. Quero que as pessoas em geral, mesmo que não precisem de nenhum produto de nutrição agora, mas quando houver necessidade ou mesmo para algum amigo ou familiar, que saibam onde encontrar. E que quando a nutrição é utilizada da forma correta, traz muitos benefícios. A cultura da nossa empresa é de levar saúde e cuidado a todos”, salienta Daianni Rezende.
Câncer de pele: como identificar manchas suspeitas?
- Dermatologista explica quais os cuidados para a prevenção; doença tem mais de 90% de chance de cura com diagnóstico precoce
- O câncer de pele é o tipo de neoplasia mais frequente no Brasil e no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e é também um dos mais preveníveis. As chances de cura podem chegar a mais de 90% com o diagnóstico precoce e cuidados diários.
O Instituto Nacional de Câncer (Inca) aponta que estimam-se 704 mil novos casos da doença ainda em 2025, o que equivale a cerca de 30% de todos os casos de câncer em todo o país.
“Na maioria dos casos, ele pode ser evitado com a mudança de hábitos simples e diários. A radiação UV é o principal fator de risco, e a conscientização sobre o uso correto de barreiras protetoras pode salvar vidas”, destaca o dermatologista do IBCC Oncologia, Dr. Aldo Toschi.
Para o médico, a identificação precoce de lesões suspeitas é importante para o sucesso do tratamento, especialmente no caso do melanoma, que é o tipo mais agressivo. “A recomendação principal é examinar a própria pele mensalmente. Qualquer mudança em pintas ou o aparecimento de novas lesões exige atenção”, orienta Toschi.
Para facilitar a identificação de lesões suspeitas, o dermatologista ressalta a importância da regra do ABCDE:
Assimetria: lados da lesão que não são iguais.
Bordas: contornos irregulares, mal definidos ou recortados.
Cor: diversas cores na mesma pinta (tons de preto, vermelho, marrom, etc.).
Diâmetro: normalmente maior que 6 mm.
Evolução: alterações no tamanho, forma, cor ou o surgimento de coceira e sangramento.
Como se cuidar?
O médico ressalta que pessoas de pele clara e histórico familiar para câncer cutâneo devem sempre procurar métodos de proteção solar, diariamente, mesmo em ambientes fechados ou em dias nublados. A recomendação é utilizar um protetor solar, contra raios UVA e UVB, com FPS mínimo de 30 ou superior.
“A aplicação precisa cobrir todas as áreas expostas, incluindo orelhas, pescoço e lábios, cerca de meia hora antes de se expor ao sol. A eficácia do produto depende da reaplicação a cada duas horas de exposição contínua, ou imediatamente após banhos de mar ou piscina e sudorese intensa”, explica o médico.
Além disso, a exposição solar deve ser evitada ou reduzida entre 10h e 16h, período de maior incidência da radiação solar. O uso de barreiras físicas, como chapéus de abas largas, óculos de sol com 100% de proteção UV e roupas com fator de proteção ultravioleta (FPU) é uma forma de reforçar ainda mais a proteção.
“Outro fator importante para os cuidados com a pele é ter uma dieta balanceada e rica em antioxidantes, como vitaminas A e C e Betacaroteno, que contribuem para a saúde geral da pele, auxiliando na defesa do organismo”, ressalta Toschi.
Também é importante consultar, anualmente, um dermatologista ou em períodos mais curtos para pacientes com risco aumentado ou com histórico pessoal de câncer. “Qualquer ferida que não cicatrize em até quatro semanas é um sinal de alerta e deve ser avaliada por um médico imediatamente”, finaliza.
Sobre o IBCC Oncologia
Fundado em 1968, o IBCC Oncologia é conhecido por ser um Centro de Tratamento Oncológico de alta complexidade e possui um Núcleo de Pesquisa Clínica renomado e reconhecido internacionalmente pelo número de pesquisas realizadas e seus resultados impactantes para a Ciência Médica.
O Hospital sempre esteve à frente de grandes conquistas na Oncologia e construiu uma trajetória marcada por inovação. Um exemplo é a introdução do primeiro mamógrafo no Brasil, em 1971, que representou um marco no tratamento do câncer de mama no país.
Ao longo dos anos, o IBCC também integrou importantes programas de controle do câncer, em âmbito federal e estadual, impactando positivamente a vida de milhares de pessoas.
Hoje, o IBCC Oncologia oferece atendimento em mais de 30 áreas da medicina relacionadas ao câncer, com um corpo clínico altamente qualificado e equipes multiprofissionais que atuam de forma integrada para garantir o cuidado completo ao paciente oncológico.
Sol, piscina e praia no verão: dicas práticas para se bronzear com segurança
Com a chegada do verão, vem as viagens para locais com praia e piscina e, com isso, aumenta a busca por um bronzeado bonito após as férias. No entanto, a exposição solar sem os cuidados adequados pode trazer consequências sérias para a saúde da pele, como queimaduras, manchas, envelhecimento precoce e aumento do risco de câncer de pele. Segundo a Dra. Carla Vidal, médica dermatologista, é possível aproveitar o sol de forma mais consciente, reduzindo danos e preservando a saúde cutânea.
“O bronzeado – e essa é uma informação que nem todo mundo sabe – é sempre uma resposta da pele a uma agressão solar, mas existem maneiras de minimizar os danos e tornar esse processo mais segur”, explica.
A dermatologista compartilha dicas práticas para um bronzeado mais seguro:
1- Evite os horários de maior radiação
A exposição solar deve ser evitada entre 10h e 16h, quando os raios ultravioleta estão mais intensos. “Prefira o sol do início da manhã ou do fim da tarde, que é menos agressivo e ainda assim, use protetor solar”, orienta a médica.
2- Use protetor solar diariamente (e reaplique corretamente)
O protetor solar deve ter fator mínimo de FPS 30 (peles mais claras devem usar FPS 50) e precisa ser aplicado 30 minutos antes da exposição. A reaplicação deve ocorrer a cada duas horas ou após entrar na água, suar excessivamente ou se secar com toalha. “Uma única aplicação pela manhã não protege ao longo do dia, especialmente em ambientes como piscina e praia. Também não adianta aplicar o protetor e mergulhar na água; o produto sairá e a pele ficará desprotegida”, reforça Dra. Carla.
3- Não acredite no mito de que a água protege a pele
Ao contrário do que muitos pensam, estar dentro da piscina ou do mar não impede a ação dos raios solares. Pelo contrário, a água reflete a radiação UV, o que pode intensificar a exposição. “Mesmo dentro da água, a proteção solar é indispensável”, alerta a médica.
4- Hidrate a pele antes e depois da exposição
Manter a pele hidratada ajuda a fortalecer a barreira cutânea e reduz o ressecamento causado pelo sol. “Uma pele bem hidratada se recupera melhor após a exposição solar. Importante dizer aqui que a hidratação também é válida de dentro para fora, ou seja, beba bastante água em caso de exposição solar excessiva”, explica ela.
5- Complemente a proteção com as conhecidas “barreiras físicas”
Chapéus, bonés, óculos escuros com proteção UV e roupas com fator de proteção solar são aliados importantes e devem ser usados por quem busca se bronzear de maneira saudável. “Esses recursos ajudam a reduzir a exposição direta e complementam o uso do protetor”, diz Carla.
6- Atenção redobrada para crianças e idosos
A pele das crianças é mais sensível e a dos idosos costuma ser mais fina e vulnerável aos danos solares. “Esses grupos exigem cuidados ainda mais rigorosos e exposição controlada. Na praia, deixe sempre crianças brincando com a proteção do guarda-sol”, destaca a especialista. Para a Dra. Carla Vidal, o conceito de beleza precisa caminhar junto com o cuidado. “Mais do que um tom de pele, o mais importante é preservar a saúde a longo prazo. O verdadeiro bronzeado bonito é aquele que não compromete o futuro da pele”, finaliza.
Sobre a Dra Carla Vidal:
Dra Carla Vidal é médica formada pela Universidade Federal de Alagoas, especializada em dermatologia e cirurgia dermatológica pela Faculdade do ABC e desde 2006 está à frente da clínica que leva o seu nome, em São Paulo.
Defensora da beleza natural e da aceitação que o envelhecimento vem para todos, mas pode ser vivido em sua melhor versão, Dra Carla trata da saúde da pele antes da estética, já que sem saúde não há beleza.
Entre os seus pacientes assíduos estão as maquiadoras Fabiana Gomes e Vanessa Rozan, a atriz Viviane Pasmanter, o ator e diretor de musicais Cleto Baccic, a influenciadora Bia Perotti e outros nomes. Frequentadora assídua de cursos e atualizações nacionais e internacionais, Dra Carla e seu time de dermatologistas entregam o que há de mais moderno para seus pacientes.
Especialista alerta sobre cuidados pós-cirúrgicos no verão
Dr. Renato Kalil reforça que equilíbrio, atenção aos sinais do corpo e adesão ao tratamento são essenciais para celebrar o fim de ano com segurança após cirurgia cardíaca
Com a chegada do verão, muitos pacientes que passaram por cirurgia cardíaca, assim como seus familiares, se perguntam quais cuidados devem ser mantidos para celebrar esse período com segurança. De acordo com o cardiologista e cirurgião cardíaco Dr. Renato Kalil, quando o procedimento foi bem-sucedido e o paciente segue corretamente as orientações médicas, não há motivo para medo excessivo ou isolamento social.
Segundo o especialista, pacientes submetidos a cirurgias cardíacas podem retomar uma vida normal, desde que adotem uma rotina equilibrada e respeitem os limites do próprio corpo. “O pós-operatório não deve ser encarado como uma fase de restrições extremas, mas sim como um período de atenção e consciência sobre hábitos que favorecem a recuperação e a saúde cardiovascular a longo prazo”, explica Kalil.
Entre as principais recomendações para esse período estão o repouso adequado, a realização de caminhadas leves, conforme liberação médica, e uma alimentação moderada, com redução no consumo de sal e gorduras. O médico também alerta para a importância de evitar excessos, especialmente no consumo de bebidas alcoólicas, além de não suspender as medicações prescritas, mesmo durante viagens ou confraternizações.
Outro ponto fundamental é a escuta atenta aos sinais do corpo. Sintomas como cansaço excessivo, falta de ar, dor no peito ou palpitações devem ser valorizados e avaliados por um profissional de saúde. “Celebrar é importante, mas sempre com tranquilidade e responsabilidade. O corpo costuma dar sinais quando algo não vai bem”, reforça o cardiologista.
Para o Dr. Renato Kalil, o fim de ano pode, sim, ser vivido com alegria por quem passou por uma cirurgia cardíaca. “Com acompanhamento médico, disciplina no tratamento e escolhas conscientes, é possível aproveitar as festas com segurança, qualidade de vida e confiança”, conclui.
Sobre o especialista
Dr. Renato Kalil é Professor Titular do Departamento de Clínica Cirúrgica da UFCSPA e Professor Emérito do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde: Cardiologia, da Fundação Universitária de Cardiologia/Instituto de Cardiologia do RS. É referência nacional em Cirurgia Cardiovascular e Cardiopatias Congênitas, atuando no Hospital Moinhos de Vento, Hospital Divina Providência e Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre.